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Tereza Cristina é eleita vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores

A CRE é uma das comissões mais antigas do Senado, ao lado da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)

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A senadora Tereza Cristina foi eleita, por aclamação, vic-presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE), nesta quinta-feira (13), para o biênio 2025-2026.

A reunião foi conduzida pelo presidente, o senador Nelsinho Trad (PSD), que já está no cargo desde fevereiro.

Tereza Cristina era a única candidata para a vice-presidência e foi eleita por votação simbólica, quando não há contagem formal dos votos favoráveis. 

   

"Estou muito feliz em poder ajudar nesta comissão que é uma das mais importantes desta Casa", disse a senadora, em pronunciamento após sua eleição.

Tereza afirmou ainda que organismos internacionais podem ser peças importantes para frear os impactos na mudança das relações comerciais internacionais, como as novas tarifas que os Estados Unidos passaram a cobrar de países estrangeiros.

É o caso da Organização Mundial do Comércio (OMC), que trata das regras do comércio entre as nações e que ela considera hoje “esvaziada”.

“Os países deveriam tentar reerguer e colocar o peso que essa instituição merece nas relações comerciais do mundo”, ressaltou Tereza.

Comissão

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) tem 19 membros titulares e 19 suplentes e é uma das comissões mais antigas do Senado, ao lado da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

As duas são as únicas que estão em atividade contínua desde antes da promulgação da Constituição Federal, em 1988.

Além de temas referentes às relações internacionais do Brasil (incluindo escolha de embaixadores e comércio exterior), a CRE também trata de questões relacionadas à defesa nacional e às Forças Armadas.

* Com Agência Senado

SEM CANDIDATOS

Tereza Cristina e PP mantêm postura sobre não ter candidatos ao Senado em MS

A presidente do partido no Estado confirmou que a estratégia é seguir a escolha da direita e apoiar a candidatura de Reinaldo Azambuja (PL)

31/03/2026 20h50

Senadora Tereza Cristina

Senadora Tereza Cristina Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Na noite desta terça-feira (31), durante o ato de filiação do deputado federal Dagoberto Nogueira ao Partido Progressistra (PP), a senadora e presidente da sigla em Mato Grosso do Sul Tereza Cristina confirmou que não haverá candidato ao cargo de senador federal no Estado. 

Ao lado do governador Eduardo Riedel, a líder do partido no Estado confirmou que a estratégia do PP é seguir a escolha da direita e apoiar a candidatura de Reinaldo Azambuja, além de outro nome que ainda não foi decidido.

"O nosso candidato para senador é o Reinaldo Azambuja e ainda tem uma discussão sobre quem será o segundo candidato do nosso campo, da nossa aliança".

Sobre a formação da federação junto com o União Brasil, Tereza Cristina falou sobre o desafio de montar uma única chapa para estas eleições, dado que ambos os partidos possuem muitos postulantes. 

Para maximizar o número de eleitos, a federação busca alianças com outros partidos da direita, como o PL, Republicanos e possivelmente o PSDB.

"O nosso maior desafio é montar uma chapa competitiva para que possamos eleger o nosso governador, ter aí os nossos candidatos a deputados federais eleitos e os nossos candidatos estaduais. E como nós não temos senadores, temos uma ampla aliança com outros partidos, com o PL, com os Republicanos, talvez com o PSDB. Com essa aliança também, elegemos o maior número possível de candidatos a deputados estaduais, federais, governador, senador".

Questionada sobre as expectativas para as eleições, a senadora afirmou que a ideia do partido é eleger no mínimo dois deputados federais e com a possibilidade de um terceiro, dependendo da composição final da chapa. Já para os deputados estaduais, o PP tentará eleger seis membros.

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"Nunca fui convidada"

Tereza Cristina disse que se for convidada para ser vice de Flávio, irá "pensar"

A senadora tem sido cogitada por lideranças da direita como nome para compor a chapa presidencial da direita ao lado de Flávio Bolsonaro

31/03/2026 14h00

Tereza Cristina e o ex-presidente Jair Bolsonaro

Tereza Cristina e o ex-presidente Jair Bolsonaro Divulgação

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A Senadora Tereza Cristina (PP) afirmou que nunca recebeu um convite para ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro na disputa pela presidência do Brasil. Mas, caso houvesse, ela iria “pensar”. 

“Esse assunto não sai da minha frente. Nunca fui convidada. se eu for, lá na frente, vamos pensar. Nunca chegou esse convite”, disse em entrevista nesta terça-feira (31). 

Tereza é um nome que vem sendo dito desde as últimas eleições, por ser uma voz de liderança feminina entre a direita e voz para o agronegócio. 

Em fevereiro deste ano, ela assumiu a presidência do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a convite do presidente da entidade, Paulo Skaf. 

Recentemente, em entrevista para a Veja, ela afirmou que se sentir “preparada” para assumir a vice-presidência ao lado de Flávio Bolsonaro, nome considerado o mais capaz de tirar Lula das eleições. No entanto, não descartou a chance de lançar seu próprio nome como candidata à presidência. 

"Me sinto honrada com isso. Mas também posso ser candidata a presidente como mulher, por que não? Me sinto preparada. Mas isso não depende da minha vontade. Ser vice-presidente não é o meu sonho de consumo”, disse. 

Durante evento de filiação de cinco deputados ao Partido Liberal (PL) na noite de ontem (30), o presidente do partido, Reinaldo Azambuja, também frisou o desejo da senadora de compor a chapa de Bolsonaro. 

“Eu olho pra Tereza Cristina e me dá uma vontade de ver você como vice do Flávio Bolsonaro. Eu sei que você vai ser guerreira, vai falar o que você fez pelo Brasil como a melhor ministra da agricultura nos momentos mais difíceis”, afirmou no evento. 

Cenário eleitoral

Um levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência em parceria com o BTG Pactual, divulgado nesta segunda-feira (30), aponta um cenário de forte polarização na disputa presidencial de 2026, com o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) empatados no segundo turno e tecnicamente empatados no primeiro turno, em diferentes simulações.

Nos cenários de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados com 46% cada, e 7% afirmam que votariam em branco ou nulo.

No cenário principal de primeiro turno, Lula aparece com 41% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 38%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2pp, os dois estão empatados tecnicamente. 

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