Política

Pesquisa

Com 20 dias no cargo, mais de 40% aprovam governo de Gilmar Olarte

Com 20 dias no cargo, mais de 40% aprovam governo de Gilmar Olarte

DA REDAÇÃO

01/04/2014 - 00h00
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Pesquisa publicada na edição desta terça-feira do jornal Correio do Estado mostra que, em apenas 20 dias à frente da prefeitura, o prefeito Gilmar Olarte obteve 41,29% de aprovação (bom/ótimo) dos 402 entrevistados pelo Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul (IPEMS), e apenas 14,18% de não aceitação. Indiferentes (regular) alcançaram o percentual de 44,53% dos campo-grandenses.

O levantamento foi realizado entre os dias 27 e 29 de março com margem de erro de 4,89 pontos percentuais para mais ou para menos e possui intervalo de confiança estimado em 95%.

Para exemplificar o motivo pelo qual acreditam no bom desempenho do progressista no comando da Capital, 8,75% disse já ter percebido mudanças nos serviços municipais. Eles ressaltaram que Olarte “entrou trabalhando, fazendo muito”. O fato de ter começado há “pouco tempo” foi outro aspecto que colaborou na aprovação de 16,50% da população entrevistada. 37,37% se consideraram indiferentes, mas com boas expectativas.

Conforme a pesquisa, aqueles que não aprovaram o novo governo, alcançaram o total de 107 pessoas. Destas, 11,22% disseram que o gestor municipal “não fará nada” e 6,54% o consideraram como “a mesma coisa”. O fato de ter sido vice do ex-prefeito também contou na rejeição de 1,87% dos entrevistados. Não quiseram opinar e com más expectativas tiveram o percentual de 28,97%.

Dados
A pesquisa do Ipems, contratada pelo Correio do Estado, foi realizada no período de 27 a 29 de março de 2014, com 402 eleitores acima de 16 anos. Há filtragem em todos os questionários após a realização das entrevistas e fiscalização em aproximadamente 20% dos questionários. A margem de erro estimada é de 4,89% para mais ou para menos sobre o resultado encontrado no total da amostra. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) com número 00005/2014. 

A matéria é assinada por Tavane Ferraresi.

Declaração

Camilo Santana defende redução da maioridade: Se pode votar, pode assumir responsabilidades

Segundo Camilo, o governo não quis votar a redução da maioridade penal proposta pela oposição

16/10/2026 22h00

Camilo Santana, ex-ministro da Educação

Camilo Santana, ex-ministro da Educação Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

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O coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, senador Camilo Santana (PT-CE), defendeu a redução da maioridade penal em conversa com jornalistas nesta sexta-feira, 16. Nunca antes defendida pelo PT, agora o governo é favorável à criminalização de crimes hediondos cometidos por quem possui 16 e 17 anos.

"Nós defendemos que pode diminuir para 16 anos apenas para crimes que são crimes extremamente graves, como quem tira a vida de um cidadão e de uma cidadã brasileira. Se uma pessoa que tem 16 anos tem o direito de votar e escolher os seus representantes, ela também precisa assumir determinadas responsabilidades", declarou Camilo no quartel-general da campanha de Lula, em Brasília.

Segundo Camilo, o governo não quis votar a redução da maioridade penal proposta pela oposição ao governo porque eles buscavam atrapalhar a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto do PL era bem mais radical, propondo redução para 16 anos em todos os crimes e para 14 em caso de crimes hediondos.

A cartada do PL ocorreu um dia depois do governo Lula conseguir uma importante vitória com a aprovação da PEC que acabou com a escala de trabalho 6x1. O objetivo era desidratar o capital político do PT em um tema sensível para a esquerda.

Para se defender, o governo Lula decidiu abraçar a bandeira da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, que nunca foi pauta do PT. O próprio Camilo, que é senador, apresentou uma outra emenda proposto a atual ideia do Executivo

Em sabatina para a TV Globo na noite desta quinta-feira, 15, Lula disse defender a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos.

"Meu pensamento, enquanto cidadão brasileiro, é que no caso de todo e qualquer crime hediondo, sou favorável a diminuir a penalidade. Para crimes hediondos", disse o presidente na sabatina para o Jornal Nacional.

Regulamento

TSE define regras para canais de WhatsApp durante a campanha

Atualização de resolução da Corte eleitoral foi por unanimidade

16/10/2026 19h00

Foto: Antônio Augusto / TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta sexta-feira (16) regras para o funcionamento de canais de WhatsApp que apoiam campanhas eleitorais. 

A decisão foi tomada após a guerra de liminares sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Por unanimidade, os sete ministros da Corte aprovaram uma atualização na resolução do TSE que trata da propaganda eleitoral na internet e da fiscalização dos canais de comunicação utilizados pelas candidaturas.

Conforme a decisão, canais que receberem apoio técnico ou financeiro das campanhas deverão ser registrados na Justiça Eleitoral.

O vínculo deverá ser estabelecido a partir do recebimento de recursos, ajuda técnica, além do direcionamento para página oficial do candidato.

O apoio espontâneo ou compartilhamento de materiais de campanha não poderão ser caracterizados como vínculo direto com a campanha. 

Se as regras não forem cumpridas, os canais poderão ser desativados até que a regularização seja providenciada. 

Na terça-feira (13), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a reativação do canal Exército do Lula, após a campanha de Lula registrar o canal no tribunal, conforme determinação do ministro.

A reativação ocorreu após decisões conflitantes de Kassio e do ministro corregedor-geral do TSE, Villas Bôas Cueva, que havia liberado o canal.

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