O empresário Wesley Batista, um dos sócios da JBS e irmão de Joesley Batista, fez delação premiada no âmbito da operação Lava Jato em 4 de maio deste ano. O depoimento foi dado em Curitiba (PR) e houve homologação pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Edson Fachin é o relator do caso na Corte. Ele também suspeito o sigilo do processo nesta sexta-feira (19).
Wesley detalha diversos esquemas que eram pagos como propina, entre eles há um trecho específico sobre Mato Grosso do Sul.
O delator aponta que desde o governo de José Orcírio de Miranda, o Zeca do PT, passando por André Puccinelli (PMDB) e chegando a Reinaldo Azambuja (PSDB) há pagamento sistemático de propina tanto a partir de notas frias, como por meio de doleiros e em dinheiro vivo.
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