Política

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Entenda o que é o cartão corporativo e como pode ser usado no governo federal

Cartão de Pagamento do Governo Federal tinha como objetivo substituir cheques, para comprar passagens aéreas ou outros itens de interesse da administração

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O cartão corporativo, em voga com a discussão dos gastos feitos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em seus quatro anos de mandato, é uma modalidade de pagamentos expressa, visando dar agilidade aos gastos da administração pública em itens de urgência.

O fim do sigilo do cartão de Bolsonaro mostrou despesas de ao menos R$ 4,7 milhões em dias em que o ex-presidente estava sem agenda de trabalho, curtindo férias ou feriadões, assistindo a jogos de futebol ou participando de motociatas.

Veja abaixo o que é, como funciona e as principais questões envolvendo o cartão corporativo.

**O que é o cartão corporativo?**

Criado em 2001 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e reformulado em 2005 por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Cartão de Pagamento do Governo Federal tinha como objetivo substituir cheques, utilizados pelos governos anteriores para comprar passagens aéreas ou outros itens de interesse da administração.

Com o pagamento eletrônico, procurava-se dar mais transparência e agilidade aos gastos do governo, que agora seriam lançados diretamente em um banco de dados com o valor dos gastos, o local, o estabelecimento e o autor da transação, que pode ser tanto o presidente, quanto outros entes da administração.

Em 2008, o cartão corporativo tornou-se obrigatório para os suprimentos de fundos, como itens de urgência e que não podem ser objetos de licitação, e para gastos com necessidade de sigilo, como as realizadas por agentes em apuração de irregularidades.

**Como é emitido o cartão corporativo?**

O governo federal contrata uma empresa do sistema financeiro que administrará o cartão de pagamentos sob algumas condições -como a isenção de anuidade, taxas de administração, adesão e manutenção.
Cada unidade do governo pode aderir ao contrato da empresa administradora, que elegerá um ordenador da despesa -o gestor responsável por administrar o gasto de cada departamento- e fornecerá o cartão aos servidores autorizados a usá-lo.

**Quem tem direito ao cartão de pagamentos do governo federal?**

Só podem utilizar o cartão corporativo aqueles servidores autorizados pelo órgão e verificados pelo ordenador da despesa. O funcionário deve apresentar justificativas da necessidade de utilização do método de pagamento.

Alguns dos colaboradores da administração pública, porém, não podem ter acesso ao cartão, segundo a lei que regula o instrumento, como o próprio ordenador de despesas, servidores responsáveis pelo material a ser comprado pelo cartão, os responsáveis por mais de um suprimento de fundos e o que estiverem em processo de prestação de contas.

**Só a Presidência da República possui cartão corporativo?**

Não. Outros órgãos, como a Vice-Presidência, ministérios e outros órgãos da administração pública direta, podem ter acesso à ferramenta. Há, porém, um decreto ordenando um regime especial para peculiaridades da chefia do Executivo federal.

Este regime, porém, não possui regulamentação. Uma portaria de março de 2022 diz que essas peculiaridades devem ser tratadas conforme a legislação vigente, sem citar limites ou termos para um gasto mais transparente dos recursos do cartão corporativo.

Ainda há a criação de regimes especiais para outros cargos e funções, como o atendimento à saúde indígena pelo Ministério da Saúde, adidos agrícolas do Ministério da Agricultura, repartições do Ministério das Relações Exteriores e atividades de inteligência e fiscalização da CGU (Controladoria-Geral da União).
O que se enquadra no rol de compras do cartão corporativo? 

São permitidas compras de reparo, conservação, adaptação ou melhoramento de bens móveis e imóveis, serviços gráficos, fotográficos, confecção de carimbos, chaves, despesas de viagens e alimentação durante o exercício do serviço público.

Algumas outras despesas, como em eventos, publicações, livros e ornamentação só podem ser utilizados se for demonstrado um caráter excepcional da compra, ou seja, uma transação necessária e atípica, além de um interesse público e em caso de necessidade de sigilo nas despesas.

Ainda assim, não há norma definida e nem jurisprudência sobre o que não pode ser comprado pelo servidor público com o cartão corporativo, mesmo que órgãos como a CGU oriente por uma interpretação rigorosa dos decretos, pedindo cautela quanto ao uso.

**Há limites para o gasto dos cartões corporativos?**

Sim, todos os cartões corporativos possuem limites por tipo de despesa estabelecidos pelo ministro da Fazenda, conforme o conjunto de decretos que regulamentam seu uso. São R$ 15 mil em obras e serviços de engenharia, e R$ 8.000 em gastos relacionados a compras e serviços gerais.

Estes valores equivalem a 10% do valor de referência para as modalidades na Lei de Licitações, que regula o processo de contratação e de compras pelo governo.

Também há limites para despesas individuais -são R$ 800 para pequenas despesas com compras e serviços gerais, e R$ 1.500 em pequenas despesas com obras e serviços de engenharia.

Apesar dessas regras gerais, outro decreto diz que o ordenador de despesa de cada órgão com cartão corporativo regulará o limite de uso do instrumento e com quais itens os portadores do método de pagamentos podem gastar.

**Como é feita a comprovação de gastos e a prestação de contas?**

Para todos os gastos realizados, é necessário apresentar comprovantes de despesa com identificação do estabelecimento fornecedor, órgão de vinculação do usuário do cartão corporativo, além da data e detalhamento do item ou serviço adquirido, com quantidades.

Não é necessário apresentar nota fiscal, sendo possível comprovar o uso do cartão com recibos comuns ou recibos de pagamento de autônomo, como os usados para reembolso de viagens de táxi.

**As despesas do cartão corporativo podem ser sigilosas?** 

Somente despesas cuja divulgação compromete a segurança do presidente e do vice-presidente da República, seus cônjuges e filhos, além de qualquer outra divulgação que possa comprometer a segurança da sociedade e do Estado, como os gastos da Polícia Federal, podem ser sigilosas.

A LAI (Lei de Acesso à Informação) regula o prazo máximo para a liberação dos gastos no cartão corporativo --os gastos da Presidência são protegidos até o final do mandato, e os gastos de outros órgãos podem ser reservados entre cinco e 50 anos.

Mesmo assim, exceções ao tempo de sigilo regulamentado na legislação podem ser definidas caso ocorra um acontecimento específico, como o final de uma investigação.

ELEIÇÕES 2026

Campanha nas ruas têm início e disputa entre candidatos começa nos adesivaços

Ano em que as urnas eletrônicas completam 30 anos, brasileiros votarão para a escolha de: dois senadores; governador; deputados federal e estadual, e Presidente da República

16/08/2026 18h00

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), fica liberada desde hoje (16) a propaganda geral para candidatos nas eleições 2026

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), fica liberada desde hoje (16) a propaganda geral para candidatos nas eleições 2026 Reprodução/Divulgação

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Neste domingo (16) foi dada a largada para as campanhas das Eleições Gerais 2026, com abertura do período de propaganda eleitoral tanto nas ruas como na internet, com esse início dos atos já marcando a disputa entre os candidatos desde os primeiros adesivaços.

Ano em que as urnas eletrônicas completam 30 anos de história, os brasileiros votarão nas Eleições de 2026 para a escolha de representantes para os seguintes cargos: 

  1. Deputado federal,
  2. Deputado estadual, 
  3. Dois senadores, 
  4. Governador e 
  5. Presidente da República

Com isso, durante a manhã de hoje (16), data que segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fica liberada a propaganda geral, toda sorte de candidatos foram às ruas com os primeiros atos oficiais.

É o caso, por exemplo, do candidato a deputado estadual Silvio Pitu, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que somente na manhã deste domingo anotou em seu ato a adesivagem de aproximadamente quatro mil veículos em Campo Grande. 

"Estamos iniciando um período muito importante para o nosso Estado, e eu quero estar à disposição das pessoas. Quero percorrer Mato Grosso do Sul e acompanhar de perto a realidade de cada município, porque as decisões que mudam a vida das pessoas começam com quem conhece o problema de perto. Tenho bagagem, disposição e energia para ser o representante do povo nas pautas do progresso e do desenvolvimento do nosso Estado", disse o candidato. 

Realizado próximo à Praça do Papa, o evento contou com a presença de populares e o apoio ainda do deputado federal pelo Republicanos, Beto Pereira, e da já parlamentar estadual também "tucana", Mara Caseiro. 

Beto mesmo foi outro que aproveitou para dar largada na sua própria campanha, participando de ações também de adesivagem de veículos nos bairros Vilas Boas, Vila Sobrinho e Nova Lima.

“Preparamos uma campanha propositiva, mostrando o trabalho realizado ao longo do mandato, com presença nos 79 municípios, levando recursos e, principalmente, entregando resultados que melhoram a vida das pessoas. Vamos fazer uma campanha transparente, sincera e com propostas, mostrando que podemos avançar ainda mais e fazer muito mais por Mato Grosso do Sul”, disse.

Além dessas duas figuras políticas que estão concorrendo como candidatos a deputado federal, o ato de Silvio Pitu teve até mesmo a presença do atual chefe do Executivo do Mato Grosso do Sul candidato à reeleição, Eduardo Riedel, e do ex-governador Reinaldo Azambuja, que nestas Eleições Gerais busca o cargo de Senador da República.

Também houve adesivaço, por exemplo, na abertura oficial da campanha eleitoral da coligação "Por um MS do Povo" presença em peso da militância e dos apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) no Estado, pela chapa do candidato Fábio Trad e de sua vice, "Dona" Gilda Maria dos Santos.

"Sei o que vocês passaram lá atrás, num processo hediondo e odioso de criminalização da imagem da esquerda. Coube a mim o destino de protagonizar essa nova  jornada, e farei tudo ao meu alcance para não decepcioná-los e não desonrá-los", afirmou Fábio Trad na ocasião. 

Essa mesma estratégia foi adotada de forma semelhante pelo interior do Mato Grosso do Sul, como no caso da também candidata a deputada estadual, Gianni Nogueira, na esquina das ruas Joaquim Teixeira Alves e Hayel Bon Faker, em Dourados. 

Eleições 2026

Dos cargos em disputa neste ano eleitoral, cabe lembrar que, enquanto deputados são eleitos por um sistema proporcional, os senadores, governadores e presidente são escolhidos em eleições majoritárias.

Marcadas para acontecerem no primeiro domingo de outubro (04), como de costume, a possibilidade de segundo turno das Eleições 2026 fica agendada para o dia 25 do mês em questão, com cerca de três semanas corridas entre uma data e outra. 

Mais de 155 milhões de brasileiros devem ir às urnas neste ano, com Mato Grosso do Sul tendo um total de 1.968.065 de pessoas classificadas como "eleitorado apto", conforme painel elaborado pela Justiça Eleitoral.

Fique atento

Das principais próximas datas estabelecidas pelo TSE, entre 28 de agosto até o dia 1° de outubro fica aberto o período de exibição do popular "horário eleitoral gratuito" no rádio e televisão que corresponde ao primeiro turno. 

Também vale destacar que, desde o dia 06 de agosto está valendo o período de proibições consideradas "severas" às programações diárias de emissoras de rádio e TV, que ficam vedadas de: 

  • Transmitir imagens de pesquisas em formatos que identifiquem participantes ou manipulem dados;
  • Veicular qualquer tipo de propaganda política fora do horário reservado por lei;
  • Dar tratamento privilegiado a candidatos, partidos ou coligações;
  • Exibir filmes, novelas ou programas satíricos que contenham alusões negativas ou positivas aos candidatos.

Cabe frisar que fica aberto até 20 de agosto o prazo para requerer a votação em trânsito, serviço que permite que eleitores e eleitoras consigam votar mesmo fora de seu domicílio eleitoral

Conforme o Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-MS), para a "festa da democracia" deste ano a votação  em trânsito estará disponível tanto na Capital quanto na maior cidade do interior do Estado, nos municípios de Campo Grande e Dourados.

Distante 20 dias antes do 1° turno, a data de 14 de setembro fica marcada como limite para conclusão da chamada Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais pelo TSE, quando também se encerra o prazo para pedidos de apoio de transporte por comunidades indígenas e quilombolas.

Faltando 15 dias para o pleito, em 19 de setembro, aquelas pessoas candidatas aos cargos em disputa já não poderão ser detidas ou presas, a menos que a situação trata-se especificamente de um flagrante delito. 

Há um espaço semelhante de tempo para eleitoras e eleitores, que entre 29 de setembro até 06 de outubro também não poderão ser detidos ou presos, salvo de forma semelhante os casos flagrante delito, em decorrência de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

Fica estipulada também uma data de proibição total de transporte de armas e munições que é válida para colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) em todo o território nacional, válida de 03 a 05 de outubro. 

No primeiro domingo de outubro, a votação deve começar às 07h pelo horário do Mato Grosso do Sul e terminar às 16h (sendo de 08h às 17h conforme a hora de Brasília). 

Por fim, no caso de um eventual segundo turno, a propaganda eleitoral em rádio e TV acontece entre 09 e 23 de outubro. No dia 10 do mês em questão os candidatos não poderão ser presos e em 19 chega à mesma data para os civis. Entre 24 a 26 fica estabelecida mais uma nova  restrição de porte e transporte de armas de fogo para CACs em território nacional.

 

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ELEIÇÕES 2026

Abertura oficial da campanha do PT em MS têm militância presente em peso

Ato político da coligação "Por um MS do Povo" contou com adesivaço e falas do candidato a governador Fábio Trad e Dona Gilda

16/08/2026 16h31

Trad estabelece um contraponto ao que classifica como

Trad estabelece um contraponto ao que classifica como "valores materiais e de opressão", saindo em defesa da transformação dos valores da gestão pública estadual. Reprodução/Divulgação

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Durante a manhã deste domingo (16) houve abertura oficial da campanha eleitoral da coligação "Por um MS do Povo", com direito a adesivaço e falas do candidato Fábio Trad e de sua vice, "Dona" Gilda Maria dos Santos, diante de uma presença em peso da militância e dos apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) no Estado. 

Além disso, estiveram presentes no evento, realizado no número 749 da Via Park, alguns representantes regionais da sigla, como a candidata a deputada estadual Luiza Ribeiro, e os concorrentes à cadeira no Senado, no caso de Vander Loubet e Soraya Thronicke, que neste caso busca reeleição. 

Este ato marca agora a largada oficial da campanha, que segundo o candidato ao cargo de chefe do Executivo em MS foca no "resgate de valores e na disposição para corrigir os rumos do Estado, trabalhando para melhorar a vida de todas as famílias". 

Após o ato ecumênico houve adesivaço na Via Parque e, durante seu discurso, Fábio Trad apresentou balanço das agendas indicando a realização de mais de 300 reuniões espalhadas entre o interior do Estado e a Capital do Mato Grosso do Sul. 

"Começamos com muita garra e entusiasmo, mas sabendo das dificuldades que enfrentaríamos. Depois de 67 cidades e mais de 300 reuniões, chegamos a vocês neste dia com a chama da ideia nos unindo novamente", disse ele, aclamado pelos aplausos da militância do PT. 

Vale lembrar que a coligação chamada "Por um MS do Povo" reúne os partidos: Democrático Trabalhista (PDT), Socialista Brasileiro (PSB) e a Federação Brasil da Esperança, que engloba a sigla dos Trabalhadores; Verde e o Comunista do Brasil (PT-PV e PCdoB).

Corrida pelo governo de MS

Fábio Trad aparece ao lado de "Dona" Gilda Maria dos Santos como candidatos para comandarem a gestão do MS, entre os anos de 2027 e 2030, e relembrou em sua fala das batalhas recentes do campo progressista, tecendo críticas da postura de gestões passadas, citando episódios de hostilidade contra as pautas progressistas no país.

"Sei o que vocês passaram lá atrás, num processo hediondo e odioso de criminalização da imagem da esquerda. Coube a mim o destino de protagonizar essa nova  jornada, e farei tudo ao meu alcance para não decepcioná-los e não desonrá-los", disse.

Com diretrizes de longo prazo, o plano de governo do PT para MS estabelece um foco no crescimento econômico sustentável, que pretende passar pelo fortalecimento do serviço público enquanto ainda, devidamente, tenta lidar com a transição ecológica. 

Resumidamente, os 13 eixos do programa de governo do candidato do PT em MS estabelecem: 

  • Gestão pública moderna com transparência e participação social
  • Desenvolvimento econômico sustentável
  • Nova política estadual de incentivos fiscais
  • Saúde pública eficiente e acessível
  • Segurança pública cidadã e tecnológica
  • Trabalho digno e geração de renda
  • Educação para o futuro
  • Infraestrutura planejada e indutora de desenvolvimento
  • Cultura, esporte e lazer valorizados e com amplo acesso popular
  • Estado cuidador e inovador na assistência social e nos direitos humanos
  • Desenvolvimento agrário com agricultura familiar forte e repleta de oportunidades
  • Meio ambiente com Pantanal, Serra da Bodoquena e mudanças climáticas no foco
  • Turismo sustentável e agregador de valor

Trad estabelece um contraponto ao que classifica como "valores materiais e de opressão", saindo em defesa da transformação dos valores da gestão pública estadual.

"Queremos mudar com humanidade no coração e fazer um governo inclusivo. Um governo que eleve o patamar civilizatório deste estado, hoje de certa forma apegado a valores materiais, do dinheiro, do constrangimento, da opressão e da invisibilização — valores contra os quais sempre lutamos", citou. 

Além dele, sua candidata a vice-governadora, Dona Gilda, que estava inclusive na fundação do Partido dos Trabalhadores, usou do espaço para reforçar não somente o voto na chapa do PT em MS, mas também na votação que pode reeleger Lula ao quarto mandato. 

"Eu queria pedir para cada companheira, para cada companheiro, que mande energia, para que aquele que nos representa no projeto de democracia e soberania tenha toda a energia de Mato Grosso do Sul para ele nos representar neste momento, pra gente celebrar a vitória do povo, da classe trabalhadora, no primeiro turno”, completou. 
 

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