Política

Eleições 2024

Adriane Lopes está à frente de Rose Modesto, aponta Paraná Pesquisas

Pesquisa em parceria com o Correio do Estado mostra atual prefeita numericamente à frente da ex-deputada na disputa do segundo turno em Campo Grande

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Levantamento Paraná Pesquisas/Correio do Estado para o segundo turno das eleições municipais em Campo Grande mostra a atual prefeita e candidata à reeleição, Adriane Lopes (PP), numericamente à frente da ex-deputada federal Rose Modesto (União Brasil).

No cenário estimulado, em que os nomes das candidatas são apresentados aos entrevistados, Adriane Lopes aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Rose Modesto tem 41,6% da preferência. Os que não sabem ou não responderam representam 3,7% do total de eleitores, e os votos brancos e nulos, 6,7%.

A pesquisa, registrada sob o número MS-06954/2024, foi realizada entre os dias 10 e 13 de outubro. Foram entrevistados 700 eleitores.

A amostragem representa um grau de confiança de 95%, o que significa que, se a mesma pesquisa for realizada com a mesma metodologia em 100 oportunidades, em 95 os resultados serão os mesmos ou estarão dentro da margem de erro do levantamento, que é de 3,8%, para mais ou para menos.

Adriane Lopes e Rose Modesto estão tecnicamente empatadas quase no limite de margem de erro do levantamento do Paraná Pesquisas. As eleições em segundo turno para prefeitos no Brasil está agendada para o dia 27. Em Campo Grande a votação ocorrerá das 7h às 16h. 

Espontânea

O levantamento do Paraná Pesquisas também levou em consideração a pesquisa espontânea, em que a atual prefeita de Campo Grande e candidata à reeleição, Adriane Lopes, também aparece à frente de Rose. Sem que nenhum nome seja apresentado pelo entrevistador, 34,9% dos entrevistados afirmaram que votarão em Adriane no dia 27. Os que disseram que votarão em Rose somam 29,9%.

O cenário da pesquisa espontânea também é de empate técnico, uma vez que a margem de erro é de 3,8% para mais ou para menos. Os que não sabem ou não responderam são 28,9%, e os que disseram que não votarão em nenhuma delas, em branco ou anularão o voto são 6,1%.

Rejeição

O Paraná Pesquisas, em parceria com o Correio do Estado, também aferiu o potencial de cada uma das candidatas, modalidade em que a rejeição é verificada.

Os que não votariam em Rose Modesto de jeito nenhum são 37,6%, e os que não votariam em Adriane Lopes de jeito nenhum, 32,1%.

Na outra ponta, 37,6% disseram que com certeza votarão em Adriane, enquanto 29,6% também estavam certos que votarão em Rose.

Quanto às possibilidades de voto, 27,9% disseram que poderão votar em Rose ou em Adriane. É o chamado voto não convicto. Os que não conhecem Adriane suficientemente para opinar representam 1,6%, e os que não conhecem Rose, 1,4%.

Os que não quiseram responder sobre Adriane representam 0,9%, e sobre Rose, 1,6%.

Parceria

O Correio do Estado e o Instituto Paraná Pesquisas firmaram parceria para a publicação de pesquisas para a eleição para prefeito de Campo Grande, cujo segundo turno está sendo disputado por Adriane Lopes (PP) e Rose Modesto (União Brasil). 

A parceria ainda prevê a publicação de mais uma pesquisa, nos dias anteriores à votação. 

O Paraná Pesquisas ficou conhecido após a eleição de 2022 como um dos institutos cujas pesquisas mais se aproximaram do resultado final das urnas. 

O Correio do Estado é o veículo de comunicação há mais tempo em atividade em Mato Grosso do Sul. Neste ano de 2024 completou 70 anos de fundação, e lidera há décadas o segmento de jornalismo impresso, além de se referência no jornalismo online nas classes A, B e C. 

O segundo turno das eleições no Brasil está agendado para o domingo, dia 27 de outubro. Em Campo Grande, a votação ocorrerá das 7h às 16h.

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De olho no Planalto

PSD oficializa Caiado à presidência com presença de Nelsinho Trad

Convenção do partido ocorreu na manhã deste domingo (26), em São Paulo

26/07/2026 13h45

Caiado ao lado de Kassab e Nelsinho Trad

Caiado ao lado de Kassab e Nelsinho Trad Foto: Guilherme Correia / Sputnik Brasil - Reprodução

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O PSD oficializou neste domingo (26), em convenção nacional realizada em São Paulo, a candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República, evento que contou com a participação do senador sul-mato-grossense Nelsinho Trad, presidente da sigla no Estado. A oficialização sobre o nome de Caiado consolidou a estratégia do partido para as eleições de outubro, o que inclui apoio à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP) em MS.

A candidatura de Caiado foi homologada durante a convenção realizada na sede nacional do PSD, na capital paulista. Ao lado do presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, o ex-governador de Goiás afirmou que pretende apresentar um "novo modelo de governo" e destacou que sua candidatura representa uma alternativa à polarização política.

"Eu não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou todos aqueles que achavam que podiam calar o Brasil e que não teria mais nenhum candidato fora da polarização", declarou Caiado durante o evento.

Durante o discurso, Kassab também confirmou o alinhamento político do PSD em Mato Grosso do Sul. Segundo ele, o partido não lançará candidatura própria ao Governo do Estado e estará ao lado da candidatura à reeleição de Eduardo Riedel, além de apoiar Nelsinho Trad na disputa por uma das duas vagas ao Senado.

"O PSD não terá problema de fazer parceria com aliados em nenhum estado. Nelsinho Trad, um dos melhores senadores do Brasil, candidato à reeleição. Lá (em MS) a gente apoia a candidatura do governador Riedel. A gente sabe que o Riedel tem múltiplos compromissos. Mas, para o nosso palanque: Trad senador, Caiado presidente e Riedel governador", afirmou Kassab.

A definição confirma o cenário já antecipado por Nelsinho Trad antes da convenção. O senador havia informado que o PSD abriria mão de disputar o Governo de Mato Grosso do Sul para concentrar esforços na aliança com Riedel, fortalecendo a chapa para as eleições estaduais e nacionais.

Nelsinho afirmou que a convenção marcaria um momento de fortalecimento do partido e de consolidação de um projeto político para o país.

"A convenção nacional simboliza a união do nosso partido em torno de um projeto consistente para o Brasil. O PSD chega a este momento com maturidade, diálogo e responsabilidade, apresentando o nome de Ronaldo Caiado para liderar esse debate nacional. Estarei presente representando Mato Grosso do Sul, reafirmando nosso compromisso com o desenvolvimento do Estado e com a construção de soluções que promovam crescimento, equilíbrio e mais oportunidades para a população brasileira", declarou.

O senador também destacou que a agenda em São Paulo inclui reuniões com Kassab e lideranças estaduais para alinhar as estratégias eleitorais da legenda em todo o país.

"Além da convenção, teremos a oportunidade de participar de um momento importante de diálogo com o presidente Gilberto Kassab e as lideranças estaduais do PSD. Será um encontro para alinharmos as estratégias do partido em todo o Brasil, fortalecendo nossas candidaturas e debatendo os desafios de cada Estado. Mato Grosso do Sul chega a esse processo com protagonismo, e levaremos nossas demandas e experiências para contribuir com um projeto nacional sólido e comprometido com o desenvolvimento do País", afirmou.

A convenção também consolidou a permanência de Gilberto Kassab na presidência nacional do PSD e definiu as diretrizes da campanha da legenda para as eleições de outubro. O partido chega à disputa presidencial após a filiação de Ronaldo Caiado, que deixou o União Brasil no início deste ano. Antes da definição, o PSD avaliava ainda os nomes dos ex-governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ratinho Júnior (Paraná) como possíveis candidatos ao Palácio do Planalto.

Em Mato Grosso do Sul, Nelsinho Trad chega ao período eleitoral como uma das principais lideranças do partido e figura entre os nomes mais competitivos nas pesquisas de intenção de voto para as duas vagas ao Senado que estarão em disputa nas eleições deste ano.

*Colaborou Daniel Pedra 

Declaração

Governo brasileiro chama embaixador na Argentina para consultas após ataques de Milei

Informação sobre o chamado foi confirmada ao Broadcast Político pelo Ministério das Relações Exteriores

26/07/2026 13h30

Javier Milei, presidente da Argentina, deve visitar o Brasil

Javier Milei, presidente da Argentina, deve visitar o Brasil Foto: Divulgação

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou o embaixador do Brasil na Argentina, Júlio Bitelli, para consultas após os ataques feitos pelo presidente argentino, Javier Milei, ao próprio presidente brasileiro e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no último sábado, 25.

A informação sobre o chamado foi confirmada ao Broadcast Político pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil neste domingo. Bitelli deve voltar ao Brasil ainda neste domingo, 26, ou na segunda-feira, 27, e se reunir com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

O chamado para consultas, na diplomacia, é uma forma de um País protestar contra ações de um outro Estado. Foi o que aconteceu, por exemplo, em fevereiro de 2024, quando o embaixador do Brasil em Israel, Frederico Meyer, foi chamado, após Lula ser declarado "persona non grata" pelo governo de Benjamin Netanyahu.

Também foi o que aconteceu em outubro de 2024, quando o governo venezuelano de Nicolás Maduro decidiu chamar para consultas o embaixador no Brasil após o veto do Brasil à entrada da Venezuela no Brics.

Na prática, não há um prazo para o retorno do embaixador do Brasil na Argentina ao país vizinho. O ato de chamá-lo de volta ao Brasil para reuniões serve mais como um recado diplomático de forte descontentamento.

O presidente argentino, Javier Milei, durante convenção do PL, em São Paulo, no sábado, 25, chamou Lula de "presidiário" e Moraes de "lixo careca".

Reclamou pelo fato de não ter sido autorizado a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e comparou com o período em que Lula esteve preso. Também disse confiar em Flávio Bolsonaro (PL) para "conseguir parar a escória socialista".

 

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