Política

FINANÇAS E ORÇAMENTO

Após duas votações, Lei de Diretrizes Orçamentárias é aprovada pelo Legislativo

Projeto segue para sanção do prefeito Marcos Trad

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Depois de passar por duas votações simbólicas, o projeto do Executivo Municipal que institui a Lei de Diretrizes Orçamentárias de Campo Grande para o exercício financeiro de 2021 foi aprovado na Câmara Municipal nesta quinta-feira (2).  

Agora, a matéria aprovada segue para a sanção ou veto do prefeito Marcos Trad (PSD) que vai publicar a decisão nos próximos dias em Diário Oficial.  

A Lei de Diretrizes Orçamentárias tem orçamento de R$ 4.333.259.490,79 para 2021 com pequeno crescimento de 0,70% quando comparado a receita total para 2020 de R$ 4,303 bilhões. No entanto, considerando os valores a preços constantes, há uma queda de 4,33% para o próximo ano, em relação às estimativas de 2020.  

A Lei de Diretrizes é usada para estabelecer metas da administração pública e como base para elaborar o orçamento, que é definido por meio da Lei Orçamentária Anual (LOA).  

O montante consolidado do orçamento será encaminhado em outro projeto de lei do Executivo, baseado nessas diretrizes definidas, o qual deve chegar à Casa de Leis até 30 de setembro, mesmo prazo para envio de revisão do Plano Plurianual (PPA) caso haja necessidade.

QUAIS AS EMENDAS?

Segundo o relator que neste ano foi o vereador Eduardo Romero (REDE), as emendas para o ano que vem são relacionadas à infraestrutura urbana e rural ou meio ambiente que lideraram com total de 14 sugestões apresentadas, equivalente a 22,95%.

Na sequência, constam os temas sociocultural e político institucional, com 12 emendas, a saúde recebeu 10 emendas, outras oito são destinadas à educação, informação e mais 5 direcionadas ao desenvolvimento econômico.

Negativa

Mulher de Moraes nega mensagem de Vorcaro

Viviane Barci de Moraes negou ter recebido mensagem de dono do Banco Master

09/03/2026 22h00

Viviane Barci ao lado do ministro Alexandre de Moraes, seu marido

Viviane Barci ao lado do ministro Alexandre de Moraes, seu marido Foto: Antônio Augusto / TSE

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A advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou ter recebido mensagem em que o dono do Banco Master, Daniel Vorcado, pergunta: "Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?". Com isso, ela enfraquece a versão do próprio marido, segundo quem os prints dos textos enviados pelo banqueiro a seus interlocutores foram armazenados em pastas junto com os contatos das pessoas que os receberam e, depois, entregues à CPI do INSS

No material sob custódia da CPI, essa anotação com o questionamento de Vorcaro é um arquivo armazenado numa pasta junto com o contato de Viviane. Na nota, ela disse que "não recebeu as referidas mensagens".

Assim, as versões de Moraes e da mulher são incompatíveis. A assessoria de comunicação do STF foi acionada sobre a afirmação de Viviane, mas não houve retorno.

O fato de dois arquivos estarem na mesma pasta criada pelo programa de processamento de dados usados pela PF e compartilhado com a CPI não indica automaticamente correlação entre eles. Apenas que as "impressões digitais" deles têm trechos iguais e, por isso, são armazenados juntos.

Moraes se posicionou após reportagem do jornal O Globo informar que a mensagem de Vorcaro, redigida no dia 17 de novembro de 2025, data de sua primeira prisão, teve como destinatário o magistrado.

'Sem Sentido'

Naquele dia, Vorcaro já sabia que seria alvo da PF e foi detido no Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, enquanto embarcava para Dubai, nos Emirados Árabes. Ele afirma que a viagem tinha como objetivo tentar vender o banco para um grupo estrangeiro, após o Banco Central rejeitar uma oferta de compra feita pelo Banco de Brasília e, depois, pela Fictor.

Moraes, porém, nega ter se comunicado com Vorcaro. Segundo ele, uma das mensagens também teve como destinatário o senador Irajá (PSD-TO) que, em nota, disse não ter falado com Vorcaro e que a versão não tem sentido.

A própria estrutura das pastas dentro do programa IPED, desenvolvido há mais 10 anos pela PF para extração de dados e análise forenses de dispositivos eletrônicos, inviabiliza a versão de Moraes.

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Diálogo

Não acredito que Trump tenha interesse em interferir nas eleições brasileiras, diz Motta

declarações ocorreram nesta segunda-feira em entrevista à Rádio Metrópole

09/03/2026 21h00

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou crer que não existe interesse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em praticar interferências nas eleições brasileiras.

As declarações ocorreram nesta segunda-feira, 9, em entrevista à Rádio Metrópole, da Bahia. Na ocasião, Motta disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem implementado "bom diálogo" com o governo dos Estados Unidos.

"O presidente Trump, na minha avaliação, tem buscado muito mais defender as relações comerciais dos países onde ele tem interesse com os Estados Unidos. Com relação ao Brasil, o presidente Lula tem conseguido implementar um bom diálogo com o presidente Trump depois das tarifas que ele decidiu imputar ao Brasil", disse Motta.

O presidente da Câmara continuou: "E esse diálogo vem se dando de forma positiva, o Brasil demonstrou capacidade de diálogo, defendendo a sua soberania". Ele acrescentou: "O Brasil neste ponto está bem posicionado, e eu não acredito que o presidente Trump tenha interesse de interferir nas eleições brasileiras".

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