Política

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Na ponta dos pés

Na ponta dos pés

Redação

29/03/2010 - 10h15
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A rotina de Bianca Salgueiro é bastante intensa para uma adolescente de 16 anos. Ela aproveita a energia da juventude para estudar tudo o que tem vontade. Mesmo tendo de se dividir entre as gravações de “Cama de gato”, novela na qual interpreta a meiga Eurídice, e a escola, a atriz preenche o pouco tempo livre com cursos. Aliás, se dividir entre várias atividades é algo que, se depender dela, vai continuar em seus planos. “Quero continuar sendo atriz, mas tenho muita vontade de fazer uma faculdade em outra área. Já pensei em Medicina, Economia ou Engenharia. Ainda não escolhi”, conta a carioca, que além de estudar francês, inglês e mandarim, pratica balé clássico há três anos. Mesmo com o pouco tempo que sobra para descansar, Bianca não se incomoda em ter uma agenda tão intensa. A rotina atribulada sempre foi presente na vida da jovem, que desde os dois anos pratica esportes e aos sete, começou o primeiro curso de teatro. “O meu pai leu em um artigo que as aulas ajudavam a acabar com a timidez e melhorar a memória. Por isso, ele me incentivou a fazer”, lembra. O primeiro trabalho, porém, não foi como atriz, mas como dubladora. “Não passei no meu primeiro teste. Depois, o diretor pediu para que eu fizesse outro e acabei ganhando um papel maior”, conta, orgulhosa, de seu trabalho em “Lilo e Stitch”, filme de animação, no qual emprestou sua voz à personagem principal. Assim como aconteceu na carreira de atriz, Bianca Salgueiro se encantou com a dança por acaso. Foi enquanto atuava em “JK” - minissérie da Globo, escrita por Maria Adelaide Amaral, na qual interpretava Maria Estela, filha do então presidente do Brasil, na fase criança -, que ela descobriu o amor pelo balé clássico. Durante as gravações, a atriz observava Maria Mariana Azevedo, que interpretava Márcia sua irmã na história e uma jovem apaixonada pelo balé. “Já tinha feito balé antes, mas por obrigação. Só quando vi ela dançando me deu vontade de voltar a dançar também”, explica ela, lembrando da época em que fazia parte de uma equipe de ginástica olímpica e, para ajudar na postura, foi indicada a praticar o estilo. “Hoje, faço porque gosto. O balé é uma base para qualquer outra dança. Além de ser um hobby, me ajuda como atriz”, ressalta. Aluna da escola de dança Dalal Aschar, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro, Bianca tem aulas três vezes por semana, além de exercícios de meia ponta e ponta. “As aulas duram só uma hora, mas quando chega no final do dia durmo como um anjo. Me sinto cansada”, revela. A dedicação é tanta que a atriz já participou de diversas apresentações organizadas pela companhia. Acostumada com os palcos, ela garante que não tem vergonha, mas confessa sentir um certo nervosismo antes de cada espetáculo. “Não tenho medo de esquecer a coreografia, porque se isso acontecer é só olhar para o lado. Mas tenho medo cair e errar o passo”, finaliza.

Declaração

Trump promete 'grande segurança' para petroleiros no Estreito de Ormuz

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse

11/03/2026 19h00

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta quarta-feira, 10, "grande segurança" para os petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz, enquanto Teerã reforçava o controle sobre a via marítima em meio à guerra contra americanos e israelenses.

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse Trump a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado sobre como garantiria a segurança de Ormuz.

A emissora americana CNN informou na noite de terça-feira que o Irã havia iniciado a instalação de minas na via marítima. Segundo o presidente, as tropas americanas retiraram "praticamente" todas as minas "em uma única noite".

No 12º dia do conflito no Oriente Médio, pelo menos três navios foram atacados em Ormuz e no Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que embarcações israelenses, americanas e de aliados dos dois países são "alvos legítimos".

Questionado sobre o que os EUA precisam fazer para encerrar a operação militar no Irã, Trump respondeu: "Mais do mesmo."

"Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar", disse Trump. "Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior."

O republicano afirmou que as tropas americanas poderiam destruir a infraestrutura do Irã "em uma hora", caso quisessem. "Estamos deixando certas coisas que, se as eliminarmos - ou poderíamos eliminá-las ainda hoje, em uma hora - eles literalmente jamais conseguiriam reconstruir esse país", disse.

Um dos repórteres também questionou Trump sobre a escolha do filho do aiatolá Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, como novo líder supremo iraniano, mas o republicano não quis comentar o assunto.

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Encaminhado à Câmara

Senado aprova acordo de ciência e tecnologia entre Brasil e Tunísia

Comissão de Relações Exteriores é presidida por Nelsinho Trad

11/03/2026 16h45

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD)

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD) Foto: Agência Senado

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Documento aprovado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) nesta terça-feira (10) aproximou Brasil e Tunísia de um acordo que promove intercâmbio de pesquisadores e de informações científicas “contribuindo para a internacionalização de universidades brasileiras”, disse o presidente da CRE, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados prevê mecanismos usuais como intercâmbio de pesquisadores e especialistas, troca de informações científicas, realização de seminários e programas conjuntos de trabalho.

Cada país arcará com os custos do envio de seus participantes, exceto se outras condições forem acordadas. 

O acordo estimula a cooperação entre bibliotecas e instituições científicas para intercâmbio de publicações e informações e estabelece que os custos relativos ao intercâmbio de cientistas e especialistas serão, em regra, suportados pela parte que envia pesquisadores, salvo acordo diverso formalizado por escrito. 

Os países assinaram o tratado em Brasília, em abril de 2017. O Congresso Nacional precisa aprovar o texto para permitir ao presidente da República confirmá-lo e inseri-lo na legislação brasileira.

 

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