Polícia

INFRAÇÃO

Jovens e adolescentes foram abordados em festa clandestina em Campo Grande

Operação conjunta foi realizada para fiscalizar o decreto do toque de recolher determinado pelo Governo do Estado

Continue lendo...

Cerca de 250 jovens e adolescentes foram abordados em uma festa clandestina no bairro Alves Pereira no dia 18 de dezembro, em Campo Grande. 

A operação conjunta, foi realizada entre a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur), Vigilância Sanitária (Visa), Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Guarda Civil Municipal (GCM) e Polícia Militar (PM), para fiscalizar o decreto do toque de recolher determinado pelo Governo do Estado, que entrou em vigor no dia 14 de dezembro.

Últimas Notícias

De acordo com a polícia, na festa havia menores de idade consumindo bebida alcoólica, e não havia o cumprimento das medidas de biossegurança vigentes, em razão da Covid-19. 

 Foram encaminhados ao Centro Especializado de Polícia Integrada (Cepol) um adolescente de 16 anos, que estaria na organização da festa, e dois responsáveis pelo bar, sendo uma mulher de 23 anos e um homem de 22 anos. 

No boletim de ocorrência registrado pela polícia, consta infração da Lei 8.069/90, que constitui crime a venda e fornecimento de bebida alcoólica a crianças e adolescentes, e também o descumprimento do decreto que determina o toque de recolher.

CRIME

Além do descumprimento do decreto do toque de recolher, determinado pelo Governo do Estado, na festa também foi infringida a lei nº 8.069 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). 

De acordo com o Estatuto, fornecer bebida alcoólica a menores de idade constitui crime.

Segundo o artigo 243 da lei nº 8.069, “aquele que vender, fornecer ainda que gratuitamente, ministrar ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente, sem justa causa, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida pode ser preso por dois a quatro anos, além de multa”. Isso se o fato não constitui crime mais grave.

Assine o Correio do Estado

OPERAÇÃO BUNKER

Polícia descobre esconderijo subterrâneo de drogas e prende sete pessoas

"Buraco" para guardar e esconder entorpecentes ficava em uma oficina mecânica de fachada, localizada em Caarapó

29/10/2026 11h00

Esconderijo subterrâneo para guardar drogas

Esconderijo subterrâneo para guardar drogas DIVULGAÇÃO/Polícia Civil

Continue Lendo...

Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (DEFRON), prendeu sete pessoas e cumpriu sete mandados de busca e apreensão, nesta quinta-feira (29), durante a Operação Bunker, em Mato Grosso do Sul.

Dos sete presos, dois foram em flagrante e cinco por cumprimento de mandado de prisão. Os alvos dos mandados de prisão preventiva são apontados como integrantes dos núcleos central, logístico e financeiro da organização.

Os presos fazem parte de uma organização criminosa que atuava no transporte, armazenamento e distribuição de grandes carregamentos de entorpecentes entre a região de fronteira e os municípios de Caarapó e Dourados.

Conforme apurado pela reportagem, as investigações começaram a partir de duas apreensões realizadas pelo Departamento de Operações de Fronteira (DOF) da Polícia Militar (PMMS).

Nas duas ocorrências, os policiais apreenderam 5.675,805 kg de entorpecentes, sendo 5.668,005 kg de maconha e 7,8 kg de haxixe marroquino, além de três caminhonetes Toyota Hilux SW4. O prejuízo estimado ao crime organizado foi de R$ 12.581.810,00.

Os policiais deram continuidade as investigações e descobriram um compartimento subterrâneo em um estabelecimento localizado em Caarapó, para guardar e ocultar grandes quantidades de drogas.

Segundo a Polícia Civil, este estabelecimento funcionava como uma oficina mecânica de fachada, que servia de ponto de apoio aos criminosos para preparar, arrumar e adaptar veículos (caminhonetes Toyota Hilux SW4 roubadas, com placas falsificadas) utilizados no transporte desses entorpecentes.

Além disso, os criminosos tinham imóveis alugados e administrados em nome de terceiros e familiares para dar suporte às operações logísticas.

“Os recursos eram movimentados de forma fragmentada, por meio de contas bancárias de terceiros, familiares e empresas do ramo automotivo. Esse mecanismo buscava ocultar os responsáveis pelos recursos e conferir aparência de regularidade às transações”, informou a Polícia Civil por meio de nota enviada à imprensa.

Durante as buscas, foram apreendidas armas de fogo e munições. De acordo com a Polícia Civil, foram bloqueados, por determinação judicial, valores em contas bancárias, contas de pagamento e aplicações financeiras vinculadas aos investigados e a pessoas jurídicas relacionadas ao grupo.

A operação contou com o apoio de equipes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) da Polícia Militar, da 1ª Delegacia de Dourados, dos Setores de Investigações Gerais (SIG) de Caarapó e de Fátima do Sul e do Canil da Polícia Militar.

Itaquiraí (MS)

Duas mulheres morrem carbonizadas em casa e polícia investiga possível crime

Polícia Civil não descarta as hipóteses de homicídio ou feminicídio

27/10/2026 12h00

Casa pegando fogo, com duas mulheres mortas carbonizadas dentro

Casa pegando fogo, com duas mulheres mortas carbonizadas dentro Foto: Divulgação/Tá em Foco

Continue Lendo...

Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga a morte de duas mulheres em um incêndio ocorrido no sábado (24), em Itaquiraí, município situado na região Sul de MS e a 405 quilômetros de Campo Grande.

Ambas foram encontradas carbonizadas na residência em que moravam. A identidade delas não foi divulgada.

Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica e funerária estiveram no local, no fim de semana, para isolar a área, apurar as circunstâncias do incêndio, realizar a perícia e retirar os corpos.

Ainda não se sabe as causas do incêndio. A Delegacia de Polícia Civil de Itaquiraí investiga se o incêndio é criminoso ou não, sem descartar as hipóteses de homicídio ou feminicídio.

Conforme apurado pela reportagem, moravam na residência mãe, esposa e um homem. Segundo o delegado titular Robilson Junior Albertoni Fernandes, o rapaz foi até a cidade buscar um celular que estava na manutenção e, ao voltar para casa, encontrou a casa pegando fogo e sua esposa e mãe mortas carbonizadas.

“A perícia foi acionada, fez todos os levantamentos e estamos aguardando a conclusão se o incêndio foi intencional ou acidental. As investigações continuam para o levantamento de maiores informações”, afirmou o delegado por meio de vídeo enviado à imprensa.

Os óbitos chocaram a população do município, que raramente lida com mortes trágicas como essas. 

OUTRO CASO

Ellen Vitória Moreira da Cruz, de 20 anos e Vitória Gabriely Souza Cordeiro, de 18 anos foram mortas e carbonizadas em um incêndio, no dia 23 de setembro de 2026, em uma residência localizada na avenida Evangelina Vieira, em Rochedo (Mato Grosso do Sul).

Conforme apurado pela reportagem, antes do incêndio, as jovens foram esganadas e apresentavam ferimentos pelo corpo provocados por arma branca.

Vitória Gabriely tinha golpes de faca no tórax, pescoço e costas, enquanto Ellen apresentava ferimento no pescoço e uma lesão na cabeça.

Dois homens estavam envolvidos no duplo homicídio. O desacerto por drogas foi o estopim da briga entre os rapazes e as garotas.

Um homem, identificado como Luíz Carlos, vulgo "Bob Esponja", morreu em confronto com a Polícia Militar, enquanto o outro envolvido, Lucas Batista Ferreira, foi preso em Rio Negro.

Um menor de idade foi apreendido por guardar drogas em casa e foi enquadrado como crime análogo a tráfico de entorpecentes.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).