Política

Show

Porcas Borboletas em show performático

Porcas Borboletas em show performático

Oscar rocha

22/01/2010 - 06h36
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Dizem que os mineiros trabalham em silêncio. Para a banda Porcas Borboletas, de Uberlândia, o dito popular é coisa do passado. Atualmente, a formação é uma das mais barulhentas do cenário musical de Minas Gerais; senão do ponto de vista sonoro, pelo menos nos comentários e elogios proferidos pela imprensa – a música “Menos” foi escolhida com uma das melhores do ano pela revista “Rolling Stones” –, artistas e os seguidores da cena indie nacional. Hoje, às 23h, no Barfly, inaugurando a edição 2010 do Projeto Bigornada, o público local pode conferir a performance da banda. “Acho que chamamos a atenção no momento por dois aspectos: o primeiro, pela estética. Não é fácil rotular o que fazemos. Nosso show é uma experiência para quem vê, sempre suscitamos reações no público. O segundo, é a possibilidade de participar do Coletivo Goma, em Uberlândia, que faz parte do Fora do Eixo, que possibilitou que participássemos de festivais, quando mais gente conheceu nossa proposta”, avalia um dos vocalistas e letrista da banda, Enzo Bonzo. A formação existe há 10 anos e recebeu mais atenção a partir de 2005, quando o álbum “Um carinho com os dentes” foi lançado. “Nossa carreira é construída passo a passo. Não é por meio de um estouro. As coisas acontecem naturalmente pra gente”. No palco, 7 músicos utilizam guitarra, baixo, bateria, percussão, sampler, violão, além de muita ironia e provocação para chegar ao público. “Não fizemos curso de teatro ou algo parecido, mas temos um lado performático em cena. Isso chama muito a atenção”. Musicalmente, a banda não se fixa em nenhum gênero específico, como jazz, MPB, rock... A influência passa pela Tropicália, Secos e Molhados, Novos Baianos, Vanguarda Paulista, rock dos anos 80. “Não somos uma banda disso ou daquilo, mas temos influência de todas essas coisas”. O mais recente CD traz participação de artistas como Arrigo e Paulo Barnabé, Leandra Leal, entre outros. Leandra entrou no álbum por causa da participação do grupo na trilha sonora do filme “Nome próprio”, de Murilo Salles, no qual era atriz principal. “A escritora Clara Averbuck, que escreveu o livro no qual o filme é baseado, conheceu nosso disco e passou para o diretor. Acabamos escrevendo uma música que aparece nos créditos finais do filme. A partir disso, Leandra conheceu nosso trabalho e participou do CD”. Sobre o show, Enzo é enfático e enigmático: “O show é diferente do que as pessoas estão acostumadas a ver. Provocamos muito a platéia. Talvez o show traga mais perguntas do que respostas”. Também participam da Bigornada as bandas Facas Voadoras, Jennifer Magnética e Dimitri Pellz.

Declaração

Trump afirma que ação no Irã é 'excursão curta' que será finalizada 'muito rápido'

Presidente estadunidense apontou por várias vezes que o país vai bem economicamente, citando desemprego e os recordes no mercado acionário

09/03/2026 19h00

Presidente dos EUA, Donald Trump

Presidente dos EUA, Donald Trump Divulgação

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 09, que a ação do país no Irã será uma "excursão curta" e que será finalizado muito rápido. Em uma discurso à base republicana, ele defendeu a necessidade de agir para "derrotar o mal", indicando que os iranianos estavam a duas semanas de possuir armas nucleares.

O presidente indicou que ainda não terminou a ação no país, mas apontou para uma série de danos à capacidade iraniana, como 80% de destruição nos locais que possuíam mísseis.

"Temos maior força militar do mundo, agora todos entendem", disse Trump, reforçando o "quão bons são nossos militares". Segundo ele, as ações no Irã e na Venezuela mostraram as capacidades militares do país, que "voltou a ser respeitado", segundo o presidente.

Trump apontou por várias vezes que o país vai bem economicamente, citando desemprego e os recordes no mercado acionário. Segundo ele, a inflação não deverá ter grande impacto da "ação rápida" no Irã.

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Mudança

Escanteado no PL, João Henrique Catan migra para o Novo

Mudança já havia sido comunicada pelo deputado durante sessão na Assembleia Legislativa na última quinta-feira

09/03/2026 16h40

Foto: Arquivo / Redes Sociais

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Escanteado no PL, o deputado estadual e pré-candidato ao Governo do Estado João Henrique Catan oficializou neste domingo (8) sua mudança para o Novo.

A mudança já havia sido comunicada por Catan durante sessão na Assembleia Legislativa na última quinta-feira. Eleito em 2022 com 25.914 votos, destacou que a "onda laranja" - referência a cor do novo partido - vai tomar Mato Grosso do Sul. 

Desafeto antigo do governador Eduardo Riedel e de Reinaldo Azambuja, o deputado deixa o PL por entender que bolsonaristas perderam espaço no antigo partido. Em referência aos ex-companheiros, disse que o Estado precisa de gente com "verdade" e que "tenha lado". A assinatura de filiação ao partido contou até mesmo com direito a "fumaça laranja". 

"Nossas lideranças, nossos colegas, os militantes da direita de Mato Grosso do Sul  foram perdendo seu protagonismo, sempre foram escanteados, para não dizer utilizados ou sub-aproveitados. E,  estando eu em conexão com meu público, com a direita que deseja um novo caminho para Mato Grosso do Sul, venho comunicar vossa excelência e meu líder, deputato Coronel David, que estarei deixando as fileiras do Partido Liberal para encontrar um novo caminho para Mato Grosso do Sul", disse na última sessão. 

Racha no partido

Na eleição de 2022, tanto Riedel  quanto Azambuja eram do PSDB e por conta disso o deputado alega que eles não representam o que ele chama de "verdadeira direita". 

Recentemente o ex-governador e o governador se encontraram com Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente pelo PL, dias depois das polêmicas informações envolvendo o deputado federal Marcos Pollon (PL).

Na primeira, veio a público uma anotação do próprio FLávio Bolsonaro dizendo que Pollon havia exigido R$ 15 milhões para abrir mão da disputa ao Senado, vaga que foi prometida a Reinaldo Azambuja. No dia sequinta, Flávio veio a público dizendo que as anotações eram somente para que ele se lembrasse de avisar a Pollon que existiam comentários de que ele estaria exigindo este pagamento. 

Depois disso, porém, Michele Bolsonaro divulgou uma carta de Jair Bolsonaro na qual ele dizia que seu candidato a senador em Mato Grosso do Sul era Marcos Pollon. Esta carta foi interpretada como sendo uma traição da família Bolsonaro a Azambuja, já que acordo anterior havia previsto que Azambuja e o Capitão Contar fossem os candidatos da direita ao Senado. 

Janela

O  anúncio de Catan ocorreu no primeiro dia para que deputados troquem de partido sem correrem o risco de perderem o mandato. E, conforme o presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro, nas próximas semanas devem ocorreram várias mudanças semelhantes. 

Dos 24 parlamentares, quase a metade deve trocar de partido e o PL, agora comandado por Reinaldo Azambuja, deve ter o maior número de filiações.

A previsão é de que receba os tucanos Mara Caseiro, Zé Teixeira e Paulo Corrêa . Além disso, Marcio Fernandes (MDB) e Lucas de Lima (sem partido) devem ter o mesmo destino. Assim, apesar de perder Catan, o PL ficaria com sete deputados, pois contina com Neno Razuk e Coronel David. 

Jamilson Name, por sua vez deve se filiar ao PP, se juntando a Londres Machado e Gerson Claro.  Outro que deve mudar de sigla é Paulo Duarte, que deve deixar o PSB e se filiar ao PSDB. Pedrossian Neto  também estuda a trocar o PSD pelo Republicanos. Rinaldo Modesto, por sua vez, está de olho no Podemos. 

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