Política

Cartão Exclusividade

Seja diva por um dia

Seja diva por um dia

Redação

05/02/2010 - 00h47
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Ah! as mulheres!... Mulheres de ferro e mulheres de carne e osso. Umas se classificam como fortes e calculistas já outras se dizem delicadas e sentimentalistas. Românticas, compreensíveis, admiradas e queridas. Mulheres capazes, felizes, heroínas de verdade. Mulheres que não desistem e não se intimidam com nada: vão até o fim para conseguir o que querem. Hoje menina, amanhã mulher, calmas e desbravadoras, carentes e tensas, amigas e vilãs, amadas e destemidas. Mulher de fases isso sim. Mulher que é mulher atravessa qualquer parada e se vira sozinha. Aliás, sozinha assim, nem tanto. A mulher não vive sem amor, paixão, encanto. A bonequinha de porcelana reveste-se de aço, quando a situação exige. Aprende a andar na ponta dos pés para depois percorrer caminhos com pedras. Mãos de princesa e alma de Joana Darc. Toda nobreza de mulher não vem de impérios, corre nas veias e faz parte da alma. Promoção No dia 8 de março comemora- se o Dia Internacional da Mulher e para homenageá- las o Correio do Estado, por meio do Cartão Exclusividade, criou uma promoção especial para todas as mulheres assinantes. Sabemos que todas as mulheres colocam 1001 coisas na frente delas mesmas: filhos, trabalho, marido, namorado e etc. Esquecem de se cuidar, de se embelezar, de ficar mais atraente e de relaxar. Enfim, esquecem de si próprias para cuidar dos outros. E se você não é nenhuma Gisele Bündchen, não há motivo para se desesperar em frente ao espelho. Quem dera ser uma deusa dos conhecidos anúncios de beleza, não é mesmo? Mas surgiu a chance de ser incluída neste time. Pois se olhar no espelho e se achar poderosa é para poucas. Mas para isso existe um segredo: Em primei ro luga r é preciso estar de bem com a vida. O lado espiritual cumpre papel fundamental na beleza. Depois é só deixar com o Correio do Estado que ele resolve! A partir de hoje começa a Promoção Diva Por Um Dia que consiste na participação de assinantes (mulheres), ou dependentes de assinantes, por meio de fotos que devem ser enviadas para o e-mail pro mocao@correiodoestado. com.br ou cartas endereçadas ao Correio do Estado na Av. Calógeras, 356. Todas as participantes deverão enviar com a foto de seu rosto os dados pessoais como nome, idade, C.A. e telefone. Como assunto do e-mail ou da carta deverá estar em destaque o nome da promoção: “Diva Por Um Dia”. A promoção se estende até o dia 8 de março e serão selecionadas cinco mulheres assinantes. A seleção será feita com avaliação das fotos e cinco mulheres ganharão uma renovação no visual com o dia de beleza. E este prêmio realmente promete fazer com que estas cinco mulheres sejam divas por um dia, já que ganharão um pacote de beleza completo que dá direito a manicure, pedicure, corte e tintura no cabelo, maquiagem e penteado, e ainda massagem corporal. É para sair do salão revigorada e se sentindo poderosa. No dia 12 de março sai o nome das cinco mulheres contempladas e no dia 19 a foto do antes e depois de todas. Então não perca tempo e participe, cruze os dedos e boa sorte!

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CPI do Banco Master: Toffoli se declara suspeito para assumir relatoria; entenda

Suspeição ocorre quando o magistrado admite relações pessoais ou inimizade com algum citado no curso da investigação

11/03/2026 21h00

Ministro Dias Tofolli deixou relatoria do Banco Master

Ministro Dias Tofolli deixou relatoria do Banco Master Foto: Divulgação

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O ministro Dias Toffoli alegou 'foro íntimo' e se declarou suspeito nesta quarta, 11, para relatar a ação que pede a instalação da CPI do Banco Master na Câmara dos Deputados.

A suspeição ocorre quando o magistrado admite relações pessoais ou inimizade com algum citado no curso da investigação.

O ministro, entretanto, afirmou no despacho de sete páginas que "foram definitivamente afastadas, por decisão transitada em julgado, quaisquer hipóteses de suspeição ou de impedimento da minha atuação nos processos da chamada Operação Compliance Zero" Ou seja, o ministro indica que deve votar a partir de sexta-feira, 13, no julgamento da segunda turma que vai referendar ou não a prisão, pela segunda vez, do banqueiro Daniel Vorcaro.

O sorteio da relatoria ocorreu depois de o ministro ter deixado, em 12 de fevereiro, a condução do inquérito que investiga os crimes supostamente cometidos pelos controladores do Master.

O afastamento de Toffoli ocorreu após uma reunião reservada entre os dez ministros da Corte. Na ocasião, eles decidiram retirar Toffoli do caso, sem declarar formalmente sua suspeição ou impedimento.

Ao abrir mão da relatoria, o ministro amparou a alegação de 'foro íntimo' no artigo 145, parágrafo 1º do Código de Processo Civil, "há suspeição do juiz quando amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes ou de seus advogados".

O ministro não revelou, porém, a quem se refere como 'amigo íntimo' ou desafeto nos autos da Compliace Zero.

A questão da CPI no Supremo foi apresentada pelo deputado federal e ex-governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). O parlamentar solicita a abertura da comissão para apurar suspeitas de fraudes envolvendo a negociação da compra do Banco Master pelo Banco de Brasília.

Na petição enviada ao Supremo, o deputado Rodrigo Rollemberg afirma que há um "ato omissivo inconstitucional" do presidente da Câmara, Hugo Motta, ao não instalar a CPI destinada a investigar "as fraudes ocorridas na relação entre o Banco Master e o BRB".

"A prolongada inércia na investigação de graves fraudes financeiras, como as que envolvem o Banco Master e o BRB, pode causar danos irreparáveis ao sistema financeiro, à confiança dos investidores e à própria imagem da fiscalização parlamentar", atesta o deputado na petição.

Na avaliação de Rollemberg, a investigação tem relevância nacional "inquestionável", já que, segundo ele, o escândalo indicaria ligações "profundas e preocupantes" do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, com integrantes dos três poderes

"Há indícios de que tais relações, cultivadas inclusive por meio de eventos sociais e financiamento de campanhas, poderiam ter influenciado operações financeiras e decisões políticas", protesta Rollemberg.

O pedido sustenta que, uma vez cumpridos os três requisitos constitucionais - apresentação de requerimento por um terço dos deputados, indicação de fato determinado e definição de prazo para investigação -, a instalação da CPI passa a ser um ato obrigatório da Presidência da Câmara, e não uma decisão discricionária de Motta.

Estadão pediu manifestação do presidente da Câmara sobre as alegações, mas não havia recebido retorno até a publicação deste texto. O espaço está aberto.

Rollemberg afirma que o requerimento para criação da CPI foi protocolado em 2 de fevereiro com o apoio de 201 deputados, número superior ao mínimo de um terço dos integrantes da Câmara. Segundo o parlamentar, o pedido também indica um fato determinado a ser investigado e estabelece prazo para a apuração, o que, em sua avaliação, cumpre todos os requisitos previstos na Constituição para a instalação de uma CPI.

O deputado sustenta que Hugo Motta declarou publicamente que não poderia instalar a CPI sob o argumento de que existiria uma "fila" de requerimentos anteriores aguardando análise. Para Rollemberg, essa justificativa não encontra respaldo no Regimento Interno da Câmara, que apenas limita a cinco o número de CPIs funcionando simultaneamente.

O parlamentar afirma ainda que, no dia seguinte ao protocolo do pedido, apresentou uma questão de ordem para contestar a posição do presidente da Casa. Passados mais de 30 dias, segundo ele, não houve qualquer medida para dar andamento ao requerimento, nem resposta à questão apresentada.

De acordo com a petição, o pedido de criação da CPI sequer foi formalmente lido em plenário e não aparece no sistema da Câmara. 

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Declaração

Trump promete 'grande segurança' para petroleiros no Estreito de Ormuz

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse

11/03/2026 19h00

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta quarta-feira, 10, "grande segurança" para os petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz, enquanto Teerã reforçava o controle sobre a via marítima em meio à guerra contra americanos e israelenses.

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse Trump a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado sobre como garantiria a segurança de Ormuz.

A emissora americana CNN informou na noite de terça-feira que o Irã havia iniciado a instalação de minas na via marítima. Segundo o presidente, as tropas americanas retiraram "praticamente" todas as minas "em uma única noite".

No 12º dia do conflito no Oriente Médio, pelo menos três navios foram atacados em Ormuz e no Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que embarcações israelenses, americanas e de aliados dos dois países são "alvos legítimos".

Questionado sobre o que os EUA precisam fazer para encerrar a operação militar no Irã, Trump respondeu: "Mais do mesmo."

"Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar", disse Trump. "Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior."

O republicano afirmou que as tropas americanas poderiam destruir a infraestrutura do Irã "em uma hora", caso quisessem. "Estamos deixando certas coisas que, se as eliminarmos - ou poderíamos eliminá-las ainda hoje, em uma hora - eles literalmente jamais conseguiriam reconstruir esse país", disse.

Um dos repórteres também questionou Trump sobre a escolha do filho do aiatolá Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, como novo líder supremo iraniano, mas o republicano não quis comentar o assunto.

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