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Ter um cão pode, literalmente, fazer bem ao o coração

Ter um cão pode, literalmente, fazer bem ao o coração

IG

18/03/2011 - 23h00
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Novas pesquisas mostram que donos de cachorros apresentam probabilidade 34% maior de receberem recomendação médica de uma quantidade mínima de exercícios semanais, graças a seus amigos peludos.

“O cão pode ser um excelente motivador de atividades físicas. As pessoas que levam o cachorro para passear acabam caminhando mais. Elas costumam caminhar cerca de uma hora a mais por semana”, disse Mathew Reeves, professor de epidemiologia da Michigan State University e autor do estudo.

Reeves, que também é veterinário, diz que o problema de saúde pública da obesidade afeta tanto o homem quanto seu animal doméstico, por isso ambos se beneficiam da caminhada. Ele sugere que, mesmo não conseguindo se exercitar para melhorar a própria saúde, talvez a manutenção da saúde do animal seja o grande motivador necessário.

No estudo, publicado na edição de março do periódico americano Journal of Physical Activity and Health, foram revisados dados da de uma grande pesquisa de 2005 – com mais de 6.000 entrevistados – sobre fatores comportamentais de risco.

Quarenta e um por cento dos participantes eram donos de um cachorro. Dentre eles, quase dois terços relataram que levavam o animal para uma caminhada de pelo menos 10 minutos.

No total, os donos de cachorros se mostraram 69% mais propensos a realizar atividades físicas nas horas de lazer. Eles também apresentaram probabilidade 34% maior de realizarem os 150 minutos semanais de exercícios moderados ou vigorosos, recomendados pelos órgãos governamentais de saúde dos Estados Unidos.

“Apenas 27% das pessoas que têm um cachorro atingem as recomendações de 150 minutos semanais de atividades físicas – ou seja, elas provavelmente poderiam estar caminhando com mais freqüência”, disse Reeves.

O veterinário recomenda aos 40% dos donos de cachorros que nunca levam seus animais para passear que eles realmente deveriam começar a fazê-lo. “Todo cachorro deveria ter a oportunidade de sair de casa para caminhar”.

Diversas razões foram citadas pelos donos para não levar seus animais para passear, mas a desculpa mais comum foi de que o cachorro já se exercitava sozinho ou que vivia do lado de fora da casa. Alguns deles disseram que não tinham tempo ou interesse em levar o cão para passear, outros relataram que tinham animais muito mal-comportados. A idade avançada do cão ou do próprio dono também foi uma justificativa citada.

As pessoas com mais de 65 anos se mostraram mais propensas a atingir as recomendações governamentais simplesmente levando seu “melhor amigo” para um passeio. De acordo com o estudo, as pessoas de meia-idade foram as que passaram menos tempo passeando com o cachorro. O estudo também mostrou que o grau de instrução e o gênero tiveram pouco impacto no tempo dedicado ao passeio com o cachorro.

De acordo com os resultados da pesquisa, as pessoas com renda mais baixa, especificamente aquelas que ganhavam menos de US$20.000 por ano, foram as que passaram mais tempo passeando com o cachorro (a média foi de 104 minutos semanais).

Os pesquisadores também constataram que donos de cachorros mais jovens costumavam realizar mais exercícios. Os resultados também mostraram que os cães de menor porte realizavam passeios mais curtos.

Com base nos resultados do estudo, os autores sugerem que as campanhas de saúde pública enfatizem os benefícios para a saúde das caminhadas regulares com o cachorro.

“Se sua única forma de se exercitar é levando seu cachorro para passear, certifique-se de fazer isso pelo menos cinco vezes por semana por 30 minutos”, recomendou Jill Rubin, fisioterapeuta da clínica Scott and White Healthcare in Round Rock, do Texas.

“Se você não pode levar seu cão para passear com esta freqüência, algum tipo de exercício suplementar será necessário para atingir as recomendações dos órgãos de saúde”, ela complementou.

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Transformar PDF digitalizado em Word: como usar OCR

Se você já tentou abrir um PDF achando que ia copiar o texto rapidinhomas nada aconteceu, respira. Você não fez nada errado

28/04/2026 15h55

Freepik

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Neste guia, a vamos mostrar sem drama e sem promessas milagrosas, como transformar pdf em word usando OCR de um jeito que realmente funcione na vida real. Com erros? Às vezes. Com solução? Sempre.

O que é OCR e por que ele é necessário em PDF digitalizado

OCR vem de Optical Character Recognition, ou reconhecimento óptico de caracteres. Em português bem direto: é a tecnologia que ensina o computador a “ler” texto dentro de imagens.

Quando você tem um PDF escaneado, o arquivo não tem letras de verdade ali dentro. Ele só tem pixels. O OCR analisa esses pixels, identifica padrões que parecem letras, palavras e números, e transforma isso em texto editável.

Sem OCR, não tem como transformar pdf em word quando o PDF vem de scanner, foto de celular ou sistema antigo. O máximo que dá pra fazer é olhar… e sofrer.

Por isso, sempre que falamos em transformar pdf em word online a partir de PDF digitalizado, o OCR é o protagonista da história.

Como saber se o seu PDF é “imagem” (e não texto selecionável)

Antes de qualquer coisa, vale conferir com o que você está lidando. O teste é simples:

  • Abra o PDF
  • Tente selecionar uma palavra com o mouse

Se você consegue selecionar letra por letra, ótimo: o PDF já tem texto real. Se não seleciona nada (ou seleciona tudo como um bloco só), é um PDF imagem.

Outro sinal clássico:

  • Você tenta buscar uma palavra (Ctrl + F)
  • O sistema não encontra nada

Nesse caso, não adianta converter direto. Pra transformar arquivo pdf em word, o OCR vai ser obrigatório.

Antes do OCR: prepare o arquivo para melhorar a precisão

Aqui está um ponto que muita gente ignora... e depois culpa o OCR! A qualidade da conversão começa antes do botão “converter”. Algumas dicas simples que fazem MUITA diferença:

  • Se puder, use um scan em 300 DPI (menos que isso pode gerar erros)
  • Evite PDFs tortos ou inclinados
  • Prefira arquivos em preto e branco ou tons de cinza
  • Remova sombras e marcas desnecessárias
  • Quanto mais limpo o documento, melhor o OCR trabalha

OCR não é mágico. Ele é esperto, mas não adivinha letra borrada. Se você quer transformar pdf em word gratuito e evitar retrabalho depois, preparar o arquivo é metade do caminho.

Passo a passo: transformar PDF digitalizado em Word usando OCR

Agora vamos ao que interessa.

1. Abra uma ferramenta com função OCR 

Nem todo conversor tem OCR de verdade. Você precisa de um editor que reconheça texto em imagem. Uma opção prática para transformar pdf em word com OCR é o Lumin.

2. Envie o PDF digitalizado

Espere o upload concluir. PDFs grandes podem demorar um pouco.

3. Ative o OCR (se não for automático)

Algumas ferramentas já detectam que o PDF é imagem. Outras pedem confirmação.

4. Escolha o idioma corretamente

Se o PDF estiver em português, marque português. Isso influencia na precisão do texto reconhecido.

5. Converta para Word

Depois do OCR, o sistema gera um arquivo .docx editável.

Pronto! Agora, você já sabe como transformar pdf em word, mesmo que seja um pdf escaneado. Agora vem a parte humana: revisar.

Configurações de OCR que fazem diferença (idioma, DPI, alinhamento)

Se a ferramenta permitir ajustes, preste atenção nesses pontos:

  • Idioma: português vs. inglês muda acentos, cedilha e até palavras
  • DPI: quanto maior, melhor a leitura (até certo limite)
  • Layout: manter colunas ou converter tudo em texto corrido
  • Reconhecimento de tabelas: ajuda (mas não faz milagre)

Essas configurações são super úteis e podem evitar erros. Se a ideia é transformar pdf em word online e trabalhar em cima do arquivo depois, vale gastar dois minutos aqui.

Tabelas, colunas e formulários: o que o OCR costuma quebrar

Agora vamos falar a verdade nua e crua. O OCR costuma errar mais em:

  • Tabelas complexas
  • Documentos com muitas colunas
  • Formulários cheios de linhas
  • PDFs com gráficos misturados ao texto

O resultado mais comum:

  • Colunas viram texto em sequência
  • Células se misturam
  • Bordas somem

Isso não significa que o OCR falhou. Significa que ele priorizou conteúdo, não design.

Se o seu objetivo é reaproveitar o texto, perfeito.
Se você precisa do layout intacto… prepare-se para ajustes.

Como revisar e corrigir erros no Word após o OCR

Depois de transformar arquivo pdf em word, sempre revise.

Checklist rápido:

  • Leia tudo (sim, tudo)
  • Atenção especial a: datas, números, valores e nomes próprios
  • Corrija:  Letras trocadas (O por 0, I por 1), espaços estranhos e palavras coladas

Dica prática: use o corretor ortográfico do Word. Ele ajuda MUITO a identificar erros de OCR.

Dicas para manter a formatação mais limpa possível

Algumas estratégias salvam tempo:

  • Ajuste estilos (Título, Corpo de texto) logo no início
  • Use “Localizar e substituir” para erros repetidos
  • Refaça tabelas manualmente se forem importantes
  • Não lute contra o layout se ele estiver muito quebrado

Às vezes, aceitar pequenas mudanças deixa o documento melhor do que tentar “forçar” o original.

Quando vale mais a pena refazer o documento em vez de converter

Nem sempre transformar pdf em word é a melhor decisão. Considere refazer todo o documento se:

  • O PDF tem layout extremamente complexo
  • O texto é curto
  • O OCR errou demais
  • Você precisa de um documento bonito e limpo

Regra prática: se você vai gastar mais tempo corrigindo do que reescrevendo, reescreva. OCR é ferramenta, não obrigação.

FAQ

OCR funciona em qualquer PDF?

Funciona melhor em PDFs legíveis, bem escaneados e com boa resolução.

Dá pra transformar PDF em Word no celular?

Sim, usando ferramentas online. Mas revisar no computador é mais confortável.

OCR é 100% preciso?

Não. Bons OCRs chegam perto, mas sempre exigem revisão humana.

Depois tem como transformar word em pdf no iphone?

Sim. Depois de editar no Word, você pode converter de volta no iPhone sem problemas.

E como transformar word em pdf no pc?

O próprio Word faz isso nativamente hoje em dia. Dá até mesmo pra usar a opção “imprimir em pdf”.

Conclusão

Saber como transformar pdf em word usando OCR é quase uma habilidade de sobrevivência digital. Não é perfeito, não é mágico, mas quando bem usado, economiza horas – e muita paciência. O segredo está em três coisas: entender se o PDF é imagem, usar OCR com as configurações certas e revisar com calma no Word

Seguindo esse fluxo, transformar pdf em word online deixa de ser um pesadelo e vira só mais uma tarefa resolvida no dia. E isso, convenhamos, já é uma grande vitória.

 

Tecnologia

Vivo abre crediário para vender celular

A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos

05/04/2026 12h30

Loja da operadora VIVO

Loja da operadora VIVO Divulgação

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A Telefônica Brasil, dona da Vivo, está adotando um mecanismo de vendas que é um velho conhecido do varejo nacional, mas, até então, era pouco explorado no universo das telecomunicações: o crediário. A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos (TVs, relógios, som, videogames e afins) nas suas lojas físicas e no aplicativo.

A medida tem como objetivo aumentar o volume e a variedade dos produtos vendidos, bem como ampliar o tíquete médio das vendas. Isso será possível atraindo os consumidores interessados em adquirir algum aparelho, mas que não têm cartão de crédito ou já esgotaram seu limite.

"Uma das maiores frustrações do consumidor é não ter crédito aprovado para fazer uma compra", diz o vice-presidente de inovação, Rodrigo Gruner. "Queremos permitir que o consumidor consiga comprar seu smartphone com a Vivo mesmo sem o cartão de crédito", complementa, citando que 95% das vendas dependem do cartão hoje em dia.

Quando um consumidor entrar na loja da Vivo, o vendedor já terá em mãos os seus limites de crédito pré-aprovados por meio da consulta do CPF ou número de telefone, aproveitando a base de dados de mais de 100 milhões de usuários da operadora. Com isso, poderá oferecer produtos que caibam no seu bolso.

A Vivo já tem uma receita líquida R$ 3,9 bilhões por ano com a venda de produtos na sua rede de 1,8 mil lojas e comércio eletrônico. Não é pouco. Trata-se de 13% do faturamento anual das Casas Bahia (R$ 29,2 bilhões) ou 10% da Magalu (R$ 38,7 bilhões), duas gigantes do varejo. Para 2026 em diante, a expectativa da operadora é ter um avanço "significativo" nas vendas graças à oferta do crediário, diz Gruner, que não abre metas de crescimento.

Segundo Gruner, será possível, inclusive, aproveitar a capilaridade da rede de lojas para abocanhar uma fatia do comércio das varejistas regionais - especialmente daquelas que estão sem caixa para manter um bom estoque de aparelhos. Em muitas cidades do interior, há poucas varejistas, e a loja da Vivo acaba sendo uma referência. "Esperamos aumentar nossa participação de mercado", frisa o vice-presidente.

No dia a dia, o crediário deve atender pessoas de menor renda a comprar o primeiro celular ou a trocar aparelhos defasados. Mas não só. A linha também deve servir para pessoas de maior poder aquisitivo interessadas em smartphones top de linha, cujos preços giram em torno de dois dígitos. "Muita gente não troca de aparelho por falta de crédito", cita Gruner.

No fim do dia, é esperado um estímulo para a renovação dos celulares. Hoje em dia, os consumidores trocam de aparelho a cada três anos, em média. No passado, esse giro acontecia em cerca de um ano e meio. "O ciclo de troca está mais longo", afirmou.

Fonte Nova

O crediário da operadora é baseado no seu braço de serviços financeiros, a Vivo Pay. A plataforma conta com recursos de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) subscrito pela Polígono Capital, uma joint venture do BTG Pactual com a Prisma. O Vivo Pay oferece empréstimo pessoal, antecipação de FGTS, consórcios, bem como seguros variados - aparelhos, vida e viagem. Desde o lançamento em 2020, já concedeu R$ 1,1 bilhão em crédito, gerando uma receita de R$ 488 milhões em 2025, alta de 5,9% perante 2024.

Assim, o crediário funcionará como uma nova fonte de receitas financeiras (os juros não são revelados), ao mesmo tempo em que ajudará a Vivo a vender produtos como seguros de aparelhos. "Hoje, 40% dos consumidores que adquirem um smartphone com a operadora também contratam seguro", conta Leandro Coelho, diretor do Vivo Pay.

Desde 2024, a Vivo recebeu do Banco Central (BC) licença para operar como Sociedade de Crédito Direto (SCD). Com isso, ficou autorizada a realizar operações de empréstimo e financiamento de forma direta, ou seja, sem a intermediação de um banco tradicional. Até então, a companhia contratava plataformas de terceiros, o chamado bank as a service.

Neste começo de ano, o Vivo Pay reabriu sua conta digital, que foi temporariamente suspensa para atualização da plataforma após a nova licença. Para os próximos meses, espera ampliar o portfólio de serviços e abrir linha de crédito para empresas.

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