Política

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Grupo define metas para melhoria no sistema carcerário

Grupo define metas para melhoria no sistema carcerário

Redação

22/02/2010 - 03h28
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Os membros do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário estabeleceram as metas de atuação para 2010 na reunião realizada na Corregedoria-Geral de Justiça. Dentre as atribuições do grupo está a manutenção das metas do Projeto Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o juiz auxiliar da Corregedoria, Fábio Salamene, o grupo buscará instituições parceiras para ampliar a reinserção social e laboral dos egressos do sistema carcerário, bem como fomentar a questão da aplicação das penas alternativas. Para Ruy Celso Florence, que também atua como juiz auxiliar da Corregedoria, um ponto importante é a qualificação profissional do preso, pois embora já existam programas do Poder Executivo Estadual com essa finalidade, é necessário que se ampliem os cursos e as áreas. Inovação Como medida para reduzir a população carcerária, o desembargador Romero Osme Dias Lopes informou que a 1ª e a 2ª Turmas Criminais estão tirando o caráter hediondo dos crimes de tráfico privilegiado de entorpecentes dos chamados “mulas”, que são os incursos no art. 33, § 4º da Lei nº 11.343/06, conhecida como lei antidrogas. Com isso, pode-se substituir a pena privativa de liberdade por pena restritiva de direito e o apenado consegue obter o benefício da mudança de regime de reclusão para o semiaberto, pode conseguir a progressão com menor tempo de cumprimento da pena. O magistrado informou que a grande maioria dos detentos do Estado foi presa como “mula” e quase 90% dessas pessoas vieram de outras regiões do País. “A política de pena excessiva apenas onera o Estado e quem acredita que cadeia ressocializa o indivíduo é um hipócrita”, concluiu. Mutirão O juiz titular da Vara da Justiça Militar Estadual, Alexandre Antunes, realizará em fevereiro nova etapa do Mutirão Carcerário em âmbito estadual. Em princípio, o mutirão será realizado nas cidades que não foram visitadas pela equipe no ano passado. Alexandre Antunes adiantou que a primeira comarca a ser visitada será Amambai, seguida por Aquidauana e Cassilândia. “Ficaremos em cada comarca em média três dias, tempo suficiente para os trabalhos”. Pelo cronograma, de 24 a 26 de fevereiro será a vez de Amambai e de 10 a 12 de março, Aquidauana. Cassilândia vem em seguida. Conforme definido pelo CNJ, os mutirões passarão a ser periódicos e ocorrerão todo ano. Membros O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário é composto pelo desembargador Romero Osme Dias Lopes, pelos juízes auxiliares da Corregedoria, Ruy Celso Florence e Fábio Salamene e pelo juiz titular da Justiça Militar Estadual, Alexandre Antunes. O grupo foi instituído como consequência do Mutirão Carcerário realizado no Estado, de agosto a novembro do ano passado, que resultou na concessão de 1.302 benefícios de liberdade e 1.794 progressões de regime. (Com informações da Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul)

Declaração

Trump promete 'grande segurança' para petroleiros no Estreito de Ormuz

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse

11/03/2026 19h00

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta quarta-feira, 10, "grande segurança" para os petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz, enquanto Teerã reforçava o controle sobre a via marítima em meio à guerra contra americanos e israelenses.

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse Trump a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado sobre como garantiria a segurança de Ormuz.

A emissora americana CNN informou na noite de terça-feira que o Irã havia iniciado a instalação de minas na via marítima. Segundo o presidente, as tropas americanas retiraram "praticamente" todas as minas "em uma única noite".

No 12º dia do conflito no Oriente Médio, pelo menos três navios foram atacados em Ormuz e no Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que embarcações israelenses, americanas e de aliados dos dois países são "alvos legítimos".

Questionado sobre o que os EUA precisam fazer para encerrar a operação militar no Irã, Trump respondeu: "Mais do mesmo."

"Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar", disse Trump. "Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior."

O republicano afirmou que as tropas americanas poderiam destruir a infraestrutura do Irã "em uma hora", caso quisessem. "Estamos deixando certas coisas que, se as eliminarmos - ou poderíamos eliminá-las ainda hoje, em uma hora - eles literalmente jamais conseguiriam reconstruir esse país", disse.

Um dos repórteres também questionou Trump sobre a escolha do filho do aiatolá Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, como novo líder supremo iraniano, mas o republicano não quis comentar o assunto.

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Encaminhado à Câmara

Senado aprova acordo de ciência e tecnologia entre Brasil e Tunísia

Comissão de Relações Exteriores é presidida por Nelsinho Trad

11/03/2026 16h45

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD)

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD) Foto: Agência Senado

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Documento aprovado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) nesta terça-feira (10) aproximou Brasil e Tunísia de um acordo que promove intercâmbio de pesquisadores e de informações científicas “contribuindo para a internacionalização de universidades brasileiras”, disse o presidente da CRE, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados prevê mecanismos usuais como intercâmbio de pesquisadores e especialistas, troca de informações científicas, realização de seminários e programas conjuntos de trabalho.

Cada país arcará com os custos do envio de seus participantes, exceto se outras condições forem acordadas. 

O acordo estimula a cooperação entre bibliotecas e instituições científicas para intercâmbio de publicações e informações e estabelece que os custos relativos ao intercâmbio de cientistas e especialistas serão, em regra, suportados pela parte que envia pesquisadores, salvo acordo diverso formalizado por escrito. 

Os países assinaram o tratado em Brasília, em abril de 2017. O Congresso Nacional precisa aprovar o texto para permitir ao presidente da República confirmá-lo e inseri-lo na legislação brasileira.

 

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