Política

Saúde

Com as defesas em baixa

Com as defesas em baixa

LUANA MARTINS, BOLSA DE MULHER

25/01/2010 - 07h34
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É um desespero. De um dia para o outro o pequeno não para de se adoentar. São pneumonias, otites, sinusites, problemas intestinais. E como se não bastasse a grande lista de infecções, elas são frequentes e dão a cara mais de duas vezes ao ano. Cuidado: o que poderia parecer uma simples queda na imunidade do filhote pode, ser na verdade, manifestação das chamadas síndromes de imunodeficiência primária. E, para recuperar a vida saudável do bebê, elas precisam de tratamento. O sistema imune é bastante complexo e envolve desde órgãos como a pele e o tubo digestivo até as diferentes células de defesa do sangue. As síndromes de imunodeficiência primária são caracterizadas por uma falha genética nesse sistema imune – seja por uma menor produção de células de defesa, seja pela produção de células que não exercem sua função adequadamente – facilitando a invasão de microorganismos Tipos As imunodeficiências são divididas em dois tipos: primária (congênita) e secundária (adquirida). A imunodeficiência primária é aquela adquirida no nascimento por causas genéticas (mas nem sempre é manifesta nos pais). Já a secundária é resultado da ação de fatores externos, e geralmente, vinculada a doenças como desnutrição, leucemia, Aids, ou ao uso de drogas imunossupressoras utilizadas nos tratamentos contra o câncer. Por representar uma falha no sistema imunológico, crianças que sofrem de imunodeficiências apresentam um número grande de infecções, sejam elas respiratórias como otites, pneumonias ou sinusites repetidas, sejam infecções intestinais ou de pele. Essas infecções são mais frequentes que o normal, manifestam-se em um grau mais grave que o habitua l e com resposta mais lenta aos antibióticos convencionais.

Declaração

Trump promete 'grande segurança' para petroleiros no Estreito de Ormuz

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse

11/03/2026 19h00

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta quarta-feira, 10, "grande segurança" para os petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz, enquanto Teerã reforçava o controle sobre a via marítima em meio à guerra contra americanos e israelenses.

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse Trump a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado sobre como garantiria a segurança de Ormuz.

A emissora americana CNN informou na noite de terça-feira que o Irã havia iniciado a instalação de minas na via marítima. Segundo o presidente, as tropas americanas retiraram "praticamente" todas as minas "em uma única noite".

No 12º dia do conflito no Oriente Médio, pelo menos três navios foram atacados em Ormuz e no Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que embarcações israelenses, americanas e de aliados dos dois países são "alvos legítimos".

Questionado sobre o que os EUA precisam fazer para encerrar a operação militar no Irã, Trump respondeu: "Mais do mesmo."

"Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar", disse Trump. "Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior."

O republicano afirmou que as tropas americanas poderiam destruir a infraestrutura do Irã "em uma hora", caso quisessem. "Estamos deixando certas coisas que, se as eliminarmos - ou poderíamos eliminá-las ainda hoje, em uma hora - eles literalmente jamais conseguiriam reconstruir esse país", disse.

Um dos repórteres também questionou Trump sobre a escolha do filho do aiatolá Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, como novo líder supremo iraniano, mas o republicano não quis comentar o assunto.

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Encaminhado à Câmara

Senado aprova acordo de ciência e tecnologia entre Brasil e Tunísia

Comissão de Relações Exteriores é presidida por Nelsinho Trad

11/03/2026 16h45

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD)

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD) Foto: Agência Senado

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Documento aprovado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) nesta terça-feira (10) aproximou Brasil e Tunísia de um acordo que promove intercâmbio de pesquisadores e de informações científicas “contribuindo para a internacionalização de universidades brasileiras”, disse o presidente da CRE, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados prevê mecanismos usuais como intercâmbio de pesquisadores e especialistas, troca de informações científicas, realização de seminários e programas conjuntos de trabalho.

Cada país arcará com os custos do envio de seus participantes, exceto se outras condições forem acordadas. 

O acordo estimula a cooperação entre bibliotecas e instituições científicas para intercâmbio de publicações e informações e estabelece que os custos relativos ao intercâmbio de cientistas e especialistas serão, em regra, suportados pela parte que envia pesquisadores, salvo acordo diverso formalizado por escrito. 

Os países assinaram o tratado em Brasília, em abril de 2017. O Congresso Nacional precisa aprovar o texto para permitir ao presidente da República confirmá-lo e inseri-lo na legislação brasileira.

 

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