Política

os substitutos

Conheçam os novos titulares de quatro secretarias de Estado da gestão Riedel

Os novatos são José Nogueira (SEC), Alessandro Menezes (Setesc), Artur Falcette (Semadesc) e Roberto Gurgel (SAD)

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Em edição extra do Diário Oficial de Mato Grosso do Sul (DOE) publicada ontem, o governador Eduardo Riedel (PP) nomeou os quatro novos titulares da Secretaria de Estado da Cidadania (SEC), da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) e da Secretaria de Estado de Administração (SAD) para substituírem os antigos titulares que foram exonerados para participar das eleições gerais deste ano.

Como o Correio do Estado já tinha adiantado, o chefe do Executivo estadual decidiu não nomear novos nomes para o primeiro escalão, priorizando a promoção dos secretários adjuntos e, portanto, para a Setesc o novo titular é Alessandro Menezes de Souza, enquanto para a Semadesc é Artur Henrique Leite Falcette, para a SEC é José Francisco Sarmento Nogueira e para a SAD é Roberto Gurgel de Oliveira Filho.


 
CURRÍCULOS

 

Titular da SEC, José Nogueira tem formação acadêmica diversificada, com graduações em Design pela PUC-Rio e em Filosofia pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), além de pós-graduação em Marketing (UCDB/INPG), pós-graduação em Filosofia e Teoria Social e mestrado em Design (PUC-Rio) e doutorado em Educação (UCDB). 

 Ele dedicou 28 anos ao ensino na UCDB, atuando também como professor colaborador nos programas de mestrado e doutorado em Psicologia da mesma instituição. Sua experiência internacional inclui o período como visiting scholar no programa de mestrado e doutorado em Filosofia da Universidade Autônoma do México (Unam).

O scretário José Nogueira ainda tem sua produção presente em livros, revistas, congressos nacionais e internacionais nas áreas de Design, Filosofia, Antropologia, Educação e Psicologia Social.

Já o titular da Setesc, Alessandro Menezes é profissional com graduação em Marketing e Publicidade e bacharelado em Psicologia, com MBAs em Gestão de Projetos e Governança de TI (Uniasselvi), além de Administração Financeira e Orçamentária e Gestão Pública (UniBF), bem como presidente da Ecologia e Ação (Ecoa) de 2000 a 2008.

 Ele atuou em pautas ambientais e integrou o Conselho Nacional do Meio Ambiente e o Fórum de ONGs do Pantanal, além de participação na Rio+10. Em seguida, como secretário-executivo do Instituto SOS Pantanal, de 2009 a 2012, estruturou a governança da instituição e articulou parcerias com lideranças empresariais e ambientais.

Alessandro Menezes ainda atuou como assessor parlamentar federal, de 2012 a 2014, e presidiu o Instituto Municipal de Tecnologia da Informação de Campo Grande, em 2014, enquanto no governo de Mato Grosso do Sul foi superintendente de Tecnologia e Informação entre 2015 e 2016 e entre 2018 e 2022, secretário adjunto de Relações Institucionais, em 2017 e assessor especial da Secretaria de Governo de 2023 a 2026.

O titular da Semadesc, Artur Falcette, faz doutorando pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) com foco em sustentabilidade e tomada de decisão, além de mestre pela mesma instituição e graduado em Gestão de Agronegócios pela Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG).

Ele tem ainda MBA pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e é pós-graduado em Liderança Estratégica de Negócios na Ohio University, nos Estados Unidos. Também é especialista em Gestão Financeira e de Projetos e trabalhou em projetos na União Europeia para desenvolvimento de ferramentas de sustentabilidade e de análise de ciclo de vida para as cadeias de produção de soja e pecuária de corte. 

Ainda atuou por mais de 15 anos na iniciativa privada e ingressou no governo do Estado em 2023 e, em seguida, na Semadesc, primeiro como secretário-executivo de Meio Ambiente, secretário adjunto e agora titular da Pasta.

No caso do titular da SAD, Roberto Gurgel, ele é delegado de Polícia Civil desde 2006 e bacharel em Direito graduado pela Faculdade Associação Educacional Toledo e pós-graduado em Direito Constitucional, Ciências Penais, Gestão de Segurança Pública e Inteligência Policial.

 Gurgel também é mestre em Teoria do Estado e Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Em sua carreira na Segurança Pública, foi diretor técnico do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) em 2018 e, em 2022, foi nomeado como delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.


Desde abril de 2024, é secretário adjunto de Administração, onde também assumiu, desde 2025, a Superintendência de Seleção e Ingresso de Pessoas.

*SAIBA: O primeiro escalão do governador Eduardo Riedel conta com 12 secretários de Estado mais uma procuradora-geral de Estado, um controlador-geral de Estado e a titular do Escritório de Parcerias Estratégicas.

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Mundo

Colômbia vai às urnas neste domingo eleger presidente para 2026-2030

Segundo turno é entre esquerda governista e direita pró Trump

21/06/2026 11h00

David Restrepo/Unsplash

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Os 41 milhões de eleitores colombianos aptos a votar poderão ir às urnas, neste domingo (21), para escolher o presidente que governará o país de agosto de 2026 a agosto de 2030, sem direito a reeleição.

A vaga é disputada entre os candidatos Iván Cepeda, de esquerda e aliado do atual presidente, Gustavo Petro, e Abelardo De La Espriella, de extrema-direita e apoiado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump.

No primeiro turno, em 31 de maio, Espriella saiu na frente, com 43,7% do eleitorado, enquanto Cepeda recebeu 40,9%  uma diferença de 673 mil votos.  O comparecimento às urnas no 1º turno na Colômbia, onde o voto não é obrigatório, foi de 57% do total de pessoas aptas a votar. 

Senador no terceiro mandado, Ivan Cepeda é filósofo, defensor dos direitos humanos e filho do também ex-senador colombiano de esquerda Manuel Cepeda Vargas, assassinado em 1994 em um dos sucessivos ciclos de violência política do país.  

Candidato governista, Cepeda daria continuidade ao projeto do Pacto Histórico, coalizão de legendas que formaram o primeiro governo de esquerda da história da Colômbia, liderado pelo presidente Gustavo Petro.

Já Abelardo de La Espriella, que recebeu apoio aberto de Trump nesta disputa, promete uma aproximação maior com a Casa Branca e com Israel. Admirador de Javier Milei na Argentina, Espriella é um advogado multimilionário que se apresenta como outsider da política por nunca ter disputado um cargo.

Antes de se candidatar, vivia na Itália, já tendo advogado para figuras controversas, como Jorge Visbal, ligado aos paramilitares na Colômbia, e também para o empresário Alex Saab, que trabalhou para o governo de Nicolas Maduro, na Venezuela. 

Afetada por conflitos armados ativos há mais de cinco décadas, a Colômbia chega nessa votação em meio aos sucessivos casos de violência política e confrontos com grupos armados que o projeto de “Paz Total” do atual governo não conseguiu resolver.

Por outro lado, o país de 53 milhões de habitantes, segundo mais populoso da América do Sul, mantém índices econômicos positivos, como crescimento salarial. Nos últimos anos, o governo aprovou reformas, como a trabalhista e a da previdência, que ampliaram direitos para empregados e aposentados.

Geopolítica da Colômbia

O resultado deste domingo influencia a correlação de forças políticas na América do Sul, em meio à pressão do governo de Donald Trump por um alinhamento dos países da região à política da Casa Branca

O colombiano Sebástian Granda Henao, professor de Fronteiras e Direitos Humanos na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), explicou à Agência Brasil que a vitória de Espriella aumenta a influência de Trump na América do Sul.

“Vai ser mais uma ficha no tabuleiro desse modo imperial de Trump governar, se colocando para o mundo cobrando obediência. Diria que alguns processos em curso devem parar, como alianças contra a desigualdade ou por transição energética e preservação ambiental”, comentou.

Por outro lado, Sebástian pondera que a vitória de Cepeda representaria a manutenção de certa aliança na América Latina entre Colômbia, Brasil e México, que têm expressado posicionamentos comuns nas relações internacionais nos últimos anos.

INTERNACIONAL

Trump diz que não haverá cobrança de pedágio em Ormuz a menos que seja imposto pelos EUA

O líder norte-americano descreveu os Estados Unidos como "anjo da guarda" dos países do Oriente Médio

20/06/2026 22h00

Presidente dos Estados Unidos da América, Donaldo Trump

Presidente dos Estados Unidos da América, Donaldo Trump Foto: Arquivo

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde deste sábado, 20, que não haverá cobrança de "pedágios" no Estreito de Ormuz, a menos que a cobrança "seja imposta pelos Estados Unidos". Em postagem na Truth Social, Trump disse que, caso o acordo definitivo com o Irã não seja alcançado, seu governo pode cobrar taxas "como forma de reembolso de custos".

O líder norte-americano também descreveu os Estados Unidos como "anjo da guarda" dos países do Oriente Médio e disse que uma eventual cobrança teria como objetivo "reembolsar custos passados, presentes e futuros", justificando a medida como pagamento por "serviços prestados" pelos EUA na região.

Na sexta, o Irã afirmou que não cobrará taxa de navios no Estreito de Ormuz pelos próximos 60 dias. Há cinco dias, porém, Teerã anunciou que, após esse prazo - período em que vigora o acordo com os EUA -, pretende instituir uma "taxa por serviço" para embarcações que cruzarem a rota marítima.

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