Política

DOURADOS

Vereador Cimatti renunciou ao cargo hoje

Vereador Cimatti renunciou ao cargo hoje

DOURADOS AGORA

15/03/2011 - 15h18
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O parlamentar afastado José Carlos Cimatti (PSB) da Câmara Municipal de Dourados, apresentou hoje à mesa diretora uma carta de renúncia. A iniciativa surpreendeu os vereadores que aguardavam o julgamento de Cimatti em plenária. Em ação civil pública que tramita na Justiça, o Ministério Público acusa o vereador de aderir ao esquema de corrupção aceitando a proposta de pagamento mensal de R$ 5 mil para dar apoio ao então prefeito de Dourados, Ari Artuzi, na Câmara.

Áudios registraram supostas negociações entre o vereador e o então secretário de Governo Eleandro Passaia, que denunciou o esquema a Polícia Federal.

Segundo o MP, no dia 4 de junho, dentro do veículo que conduzia, Passaia entregou a Cimatti, a título de propina, mais R$ 10 mil provenientes dos cofres públicos, de modo que na qualidade de vereador recebeu pagament indevido para praticar atos de ofício que favorecesse os interesses do prefeito na Câmara".

Na ocasião além de receber o aludido dinheiro, Cimatti, segundo o MP, confirmou que já havia recebido outras três propinas no ano: uma entregue por Alziro Moreno (ex-secretário de governo), em frente a Prefeitura Municipal, outra por Sidlei Alves (ex-presidente da Câmara) e pelo vereador paulo Henrique Bambú, hoje afastado.

O processo na justiça já rendeu resultados. O primeiro deles é que com a denúncia do MP, o judiciário decidiu que José Carlos Cimatti terá o valor de R$ 30 mil em bens seqüestrados. Até agora a justiça já bloqueou R$ 1.769,60.
 

Declaração

Trump promete 'grande segurança' para petroleiros no Estreito de Ormuz

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse

11/03/2026 19h00

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta quarta-feira, 10, "grande segurança" para os petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz, enquanto Teerã reforçava o controle sobre a via marítima em meio à guerra contra americanos e israelenses.

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse Trump a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado sobre como garantiria a segurança de Ormuz.

A emissora americana CNN informou na noite de terça-feira que o Irã havia iniciado a instalação de minas na via marítima. Segundo o presidente, as tropas americanas retiraram "praticamente" todas as minas "em uma única noite".

No 12º dia do conflito no Oriente Médio, pelo menos três navios foram atacados em Ormuz e no Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que embarcações israelenses, americanas e de aliados dos dois países são "alvos legítimos".

Questionado sobre o que os EUA precisam fazer para encerrar a operação militar no Irã, Trump respondeu: "Mais do mesmo."

"Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar", disse Trump. "Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior."

O republicano afirmou que as tropas americanas poderiam destruir a infraestrutura do Irã "em uma hora", caso quisessem. "Estamos deixando certas coisas que, se as eliminarmos - ou poderíamos eliminá-las ainda hoje, em uma hora - eles literalmente jamais conseguiriam reconstruir esse país", disse.

Um dos repórteres também questionou Trump sobre a escolha do filho do aiatolá Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, como novo líder supremo iraniano, mas o republicano não quis comentar o assunto.

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Encaminhado à Câmara

Senado aprova acordo de ciência e tecnologia entre Brasil e Tunísia

Comissão de Relações Exteriores é presidida por Nelsinho Trad

11/03/2026 16h45

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD)

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD) Foto: Agência Senado

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Documento aprovado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) nesta terça-feira (10) aproximou Brasil e Tunísia de um acordo que promove intercâmbio de pesquisadores e de informações científicas “contribuindo para a internacionalização de universidades brasileiras”, disse o presidente da CRE, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados prevê mecanismos usuais como intercâmbio de pesquisadores e especialistas, troca de informações científicas, realização de seminários e programas conjuntos de trabalho.

Cada país arcará com os custos do envio de seus participantes, exceto se outras condições forem acordadas. 

O acordo estimula a cooperação entre bibliotecas e instituições científicas para intercâmbio de publicações e informações e estabelece que os custos relativos ao intercâmbio de cientistas e especialistas serão, em regra, suportados pela parte que envia pesquisadores, salvo acordo diverso formalizado por escrito. 

Os países assinaram o tratado em Brasília, em abril de 2017. O Congresso Nacional precisa aprovar o texto para permitir ao presidente da República confirmá-lo e inseri-lo na legislação brasileira.

 

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