Política

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Adriane Lopes afirma que ainda não tem nome para novo secretário de segurança da Capital

Em solenidade da Guarda Municipal, a prefeita disse que deve ser anunciado na próxima semana

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Na tarde desta sexta-feira (9) a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (Patriota), afirmou que ainda não tem um nome para o novo secretário de segurança do município. 

“Não, nós ainda não temos um nome e na semana que vem devemos anunciar”, disse a prefeita em solenidade de conclusão da 6ª Etapa do Curso de Formação do concurso da Guarda Civil. 

Na quinta-feira (8), o então secretário de segurança, Valério Azambuja, alegou razões pessoais e pediu afastamento do cargo que ocupava desde 2014. Conforme já publicado pelo Correio do Estado, o Sindicato dos Guardas Municipais (SindGM/CG) já encaminhou ofício para Adriane Lopes, se posicionando contra a indicação de um militar ao cargo.

Um nome cotado para assumir a Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (Sesdes) seria o vereador Alírio Villasanti (União Brasil).

Sobre as mudanças na Prefeitura, Adriane disse que “está estudando e reestruturando a gestão”. Já foram retirados dos cargos Marcos Haroitto Guedes Shishido, que desempenhava o papel de Ouvidor-Geral do Município, da Controladoria-Geral municipal, além disso tomou posse o novo secretário de Saúde Municipal, Sandro Benites, que substituiu José Mauro Filho.

A Prefeitura também está enfrentando um impasse com os professores da Rede Municipal de Ensino (Reme), pois não cumpre acordo feito com a categoria e culminou no início da greve no dia 2 de dezembro. Questionada sobre as soluções, a prefeita disse que com uma conversa marcada após a posse do novo presidente do Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação (ACP), Gilvano Bronzoni. 

Sobre a situação dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias, outra categoria que também está tentando negociações com o executivo, Adriane Lopes não respondeu. 

Eleições 2026

Caiado diz que, se eleito, vai dar indulto a Bolsonaro: 'Quero pacificar o País'

O ex-governador de Goiás considera que o debate polarizado entre o governo atual do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o bolsonarismo não traz benefícios concretos à população

26/07/2026 19h00

Caiado ao lado de Kassab e Nelsinho Trad

Caiado ao lado de Kassab e Nelsinho Trad Foto: Guilherme Correia / Sputnik Brasil - Reprodução

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Ronaldo Caiado, oficializado como candidato à Presidência pelo Partido Social Democrático (PSD) neste domingo, 26, reafirmou que pretende dar um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro caso seja eleito. "Quando disse aquilo (promessa de anistia para Bolsonaro), disse e sustento. Vou sim tomar essa iniciativa no meu primeiro dia de governo, porque quero pacificar o País", disse em entrevista à CNN.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão acusado de liderar uma organização criminosa voltada à tentativa de golpe de Estado e à subversão da ordem democrática.

O ex-governador de Goiás considera que o debate polarizado entre o governo atual do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o bolsonarismo não traz benefícios concretos à população. Caiado reiterou críticas que fez a Flávio Bolsonaro (PL) na oficialização da sua candidatura. Ele afirmou à CNN que a queda do adversário nas pesquisas é consequência de recentes denúncias. "Ele não tem dado respostas convincentes."

Tentando colocar-se como alternativa, Caiado disse aos correligionários esta manhã que o Brasil "não pode optar por aqueles que são os maiores rejeitados da política nacional".

Candidato à Presidência pela segunda vez

Caiado trocou o União Brasil pelo PSD no início do ano para ser candidato. Na nova sigla, enfrentou a concorrência do governador do Paraná, Ratinho Júnior, que era o favorito, mas acabou desistindo da candidatura, e do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Deputado federal por cinco mandatos, senador e duas vezes governador de Goiás, Ronaldo Caiado volta a disputar a presidência da República. Na primeira tentativa, em 1989, teve menos de 1% dos votos.

Perda

Ex-ministro do STF Octavio Gallotti morre aos 95 anos

Em nota, o tribunal lamentou a morte e destacou o rigor técnico, independência de seus julgamentos e dedicação ao serviço público

26/07/2026 16h30

Foto: Divulgação

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O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Octavio Gallotti morreu neste domingo, 26, aos 95 anos. O magistrado fez parte do STF entre 1984 e 2000 e presidiu a Corte de 1993 a 1995 O velório será realizado no Salão Branco do STF, na segunda-feira, 27, das 10h às 17h. O sepultamento será no dia 28, no Rio de Janeiro.

Em nota, o tribunal lamentou a morte e destacou o rigor técnico, independência de seus julgamentos e a dedicação ao serviço público. O presidente do STF, Edson Fachin, destacou o legado do ex-ministro: "Sua trajetória confunde-se com um período significativo da história institucional brasileira. Magistrado de notável cultura jurídica, espírito público exemplar e inabalável compromisso com a Constituição, o Ministro Gallotti deixou marcas permanentes na construção da jurisprudência e no fortalecimento das instituições democráticas do País."

Casado desde 1962 com Iára Chateaubriand Pereira Diniz Gallotti, deixa os filhos Luiz Gallotti Neto e Maria Isabel Diniz Gallotti Rodrigues, ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Gallotti foi indicado pelo presidente João Figueiredo para a vaga deixada com a aposentadoria de Pedro Soares Muñoz. Foi o último ministro indicado ao STF durante a ditadura militar.

Trajetória

Luiz Octavio Pires e Albuquerque Gallotti nasceu no Rio de Janeiro e se formou em Direito pela Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 1973, tomou posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Além de presidir o STF, também esteve à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Gallotti chegou a assumir a presidência do País em viagens internacionais do então presidente Itamar Franco.

Gallotti vinha de uma família de conhecidos juristas. O pai dele, Luiz Gallotti, foi deputado Estadual em Santa Catarina, Procurador-Geral da República, presidente do STF e do TSE. O avô materno, Antônio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque foi deputado da primeira constituinte na Bahia, juiz federal, ministro do STF e Procurador-Geral da República.

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