Política

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Filme sobre vida de Lula sai em DVD

Filme sobre vida de Lula sai em DVD

Redação

09/04/2010 - 20h09
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São Paulo

 

Antes de se tornar presidente, Lula foi protagonista de uma jornada tão dramática quanto as três disputas presidenciais perdidas antes de ser eleito. Em "Lula, o filho do Brasil", que estreou em dezembro último e agora chega ao DVD, Luiz Inácio tem um destino grandioso. A viagem para São Paulo, deixando para trás o sertão árido, é feita em pau dearara com seis irmãos, depois de uma carta recebida do primogênito, Jaime, em que ele ordena, fingindo ser ordem do pai, que a mãe venda tudo e vá com a família viver com ele em Santos, onde é estivador. Aí começam as desavenças: o pai, Aristides (Milhem Cortaz), fica enfurecido com a chegada da família.

Como num conto de fadas, a infância do menino Lula é cheia de privações, mas a pobreza é driblada com a pureza das crianças. Por ordem do pai, os meninos têm que trabalhar, mas Lula vai escondido à escola. A professora (Lucélia Santos) percebe que o garoto tem talento, é dedicado, e propõe à Dona Lindu que o deixe adotá-lo. "Só quero que seu filho seja alguém", apela a mulher. Lindu tem a resposta pronta: "Ele já é alguém, é meu filho Luiz Inácio."

Lula (Rui Ricardo Diaz) segue nos estudos, incorruptível, e mesmo quando se apaixona por Lurdes (Cléo Pires), o namoro é de portão, comportado. O sonho do operário se desfaz logo quando a mulher morre no parto do primeiro filho, que também não resiste. E Lula busca abrigo na política. A atuação de Rui Ricardo Diaz se ilumina quando seu personagem também se torna o líder de massas. A motivação aos companheiros vem em voz empostada no famoso discurso do estádio lotado da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. "Quando eu entrei lá, fiquei até assustado", lembra Diaz.

"Nunca tentei imitar o Lula, nem saberia. A preocupação é não ficar caricato, a caracterização está além disso", disse Rui Ricardo Diaz, e admitiu que teve que responder a isso por mais de uma vez. Se com a barba cerrada ele parece nascido para o papel, mais magro (foram dez quilos ganhos em dois meses de gravações), de rosto limpo, mal parece o mesmo ator da telona. "Quando me chamaram, até desconfiei. Achei que alguém tinha errado. Demorei para entender que eu era o Lula. Não me pareço com ele", comenta o ator, que passou dois meses estudando meticulosamente entrevistas do presidente dadas a programas de TV.

No filme, Lula ainda enfrenta a ditadura, casa-se novamente, agora com Marisa Letícia, recompõe a família, dá a volta por cima mais uma vez. "Esqueçamos a política, a história do cara é incrível mesmo", resumiu o diretor Fábio Barreto, antes de sofrer o grave acidente de carro que o impediu de estar na estreia de sua obra e, sequer, conhecer a repercussão dela.

Declaração

Trump promete 'grande segurança' para petroleiros no Estreito de Ormuz

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse

11/03/2026 19h00

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta quarta-feira, 10, "grande segurança" para os petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz, enquanto Teerã reforçava o controle sobre a via marítima em meio à guerra contra americanos e israelenses.

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse Trump a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado sobre como garantiria a segurança de Ormuz.

A emissora americana CNN informou na noite de terça-feira que o Irã havia iniciado a instalação de minas na via marítima. Segundo o presidente, as tropas americanas retiraram "praticamente" todas as minas "em uma única noite".

No 12º dia do conflito no Oriente Médio, pelo menos três navios foram atacados em Ormuz e no Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que embarcações israelenses, americanas e de aliados dos dois países são "alvos legítimos".

Questionado sobre o que os EUA precisam fazer para encerrar a operação militar no Irã, Trump respondeu: "Mais do mesmo."

"Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar", disse Trump. "Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior."

O republicano afirmou que as tropas americanas poderiam destruir a infraestrutura do Irã "em uma hora", caso quisessem. "Estamos deixando certas coisas que, se as eliminarmos - ou poderíamos eliminá-las ainda hoje, em uma hora - eles literalmente jamais conseguiriam reconstruir esse país", disse.

Um dos repórteres também questionou Trump sobre a escolha do filho do aiatolá Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, como novo líder supremo iraniano, mas o republicano não quis comentar o assunto.

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Encaminhado à Câmara

Senado aprova acordo de ciência e tecnologia entre Brasil e Tunísia

Comissão de Relações Exteriores é presidida por Nelsinho Trad

11/03/2026 16h45

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD)

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD) Foto: Agência Senado

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Documento aprovado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) nesta terça-feira (10) aproximou Brasil e Tunísia de um acordo que promove intercâmbio de pesquisadores e de informações científicas “contribuindo para a internacionalização de universidades brasileiras”, disse o presidente da CRE, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados prevê mecanismos usuais como intercâmbio de pesquisadores e especialistas, troca de informações científicas, realização de seminários e programas conjuntos de trabalho.

Cada país arcará com os custos do envio de seus participantes, exceto se outras condições forem acordadas. 

O acordo estimula a cooperação entre bibliotecas e instituições científicas para intercâmbio de publicações e informações e estabelece que os custos relativos ao intercâmbio de cientistas e especialistas serão, em regra, suportados pela parte que envia pesquisadores, salvo acordo diverso formalizado por escrito. 

Os países assinaram o tratado em Brasília, em abril de 2017. O Congresso Nacional precisa aprovar o texto para permitir ao presidente da República confirmá-lo e inseri-lo na legislação brasileira.

 

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