Cidades

Cidades

A+ A-

Acordo permite que famílias de civis fiquem em Forte Coimbra

Acordo permite que famílias de civis fiquem em Forte Coimbra

SÍLVIO ANDRADE, CORUMBÁ

05/02/2010 - 02h36
Continue lendo...

A polêmica decisão do Exército de retirar as famílias de civis que residem no entorno do Forte Coimbra, distrito de Corumbá situado na tríplice fronteira com a Bolívia e o Paraguai, está definitivamente encerrada. O Ministério Público Federal (MPF), que interviu no caso, anunciou um acordo com o Ministério da Defesa e a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) para manutenção dos civis na área. Com base em uma lei federal de dezembro de 2006, que previa a desocupação de terras da União invadidas, o Exército pretendia transferir as 75 famílias de civis para uma área urbana de Corumbá. Este fato gerou reação dos moradores da histórica fortaleza, a maioria descendente de militares que lutaram na Guerra do Paraguai ou chegaram ali a partir da década de 30 do século passado. “Não é o Exército que decidiu retirar estas famílias de Coimbra. Existe uma lei e nossa instituição, calcada na hierarquia e na disciplina, não poderia, de forma alguma, descumpri-la”, argumentou, a época, o então o comandante da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira, general- de-brigada José Carlos dos Santos. Ele chegou a avaliar com a prefeitura, em 2007, algumas áreas para assentar as famílias. A remoção dos civis, muitos dos quais vivem da pesca ou têm pequenos negócios, como mercearias, aluguel de barcos e pousadas, perdeu seu impacto inicial com a intervenção do MPF. O procurador da República Carlos Alberto Prola entrou com uma ação questionando a medida, considerada unilateral pelos moradores, levando em conta que o Exército, no passado, autorizou a fixação das famílias por meio de concessão, não caracterizando invasão. A primeira tentativa de remover as famílias de civis ocorreu em 2002, depois que a maioria não aceitou uma tentativa de regularização das moradias pelo Exército. Em outras épocas, como em 1993, novas ocupações foram proibidas. Na década de 90, o comandante da guarnição militar na fortificação ditou regras aos civis, inclusive toque de recolher. A harmonia entre militares e civis, no entanto, sempre prevaleceu. Urbanização Pelo acordo firmado, a regularização da vila civil será efetivada por meio de Concessão de Direito Real de Uso Resolúvel, individual ou coletivamente, a cargo da SPU. Além da garantia de permanência na fortificação, os moradores serão beneficiados com um programa habitacional, com recursos federais, para recuperação e melhoria das casas, algumas ainda de pau-a-pique ou de madeira. O programa prevê, ainda, implantação de equipamentos públicos, urbanização e saneamento básico, bem como a concessão de financiamento para construção de novas moradias. O Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), que tombou o Forte Coimbra em 1975, e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) vão se pronunciar sobre a adequação destas habitações.

Alarmante!

MS registra duas mortes por síndrome respiratória, totalizando 141 óbitos em 2024

Segundo os dados, houve um aumento de 267 casos na última semana.

24/04/2024 17h47

Foto: Arquivo/

Continue Lendo...

Nesta semana foram registradas duas mortes por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) em Mato Grosso do Sul. De acordo com o boletim divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) de hoje (24), até o momento foram  registrados 141 óbitos da doença somente em 2024. 

Segundo o levantamento da SAS, foram contabilizados 1741 casos de SRAG. Os números representam uma queda acentuada em comparação ao último relatório. No entanto, a secretaria relata que os números podem aumentar devido à sazonalidade da doença. Os casos podem subir nas próximas semanas.

Na última semana, foram 1.650 casos de SRAG confirmados em Mato Grosso do sul, com 139 mortes pela doença. Há duas semanas, eram 1.383 casos, com 121 mortes, ou seja, houve um salto de 267 casos a mais de uma semana para a outra

A cidade com maior caso da doença é Campo Grande, com 857 casos registrados, com 61 mortes. A letalidade da doença na capital de Mato Grosso do Sul é de 7,1%. 

Logo mais abaixo Corumbá com 127 casos, seguidos por Ponta Porã com 80 casos e Dourados 67 registros. 


Causadores da síndrome SRAG 

Conforme os especialistas, os causadores do SRAG são os SARS-CoV-2, vírus da família dos coronavírus, responsáveis por 43,2% dos diagnósticos. Logo atrás vem o rinovírus, com 25,9% dos casos, e o vírus sincicial respiratório, com 17,7% dos casos. Os demais casos de doenças respiratórias se dividem entre diferentes tipos de Influenza e outros vírus.

 

 Assine o Correio do Estado.

Cidades

Mato Grosso do Sul volta a zerar número de mortes por Covid-19

Apenas 29 casos foram registrados na última semana

24/04/2024 17h40

Reprodução

Continue Lendo...

Nenhum óbito em decorrência da Covid-19 foi registrado nos últimos sete dias em Mato Grosso do Sul, segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES), divulgado semanalmente. Os números foram zerados pela segunda vez no ano, já que na semana terminada em 14 de fevereiro também não foi notificada nenhuma morte.

Além das mortes zeradas, outro dado chama a atenção: apenas 29 casos foram confirmados no período.

Desde o início do ano, 61 pessoas morreram de Covid-19 em Mato Grosso do Sul, e 9.013 casos foram confirmados.

Sintomas da Covid-19

É possível que o cidadão esteja infectado com o vírus da Covid-19 caso apresente os seguintes sintomas:

  • Febre
  • Tosse seca
  • Perda do olfato
  • Perda do paladar
  • Falta de ar
  • Dificuldade para respirar
  • Dor ou pressão do peito

Transmissão

O meio de transmissão da Covid-19 se dá por inalação ou contato com gotículas de saliva, secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Portanto, a transmissão pode ocorrer por meio de:

  • Tosse
  • Espirro
  • Catarro
  • Apertos de mão
  • Contato pessoal próximo
  • Contato com objetos contaminados

Prevenção

Existem inúmeras formas de se prevenir o contágio e proliferação da Covid-19. Confira:

  • Vacinação contra Covid-19
  • Uso de máscara
  • Uso de álcool gel
  • Lavagem das mãos com água e sabão
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca
  • Não compartilhar objetos pessoais
  • Ventilar ambientes
  • Evitar aglomerações e espaços fechados

Assine o Correio do Estado. 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).