Política

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Movimente-se e viva melhor

Movimente-se e viva melhor

Redação

04/05/2010 - 07h03
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SCHEILA CANTO

Já se sabe que as atividades físicas são indicadas para amenizar o estresse, melhorar a circulação, perder peso e ter uma vida mais saudável. Mas o que muitas pessoas ainda não sabem é do poder do exercício físico no combate à ansiedade, ao estresse e principalmente a uma doença que tem atingido cada vez mais a população de todas faixas etárias: a depressão.

O grande problema da depressão é que ela nunca chega sozinha, geralmente vem acompanhada de ansiedade, insônia, distúrbios alimentares, doenças autoimunes, entre outros. Esse sentimento de tristeza profunda pode ser causado por algum problema pontual ou por uma insatisfação geral diante da vida e fica a sensação de que não há nenhum caminho a seguir.

Para combater esse desânimo e apatia de maneira natural, nada melhor do que os exercícios físicos. Eles proporcionam bem-estar, já que durante qualquer atividade que movimente o corpo, o organismo produz endorfina e serotonina, neurotransmissores que amenizam a dor e traz prazer, enfatiza a psicóloga Silvia Nakamatsu. “Quando essas substâncias circulam pelo corpo, melhoram a memória e a disposição física e mental, deixam o sistema imunológico mais forte contra doenças oportunistas e tendem a amenizar a sensação de tristeza e desânimo. A dança ainda traz outros benefícios específicos como: melhora no relacionamento e comunicação interpessoal e a segurança”, complementa a psicóloga.

Outros benefícios adquiridos com a prática constante da atividade física também estão relacionados à sexualidade, pois ajudam a melhorar o desempenho sexual na medida em que regulam as principais funções orgânicas do corpo, como pressão arterial, batimentos cardíacos e a circulação sanguínea.
Segundo Ivan de Souza, professor de educação física e presidente da Associação Sul-Mato-Grossense de Dança de Salão (Asdanças), para que os efeitos sejam alcançados é necessário que a pessoa pratique exercícios regularmente, contando com o incentivo de alguém próximo. “A dança é uma excelente opção contra a depressão, pois eleva a autoestima, melhora a postura, a expressão, a socialização, diminui o estresse a ansiedade e ainda tem inúmeros benefícios no aspecto físico e cardiorrespiratório”, enumera Ivan.

Por outro lado, Ivan destaca que pessoas depressivas não gostam de ficar muitas horas dentro de academia cheia de gente, por isso, o ideal é buscar atividades que possam ser feitas em 50 minutos e, em turmas, menores. “Outro empecilho para muitos é a falta de tempo. Por isso, é adequado que as academias tenham boa disponibilidade de horários para atender essa demanda”, argumenta.

Ao falar sobre o poder transformador da dança, a médica Maysa Gutierrez Vilela, ressalta: “Sempre gostei de dança, mas nunca fiz um curso. Adoro dançar. Sem falar no prazer, no benefício físico e na socialização”.

O estudante de direito Jaime Henrique Melo comenta que dança há um ano e nesse tempo sentiu muitas mudanças. “Aprendi a dançar, minha autoestima, o humor, o ego, tudo mudou”, empolga-se. O estudante de veterinária Daniel Sil Garcia também ressalta as mudanças que obteve por meio da dança. “Eu era muito tímido, introvertido e com as aulas passei socializar-me mais, foi um grande avanço para mim”, conclui.
Agora se você acha que tem sintomas de depressão, timidez, ansiedade, procure um psicólogo para passar por uma avaliação clínica e saber como proceder. Quanto mais cedo se identifica o problema, mais rápido é possível reverter o quadro, orienta Silvia.

Declaração

Trump promete 'grande segurança' para petroleiros no Estreito de Ormuz

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse

11/03/2026 19h00

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta quarta-feira, 10, "grande segurança" para os petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz, enquanto Teerã reforçava o controle sobre a via marítima em meio à guerra contra americanos e israelenses.

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse Trump a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado sobre como garantiria a segurança de Ormuz.

A emissora americana CNN informou na noite de terça-feira que o Irã havia iniciado a instalação de minas na via marítima. Segundo o presidente, as tropas americanas retiraram "praticamente" todas as minas "em uma única noite".

No 12º dia do conflito no Oriente Médio, pelo menos três navios foram atacados em Ormuz e no Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que embarcações israelenses, americanas e de aliados dos dois países são "alvos legítimos".

Questionado sobre o que os EUA precisam fazer para encerrar a operação militar no Irã, Trump respondeu: "Mais do mesmo."

"Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar", disse Trump. "Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior."

O republicano afirmou que as tropas americanas poderiam destruir a infraestrutura do Irã "em uma hora", caso quisessem. "Estamos deixando certas coisas que, se as eliminarmos - ou poderíamos eliminá-las ainda hoje, em uma hora - eles literalmente jamais conseguiriam reconstruir esse país", disse.

Um dos repórteres também questionou Trump sobre a escolha do filho do aiatolá Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, como novo líder supremo iraniano, mas o republicano não quis comentar o assunto.

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Encaminhado à Câmara

Senado aprova acordo de ciência e tecnologia entre Brasil e Tunísia

Comissão de Relações Exteriores é presidida por Nelsinho Trad

11/03/2026 16h45

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD)

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD) Foto: Agência Senado

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Documento aprovado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) nesta terça-feira (10) aproximou Brasil e Tunísia de um acordo que promove intercâmbio de pesquisadores e de informações científicas “contribuindo para a internacionalização de universidades brasileiras”, disse o presidente da CRE, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados prevê mecanismos usuais como intercâmbio de pesquisadores e especialistas, troca de informações científicas, realização de seminários e programas conjuntos de trabalho.

Cada país arcará com os custos do envio de seus participantes, exceto se outras condições forem acordadas. 

O acordo estimula a cooperação entre bibliotecas e instituições científicas para intercâmbio de publicações e informações e estabelece que os custos relativos ao intercâmbio de cientistas e especialistas serão, em regra, suportados pela parte que envia pesquisadores, salvo acordo diverso formalizado por escrito. 

Os países assinaram o tratado em Brasília, em abril de 2017. O Congresso Nacional precisa aprovar o texto para permitir ao presidente da República confirmá-lo e inseri-lo na legislação brasileira.

 

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