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Oposição protocola requerimento de CPMI do Banco Master

O requerimento tem o apoio de 238 deputados e 42 senadores, majoritariamente da oposição

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A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou nesta terça-feira, 3, um requerimento de instauração de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master, que reúne deputados e senadores.

Esse requerimento, de autoria do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), tem o apoio de 238 deputados e 42 senadores, majoritariamente da oposição. Apenas um petista, o senador Fabiano Contarato (ES), é subscritor do requerimento.

A CPI tem como foco, aponta Jordy, apurar fraudes financeiras atribuídas ao Banco Master, estimadas em mais de R$ 12,2 bilhões, a constituição de fundos e ativos supostamente inexistentes, a falsificação de contratos e manipulação contábil, bem como a tentativa de transferência de passivos a instituição financeira estatal, caso do Banco de Brasília (BRB), com potenciais danos ao patrimônio público.

"Esse caso deixa a Lava Jato no chinelo. Temos esposa de ministro, que tem contrato milionário de R$ 129 milhões sem ter nenhum registro de sua atuação no Banco Central desse banco fraudulento, irmão de ministro dono de resort ligado a fundo ligado ao Banco Master", disse Jordy.

O deputado se refere a Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A advogada manteve contrato de prestação de serviços advocatícios de elevado valor econômico com o Banco Master, conforme informações do jornal O Globo.

A outra referência é ao ministro do STF Dias Toffoli, cujos irmãos foram sócios de um resort no Paraná. O pastor e empresário Fabiano Zettel - cunhado do banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro - é o dono dos fundos de investimento que compraram parte da participação dos irmãos do ministro Toffoli, que é relator do caso no Supremo.

A CPI Mista também quer apurar omissão ou interferência de agentes públicos, autoridades e terceiros, inclusive no âmbito da regulação, supervisão e decisões do Banco Central, e demais conexões político-institucionais relacionadas aos fatos investigados.

"Esperamos que o presidente Davi Alcolumbre assuma o seu papel e faça a instalação da CPMI do Banco Master", disse o deputado, sobre o presidente do Congresso. Jordy também pede a quantia de R$ 200 mil para o funcionamento dos trabalhos da comissão.

O colegiado vem sendo o recurso usado pela oposição para garantir a instauração de comissões investigativas no Congresso Nacional. Isso porque uma CPI Mista dribla a fila de outros requerimentos de CPI na Câmara dos Deputados e no Senado. Esse argumento é tradicionalmente usado por governistas, lideranças partidárias do Centrão e pelos presidentes das duas Casa para barrar a instaurações de CPIs.

Esse caminho foi usado, por exemplo, para a formação da CPI do 8 de Janeiro e da CPI do INSS.

Como mostrou o Estadão, o governo se antecipou e protocolou sua própria CPI antes da oposição. Esse requerimento, de autoria do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), foi feito na Câmara, e teve menos assinaturas: foram 201 deputados nesse caso

O requerimento de Rollemberg também tem como foco os R$ 12,2 bilhões pagos pelo BRB ao Master entre janeiro a junho de 2025, sendo R$ 6,7 bilhões pelas carteiras falsas e mais R$ 5,5 bilhões de prêmio.

Veja a lista de quem assinou:

Deputados

Carlos Jordy (PL-RJ)

Luiz Carlos Motta (PL-SP)

Marcos Pollon (PL-MS)

Daniel Agrobom (PL-GO)

Nikolas Ferreira (PL-MG)

Ricardo Guidi (PL-SC)

Jefferson Campos (PL-SP)

Nelson Barbudo (PL-MT)

Giacobo (PL-PR)

Rosângela Reis (PL-MG)

Matheus Noronha (PL-CE)

Miguel Lombardi (PL-SP)

Fernando Rodolfo (PL-PE)

Soraya Santos (PL-RJ)

General Pazuello (PL-RJ)

Roberto Monteiro Pai (PL-RJ)

Adilson Barroso (PL-SP)

André Ferreira (PL-PE)

Paulo Freire Costa (PL-SP)

Missionário José Olimpio (PL-SP)

Mauricio Marcon (PL-RS)

Giovani Cherini (PL-RS)

Zé Trovão (PL-SC)

Zucco (PL-RS)

Any Ortiz (Cidadania-RS)

Luiz Lima (Novo-RJ)

Coronel Chrisóstomo (PL-RO)

Rosangela Moro (União-SP)

Pastor Eurico (PL-PE)

Kim Kataguiri (União-SP)

Coronel Fernanda (PL-MT)

Filipe Barros (PL-PR)

Marcio Alvino (PL-SP)

Adriana Ventura (Novo-SP)

Delegado Caveira (PL-PA)

Capitão Alden (PL-BA)

Sargento Fahur (PSD-PR)

Junio Amaral (PL-MG)

Cabo Gilberto Silva (PL-PB)

Carla Dickson (União-RN)

Pr. Marco Feliciano (PL-SP)

Daniel Freitas (PL-SC)

Alfredo Gaspar (União-AL)

Marcel van Hattem (Novo-RS)

Luisa Canziani (PSD-PR)

Rodolfo Nogueira (PL-MS)

Gilson Marques (Novo-SC)

Bia Kicis (PL-DF)

Dilceu Sperafico (PP-PR)

Sargento Gonçalves (PL-RN)

Felipe Becari (União-SP)

Evair Vieira de Melo (PP-ES)

Gustavo Gayer (PL-GO)

Osmar Terra (PL-RS)

Coronel Ulysses (União-AC)

Helio Lopes (PL-RJ)

José Medeiros (PL-MT)

Capitão Augusto (PL-SP)

Dr. Frederico (PRD-MG)

Rodrigo da Zaeli (PL-MT)

Gilvan da Federal (PL-ES)

Vermelho (PP-PR)

Danilo Forte (União-CE)

Domingos Sávio (PL-MG)

Zé Vitor (PL-MG)

Eli Borges (PL-TO)

Coronel Meira (PL-PE)

Joaquim Passarinho (PL-PA)

Pezenti (MDB-SC)

Diego Garcia (Republicanos-PR)

Pastor Diniz (União-RR)

Dr. Zacharias Calil (União-GO)

Aluisio Mendes (Republicanos-MA)

Coronel Assis (União-MT)

Bibo Nunes (PL-RS)

Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)

Alberto Fraga (PL-DF)

Sanderson (PL-RS)

Capitão Alberto Neto (PL-AM)

Caroline de Toni (PL-SC)

Dr. Jaziel (PL-CE)

Reinhold Stephanes (PSD-PR)

Padovani (União-PR)

Filipe Martins (PL-TO)

Julia Zanatta (PL-SC)

Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)

Rosana Valle (PL-SP)

Allan Garcês (PP-MA)

Mendonça Filho (União-PE)

General Girão (PL-RN)

Emidinho Madeira (PL-MG)

Daniela Reinehr (PL-SC)

Messias Donato (Republicanos-ES)

Thiago Flores (Republicanos-RO)

Rodrigo Valadares (PL-SE)

André Fernandes (PL-CE)

Mauricio do Vôlei (PL-MG)

Mario Frias (PL-SP)

Pedro Lupion (Republicanos-PR)

Rodrigo Estacho (PSD-PR)

Eros Biondini (PL-MG)

Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO)

Delegado Palumbo (MDB-SP)

Sargento Portugal (Podemos-RJ)

Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG)

Delegado Éder Mauro (PL-PA)

Nicoletti (União-RR)

Clarissa Tércio (PP-PE)

Delegado Fabio Costa (PP-AL)

Geovania de Sá (PSDB-SC)

Franciane Bayer (Republicanos-RS)

Magda Mofatto (PRD-GO)

Guilherme Derrite (PP-SP)

Cobalchini (MDB-SC)

Amom Mandel (Cidadania-AM)

Rafael Fera (Podemos-RO)

Ana Paula Leão (PP-MG)

Tião Medeiros (PP-PR)

Fausto Jr. (União-AM)

Felipe Francischini (União-PR)

Gisela Simona (União-MT)

Pedro Westphalen (PP-RS)

Diego Andrade (PSD-MG)

Chris Tonietto (PL-RJ)

Paulo Litro (PSD-PR)

Duarte Jr. (PSB-MA)

Dayany Bittencourt (União-CE)

Vicentinho Júnior (PP-TO)

Daniel Trzeciak (PSDB-RS)

Marussa Boldrin (MDB-GO)

Amaro Neto (Republicanos-ES)

Pinheirinho (PP-MG)

Afonso Hamm (PP-RS)

Delegado Matheus Laiola (União-PR)

Alexandre Guimarães (MDB-TO)

Pauderney Avelino (União-AM)

Lucas Redecker (PSDB-RS)

Marcelo Moraes (PL-RS)

Luiz Fernando Vampiro (MDB-SC)

Luiz Nishimori (PSD-PR)

Delegada Ione (Avante-MG)

Raimundo Santos (PSD-PA)

Thiago de Joaldo (PP-SE)

Cristiane Lopes (União-RO)

Vitor Lippi (PSDB-SP)

Silvye Alves (União-GO)

Lêda Borges (PSDB-GO)

Fabio Schiochet (União-SC)

Delegado Marcelo Freitas (União-MG)

Ismael (PSD-SC)

Silvia Cristina (PP-RO)

Dr. Fernando Máximo (União-RO)

Roberto Duarte (Republicanos-AC)

Geraldo Mendes (União-PR)

Fábio Teruel (MDB-SP)

Ronaldo Nogueira (Republicanos-RS)

Carlos Sampaio (PSD-SP)

Célio Silveira (MDB-GO)

Weliton Prado (Solidariedade-MG)

Lucio Mosquini (MDB-RO)

Saulo Pedroso (PSD-SP)

Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG)

Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)

Alceu Moreira (MDB-RS)

Marcos Tavares (PDT-RJ)

Delegado Bruno Lima (PP-SP)

Professor Alcides (PL-GO)

Dr. Luiz Ovando (PP-MS)

Célio Studart (PSD-CE)

Laura Carneiro (PSD-RJ)

Rafael Simões (União-MG)

Maurício Carvalho (União-RO)

Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS)

Hugo Leal (PSD-RJ)

Glaustin da Fokus (Podemos-GO)

Sergio Souza (MDB-PR)

Márcio Honaiser (PDT-MA)

Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)

David Soares (União-SP)

Juarez Costa (MDB-MT)

Stefano Aguiar (PSD-MG)

Carlos Henrique Gaguim (União-TO)

Pompeo de Mattos (PDT-MS)

Josivaldo Jp (PSD-MA)

Jeferson Rodrigues (Republicanos-GO)

Samuel Viana (Republicanos-MG)

Eduardo Velloso (União-AC)

Greyce Elias (Avante-MG)

Tabata Amaral (PSB-SP)

Heitor Schuch (PSB-RS)

Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)

Luciano Alves (PSD-PR)

Keniston Braga (MDB-PA)

Toninho Wandscheer (PP-PR)

Ricardo Barros (PP-PR)

Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP)

Lincoln Portela (PL-MG)

Renata Abreu (Podemos-SP)

Luciano Ducci (PSB-PR)

Sidney Leite (PSD-AM)

José Nelto (União-GO)

Ricardo Ayres (Republicanos-TO)

Lafayette de Andrada (Republicanos-MG)

Tiago Dimas (Podemos-TO)

Hildo Rocha (MDB-MA)

Beto Pereira (PSDB-MS)

Covatti Filho (PP-RS)

Antonio Andrade (Republicanos-TO)

Olival Marques (MDB-PA)

João Cury (MDB-SP)

Dr Flávio (PL-RJ)

Felipe Carreras (PSB-PE)

Júnior Ferrari (PSD-PA)

Maria Rosas (Republicanos-SP)

Alex Manente (Cidadania-SP)

Luiz Gastão (PSD-CE)

Rodrigo Gambale (Podemos-SP)

Paulo Folletto (PSB-ES)

Gabriel Mota (Republicanos-RR)

Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR)

Otoni de Paula (MDB-RJ)

Gilson Daniel (Podemos-ES)

Jonas Donizette (PSB-SP)

Fausto Pinato (PP-SP)

Túlio Gadêlha (Rede-PE)

Duda Salabert (PDT-MG)

Ricardo Abrão (União-RJ)

Da Vitoria (PP-ES)

Mauricio Neves (PP-SP)

Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)

Celso Russomanno (Republicanos-SP)

Rodrigo de Castro (União-RJ)

Pedro Paulo (PSD-RJ)

Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ)

Átila Lins (PSD-AM)

Caio Vianna (PSD-RJ)

Enfermeira Ana Paula (Podemos-CE)

Flávia Morais (PDT-GO)

Newton Cardoso Jr. (MDB-MG)

Senadores

Rogério Marinho (PL-RN)

Eduardo Girão (Novo-CE)

Cleitinho (Republicanos-MG)

Jorge Seif (PL-SC)

Damares Alves (Republicanos-DF)

Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)

Carlos Portinho (PL-RJ)

Luis Carlos Heinze (PP-RS)

Marcos do Val (Podemos-ES)

Magno Malta (PL-ES)

Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Marcio Bittar (PL-AC)

Izalci Lucas (PL-DF)

Jaime Bagattoli (PL-RO)

Plínio Valério (PSDB-AM)

Tereza Cristina (PP-MS)

Wellington Fagundes (PL-MT)

Esperidião Amin (PP-SC)

Ivete da Silveira (MDB-SC)

Alan Rick (União-AC)

Marcos Rogério (PL-RO)

Dr. Hiran (PP-RR)

Jayme Campos (União-MT)

Carlos Viana (Podemos-MG)

Wilder Morais (PL-GO)

Flávio Arns (PSB-PR)

Lucas Barreto (PSD-AP)

Hamilton Mourão (Republicanos-RS)

Sergio Moro (União-PR)

Alessandro Vieira (MDB-SE)

Eduardo Gomes (PL-TO)

Styvenson Valentim (PSDB-RN)

Zequinha Marinho (Podemos-PA)

Nelsinho Trad (PSD-MS)

Oriovisto Guimarães (Podemos-PR)

Mecias de Jesus (Republicanos-RR)

Leila Barros (PDT-DF)

Eduardo Braga (MDB-AM)

Mara Gabrilli (PSD-SP)

Fabiano Contarato (PT-ES)

Fernando Dueire (MDB-PE)

Efraim Filho (União-PB)

Gás do Povo

Gordinho do Bolsonaro e Pollon votam contra a distribuição gratuita de gás

Maioria da bancada de MS votou a favor e a medida segue para votação no Senado

03/02/2026 15h30

Marcos Pollon e Rodolfo Nogueira foram dois dos 29 votos contrários à medida

Marcos Pollon e Rodolfo Nogueira foram dois dos 29 votos contrários à medida Montagem Correio do Estado

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Os deputados federais Marcos Pollon (PL-MS) e Rodolfo Nogueira (PL-MS), o ‘gordinho do Bolsonaro’, foram um dos 29 deputados a votar contra o texto-base da medida provisória que consolida o programa Gás do Povo, do governo federal, em todo o País. 

Mesmo assim, a Câmara dos Deputados aprovou as mudanças do programa, que visam ajudar a população de baixa renda na compra de gás e institui a modalidade de retirada gratuita do botijão em revenda cadastrada em mais de 10 mil revendedoras espalhadas pelo País. 

Com a medida provisória (MP 1313/25), o nome do programa atual, Gás dos Brasileiros, muda oficialmente para Gás do Povo, e a modalidade de ajuda em dinheiro deve acabar em 2027. 

No total, foram 415 votos a favor da medida e 29 contra. A MP tem validade até o dia 11 de fevereiro e segue, agora, para votação no Senado.

O texto aprovado no Plenário substitui o texto do relator, o deputado Hugo Leal (PDF-RJ), que analisou a MP. O novo texto cria uma nova modalidade no programa, destinado à instalação de sistemas de baixa emissão de carbono para cozinhar os alimentos ou até mesmo biodigestores que gerem gás metano a partir da decomposição de restos de alimentos. 

De acordo com o regulamento, a quantidade de botijões de 13 kg de gás a serem retiradso gratuitamente será de: 

  • quatro por ano, para famílias de duas a três pessoas; e 
  • seis aos ano para famílias com quatro ou mais pessoas.

Não foram especificadas quantidades para famílias unipessoais. 

O programa já foi implementado em 17 capitais brasileiras, incluindo Campo Grande. Na capital sul-mato-grossense, o benefício deve atingir 26,3 mil famílias com o fornecimento do vale gratuito. 

Segundo levantamentos, em Mato Grosso do Sul, 159.709 famílias serão beneficiadas pelo programa, que substitui o atual Auxílio Gás. 

A previsão é que o benefício esteja em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias, cerca de 50 milhões de pessoas, em todos os 5.571 municípios estarão contempladas.

“É uma política que leva dignidade, saúde e segurança alimentar a milhões de famílias. Em março, o programa estará em todos os municípios do país e vai consolidar o maior programa de promoção do cozimento limpo do mundo”, disse Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia.

A iniciativa envolve os ministérios de Minas e Energia (MME), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Caixa.

Quem tem direito?

Para participar do programa, a família deve ser beneficiária do Bolsa Família, ter pelo menos duas pessoas e possuir renda de até meio salário mínimo. Além disso, é necessário manter o Cadastro Único atualizado nos últimos 24 meses.

O CPF do responsável pela família precisa estar regular, e o cadastro não pode apresentar pendências, como averiguação cadastral ou indício de óbito.

O cidadão que tiver interesse em saber se está elegível para participar pode acessar o aplicativo “Meu Social - - Gás do Povo”, pelo celular, para conferir a situação do vale e encontrar revendas credenciadas.

No aplicativo, também é possível consultar telefone e endereço dos pontos credenciados, caso a pessoa queira entrar em contato com o estabelecimento para tirar dúvidas.

Votos contra

Os 29 deputados que votaram contra a Programa foram: 

Adriana Ventura (NOVO-SP)
Bia Kicis (PL-DF)
Bibo Nunes (PL-RS)
Carlos Jordy (PL-RJ)
Chris Tonietto (PL-RJ)
Daniel Freitas (PL-SC)
Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
Eros Biondini (PL-MG)
Geovania de Sá (PSDB-SC)
Gilson Marques (NOVO-SC)
Guilherme Derrite (PP-SP)
Julia Zanatta (PL-SC)
Junio Amaral (PL-MG)
Kim Kataguiri (UNIÃO-SP)
Luiz Lima (NOVO-RJ)
Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
Marcel van Hattem (NOVO-RS)
Marcos Pollon (PL-MS)
Mario Frias (PL-SP)
Mauricio Marcon (PL-RS)
Nicoletti (UNIÃO-RR)
Nikolas Ferreira (PL-MG)
Ricardo Guidi (PL-SC)
Ricardo Salles (NOVO-SP)
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Sargento Gonçalves (PL-RN)
Tião Medeiros (PP-PR)
Zé Trovão (PL-SC)

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Gerson Claro desiste da candidatura ao Senado

Alinhado com a federação partidária, o presidente da Casa de Leis declarou que irá disputar a reeleição como deputado estadual

03/02/2026 14h13

Gerson Claro (PP) anuncia desistência da candidatura ao Senado e confirma reeleição como deputado estadual

Gerson Claro (PP) anuncia desistência da candidatura ao Senado e confirma reeleição como deputado estadual Crédito: ALEMS

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Durante a abertura das atividades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems), nesta terça-feira (3), o deputado e presidente da Casa, Gerson Claro (PP), informou que desistiu da candidatura ao Senado.

Embora tenha dito que muitas coisas ainda podem ocorrer durante o período da janela partidária, em março, o presidente da Assembleia Legislativa pontuou que seguirá as orientações do grupo político.

“Se a resposta fosse individual, eu colocaria minha candidatura ao Senado, mas, como grupo, como equipe, reafirmamos que tenho uma candidatura colocada à reeleição como deputado estadual”, disse Gerson Claro.

O presidente da Alems destacou que a decisão está alinhada à federação partidária formada por União Brasil e Partido Progressistas, que, segundo ele, representa hoje a maior força política do Brasil. Por isso, afirmou não ter pretensão de deixar a legenda.

“Essa federação União Brasil e PP, aqui em Mato Grosso do Sul, conta com a senadora Tereza, que é nossa dirigente maior, e com o governador do Estado. Eu não cometeria essa sandice de sair desse partido agora. Vou ficar no Progressistas”, afirmou.

O posicionamento mantém a linha defendida por Gerson Claro em entrevista exclusiva ao Correio do Estado, em janeiro deste ano, quando destacou que disputas majoritárias não se constroem de forma individual, mas a partir do diálogo e da construção coletiva dentro de um projeto político consistente.

Recuou
 

Após a publicação da matéria, o deputado Gerson Claro entrou em contato com a reportagem do Correio do Estado, afirmou que não desistiu da disputa pelo Senado e que foi mal interpretado.

A declaração foi feita durante coletiva na Alems, quando Claro, ao ser questionado sobre a disputa pelo Senado, respondeu:

“Se a resposta fosse individual, eu colocaria a minha candidatura ao Senado. Mas, com o meu grupo, com a nossa equipe, nós reafirmamos que tenho uma candidatura colocada à reeleição como deputado estadual”, disse Gerson, e completou:

“Os deputados me cutucaram ali: ‘fala que é senador’. Não sei qual é o interesse deles. Segundo o Caravina, a maioria dos deputados gosta muito de mim, né? Preferem que eu seja candidato ao Senado, mas isso é como tudo o que a gente tem feito aqui: é uma construção com base no diálogo", disse.

Ele ainda pontuou:

Certamente, como é comum nas corridas, nós não podemos queimar a largada. E a largada desse assunto acontece depois do período de mudança partidária. Agora, até os dias 2 ou 3 de abril, é um período de acomodação partidária. A partir daí, cada um vai para um campo já definido, com quais posições vai jogar. Eu estou na minha posição de candidato a deputado estadual até 2 de abril. E, se tiver que ser, quero continuar entregando à população de Mato Grosso do Sul, com muita dedicação e responsabilidade, o trabalho que a gente construiu até agora.”

Disputa para o Senado

O nome de Gerson Claro ganhou força para a disputa ao Senado, conforme acompanhou o Correio do Estado, que apurou que, no ano anterior, ele contava com o apoio de 20 dos 24 deputados estaduais, além de 18 prefeitos progressistas no Estado.

Além disso, tinha o respaldo da maioria dos 207 vereadores da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, em Mato Grosso do Sul.

**Matéria atualizada para acréscimo de informações às 15h36.

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