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Após golpe, junta militar dissolve o Senado na Tailândia

Após golpe, junta militar dissolve o Senado na Tailândia

Redação

25/05/2014 - 05h00
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A junta militar que tomou o poder na Tailândia dissolveu o Senado neste sábado (24) e anunciou que vai assumir o Poder Legislativo.

Segundo comunicado oficial lido na TV, o chefe da junta vai aprovar todas as leis que ficaram pendentes.

A ex- primeira-ministra Yingluck Shinawatra estava neste sábado em um "lugar seguro", disse um de seus assessores depois de ter sido colocada sob prisão pelo Exército após o golpe de Estado esta semana, ao aumentar a oposição contra a tomada de controle do exército entre partidários dao líder política e ativistas pró-democracia.

O exército interveio na quinta-feira depois de não conseguir estabelecer compromisso na luta pelo poder entre o governo populista de Yingluck e o rei.

O exército prendeu Yingluck na sexta-feira, quando ela e dezenas de pessoas, a maioria associada a seu partido, foram convocadas para uma base militar em Bangkok. Mais pessoas foram chamadas neste fim de semana para comparecer perante a nova autoridade, inclusive alguns intelectuais.

Um alto funcionário disse à Reuters que Yingluck seria presa no máximo em uma semana, enquanto que vários meios de comunicação informaram que ela havia sido transferida para uma base militar na província de Saraburi, norte de Bangkok, mas um de seus assessores negou.

"Ela agora está em um lugar seguro... Ela não está detida em nenhum acampamento militar. Isso é tudo que posso dizer no momento", disse o assessor, que pediu para não ser identificado.

Uma fonte do partido disse: "Não podemos dizer que esta totalmente livre porque há soldados na área, seguindo-a."

Essa fonte disse que vários ministros do governo foram presos em instalações do Exército em Saraburi.

O vice- porta-voz militar , Winthai Suvaree , disse em entrevista coletiva que quem está preso não seria detido por mais de sete dias . O porta-voz não mencionou Yingluck.

Os atuais problemas políticos na Tailândia são o mais recente capítulo de um confronto que começou há quase uma década entre as forças leais ao rei e Thaksin Shinawatra, ex-magnata das telecomunicações, que ingressou na vida política tailandesa.

Oportunidade

IFMS: alunos de dois cursos podem se inscrever no programa Pé-de-Meia

Iniciativa contempla acadêmicos de Computação (Jardim) e Química (Coxim) que ingressaram via Sisu

06/10/2026 18h15

Divulgação/IFMS

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Alunos matriculados nos cursos presenciais de Licenciatura em Computação, ofertado no Campus Jardim, e Licenciatura em Química, no Campus Coxim, podem se inscrever no programa Pé-de-Meia Licenciaturas, ação do Ministério da Educação (MEC) que integra o programa Mais Professores. 

Para ingressantes de 2026, as inscrições ficam abertas até o dia 19 de dezembro, enquanto houver disponibilidade de vagas, e devem ser realizadas diretamente pela Plataforma Freire.

A análise e aprovação das pré-inscrições são conduzidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) até o dia 20 de cada mês.

Benefício financeiro - O programa concede apoio financeiro no valor total de R$ 1.050 mensais durante toda a graduação:

  • R$ 700 mensais: disponíveis para saque direto do estudante;
  • R$ 350 mensais: depositados em conta-poupança. O valor acumulado poderá ser resgatado se o formando ingressar como docente em rede pública de ensino em até cinco anos após a formatura.

O pagamento das bolsas é efetuado até o quinto dia útil do mês subsequente ao cadastramento do bolsista no sistema da Capes.

Quem pode participar - Podem solicitar o benefício os acadêmicos que atendam cumulativamente às seguintes condições:

Estar regularmente matriculado em curso presencial de licenciatura do IFMS (Computação em Jardim ou Química em Coxim);
Ter ingressado no curso em 2026 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu);
Ter alcançado nota igual ou superior a 650 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);
Cumprir os critérios do Edital nº 2/2025 da Capes e as diretrizes do programa de ingresso.
O atendimento oficial do MEC e da Capes para esclarecimentos sobre o programa é feito pelo e-mail [email protected].

Com informações do Ministério da Educação 

Política

Alcolumbre anuncia sessões para discutir e votar fim da escala 6x1

Plenário votará proposta em 1º turno na próxima semana

06/10/2026 18h00

Alcolumbre

Alcolumbre Divulgação

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou nesta terça-feira (6) um calendário de deliberação e votação em plenário da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6x1 e da redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Segundo Alcolumbre, a decisão cumpre acordos políticos que havia pactuado com diversos senadores. Ele assegurou que vai cumprir o exato rito regimental exigido para a votação da PEC, que inclui cinco sessões deliberativas antes da votação em primeiro turno da matéria.

Na prática, portanto, serão cinco dias debates ao longo desta e da próxima semana, até que a matéria seja votada possivelmente no dia 15 de outubro.

"O meu desejo é cumprir integralmente o rito constitucional, sem atropelos, sem acelerar nada, cumprir terça, quarta e quinta as sessões de discussão. A partir daí, organizar novamente uma pauta para semana que vem termos sessões terça, quarta e quinta e, se caso todos nós pudermos concluir as cinco sessões de debate na semana que vem, do ponto de vista regimental, colocar pra sua deliberação em primeiro turno. E aí, neste momento adequado, cada senador e senadora desta legislatura terá o livre arbítrio de votar com o seu coração, com a sua consciência e com sua convicção, se acha razoável diminuirmos a escala de trabalho de quase 40 milhões de brasileiros que vivem na escala 6x1 há décadas", disse Alcolumbre em entrevista a jornalistas ao chegar ao Senado.

Após a votação em primeiro turno, segundo Alcolumbre, serão necessárias novas três sessões de deliberação antes da votação em segundo turno.

A PEC do fim da escala 6x1 foi aprovada na Câmara dos Deputados no final de maio e seguiu para o Senado. Em seguida, a base do governo na Casa tentou pautar a análise da proposta, mas Alcolumbre manteve o texto parado. Apenas em agosto encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No início de setembro, a CCJ aprovou o fim da escala 6x1, mas Alcolumbre não levou o tema ao plenário. E afirmou que a votação aconteceria após as eleições. Sobre isso, o presidente do Senado explicou ter decidido aguardar o fim do 1º turno das eleições, em que muitos senadores concorreram a diferentes cargos eletivos, para não criar embaraço aos colegas durante o pleito.

"Agora, passada as eleições, que foram as demandas dos meus colegas senadores, e eu não ouvi sobre demanda de presidente da República, que cada um tem sua opinião formada sobre o processo eleitoral. Eu ouvi sobre senadores e senadoras, os que estavam diante de um pleito eleitoral e estavam preocupados com que isso ser usado eleitoralmente. E eu concordei tanto que adiei", afirmou.

Para ser aprovada, a PEC precisa contar com o mínimo de 49 votos favoráveis, o que corresponde a 60% do apoio dos 81 senadores, em dois turnos de votação.

À imprensa, Alcolumbre demonstrou ser pessoalmente favorável à PEC. "Nesse dia, eu sei como eu vou votar. E cada um precisa estar preparado, para neste dia, no dia adequado, do ponto de vista regimental, poder escolher com seu coração, com a sua consciência e a sua história, se vai votar a favor pelo fim da escala 6x1 ou se vai votar contra. A isso não me cabe. O que me cabe colocar na pauta, meu compromisso foi feito, foi assumido, está na pauta e será deliberado", garantiu.

 

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