A vice-governadora e pré-candidata ao Senado, Simone Tebet (PMDB), defendeu a traição ao partido daqueles que não forem candidatos. Simone sugeriu aos infiéis, para evitar problemas, o desligamento do partido até o fim das eleições. Hoje, o PMDB está dividido. Um grupo está em campanha aberta pela eleição do senador Delcídio do Amaral (PT) e, outro, com muita discrição trabalha por Nelsinho.
Segundo reportagem publicada hoje no jornal Correio do Estado, Simone disse que, quem for candidato, tem a obrigação de apoiar os candidatos do partido, entre eles o ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad (PMDB) para governador do Estado, e os possíveis aliados, como o presidenciável, Eduardo Campos (PSB), sob pena de expulsão.
Conforme a matéria de Roberta Cáceres e Tavane Ferraresi, a vice-governadora descreveu como exemplo, o governador André Puccinelli (PMDB) e o presidente da Assembleia Legislativa e deputado estadual, Jerson Domingos (PMDB). “Por exemplo, o governador não concorre, ele nem é candidato mais, então ele tem a liberdade, a gente compreende os compromissos anteriores dele, de estar no palanque de quem ele achar necessário. Da mesma forma o deputado Jerson e tudo mais”, complementou.
Defesa
Simone negou que esteja apoiando outro candidato ao governo do Estado. Ela não acredita que o pré-candidato a governador, Nelsinho Trad, esteja solitário na sua caminhada ao comando do Estado. Muito menos que esteja isolando Nelsinho.


