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A energia do Tarô da semana entre 14 e 20 de setembro. Período de celebrar as vitórias e esforços

O Seis de Paus anuncia uma semana de vitórias, reconhecimento e confiança para celebrar os frutos do esforço e assumir o próprio valor. Depois de um período de lutas e persistência, conquistas começam a ganhar forma e a produzir resultados visíveis.

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Há momentos em que a vida nos coloca diante de uma pergunta aparentemente simples: somos capazes de reconhecer o nosso próprio valor antes que alguém venha reconhecê-lo por nós? O Seis de Paus chega esta semana trazendo essa reflexão.

É uma carta tradicionalmente associada à vitória, ao sucesso e à visibilidade, mas sua mensagem mais profunda talvez esteja menos no aplauso que vem de fora do que na capacidade de perceber, por dentro, o caminho que já foi percorrido.

Na imagem tradicional do Tarô, vemos uma figura que retorna de uma batalha sendo recebida e celebrada. Há ali a sensação de triunfo, de missão cumprida, de algo que finalmente deu certo depois de esforço e persistência.

Mas nem toda vitória precisa ser grandiosa aos olhos do mundo. Algumas das batalhas mais importantes acontecem em silêncio. Podem significar vencer uma insegurança, sustentar uma decisão difícil, abandonar uma dúvida antiga, concluir aquilo que parecia interminável ou simplesmente voltar a acreditar em si mesmo.

É por isso que o Seis de Paus pode falar de reconhecimento, mas não necessariamente de fama. Às vezes, o que chega é uma confirmação discreta: um elogio, uma resposta positiva, uma aprovação, um convite, uma oportunidade ou uma situação que finalmente começa a caminhar.

Pequenos acontecimentos podem adquirir um significado maior quando aparecem depois de um período em que foi preciso continuar sem qualquer garantia de resultado.

Existe, nessa carta, uma espécie de passagem entre o esforço invisível e aquilo que começa a ser percebido. Talentos podem encontrar espaço, projetos podem ganhar atenção e pessoas que vinham trabalhando nos bastidores podem ser chamadas para ocupar uma posição mais evidente. O que foi construído com dedicação deixa de passar despercebido.

Daí a frase que sintetiza uma de suas mensagens: “Seja excelente.”

Não como uma exigência de perfeição, mas como um convite para reconhecer aquilo que fazemos particularmente bem. Ninguém faz exatamente o que você faz da maneira como você faz. Cada pessoa possui habilidades, experiências, sensibilidades e uma combinação de características que não pode ser reproduzida. O Seis de Paus pede que isso seja assumido sem constrangimento.

Talvez você tenha aprendido, em algum momento, que chamar atenção demais poderia ser perigoso. Que era melhor não falar sobre as próprias qualidades, não ocupar muito espaço, não parecer pretensioso. Talvez tenha desenvolvido o hábito de diminuir uma conquista antes que alguém pudesse diminuí-la por você. Ou tenha evitado mostrar determinado talento por receio de provocar inveja, críticas ou desconforto.

O problema é quando a modéstia deixa de ser uma escolha e passa a ser uma forma de invisibilidade.

O Seis de Paus lembra que reconhecer uma capacidade não é o mesmo que acreditar ser superior. Falar sobre o próprio trabalho não significa desmerecer o trabalho alheio. Aceitar um elogio não é arrogância. Existe uma diferença importante entre vaidade e consciência do próprio valor.

A carta também pode nos fazer olhar para a maneira como buscamos aprovação. Ser reconhecido é agradável. Afinal, todos precisamos, em alguma medida, sentir que aquilo que fazemos é visto e tem significado. Mas existe uma diferença entre receber reconhecimento e depender dele.

Quando a autoestima passa a depender exclusivamente do olhar externo, o elogio se transforma em necessidade. Cada aprovação confirma o nosso valor por alguns instantes; cada silêncio pode parecer uma rejeição. A comparação cresce, e até a conquista de outra pessoa pode ser interpretada como uma ameaça à nossa própria importância.

Essa é a sombra do Seis de Paus: transformar a vitória em competição.

A carta propõe o movimento contrário. É possível celebrar uma conquista sem precisar ser melhor do que ninguém. É possível gostar de ser admirado sem transformar a admiração em medida de valor. É possível receber os aplausos quando eles chegam e, ainda assim, saber quem somos quando eles cessam.

Talvez essa seja uma das maiores maturidades sugeridas pelo Seis de Paus: não precisar diminuir a própria luz, mas também não precisar usá-la para ofuscar ninguém.

Na vida prática, a carta pode aparecer justamente quando é necessário ocupar um lugar que já foi conquistado. Apresentar uma ideia, falar sobre um projeto, pedir uma remuneração mais justa, rever os próprios preços, candidatar-se a uma posição, assumir uma liderança ou simplesmente dizer com clareza o que se pensa. Há momentos em que esperar que os outros percebam espontaneamente o nosso valor pode significar esperar tempo demais.

Isso não significa transformar a própria vida em uma vitrine. Significa não esconder aquilo que temos a oferecer.

O Seis de Paus também fala sobre a importância de reconhecer a própria trajetória. Talvez você esteja olhando apenas para aquilo que ainda falta e não consiga perceber o quanto já avançou.

Talvez esteja tão acostumado às próprias conquistas que já não as considere conquistas. Ou tenha colocado a régua tão alto que nenhum resultado parece suficiente.

A carta sugere uma pausa para olhar para trás.

Não para viver de glórias passadas, mas para compreender o que foi necessário atravessar até chegar aqui. Há uma diferença entre acomodar-se diante do que já foi conquistado e permitir-se reconhecer o caminho percorrido. Uma coisa interrompe o movimento; a outra devolve confiança para continuar.

Por isso, esta pode ser uma semana de pequenas vitórias que funcionam como sinais de confirmação. Não necessariamente o grande triunfo que muda tudo de uma vez, mas aquela sensação de que alguma coisa finalmente começa a responder.

Uma porta que se abre, uma conversa que avança, um trabalho que é valorizado, uma oportunidade que surge ou simplesmente a percepção íntima de que uma antiga insegurança já não tem o mesmo poder.

O Seis de Paus nos lembra que algumas vitórias precisam primeiro ser reconhecidas por nós para depois serem reconhecidas pelo mundo.

E talvez seja esse o verdadeiro sentido de “ser excelente”: não tentar corresponder a uma imagem ideal de perfeição, mas levar a sério aquilo que existe de singular em nós. Desenvolver nossos talentos. Dar forma ao que sabemos fazer. Permitir que nosso trabalho fale. E não pedir desculpas por ocupar o espaço que conquistamos.

No fim, a pergunta da carta não é apenas se os outros reconhecem você. É se você próprio consegue reconhecer a pessoa que se tornou depois de tudo o que atravessou. Porque há momentos em que o aplauso mais importante não vem da plateia. Vem de dentro.

No amor, o Seis de Paus traz magnetismo, confiança e reconhecimento. É uma carta que pode devolver entusiasmo às relações e favorecer uma retomada da admiração pelo parceiro e pela história construída a dois. As conquistas de um podem ser motivo de alegria para o outro, fortalecendo a parceria por meio de incentivo e orgulho mútuos.

Também pode haver mais disposição para tornar um vínculo visível, com encontros, convites, planos e demonstrações de afeto. Para os casais, o momento favorece olhar para o que deu certo, em vez de concentrar toda a atenção no que ainda precisa ser resolvido.

Mas o Seis de Paus pede cuidado com o ego. Amor não combina com competição para saber quem recebe mais atenção, quem é mais bem-sucedido ou quem está sempre certo. A carta faz uma pergunta importante: você quer ser admirado ou quer ser conhecido?

A admiração pode nascer da imagem que projetamos; a intimidade exige espaço para mostrar também inseguranças, limites e fragilidades.

Para quem está solteiro, o magnetismo aumenta e a semana favorece encontros, convites e novas aproximações. Alguém pode se interessar pela sua segurança e determinação, e mensagens ou sinais de interesse podem surgir com mais clareza.

Ainda assim, vale não confundir admiração com vínculo: o Seis de Paus pede discernimento para perceber quem se encanta apenas pelo seu brilho e quem realmente deseja conhecer você.

No trabalho, o Seis de Paus é uma carta de reconhecimento profissional. Pode indicar elogios, aprovação de um projeto, retorno positivo ou a percepção de que aquilo que você vem fazendo finalmente começa a ser notado. Para quem trabalhou muito tempo nos bastidores, uma ideia pode ganhar espaço, uma competência ser reconhecida ou uma nova oportunidade surgir.

Por isso, não é hora de esconder o que sabe fazer. A carta não recomenda arrogância, mas também não combina com falsa modéstia. Apresentar ideias, mostrar resultados e defender suas competências não é necessariamente autopromoção: é permitir que os outros enxerguem o que você construiu.

Para quem procura emprego, vale deixar claros seus diferenciais e experiências. Para quem já está trabalhando, pode surgir uma nova responsabilidade, posição de maior destaque ou oportunidade de liderança. E o reconhecimento também traz responsabilidade: quando passamos a ser vistos, nossas atitudes ganham mais impacto.

Liderar não significa centralizar tudo. Saber reconhecer quem ajudou a construir uma conquista também faz parte dela. No ambiente profissional, evite disputas desnecessárias e não sinta necessidade de provar que é melhor do que ninguém. O Seis de Paus lembra que reputação se constrói com consistência. Deixe que o trabalho fale por você.

Na vida financeira, o Seis de Paus fala de recompensas ligadas a esforço, competência e mérito. Pode indicar pagamento, bônus, aumento, novos clientes ou uma oportunidade de melhorar gradualmente a situação. A carta também convida a reconhecer o valor do próprio trabalho: saber cobrar, negociar e apresentar suas competências faz parte de uma troca equilibrada.

Para quem tem um projeto ou trabalha de forma autônoma, é uma boa semana para divulgar o que faz e mostrar resultados. Mas existe um alerta para não transformar a conquista em necessidade de ostentação. Gastar para impressionar ou sustentar uma imagem de sucesso pode comprometer justamente aquilo que foi construído.

Celebre a vitória, mas não precise prová-la.

Na carreira, o Seis de Paus favorece crescimento, reputação, autoridade e maior visibilidade. Ser mais observado pode abrir portas, especialmente para quem deseja uma promoção, uma mudança de área ou o reconhecimento de um trabalho que vinha sendo feito nos bastidores.

Quem busca novos caminhos pode descobrir que não precisa começar do zero. Experiências anteriores, quando vistas sob outra perspectiva, podem revelar competências valiosas. A carta recomenda identificar o que você aprendeu, os problemas que sabe resolver e aquilo que faz hoje melhor do que fazia antes.

Para quem deseja uma promoção, é importante tornar suas contribuições visíveis. Mostre resultados, apresente projetos e fale sobre seus objetivos. Esperar que os outros percebam espontaneamente tudo o que você fez nem sempre é a melhor estratégia.

O Seis de Paus também traz uma mensagem para quem se compara demais. Ele não pede que você vença a corrida de ninguém, apenas que reconheça o caminho que já percorreu. Quando olhamos o tempo todo para quem está à frente, esquecemos de perceber quantas batalhas já vencemos.

Sua mensagem é: continue avançando, mas sem transformar a vida numa disputa.

O verdadeiro triunfo do Seis de Paus não está em convencer os outros de que você venceu. Está em saber que avançou. Aceite os elogios, comemore suas conquistas e ocupe seu espaço, mas não se esqueça de tudo o que existia antes dos aplausos.

Toda vitória tem uma história que não aparece na fotografia.

Talvez a pergunta mais importante da semana seja: se ninguém estivesse olhando, você ainda reconheceria o valor do que fez?

Se a resposta for sim, existe uma força muito mais sólida por trás dessa vitória.

"A primeira e maior vitória é vencer a si mesmo; ser vencido por si mesmo é, de todas as coisas, a mais vergonhosa e vil." — Platão

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Diálogo

"Quem pensa que a disputa eleitoral terminou no dia 4 de outubro por..." Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (12)

12/10/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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José Saramago - Escritor português

"Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é só um dia mais”.

FELPUDA

Quem pensa que a disputa eleitoral terminou no dia 4 de outubro por essas bandas, está muito enganado. Com a polarização entre Flávio Bolsonaro e Lula, há quem garanta que o bicho promete pegar a partir de hoje, Dia de Nossa Senhora Aparecida. Dizem até que, pelo que se tem visto, serão muitos e muitos pedidos de intercessão da Santa para os dois candidatos. De um lado, os senadores eleitos Reinaldo Azambuja e Capitão Contar; do outro, Vander Loubet, Camila Jara e Fábio Trad. Pelo jeito, descanso mesmo, só depois do dia 25. E olhe lá!...

Diálogo

Devagar

Quem aguarda a ponte sobre o Rio Paraguai, peça-chave da Rota Bioceânica, não pode ter pressa. O corredor só deverá funcionar de fato em 2028. Ainda faltam das obras de estrutura aduaneira à papelada necessária para liberar a entrada e a saída de cargas entre os países da rota.

Martelo

Os aeroportos regionais de Bonito, Dourados e Três Lagoas devem entrar no contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília, cuja repactuação prevê leilão em dezembro. O pacote reúne terminais de Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Paraná e Bahia.

DiálogoRafaela Brighentti
DiálogoMaria Gal

Rolando

Nos bastidores de Brasília, rola a conversa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai indicar a sua ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, para ministra do Supremo Tribunal Federal (STF). O nome dela seria apresentado ao Senado ainda neste ano, para ocupar a vaga do ministro Luís Roberto Barroso.

Em falta

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, três deputados que buscavam a reeleição foram barrados: Junior Mochi (MDB), Lia Nogueira (PSDB) e Antonio Vaz (Republicanos). Mochi garante que não faltou empenho. Em 40 dias de campanha, rodou milhares de quilômetros pelo Estado, mas seus esforços não se converteram em votos suficientes. Nem sempre quem corre mais chega primeiro.

Baixas

Na Câmara dos Deputados, dois nomes de Mato Grosso do Sul ficaram sem mandato: Geraldo Resende (União Brasil) e Luiz Ovando (PP). Resende teve 31.714 votos e enxerga no resultado o avanço do voto ideológico no Estado. Para ele, o eleitor escolheu mais pela bandeira política do que por trajetória ou pelo trabalho parlamentar. Como dizem por aí: “Nem sempre o serviço prestado vale tanto quanto a camisa vestida”.

E?...

Como vão acelerar a operação tapa buracos, se nem mesmo deram conta de fazer a licitação do asfalto, hein?

ANIVERSARIANTES

 
  • Milvia Anna Tonissi Nasser,
  • Flávio Regis Wanderley,
  • Eva Elise dos Santos Bumlai (Neca),
  • Flávio Orsi Abdul Ahad,
  • Elenice Maricone Garcia Cardoso,
  • Claudia Gomes Gusman,
  • Horacio Porto Filho,
  • Ed Chaves de Oliveira,
  • Maria da Glória Alves da Silva,
  • Railson Vieira,
  • Scheila Kassar do Amaral,
  • Ronaldo José Severino de Lima,
  • Ana Concepcion de Andrade,
  • José Eduardo de Souza,
  • Flávio Shoji Miguita,
  • Antonia Zanario da Silva,
  • Sérgio Maidana da Silva,
  • Roberto Razuk Filho (Neno),
  • Sergio Rodrigues Diaz,
  • Edina Ferreira de Souza,
  • Marcus Paulo Ferreira da Silva,
  • Lucilene de Fátima Agustini Pineis,
  • Felipe Schinaider, 
  • Ana Beatriz Maiolino Volpe (Bia),
  • Mário Marcius Bacha,
  • Luiz Gustavo Cunha,
  • Jarina de Campos,
  • Eluid Josafat Lima,
  • Frederico Mezenga Vieira,
  • Edevaldo Soares Vilhagra,
  • Célio Evaristo de Oliveira,
  • Rose Mary dos Santos Fiúza,
  • Clodoaldo Soares Rodrigues,
  • Marcos Gonçalvez Nascimento,
  • Marina Rodrigues de Jesus,
  • Sueli Tereza Soares,
  • Daniel Vieira Lossavero,
  • Enzo Amaral,
  • José Airton Saraiva,
  • Sônia Zanuncio Martins,
  • José Divino de Souza,
  • Antonio Reginaldo Arakaki,
  • João Bosco da Silva,
  • Irineu Araujo Pael,
  • Alline Tomikawa,
  • Leonardo Saad Costa, 
  • Sebastião de Oliveira Barbosires,
  • Pedro Paulo Sperb Wanderley,
  • Dr. Jaime Balejo,
  • Dr. Euclides Lopes Martins,
  • Luiz Roberto Faria,
  • Sônia Prata Chacha,
  • Ana Paula Oliveira Capilé,
  • Dirce Loureiro Chioveti,
  • Marcos Antônio Capilé,
  • Daniella Bandeira,
  • Fabyo Luiz Assunção,
  • Dênis Ricardo Pedrosa,
  • Vanildo de Souza Leão,
  • Nadir Nogueira de Brito,
  • Regina Bittencourt,
  • Dra. Ana Paula Ribeiro Costa,
  • Taciana Albuquerque,
  • José Wilson Ramos Costa Junior,
  • Gabriela Neves,
  • Conrado Baptista,
  • Augusto Carlos Cabral da Silva,
  • José Tamarindo Melo,
  • Virlaine Bardella Lopes, 
  • Juno Paula Correa Paes,
  • Antonio Carlos de Novaes Filho,
  • Pamela Elena Oliveira de Souza,
  • Marco Antonio Girão D`Avila,
  • Gislaine de Araújo Alegre,
  • Nelma Barbosa Souza,
  • Carolina Ribeiro,
  • Inio Roberto Coalho,
  • Gilson Prazeres dos Santos,
  • Luciano Anechini Lara Leite,
  • Raimunda de Oliveira Ferreira,
  • Rôney Pini Caramit,
  • Sandra Priscila Nomura,
  • Donizete Aparecido Jacomelli,
  • Grisiela Cristine Aguiar Coelho,
  • Maria Mercedes Gonçalves de Souza,
  • Wagner de Oliveira Soares,
  • Adriano Muniz Rebello,
  • João Miguel Machado da Silva,
  • Margareth da Silva Coutinho,
  • Patricia Macedo de Queiroz,
  • Aurelio Vinicius Silva Marinho, 
  • Dr. Fábio Molinari,
  • Mauricio Serra Gigliotti,
  • José Carlos de Santana,
  • Jackeline Almeida Dorval,
  • Marco Antonio Pimentel dos Santos,
  • Andressa Hiraoka Pereira,
  • Leonardo Rupp Catarino,
  • Clodoaldo Marques,
  • José Armando Sangiuliano,
  • Danieli Aparecida Pedroso Marcondes,
  • José Laureano Ribeiro,
  • Diego Luiz Rojas Lube,
  • Agostinho Adair Gonçalves,
  • Eduardo Icasati,
  • Glaucirley Martins de Miranda,
  • Irene Maria dos Santos Almeida,
  • Nilza de Souza Jaffal,
  • Simone Aparecida Cabral de Amorim.
 
Colaborou Tatyane Gameiro

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NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris

"A mesa é um lugar muito simbólico para mim. É onde a gente recebe, celebra, conversa e cria memórias".

11/10/2026 18h30

NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris - Nauíra Cordeiro, Carol Bassi e Elisa Kovalski

NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris - Nauíra Cordeiro, Carol Bassi e Elisa Kovalski Foto: Divulgação

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Recentemente em Paris, na França, marca brasileira de design participou da 5ª edição da experiência promovida por Carol Bassi e propõe um olhar sobre a mesa como lugar de encontro, celebração e memória.

Durante a 5ª edição do Adore Paris, realizada em meio à Paris Fashion Week, a NG Home levou seu olhar sobre design, casa e o receber para um almoço no La Société, em Saint-Germain-des-Prés.

Conduzido por Elisa Kovalski e NG Home, o encontro partiu de um elemento cotidiano carregado de significado: a mesa.

Lugar onde famílias se encontram, celebrações acontecem, conversas se prolongam e decisões são tomadas, a mesa serviu como ponto de partida para uma experiência que aproximou design, comportamento e os rituais do receber.

DESIGN BRASILEIRO À MESA

Criada pela arquiteta Nauíra Cordeiro, a NG Home é uma marca brasileira de design autoral que explora as relações entre forma, matéria, função e os pequenos rituais da casa. No Adore Paris, esse olhar ganhou um novo cenário. A participação da marca foi construída não apenas a partir dos objetos apresentados, mas

dos diferentes detalhes que compuseram a experiência, da mesa ao gifting, reforçando uma visão em que o design participa da forma como um momento é vivido e lembrado.

NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris - Nauíra Cordeiro, Carol Bassi e Elisa Kovalski NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris - Divulgação

UM NOVO CENÁRIO PARA A NG HOME

A participação no Adore Paris insere o design da NG Home em uma programação que transitou por moda, arte, cultura, gastronomia e lifestyle, criando um novo contexto para apresentar o repertório da marca brasileira. Para Nauíra, a experiência também reforça uma ideia presente desde a criação da NG Home: objetos ganham significado pela maneira como passam a participar da vida dentro de casa.

“A mesa é um lugar muito simbólico para mim. É onde a gente recebe, celebra, conversa e cria memórias. Poder levar um pouco do olhar da NG para uma mesa em Paris e, depois, fazer com que cada convidada levasse um detalhe dela para casa tornou essa experiência ainda mais especial.” — Nauíra Cordeiro, arquiteta e fundadora da NG Home.

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