Política

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Direita de MS tenta colar imagem em Nikolas Ferreira

Parlamentares que estiveram na caminhada se reúnem neste domingo (25), na Praça do Cruzeiro, em Brasília, com apoiadores do ex-presidente

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Com a repercussão alcançada nos seis dias da caminhada convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), políticos sul-mato-grossenses que disputam eleição e reeleição aderiram ao movimento, que chegou neste sábado (24) a Brasília (DF).

A denominada “Caminhada pela Liberdade”, em defesa da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aos demais presos pela tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, teve início, na segunda-feira (19), em Paracatu (MG).

O encerramento, neste domingo (25), com a concentração dos manifestantes apoiadores do ex-presidente, - que está preso na Papudinha, onde cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de estado -, será na Praça do Cruzeiro, em Brasília, a partir das 11h (horário de Mato Grosso do Sul) e deve contar com a presença de Carlos Bolsonaro que também se juntou a caminhada.

Nas redes sociais, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro, não confirmou presença, entretanto, compartilhou uma mensagem nos stories do Instagram, em que afirma que "Deus tem algo muito grande para nossa nação através da vida dele [Nikolas Ferreira]".


Caminhada

Como adiantou o Correio do Estado, participam da caminhada parlamentares de todo o país. Representando Mato Grosso do Sul estão o deputado estadual João Henrique Catan (PL), os deputados federais Marcos Pollon (PL-MS) e Rodolfo Nogueira (PL-MS), além do ex-deputado estadual Capitão Contar, pré-candidato do Partido Liberal ao Senado.

O ato da caminhada puxada pelo deputado mineiro trouxe fôlego aos políticos de MS, que tentam encampar o eleitorado conservador no Estado.


Percurso

Momentos antes de pisar na capital do país, no início da manhã deste sábado, em Luziânia (GO), Contar gravou um vídeo tranquilizando os seguidores, classificou o movimento como positivo e se referiu ao deputado Nikolas Ferreira como um “fenômeno”.

“O Nikolas é um fenômeno, escrevam. Esse menino tem um futuro muito grande e importante para o nosso país”, disse Contar. “Ele está muito debilitado, com os pés e as pernas desgastados, mas o que move esse menino com certeza é algo lá de cima e o amor das pessoas aqui embaixo”, afirmou em uma das paradas, quando restavam cerca de 40 quilômetros para chegar ao Distrito Federal.

O fato de Nikolas Ferreira ter conseguido mobilizar a direita, em um possível reordenamento de liderança, aproximou os políticos do Estado que tentam capitalizar votos junto ao eleitorado.


Caminhando ao lado do parlamentar, o deputado Rodolfo Nogueira, conhecido como Gordinho do Bolsonaro, compartilhou um vídeo em que recebeu o convite para “ir para cima” neste domingo.

Em busca da reeleição para a Câmara dos Deputados, Rodolfo Nogueira não perdeu a oportunidade e enalteceu a iniciativa do parlamentar de Minas Gerais, classificando o ato como aquele que “devolveu a esperança ao país”.

“Sexto dia de caminhada, e é esse o movimento quando Deus começa a despertar uma nação”, pontuou Rodolfo.

Pollon e João Henrique Catan, ambos pré-candidatos ao governo do Estado, mobilizaram a base por meio das redes sociais, somaram com apoiadores em diferentes frentes do trecho. 

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Política

Lula diz estar 'indignado' com captura de Maduro pelos EUA

A declaração foi feita durante o 14º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), realizado em Salvador

24/01/2026 16h00

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta sexta-feira, 23, forte insatisfação com a operação militar conduzida pelos Estados Unidos que resultou na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro. A declaração foi feita durante o 14º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), realizado em Salvador.

"Sinceramente, eu fico toda noite indignado com o que aconteceu na Venezuela. Eu não consigo acreditar. O Maduro sabia que tinha 15 mil soldados americanos no Mar do Caribe. Ele sabia que todo dia tinha uma ameaça. Ou seja, os caras entram à noite na Venezuela, foram até um forte, que é um quartel, onde morava o Maduro, e levaram o Maduro embora", afirmou o presidente brasileiro. O evento foi transmitido ao vivo pela internet.

Lula questionou o que classificou como desrespeito à integridade territorial venezuelana e defendeu a América do Sul como região pacífica. "Como é possível a falta de respeito à integridade territorial de um país? Não existe isso na América do Sul. Aqui é um território de paz", disse o petista, acrescentando que os países latino-americanos podem não ter armas nucleares, mas possuem "caráter e dignidade" e não vão "abaixar a cabeça para ninguém".

No início do evento, militantes do MST leram carta condenando o que chamaram de "sequestro" de Maduro e sua esposa Cilia Flores, classificando a ação como "mensagem atroz para os povos de todo o mundo". O documento sugere que os interesses norte-americanos estariam voltados ao controle de recursos naturais da região, como petróleo, minérios e águas.

A captura de Maduro

Nicolás Maduro e Cilia Flores foram capturados por forças militares norte-americanas em 3 de janeiro, durante uma operação noturna em Caracas. O casal foi levado para Nova York, onde o líder venezuelano está preso e responde a processos na Justiça americana.

As acusações apresentadas pelas autoridades dos Estados Unidos incluem narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Inicialmente, Maduro foi acusado de liderar o chamado Cartel de los Soles, organização classificada como terrorista pelos EUA. O governo americano, contudo, recuou dessa acusação específica e passou a considerá-lo culpado de "participar, proteger e perpetuar uma cultura de corrupção de enriquecimento a partir do tráfico de drogas".

As penalidades para os crimes dos quais é acusado variam de 20 anos de prisão a prisão perpétua. Em audiência realizada em 5 de janeiro em Nova York, Maduro declarou-se inocente de todas as acusações. "Sou inocente, não sou culpado", afirmou o venezuelano, acrescentando que foi detido dentro de sua residência em Caracas e que continua sendo o presidente de seu país.

Nos dias seguintes à captura, o governo Trump passou a apoiar a vice de Maduro, Delcy Rodríguez, na presidência da Venezuela.

ENTREVISTA

Eduardo Riedel: "Segurança pública, para nós, é parte essencial do ambiente de negócios"

Governador entra no último ano de seu mandato comemorando resultados em saúde, educação e segurança pública e relaciona estes indicados aos investimentos recordes em MS

24/01/2026 08h40

Entrevista com Eduardo Riedel, Governador de Mato Grosso do Sul

Entrevista com Eduardo Riedel, Governador de Mato Grosso do Sul Gerson Oliveira / Correio do Estado

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No início deste ano, que marca a reta final de seu primeiro mandato, o governador Eduardo Riedel faz um balanço de gestão ancorado em indicadores positivos em áreas sensíveis como saúde, educação e segurança pública, em um momento em que Mato Grosso do Sul vive um ciclo recorde de investimentos públicos e privados.

Na entrevista, ele sustenta que os resultados são fruto de uma estratégia que prioriza projetos estruturantes, pensados para produzir efeitos no curto, médio e longo prazos.

Riedel relaciona diretamente a melhora dos indicadores sociais ao fortalecimento do ambiente de negócios no Estado. Para ele, infraestrutura, educação, saúde e, sobretudo, segurança pública formam um conjunto indissociável quando o objetivo é atrair investimentos, gerar emprego e ampliar a inserção de Mato Grosso do Sul na economia nacional e internacional.

“Segurança pública, para nós, é parte essencial do ambiente de negócios”, afirma, ao destacar a queda da violência mesmo em um território estratégico no combate ao crime organizado.

Ao longo da conversa, o governador detalha concessões rodoviárias, hidroviárias e ferroviárias, avanços na rede hospitalar, mudanças no modelo educacional e políticas voltadas à habitação e à migração, sem ignorar os desafios impostos pelo rápido crescimento do Estado.

Em um ano eleitoral, Riedel defende que o debate político seja pautado pela gestão, resultados e projetos, e não por polarizações rasas, apostando que o desenvolvimento econômico é o principal motor para reduzir desigualdades e ampliar oportunidades.

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Eu queria que você fizesse um balanço não só dos quatro anos, mas do que é que está previsto para ser efetivado neste ano?

A gente preza muito o olhar sobre projetos estruturantes para Mato Grosso do Sul, e não olhar o curto prazo, o mandato apenas.

Mas a gente sempre tem que ter um olhar no curto, no médio e no longo prazos, porque a política pública – que são as demandas da sociedade – elas têm esses três componentes. Mas a gente sempre trabalhou de cabeça erguida no longo prazo.

Então, se você pegar cada uma das áreas, a gente atende o curto prazo nas demandas urgentes, mas pensando em reestruturar aquilo. Tem aquela história: “mas sempre fez assim...”, e então eu pergunto: “não tem problema então?”

Se sempre se fez de um jeito e o problema permanece, é porque tem de mudar o modelo, prevê ação de longo prazo. Isso vale para educação, para saúde, para infraestrutura, para segurança pública...

E quais são as ações e realizações nestes setores?

Se você olhar todas as nossas ações e projetos, eles têm, em intrínseco, uma mudança de modelo. Olha o que é que está acontecendo na Saúde.

O Hospital de Dourados entregue, PPP do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, talvez uma das ações mais ousadas que a gente vai ter no mandato.

E agora neste ano que se inicia, temos uma consolidação de projetos grandes, como concessões de ativos de infraestrutura, concessões rodoviárias e hidroviárias.

Concessões hidroviárias? Não seria apenas a do Rio Paraguai?

São concessões. A gente tem “dois Mississippis”, o Rio Paraguai e o Rio Paraná. A Hidrovia do Rio Paraguai vai ser concessionada e já está rodando muito bem, ela só precisa daquela intervenção de drenagem. Já a do Rio Paraná, agora com o amadurecimento da Bracell [em Bataguassu], ela vai sair do papel.

Quanto às ferrovias, no próximo dia 5 [de fevereiro] vamos à Inocência lançar a primeira shortline [ferrovia de médio porte, de abrangência regional] do Brasil, que vai ligar a Arauco ao entreposto de Inocência na Malha Norte

Na próxima semana a gente assina a Rota da Celulose, será o marco zero, o dia um do início da concessão que será responsável por R$ 10 bilhões de investimentos nos próximos anos.

Então, quando eu falo que se a gente levantar a cabeça e olhar Mato Grosso do Sul nos próximos cinco anos, será um outro estado.

Vai ser uma transformação muito robusta, fruto do que foi nesses três anos e também anteriormente com algumas ações nós começaram lá com o governador Reinaldo [Azambuja], em termos de mudança de paradigma de algumas políticas públicas para o Estado.

E quanto à Rota Bioceânica? Tem algo previsto para este ano?

A previsão de concluir a ponte é para este ano e o acesso é do finalzinho para o começo do ano que vem.

Você mencionou a parceria público-privada [PPP] do Hospital Regional. A concessão, prevista para o médio e longo prazo, pode gerar resultados já no curto prazo?

A efetivação da concessão está prevista para junho [deste ano], e os resultados começam a aparecer rapidamente. O Hospital de Dourados é um bom exemplo. A operação começou em dezembro [de 2025], com a policlínica um mês antes, e já mudou o atendimento de média e alta complexidade dos 33 municípios da Grande Dourados.

Dias atrás, o prefeito de Itaporã me relatou que a fila de 66 pacientes no município simplesmente acabou. Pessoas que antes saíam de Mundo Novo para buscar atendimento em Três Lagoas hoje são atendidas em Dourados, o que já alterou a dinâmica regional.

Em Campo Grande, o projeto tem uma maturação maior, de cerca de três anos. A nova gestão começa em junho [deste ano], com impacto imediato no atendimento, enquanto as obras do novo hospital e o retrofit da estrutura atual ocorrerão ao longo de aproximadamente dois anos.

Essas transformações já estão em curso e vão se refletir em todo o Estado.

Na segurança pública, os indicadores mostram queda da violência. Como está a sensação de segurança em Mato Grosso do Sul?

A segurança é um tema central, especialmente diante do cenário nacional e do avanço do crime organizado. Mesmo sendo rota de tráfico internacional, Mato Grosso do Sul está bem posicionado, e isso é comprovado pelos indicadores, que mostram uma redução da violência.

Esse resultado vem de investimentos, inteligência e inovação. Ampliamos o uso de tecnologia, monitoramento e adotamos tolerância zero ao crime organizado.

Há uma integração forte entre a inteligência da Secretaria de Fazenda, o Ministério Público e outras instituições no acompanhamento de empresas suspeitas, em um trabalho silencioso, mas efetivo.

Desmantelamos estruturas criminosas, o que reforça a sensação de que o Estado não é terreno fértil para organizações como o PCC [Primeiro Comando da Capital].

No dia a dia, o trabalho operacional continua com apreensões e prisões, evitando que ambientes de insegurança se formem. Segurança pública, para nós, é parte essencial do ambiente de negócios e da prosperidade do Estado.

E na Educação, quais foram as principais entregas? Elas já aparecem nos indicadores?

Os resultados já aparecem. Tivemos um avanço acelerado das escolas em tempo integral e um forte investimento na recuperação da estrutura física. Em três anos, reformamos uma escola a cada poucos dias, e hoje cerca de 70% das 354 escolas da rede estão totalmente reestruturadas.

No campo pedagógico, os dados de 2025 mostram uma queda da reprovação de 11% para 5,5%. Não houve afrouxamento, mas um conjunto de medidas, como a busca ativa de alunos e a ampliação do ensino em tempo integral.

Também ampliamos de forma estratégica os cursos profissionalizantes: hoje, quase 50% dos alunos do Ensino Médio estão matriculados nessa modalidade, um dos maiores índices do País.

Outro avanço foi a transferência de alunos do Ensino Fundamental dos municípios para a rede estadual, o que permitiu às prefeituras abrir milhares de vagas em creches. É uma política focada na primeira infância, essencial para todo o sistema educacional.

Falamos de índices em várias áreas, como saúde, educação, segurança. Tudo isso conta quando você vai a outros países apresentar Mato Grosso do Sul para investidores?

Sim, muito. Segurança pública, infraestrutura, saúde, educação. De novo: o ambiente de negócios é formado por este conjunto. Também conta o aspectado fiscal do Estado, tributário, toda a estrutura.

Já passou aquela época do vídeo bonito. O vídeo bonito tem uma pilha emocional, mas as pessoas querem ver o ‘preto no branco’. Nestes encontros lidamos com gente que não vai se deixar levar apenas pela emoção. Temos de estabelecer uma relação de confiança, mostrar o que é, inclusive os problemas.

E há algum problema?

Por exemplo: temos deficiência de habitação, pelo rápido crescimento que estamos tendo, pela demanda, pela vinda de um grande número de pessoas, temos esse problema.

E como a gente vai resolver isso? A gente mostra, e relação de confiança é assim: estamos do lado para ajudar resolver. Com programas novos, com recurso direto, com estímulos...

Eu fiz uma ação neste ano com a bancada federal, quase que um apelo e uma súplica, para colocar 25% das emendas de bancada, coletivas, que foram R$ 100 milhões para a habitação, que foi o programa Bônus Moradia.

É um programa que com R$ 30 mil você viabiliza uma residência para uma faixa salarial de pequena a média.

Como funciona o programa?

É na aquisição. É uma equação, é muito legal. O município e o Estado entram com o terreno, então aí você já reduz o custo do imóvel.

O privado constrói a casa e coloca à venda. Lembrando que são casas populares, e o Estado paga a entrada, que é normalmente o grande gargalo para esse comprador de baixa renda conseguir adquirir uma casa. Ele tem uma prestação de R$ 700, de R$ 500 por mês.

Ele tem o dinheiro para pagar, porque ele está empregado, está assalariado, mas normalmente ele não tem R$ 30 mil para dar de entrada na compra da casa. E é esse R$ 30 mil que é o Bônus Moradia. É uma solução de mercado, não é o Estado fazendo a casa e dando, é a pessoa comprando a casa e o Estado dando aquele empurrãozinho.

Com os bilhões de investimentos contratados, mercado aquecido e pleno emprego, Mato Grosso do Sul precisa, hoje, de mais gente do ponto de vista demográfico?

Precisa, sim, de mais gente e de migração. Não dá para esperar aumento da natalidade, isso é uma decisão individual, mas Mato Grosso do Sul é um dos estados com saldo migratório positivo, o que é muito saudável.

Quando se observa o mapa do Brasil, fica claro que o Estado tem atraído pessoas. Vem gente de todos os perfis, na mesma proporção da sociedade: desde trabalhadores para funções mais básicas até profissionais altamente qualificados, de doutores a pessoas sem alfabetização.

Todos são bem-vindos, porque o crescimento populacional é positivo para o Estado.

Esse movimento está diretamente ligado aos grandes empreendimentos. Em Inocência, por exemplo, uma cidade de cerca de 9 mil habitantes, há hoje algo em torno de 7 mil a 8 mil trabalhadores ligados aos novos projetos.

Este é um ano eleitoral. Qual é a sua expectativa para esse processo?

Eu sempre digo que eleição se discute no tempo da eleição. Temos agora o carnaval, depois a Copa do Mundo, e o processo eleitoral começa de fato a partir de julho, nas convenções.

Até lá, como governador de Mato Grosso do Sul, meu compromisso é trabalhar até 31 de dezembro para cumprir o que foi pactuado com a população, sem perder o foco.

É claro que a eleição exige articulação partidária e diálogo com lideranças, em um ambiente nacional difícil, marcado pela polarização. Minha posição ideológica é conhecida e muito clara. A diferença em relação à eleição passada é que hoje sou mais conhecido e as pessoas vão discutir a gestão que está sendo feita.

Espero que, quando a oposição se apresentar, o debate seja sobre gestão, governo e projetos para a sociedade, e não uma discussão rasa. Sempre combati debates que não constroem.

No fundo, direita e esquerda têm objetivos comuns – como combater a pobreza extrema. A divergência está no ‘como’ fazer isso.

A esquerda tende a defender um Estado maior; a direita, um Estado mais enxuto e indutor. O que temos visto aqui é que crescimento, investimento e desenvolvimento geram emprego, renda e oportunidades.

Temos a menor taxa de pobreza extrema do Brasil não por assistencialismo, mas porque o Estado está crescendo e criando oportunidades.

{Perfil}

Eduardo Riedel

Eduardo Corrêa Riedel é governador de Mato Grosso do Sul desde 2023. Antes foi secretário de Governo e Gestão Estratégica e de Infraestrutura no governo de Reinaldo Azambuja, e também já foi presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul).

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