Política

Ranking dos parlamentares

Estudo põe Soraya, Beto e Ovando como "inimigos" dos consumidores de energia

A senadora e os dois deputados federais de Mato Grosso do Sul estão nas listas de políticos menos amigáveis

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O levantamento Ranking dos Parlamentares Amigos dos Consumidores de Energia, encomendado pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia e lançado na semana passada, apontou que o Congresso Nacional tem atuado de forma negativa em relação às pautas de interesse de quem paga conta de luz no Brasil e ainda revelou quem são os deputados federais e senadores que mais atuam em favor e contra os interesses dos consumidores.

De Mato Grosso do Sul, no caso dos três senadores, apenas Soraya Thronicke (Podemos) é citada na lista dos 13 senadores menos amigos dos consumidores de energia, enquanto no caso dos oito deputados federais somente Beto Pereira (PSDB) e Dr. Luiz Ovando (PP) estão na relação dos 24 integrantes da Câmara dos Deputados menos amigos dos consumidores de energia. 

O Ranking dos Parlamentares Amigos dos Consumidores de Energia também traz os cinco deputados federais de Mato Grosso do Sul mais bem posicionados, sendo eles Camila Jara (PT), Dagoberto Nogueira (PSDB), Vander Loubet (PT), Marcos Pollon (PL) e Rodolfo Nogueira (PL).

Porém, eles não têm pontuação suficiente para entrar em nenhuma das listas, nem na lista dos mais amigos nem na lista dos menos amigos. O mesmo acontece com os dois outros senadores sul-mato-grossenses, Nelsinho Trad (PSD) e Tereza Cristina (PP), que não têm pontuação suficiente para entrar em nenhuma das duas listas.

As notas atribuídas aos parlamentares são baseadas em suas atuações em relação a um conjunto de proposições legislativas, classificadas por relevância e convergência com os interesses dos consumidores. Projetos prejudiciais aos cidadãos, como o que aumenta o custo da conta de luz, por exemplo, têm peso negativo e puxam para baixo a nota daqueles que aprovaram a medida.

Conforme indica a análise dos dados compilados no ranking, a atuação dos políticos tem sido predominantemente negativa no Congresso Nacional em relação às demandas dos consumidores de energia.

PONTUAÇÃO

Na Câmara, apenas 12,8% dos deputados obtiveram pontuações acima de zero, com uma média de -12,82. No Senado, a atuação tende a ser mais satisfatória, com 49% dos senadores recebendo notas positivas, embora a média seja de -0,56.

De acordo com a Frente Nacional dos Consumidores de Energia, entidade formada pelas diversas organizações ligadas ao consumo de energia no Brasil, incluindo o Conselho de Consumidores da Área de Concessão da Energisa-MS (Concen), o Congresso Nacional tem papel crucial na elaboração, na revisão e na aprovação das leis que influenciam significativamente o setor, como os subsídios que influenciam diretamente o custo da energia elétrica.

Para o próximo ano, por exemplo, está em andamento consulta pública na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) referente a R$ 37 bilhões destinados à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Neste ano, os subsídios pagos na conta de luz pelos consumidores somaram R$ 34 bilhões, e muitos deles estão sendo elevados pelo Congresso Nacional.

A Frente Nacional dos Consumidores de Energia reforçou que o desconhecimento dos parlamentares pode afetar a alocação de custos (subsídios) na CDE como método de política pública, prejudicando os consumidores de energia elétrica, reforça a entidade. Além disso, algumas medidas têm sido aprovadas sem respaldo técnico ou análises de impacto regulatório e financeiro, além da falta de debate em comissões e participação efetiva da sociedade.

O resultado dessas situações é refletido no alto custo da energia elétrica, contribuindo para que o País tenha uma das contas de luz mais onerosas do mundo, a mais elevada entre todos os membros da OCDE, de acordo com a Frente Nacional dos Consumidores de Energia. 

O levantamento mostra ainda que diversas iniciativas precisam de ajustes das instituições reguladoras setoriais, o que levanta preocupações sobre a estabilidade dessas entidades, bem como sobre a segurança jurídica e a previsibilidade regulatória.

O QUE É O RANKING?

O ranking é um produto criado a partir da avaliação objetiva dos votos em projetos apresentados no parlamento que efetivamente aumentam o custo da energia, agridem o meio ambiente e geram forte impacto para a sociedade brasileira. 

Foi criado para dar mais transparência à atuação dos deputados e senadores com relação às pautas que impactam os consumidores de energia.

No ranking, toda a sociedade pode constatar quem de fato mantém uma atuação em defesa da redução do custo da energia e de uma transição energética sustentável, assim como fica evidente quem são os parlamentares que mais atuam na direção contrária. 

O ranking se faz necessário sobretudo porque os consumidores não têm conhecimento dessas situações e não sabem ao certo como votam seus representantes. Por isso, dar maior visibilidade a essas informações é tão importante.

OUTRO LADO

O Correio do Estado entrou em contato com os três parlamentares incluídos nas listas dos menos amigos dos consumidores de energia, e o deputado federal Beto Pereira disse que se trata de uma perseguição por parte da Frente Nacional dos Consumidores de Energia por ele ser o autor do Projeto de Lei n° 5829, de 2019, que institui o marco legal da microgeração e minigeração distribuída, o Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE) e o Programa de Energia Renovável Social (Pers).

“Eles são contra a geração de energia solar e devem estar ligados aos distribuidores de energia. Eles são contra a microgeração e a minigeração de energia distribuída. No momento em que fazem isso, é para ter reserva de mercado no sistema existente”, declarou Beto Pereira.

Já o deputado federal Dr. Luiz Ovando disse à reportagem que não teria como comentar o levantamento por falta de fundamentação dos dados usados pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia para elaborar o Ranking dos Parlamentares Amigos dos Consumidores de Energia. 

“Não dá para justificar sem saber a causa ou a fundamentação desse levantamento”, destacou.
A senadora Soraya Thronicke também foi procurada pelo Correio do Estado e informou que não tem conhecimento do Ranking dos Parlamentares Amigos dos Consumidores de Energia. 

“Minha equipe e eu estamos analisando e verificando os critérios, metodologias e pontuação utilizados, pois minha atuação no Congresso Nacional sempre tem sido pautada no compromisso de fazer o melhor pelo Brasil, incluindo o respeito aos cidadãos, consumidores de energia elétrica. Além disso, meu gabinete está sempre aberto a todos os setores para receber sugestões e debater melhorias que possamos fazer pelo País”, declarou.

 

ELEIÇÕES 2026

Para Nunes Marques, 'desacreditar as urnas é desconvidar o eleitor a participar da eleição'

Ministro presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) saiu em defesa do sistema de votação que completa 30 anos de história

09/08/2026 11h39

Nunes Marques

Nunes Marques Fotos: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

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Ppresidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Kassio Nunes Marques disse que desacreditar o sistema eleitoral brasileiro afasta o eleitor das urnas.

"Ao longo de três décadas, o sistema de votação brasileiro consolidou a sua credibilidade por meio do aperfeiçoamento tecnológico e de mecanismos de fiscalização e de auditoria, garantindo transparência ao resultado das urnas. Desacreditar o sistema de votação brasileiro é desconvidar o eleitor brasileiro a participar da maior festa democrática do Brasil", disse Nunes Marques.

A declaração foi dada durante a Corrida pela Democracia, realizada pelo TSE em Brasília para encerrar a primeira Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação.

A programação, promovida entre os dias 3 e 9 de agosto, reuniu ações de demonstração das urnas, atividades educativas e iniciativas de combate à desinformação.

Ano em que as urnas eletrônicas completam 30 anos de história, os brasileiros votarão nas Eleições de 2026 para a escolha de representantes para os seguintes cargos: 

  1. Deputado federal,
  2. Deputado estadual, 
  3. Dois senadores, 
  4. Governador e 
  5. Presidente da República

Dos cargos em disputa neste ano eleitoral, cabe lembrar que, enquanto deputados são eleitos por um sistema proporcional, os senadores, governadores e presidente são escolhidos em eleições majoritárias.

Segundo Nunes Marques, nesta semana os 27 TREs (Tribunal Regional Eleitoral) se empenharam em demonstrar o funcionamento da urna eletrônica para dar transparência de como funciona todo o processo eleitoral.

"Fizemos exposições, votações simuladas em shoppings, escolas e em eventos. A Justiça Eleitoral abriu urnas diante da população em diversas cidades para mostrar o que existe por trás do equipamento e o caminho do voto. Além disso, realizou um trabalho de informação e de combate à desinformação. Defendemos uma democracia participativa, transparente e acessível", ressaltou o ministro.

 

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PATRIMÔNIO

35 ruralistas concentram metade da riqueza eleitoral de MS

Patrimônio declarado por 35 candidatos ligados ao setor rural supera os R$ 223 milhões e revela o peso econômico do agronegócio nas eleições

08/08/2026 13h59

Urnas terão candidato a deputado com patrimônio declarado de R$ 64 milhões, mas valor real está bem acima disso

Urnas terão candidato a deputado com patrimônio declarado de R$ 64 milhões, mas valor real está bem acima disso

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Um deputado estadual declara 26 propriedades rurais e 7,2 mil hectares, mais do que qualquer outro candidato do estado. Os oito primeiros do ranking patrimonial têm fazenda, mas só dois se declaram do campo por profissão

Trinta e cinco dos 193 candidatos que já pediram registro em Mato Grosso do Sul declararam à Justiça Eleitoral R$ 223,4 milhões em terras, gado e grãos estocados. É 41,9% de toda a riqueza informada por candidatos no estado, R$ 533,6 milhões. Dez pessoas concentram 85,3% desse patrimônio rural.

São eles que se apresentam ao eleitorado sul-mato-grossense em outubro. O eleitorado sul-mato-grossense, hoje, está em 1.991.265 pessoas, segundo o Tribunal Regional Eleitoral, das quais 52,8% são mulheres, 38,3% não concluíram o ensino fundamental e 14,2% têm diploma superior.

Entre os candidatos, 37,3% são mulheres, 7,8% não passaram do ensino fundamental e 69,4% têm curso superior completo, quase cinco vezes a proporção de quem vai votar neles.

O cruzamento é entre a base do DivulgaCandContas do TSE, consultada em 7 de agosto, e as estatísticas do eleitorado do TRE-MS de 31 de março de 2026.

A distância entre quem se candidata e quem vota

 

Candidatos (193)

Eleitorado de MS (1.991.265)

Mulheres

37,3%

52,8%

Superior completo

69,4%

14,2%

Até o fundamental completo

7,8%

38,3%

Até 24 anos

1,6%

12,1%

70 anos ou mais

5,7%

9,8%

Idade mediana

50 anos

Três candidatos entre os 193 têm menos de 25 anos, faixa que reúne 12,1% do eleitorado. Nenhum tem 17 anos ou menos. Na outra ponta, os maiores de 70 são 9,8% de quem vota e 5,7% de quem se candidata.

A mediana patrimonial dos candidatos é de R$ 450.000,00, equivalente a 278 salários mínimos, ou quase 23 anos de trabalho de quem recebe o piso nacional de R$ 1.621. Zé Teixeira declarou 39.618 salários mínimos. Reinaldo Azambuja, 34.532. O governador Eduardo Riedel, 9.962.

Os homens são 47,2% do eleitorado e 62,7% dos candidatos, e declaram 89,1% de toda a riqueza informada à Justiça Eleitoral no estado. Os sete candidatos indígenas de MS, estado com a terceira maior população indígena do país, 116.346 pessoas no Censo 2022 do IBGE, somam R$ 350 mil, ou 0,07% do total.

Os oito primeiros do ranking têm fazenda

Do primeiro ao oitavo lugar na lista de patrimônio de MS, todos declaram bens rurais.

#

Candidato

Cargo

Partido

Patrimônio

Parcela rural

%

1

Zé Teixeira

Dep. Estadual

PL

R$ 64.220.956,82

R$ 48.673.436,25

75,8%

2

Reinaldo Azambuja

Senador

PL

R$ 55.976.398,48

R$ 47.360.537,50

84,6%

3

Jamilson Name

Dep. Estadual

PP

R$ 35.772.577,65

R$ 8.438.212,00

23,6%

4

Carlos Bernardo

Dep. Federal

União

R$ 28.724.793,49

R$ 18.415.760,15

64,1%

5

Paulo Corrêa

Dep. Estadual

PL

R$ 21.298.666,96

R$ 4.491.776,12

21,1%

6

Londres Machado

Dep. Estadual

PP

R$ 18.947.845,08

R$ 5.400.123,96

28,5%

7

Gerson Claro

Dep. Estadual

PP

R$ 18.428.892,11

R$ 14.350.400,00

77,9%

8

Cláudio Mendonça

1º supl. de senador

PP

R$ 18.218.633,64

R$ 15.547.799,91

85,3%

Os oito somam R$ 261,6 milhões, 49,0% de tudo o que foi declarado no estado. Pouco mais de 62% disso está no campo.

E os oito seguem do mesmo lado do tabuleiro. PL, PP e União Brasil, as três siglas dos oito, integram, direta ou por federação, a coligação "Fazendo o Futuro Acontecer". O PP entra nela diretamente; o União Brasil de Carlos Bernardo, pela Federação União Progressista (União/PP), a mesma com três nomes: Jamilson Name, Londres Machado e Gerson Claro, todos do PP.

Um candidato com 26 propriedades e 7,2 mil hectares

Nenhum outro candidato de MS chega perto. Londres Machado (PP), que se declara "produtor agropecuário", listou ao TSE 26 áreas rurais separadas, a maioria fazendas ou glebas na região de Nova Andradina, algumas com nomes como "Fazenda Santa Ilda I", "II" e "IV" e "Fazenda Caçula", que somam 7.274,66 hectares, o equivalente a mais de 72 quilômetros quadrados. O valor declarado dessas parcelas chega a R$ 6,57 milhões, pouco mais de um terço do seu patrimônio total de R$ 18,95 milhões.

É uma exceção completa ao padrão do resto da base: a enorme maioria das fazendas declaradas por outros candidatos aparece como "imóvel", "fazenda" ou "bem relacionado com o exercício da atividade rural", sem hectares, sem matrícula, sem coordenada.

Dezesseis mil e duzentas cabeças de gado, oito contas diferentes

Oito candidatos informam o tamanho do rebanho, somando 16.200 cabeças. Zé Teixeira declara 3.561 fêmeas e 711 machos, por R$ 18,46 milhões, R$ 4.320 por cabeça.

Carlos Bernardo declara "rebanho bovino (4.544 cabeças)" por R$ 18.415.760,15, o maior rebanho individual do estado.

Azambuja lista 3.343 bovinos a "valor médio R$ 4.000,00". Claudio Mendonça informa 1.139 cabeças a R$ 2.700 cada. Gerson Claro declara 1.096 cabeças bovinas e bubalinas por R$ 3,84 milhões.

Riedel, 521 a "valor médio de R$ 4.000,00", posição de 31/12/2025. Jamilson Name declara 527 cabeças por R$ 2,2 milhões. E há um rebanho de 758 cabeças dividido entre o casal: o candidato a deputado federal Roberto Hashioka Soler (Republicanos) e a candidata a deputada estadual Dione Hashioka (União Brasil) declaram, cada um, 50% do mesmo rebanho, R$ 600 mil cada.

Barbosinha informa os "semoventes (bovinos e bubalinos)" da Fazenda Nossa Senhora Aparecida, em Aquidauana, por R$ 975 mil, sem dizer quantos são. Sandro Azambuja (MDB) declara uma linha genérica de "gado" por R$ 120 mil, sem cabeças. Ao todo, R$ 64,0 milhões em gado.

Em dezembro de 2025, mês de referência de várias dessas declarações, o bezerro, a categoria mais barata de um rebanho, passava de R$ 3.000 por cabeça em MS, recorde nominal para o mês, e a arroba do boi gordo rondava R$ 310 no estado, segundo o Cepea e o Sistema Famasul. Um boi terminado de 18 arrobas valia cerca de R$ 5.580.

Nada disso indica irregularidade: a declaração ao TSE reproduz a do Imposto de Renda, que aceita o custo de aquisição, e um plantel misto vale menos, na média, que um boi pronto para abate. Serve, porém, para lembrar o que esses rankings realmente medem, quanto o candidato declarou, não quanto o patrimônio vale.

O mesmo se aplica à terra, com a exceção de Londres Machado já descrita acima. Azambuja declara ainda 80 mil sacas de milho a R$ 50 (R$ 4 milhões) e R$ 8,5 milhões em "bens relacionados ao exercício da atividade rural"; Rodolfo Nogueira lista "soja" por R$ 5,86 milhões. Riedel concentra R$ 12,25 milhões numa única linha de "bens relacionados ao exercício da atividade rural" e é o único a declarar cotas de cooperativas do setor, cinco delas, entre as quais a Coamo, somando R$ 82,4 mil.

A ocupação que não aparece na urna

Dos oito maiores patrimônios, dois se declaram ao TSE como gente do campo por profissão: Azambuja, como "produtor agropecuário", e Londres Machado, também como "produtor agropecuário", o único, entre os oito, cuja ocupação declarada bate exatamente com a origem do seu patrimônio. Zé Teixeira se declara "pecuarista".

Os outros cinco informam profissões que não remetem diretamente ao setor, embora concentrem ali parte relevante do que têm: Jamilson Name e Carlos Bernardo se declaram "empresário"; Gerson Claro, "advogado", apesar de ter 77,9% do patrimônio em fazenda e gado, mais até do que Azambuja proporcionalmente; Claudio Mendonça, "economista"; Paulo Corrêa, "engenheiro". O mesmo vale para Odilon Ribeiro ("empresário", R$ 1,74 milhão em bens rurais) e Defensor Ernany ("servidor público estadual", R$ 964,9 mil em glebas em Chapadão do Sul).

É esse campo, o da ocupação declarada, que alimenta as estatísticas de "perfil profissional" das bancadas eleitas. Pelo critério do patrimônio, a bancada ruralista de MS é maior do que ela mesma diz ser.

Os valores patrimoniais são autodeclarados, seguem o critério do Imposto de Renda, valor de aquisição, não de mercado, e não passaram por auditoria da Justiça Eleitoral.

Veja a lista dos 10 mais ricos abaixo.  

  • 1 Zé Teixeira                           Dep. Estadual                     PL         R$ 64.220.956,82    
  • 2 Reinaldo Azambuj                Senador                              PL         R$ 55.976.398,48    
  • 3 Jamilson Name                    Dep. Estadual                      PP         R$ 35.772.577,65  
  • 4 Carlos Bernardo                   Dep. Federal                       União    R$ 28.724.793,49 
  • 5. Paulo Corrêa                       Dep. Estadual                      PL         R$ 21.298.666,96  
  • 6 Londres Machado                Dep. Estadual                      PP         R$ 18.947.845,08 
  • 7 Gerson Claro                        Dep. Estadual                      PP         R$ 18.428.892,11 
  • 8  Claudio Mendonça              1º supl. de senador              PP         R$ 18.218.633,64
  • 9 Barbosinha                           Vice-governador                 PR         R$ 17.315.686,96
  • 10 Eduardo Riedel                  Governador                         PP          R$ 16.147.849,34 


     

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