Política

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Temporada de novidades

Temporada de novidades

Redação

01/04/2010 - 20h32
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Desde o segundo semestre de 2008, a Globo aposta em séries de curta temporada em sua programação. Mas neste ano a emissora vai valorizá-las ao máximo e sua nova programação, que entra no ar a partir do próximo dia 4, mostra claramente essa escolha. Mesmo em ano de Copa do Mundo, eleições presidenciais e, por que não lembrar, de aniversário de 45 anos da rede. "Este conceito de temporadas nos dá resposta de audiência e mercado. E, do ponto de vista artístico, é muito motivacional", justifica Manoel Martins, diretor-geral de Entretenimento da Globo.

Além das séries já conhecidas "A grande família" – há 10 anos no ar –, "Aline", "Os caras de pau" e "Força-tarefa", o público poderá conferir, ao longo do ano, o lançamento das novas "S.O.S. emergência", "A vida alheia", "Separação", "Justiça para todos", "A cura" e "As cariocas". A última marca a volta do diretor Daniel Filho à emissora, enquanto a penúltima explora mais uma vez o autor João Emanuel Carneiro, tratado pela Globo como revelação entre os autores, estreando neste formato. "A ideia é explorar mais o lado fantástico, o que pode se aproximar um pouco de um filme de terror", explica João. Séries jornalísticas também ganham mais espaço na grade com a estreia do "Globo mar", com nove episódios sobre o litoral brasileiro, e, posteriormente, do "Nós, brasileiros", com histórias de solidariedade e superação de pessoas anônimas.

Sobre o mundial de futebol, poucos detalhes são revelados. Sabe-se que a Globo pretende exibir 56 dos 64 jogos previstos, alguns deles utilizando a tecnologia 3D. "Pensamos em testar antes da Copa, em alguma partida, para entender melhor o processo", adianta Carlos Henrique Schroder, diretor-geral de Jornalismo e Esportes. Segundo ele, 120 profissionais cobrirão a seleção brasileira e as outras equipes. Além disso, três unidades móveis – capazes de captar, editar e transmitir imagens fora dos estúdios – serão disponibilizadas para o evento. "Estaremos preparados para entrar a qualquer hora com informação de qualidade para o telespectador", garante. No jornalismo, Fátima Bernardes e William Waack apresentarão, respectivamente, o "Jornal nacional" e o "Jornal da Globo" da África do Sul, onde acontecerão os jogos.

Já em relação às eleições, exceto pelas conhecidas promessas de uma cobertura completa e repleta de comentaristas e entrevistados na bancada, pouco se adianta a respeito do que realmente será feito. "Temos um projeto que deve ser revolucionário na cobertura eleitoral da televisão, mas por ser fácil de fazer, preferimos não comentar nada. Só o que podemos informar é que se trata de uma ação muito ambiciosa", desconversa Octávio Florisbal, diretor-geral da Globo.

O que costuma ser um grande problema em ano de Copa do Mundo não deve prejudicar a emissora em 2010. As transmissões dos jogos devem acontecer às 11h e às 15h, deixando a grade da emissora sem grandes alterações a partir das 17h30min. "Vamos transmitir quase todos os jogos, mas tentaremos anter a grade o mais sólida possível. O horário nobre será mantido, já que as competições acontecerão nos períodos matutinos e vespertinos", analisa Roberto Buzzoni, diretor da Central Globo de Programação. Além da proposta de fazer a audiência crescer – já que as tardes e manhãs podem ganhar pontos com as transmissões da Copa –, o mundial de futebol também garante um começo de ano farto para a emissora. "O primeiro bimestre foi muito bom para o mercado publicitário como um todo. A Globo alcançou, neste período, 30% de crescimento. E, além da Copa, o primeiro semestre ainda terá antecipação de verba dos governos por causa das eleições", valoriza Willy Haas, diretor-geral de Comercialização.

Declaração

Trump promete 'grande segurança' para petroleiros no Estreito de Ormuz

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse

11/03/2026 19h00

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta quarta-feira, 10, "grande segurança" para os petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz, enquanto Teerã reforçava o controle sobre a via marítima em meio à guerra contra americanos e israelenses.

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse Trump a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado sobre como garantiria a segurança de Ormuz.

A emissora americana CNN informou na noite de terça-feira que o Irã havia iniciado a instalação de minas na via marítima. Segundo o presidente, as tropas americanas retiraram "praticamente" todas as minas "em uma única noite".

No 12º dia do conflito no Oriente Médio, pelo menos três navios foram atacados em Ormuz e no Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que embarcações israelenses, americanas e de aliados dos dois países são "alvos legítimos".

Questionado sobre o que os EUA precisam fazer para encerrar a operação militar no Irã, Trump respondeu: "Mais do mesmo."

"Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar", disse Trump. "Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior."

O republicano afirmou que as tropas americanas poderiam destruir a infraestrutura do Irã "em uma hora", caso quisessem. "Estamos deixando certas coisas que, se as eliminarmos - ou poderíamos eliminá-las ainda hoje, em uma hora - eles literalmente jamais conseguiriam reconstruir esse país", disse.

Um dos repórteres também questionou Trump sobre a escolha do filho do aiatolá Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, como novo líder supremo iraniano, mas o republicano não quis comentar o assunto.

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Encaminhado à Câmara

Senado aprova acordo de ciência e tecnologia entre Brasil e Tunísia

Comissão de Relações Exteriores é presidida por Nelsinho Trad

11/03/2026 16h45

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD)

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD) Foto: Agência Senado

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Documento aprovado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) nesta terça-feira (10) aproximou Brasil e Tunísia de um acordo que promove intercâmbio de pesquisadores e de informações científicas “contribuindo para a internacionalização de universidades brasileiras”, disse o presidente da CRE, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados prevê mecanismos usuais como intercâmbio de pesquisadores e especialistas, troca de informações científicas, realização de seminários e programas conjuntos de trabalho.

Cada país arcará com os custos do envio de seus participantes, exceto se outras condições forem acordadas. 

O acordo estimula a cooperação entre bibliotecas e instituições científicas para intercâmbio de publicações e informações e estabelece que os custos relativos ao intercâmbio de cientistas e especialistas serão, em regra, suportados pela parte que envia pesquisadores, salvo acordo diverso formalizado por escrito. 

Os países assinaram o tratado em Brasília, em abril de 2017. O Congresso Nacional precisa aprovar o texto para permitir ao presidente da República confirmá-lo e inseri-lo na legislação brasileira.

 

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