Política

improbidade

Juiz da Vara de Direitos Difusos
aceita denúncia da Coffee Break

São 28 políticos relacionados no processo

GABRIELA COUTO

09/06/2017 - 05h30
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O juiz da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, David de Oliveira Gomes Filho, recebeu a denúncia contra os 28 políticos e empresários citados na investigação do Ministério Público Estadual (MPE), conhecida como Coffee Break.

Todos eles agora respondem por improbidade administrativa na esfera civil. Dentre as penas previstas estão multa, perda dos direitos políticos e proibição de contratação com o poder público, bem como recebimento de benefícios fiscais. 

 A sugestão da promotoria de Justiça ainda inclui um pagamento de indenização conjunta de R$ 25 milhões por danos morais coletivos pelo suposto esquema de compra de votos no processo de cassação do ex-prefeito Alcides Bernal (PP). A verba seria uma forma de ressarcir as consequência que os réus causaram à sociedade com os possíveis crimes cometidos. 

O MPE pediu a condenação dos seguintes acusados: João Alberto Krampe Amorim dos Santos, João Roberto Baird, Gilmar Antunes Olarte, Mário César Oliveira da Fonseca, Fábio Portela Machinsky, André Puccinelli, Nelson Trad Filho, Flávio César Mendes de Oliveira, Luiz Pedro Gomes Guimarães, Raimundo Nonato de Carvalho, André Luiz Scaff, José Airton Saraiva, Edil Albuquerque, Carlos Augusto Borges, Edson Shimabukuro, Eduardo Pereira Romero, Gilmar Nery de Souza, Jamal Salem, João Rocha, José Alceu Padilha Bueno(falecido), Otávio Trad, Paulo Siufi Neto, Waldecy Batista Nunes, Carlos Eduardo Belineti Naegele (dono do Midiamax), ITEL Informática Ltda, Proteco Construções Ltda, ID Construções Ltda e CG Solurb Soluções Ambientais SPE Ltda, todos qualificados na inicial.

O magistrado explica que a ação inicial foi proposta no ano passado pelos promotores da Força Tarefa do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).

“Antes de dar início, ouço todo mundo sob a petição inicial para decidir se é viável aceitar a denúncia”, explica David de Oliveira. Paralela a essa ação civil, há também uma ação que ele chama de “gêmea” na esfera penal, em que o promotor de Justiça  pede a prisão dos citados. 

Ele explica que vai ouvir novamente os envolvidos. “São duas chances para se explicar e se defender. Agora que aceitei a denúncia por ter me convencido que há elementos para continuar o processo, por pensar que merece uma atenção maior, a defesa terá 30 dias úteis para apresentar uma argumentação”.

A promotoria acusadora também irá se manifestar e ainda haverá uma nova etapa de oitivas.  “Em seguida devo conseguir fazer as audiências para ouvir os réus e as testemunhas arroladas no final do ano, ou começo do ano que vem. Acredito que em mais dois meses concluo as alegações finais para dar a sentença, que é uma só para todos”, prevê.

Prazo curto

Justiça eleitoral faz "mutirão" em finais de semana e feriado para regularizar títulos

No interior do Estado, o atendimento ocorre das 12h às 18h até o dia 27 de abril

14/04/2026 18h15

Foto: Divulgação

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Com o prazo final para regularização do título eleitoral próximo, a Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul intensificou o atendimento ao público e realizará um “mutirão” em finais de semana e feriado até o dia 6 de maio, data limite para atualização cadastral de quem pretende votar no pleito geral deste ano. 

De acordo com a Portaria CRE nº 2/2026, os Cartórios Eleitorais e as Centrais de Atendimento funcionarão em regime de plantão, das 8h às 13h, no feriado de 1º de maio (Dia do Trabalhador) e nos sábados dos dias 18 e 25 de abril, além do fim de semana dos dias 2 e 3 de maio.

Em Campo Grande, o atendimento ocorre no Memorial da Cultura (antigo fórum estadual), localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559, região central. Durante a semana, o funcionamento segue normalmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

A Justiça Eleitoral reforça que o prazo para regularizar a situação do título se encerra em 6 de maio, sem previsão de extensão. A consulta da situação eleitoral pode ser feita por meio do autoatendimento disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No interior do Estado, o atendimento ocorre das 12h às 18h até o dia 27 de abril. Após essa data, o horário será ampliado para das 8h às 18h e segue até o encerramento do prazo.

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PGE

Márcio Arruda é nomeado procurador-geral do Estado de MS

Governador Eduardo Riedel (PP) nomeou Arruda para o cargo nesta terça-feira (14); ele vai substituir Ana Carolina Ali Garcia na função

14/04/2026 17h39

Novo Procurador-Geral do Estado, Márcio Arruda

Novo Procurador-Geral do Estado, Márcio Arruda Divulgação

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O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), nomeou nesta terça-feira (14) o procurador do Estado Márcio André Batista de Arruda como procurador-geral do Estado de Mato Grosso do Sul, de forma interina.

Márcio Arruda já atuava no gabinete da Procuradoria-Geral. Ele era o procurador-geral adjunto de Ana Carolina Ali Garcia, que deixou o posto na semana passada para concorrer a uma vaga de desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, pelo Quinto Constitucional, que será definido pela Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso do Sul.

O novo procurador-geral do Estado exercia a função de procurador-geral adjunto do contencioso, segmento da PGE-MS que atua nas demandas judiciais do Estado de Mato Grosso do Sul. A PGE-MS é o órgão responsável por representar o Estado — não apenas o Poder Executivo, mas todas as instituições estaduais — em processos judiciais.

Márcio André Batista de Arruda possui pós-graduação em Eficiência e Inovação na Gestão Estratégica (EscolaGov), em Liderança e Inovação pelo Programa de Educação Executiva da FGV-RJ (2021–2022), em Parcerias Público-Privadas e Concessões pela FESPSP (2017–2018) e em Direito Tributário pela UCDB-INPG (2000–2001).

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