Cidades

ATUALIZAÇÃO

A cada três testes de coronavírus, um é positivo em Mato Grosso do Sul

Estado registrou novos 638 casos e 15 mortes pela doença nas últimas 24 horas

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Dados são da Secretária de Estado de Saúde (SES), divulgados na manhã desta terça-feira (29) e mostram que a cada três sul-mato-grossenses que realizam o teste da doença, um é confirmado.

A taxa de contágio teve uma leve queda nas últimas 24 horas, de 1,4% passou para 1,2%. De acordo com o secretário da SES, Geraldo Resende, para o declínio acontecer é necessário que a queda seja maior e que a taxa fique abaixo de 1%.

“A doença ainda não está controlada. A desaceleração se deu em um patamar muito elevado, o que nos preocupa pela décima semana consecutiva da pandemia”, declarou Resende.

As novas máquinas operando no Lacen-MS permitiram queda relativa nas amostras em espera por análise. Hoje o número alcançou os 781, menor média já registrada de acordo com Resende.

Já os casos sem encerramento pelos municípios são 3.222. Foram 638 novos casos do coronavírus nas últimas 24h no Estado.

Das 68.963 notificações desde o início da pandemia, 62.106 estão recuperados; 5.102 em isolamento domiciliar; e 462 internados, 2 deles de outros estados e não contabilizados como casos de Mato Grosso do Sul.

Campo Grande, com novos 230 notificações, chega a 30.326 infectados.

Óbitos

A média móvel de óbitos aumentou, são 14,6 mortes por dia no Estado. No boletim epidemiológico de hoje, foram notificados mais 15 mortes, totalizando 1.293 vítimas.

Das 15, 8 foram em Campo Grande, com idades entre 57 e 85 anos. Bela Vista teve duas mortes, pacientes de 63 e 79 anos.

Dourados, Corumbá, Cassilândia, Cassilândia e Guia Lopes da Laguna tiveram uma morte cada, com idades entre 49 e 93 anos.

ACIDENTE

Batida frontal entre carro e ônibus de viagem deixa 2 mortos em rodovia de MS

O motorista do carro de passeio e um passageiro do ônibus foram as vítimas fatais

10/05/2026 14h45

Ônibus da empresa Viação Total viajava de Brasília (DF) e ia em direção à Campo Grande

Ônibus da empresa Viação Total viajava de Brasília (DF) e ia em direção à Campo Grande Crédito: In Foco MS

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Por volta das 5h30 deste domingo (10), um acidente grave entre um ônibus de viagem e um carro deixou duas pessoas mortas e 13 feridas. O sinistro ocorreu na BR-060, entre o município de Camapuã e o Posto São Pedro. Equipes de resgate da região atuaram no local. 

De acordo com o boletim de ocorrência, o ônibus da empresa Viação Total, que fazia a linha Brasília (DF) - Campo Grande, trafegava regularmente pela rodovia, quando o carro, que seguia em sentido contrário, invadiu a contramão e colidiu frontalmente contra o coletivo. Após a colisão, o ônibus perdeu o controle, saiu da pista de rolamento e tombou em meio à vegetação às margens da rodovia.

Devido ao forte impacto, o motorista do Volkswagen Golf, identificado como Douglas do Carmo Nunes, de 33 anos, ficou preso às ferragens do veículo e faleceu no local. Giledenedo Dias Souza, de 61 anos, era passageiro do ônibus e também morreu no acidente.

Ao todo, 11 passageiros foram socorridos e encaminhados para atendimento médico no município de Camapuã, além do acompanhante do veículo de passeio. O motorista do ônibus, identificado como Alexandre Gomes Goes, teve que ser transferido para Campo Grande em razão da gravidade das lesões sofridas.

Os demais passageiros do coletivo que não necessitaram de atendimento médico prosseguiram com a viagem em outro ônibus da mesma empresa, o qual realizava o mesmo itinerário e trafegava logo atrás do veículo acidentado.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e ambulâncias de Camapuã atuaram no socorro às vítimas, juntamente com o Corpo de Bombeiros de São Gabriel do Oeste. 

A mobilização envolveu médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e motoristas, que trabalharam em conjunto para prestar os primeiros socorros e realizar o transporte dos feridos. 

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CIDADE MORENA

'Pitbulls à solta' fazem nova vítima e voltam a tirar a paz de moradores; vídeos

Com animais mortos pelo casal de cães de grande porte, população sofrimento vivido nas "mãos" - ou melhor, patas - de um casal de "pitbulls" soltos em Campo Grande

10/05/2026 11h29

Cães apresentam inclusive a mesma pelagem dos casos registrados em meados de setembro do ano passado, tratando-se de um cão preto com mancha branca ao redor do pescoço e um segundo todo marrom. 

Cães apresentam inclusive a mesma pelagem dos casos registrados em meados de setembro do ano passado, tratando-se de um cão preto com mancha branca ao redor do pescoço e um segundo todo marrom.  Reprodução

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Menos de um ano desde o último registro, os moradores do Portal Caiobá em Campo Grande "perderam" novamente a paz recentemente graças ao retorno de um casal de pit bulls que ficam à solta pelas ruas do bairro, avançando tanto em moradores quanto em animais de menor porte que acabam vítimas na boca desses cachorros. 

Mais especificamente na região do Riviera Park, a localidade que já traz dificuldades aos moradores pela falta de infraestrutura, graças às ruas que ainda não possuem pavimentação, agora traz novamente a preocupação com dois cães de grande porte que ficam à solta pelas ruas do bairro. 

Como relata uma denunciante ao Correio do Estado, os moradores locais viveram um breve período de paz ao perceberem que, aparentemente, os possíveis donos teriam saído de mudança do local, uma vez que a residência em questão teria sido reformada, com a instalação de um novo portão fechado.  

Nota-se, pelos vídeos registrados recentemente, que os cães apresentam inclusive a mesma pelagem dos casos registrados em meados de setembro do ano passado, tratando-se de um cão preto com mancha branca ao redor do pescoço e um segundo todo marrom. 

"Pensamos que, se os pitbulls estivessem lá dentro eles estariam trancados. Mas eles haviam levado os animais embora... e agora isso, acabaram de matar outro cachorrinho e na sexta-feira (08), à tarde, já haviam matado um primeiro na rua", diz a moradora.

Segundo ela, os vídeos voltaram a circular nos grupos dos moradores locais, seguido de relatos de novas vítimas do casal de pit bulls. 

"Além do barro, porque nosso bairro não é asfaltado, então está impossível andar nessas ruas. Tem uma vizinha que só anda a pé, uma senhora, e como faz para andar assim com um cachorro solto que é agressivo", questiona. 

Relembre

Ao fim de agosto de 2025 os moradores do Portal Caiobá se uniram em denúncia, por não suportarem mais o sofrimento vivido nas "mãos" - ou melhor, patas - de um casal de "pit bulls" soltos quando os donos saíam para trabalhar. 

Com um "passeio" pelo bairro que sempre acabava com ataques a outros cães e forçando a população local a se proteger como podem, as gravações que circulavam deixavam claro o perigo constante na altura do número 107 da rua Antônio Garcia dos Santos Medeiros.

À época, ao Correio do Estado, os moradores já evidenciaram esse comportamento dos vizinhos que costumam "se mudar e reaparecer", indo e voltando da residência com certa frequência. 

Como a Antônio Garcia dos Santos Medeiros trata-se de uma rua curta, os moradores se encontram à deriva e as crianças já não podem sequer brincar no trecho, o que costumava ser rotineiro há alguns meses. 

Tendo a realidade cotidiana alterada para uma espécie de pesadelo, os locais relembram inclusive uma noite de tristeza, quando ao apagar das luzes os "pit bulls" arrastaram um cachorro menor para o mato para mais um ataque. 

Nesta noite, devido à falta de visibilidade, o resgate ao animal em questão foi inviável, restando aos moradores deitar a cabeça no travesseiro enquanto escutavam os gritos do animal que estava sendo morto pelos dois cachorros. 

Classificando a situação como "insustentável", os vizinhos que se organizam em um grupo do bairro se dizem todos "aterrorizados", esperando que uma situação para o problema apareça o quanto antes. 

Conforme denúncia, a situação desses cachorros que são muito agressivos já foi comunicada inclusive à polícia que, por sua, vez repassou aos moradores que nada poderia fazer, enquanto o próprio Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) afirma que não pode "levar os 'pit bulls'" sem um flagrante desses animais soltos. 

Como consta na legislação brasileira, tutores são responsabilizados caso não cumpram com suas obrigações de cuidado e vigilância, como previsto no artigo 32 da Lei nº 9.605/98. 

Esse texto específico trata dos crimes ambientais e tipifica como crime maus-tratos contra animais, prevendo pena de detenção que varia de 3 meses a 1 ano e multa, além de prever agravantes em caso de morte do animal.

Além disso, o artigo 936 do Código Civil também estabelece que o proprietário do animal é responsável pelos danos causados por ele, quando não tomados os cuidados necessários.

Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista, a Decat, que atende casos de maus-tratos com animais, fica localizada na rua 07 de setembro nº 2.421, atendendo pelos telefones (67) 99626-4741 / 99940-4644 / 3325-2567 / 3382-9271 

 

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