Política

GOVERNO FEDERAL

Ex-secretário municipal, Rodrigo Terra é indicado para grupo de transição de Lula

Academia Brasileira de Educação Física indicou Terra para a equipe de esporte

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O ex-diretor presidente da Fundação Municipal de Esporte (Funesp), Rodrigo Terra, foi indicado pela Academia Brasileira de Educação Física (Abef) para o grupo de transição de esporte do presidente eleito, Lula.

Conforme a Abef, o objetivo da indicação é a construção de um plano com metas e ações que possam desenvolver o esporte e o lazer de forma democrática e participativa.

Ainda segundo a Academia, também é meta garantir à população o direito constitucional do acesso à prática do esporte e do lazer.

Rodrigo Terra é professor de educação física; mestre em educação e doutor em ciência do exercício e do esporte.

Presidiu a Fundação Estadual de Esporte e Lazer de MS e foi secretário da Juventude, Esporte e Lazer do estado.

Foi Vice-presidente do Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Esporte e Lazer e foi membro do Conselho Nacional de Esportes.

De 2017 a 2020, foi diretor-presidente da Fundação Municipal de Esportes e Presidente do Conselho Municipal de Esporte e Lazer de Campo Grande.

E, de 2020 a 2022 foi Secretário Municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio.

Transição

Oito sul-mato-grossenses compõem a equipe de transição do governo de Lula.

Atuam na transição do governo, a senadora Simone Tebet, do MDB, o deputado federal Fábio Trad, do PSD, o indígena Eloy Terena, Aparecida Gonçalves, que foi secretária nacional do enfrentamento à violência contra mulher nos governos de Lula e Dilma, e o ex-deputado federal João Grandão, outro do PT.

Também fazem parte a deputada federal eleita Camila Jara, do PT,  Dionedison Terena, 45, fotógrafo, suplente de vereador pelo PT, em Aquidauana e ainda Márcio Portocarrero, ex-presidente do Crea-MS que vai ser representante do agronegócio.

Política

Lula vai barrar 'trem da alegria' a servidores da Câmara e do Senado

Projetos de lei que concederam os reajustes e ampliaram as gratificações dos funcionários do Congresso foram aprovados na semana passada

09/02/2026 21h00

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse a aliados que vai vetar os pagamentos extras para servidores da Câmara e do Senado, conhecidos como penduricalhos, que aumentam os salários acima do teto constitucional, hoje em R$ 46,3 mil. Projetos de lei que concederam os reajustes e ampliaram as gratificações dos funcionários do Congresso foram aprovados na semana passada, na volta dos trabalhos legislativos, e vão provocar um impacto de quase R$ 800 milhões nas contas públicas.

Além de concederem aproximadamente 9% de reajuste linear para os servidores do Legislativo, os projetos criaram gratificações de desempenho que podem dobrar os salários. O pacote de bondades vem sendo chamado nas redes sociais de "trem da alegria" e o governo identificou que enfrenta ampla rejeição da sociedade.

Lula tem até o próximo dia 22 para aprovar ou vetar os "penduricalhos". Em conversas reservadas com aliados em Salvador, onde esteve na semana passada para participar da comemoração dos 46 anos do PT, o presidente afirmou não ter condições de sancionar projetos assim, que aumentam os gastos. A informação foi publicada pela colunista Monica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, e confirmada pelo Estadão.

Em um movimento paralelo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino suspendeu, ainda na semana passada, o pagamento de "penduricalhos" não previstos em lei a servidores federais dos três Poderes. A decisão foi tomada em uma ação impetrada por promotores do litoral sul de São Paulo. Dino deu 60 dias para a revisão dessas verbas, que muitas vezes são usadas como adicionais para furar o teto salarial do funcionalismo público .

A proposta aprovada no Congresso também prevê um dia de folga a cada três trabalhados em períodos como feriados e finais de semana. O servidor poderá, no entanto, receber um valor equivalente em dinheiro, a título de indenização, sem pagar Imposto de Renda. Essa quantia poderá ultrapassar o teto.

Logo depois da aprovação do "pacote de bondades", a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse não ter participado de negociações sobre esse assunto no Congresso. Questionada pelo Estadão nesta segunda-feira, 9, Gleisi afirmou que ainda não conversou com Lula sobre o possível veto, mesmo porque os projetos ainda não chegaram ao Palácio do Planalto.

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Política

EUA pedem que navios comerciais evitem Estreito de Ormuz em meio a tensões com Irã

Se abordadas por forças iranianas, a agência orienta as embarcações com bandeira dos EUA a fornecerem o nome da embarcação

09/02/2026 19h00

Presidente dos EUA, Donald Trump

Presidente dos EUA, Donald Trump Divulgação

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O Departamento de Transportes dos Estados Unidos recomendou nesta segunda-feira, 9, que embarcações comerciais com bandeira dos EUA permaneçam o mais longe possível do mar territorial do Irã e que, ao transitar para o leste no Estreito de Ormuz, recomenda-se que as embarcações transitem próximas ao mar territorial de Omã.

Segundo o departamento, as embarcações comerciais que transitam pelo Estreito de Ormuz e pelo Golfo de Omã há muito tempo estão em risco de serem abordadas, questionadas, detidas ou apreendidas por forças iranianas.

"O governo dos EUA está continuamente avaliando a situação de segurança marítima na região para identificar e diferenciar ameaças, salvaguardar a liberdade de navegação, garantir o livre fluxo do comércio e proteger embarcações, pessoal e interesses americanos", acrescentou.

Se abordadas por forças iranianas, a agência orienta as embarcações com bandeira dos EUA a fornecerem o nome da embarcação e o estado da bandeira, bem como não resistirem à força a um possível embarque do grupo.

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