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Após recomendação, Hospital do Câncer muda gestão fiscal

Auditoria externa pedida pelo Ministério Público de MS relatou má gestão dos recursos pela Fundação que gere o HCAA; entidade nega improbidade financeira

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Em 2022, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) iniciou uma série de recomendações à Fundação Carmem Prudente de MS (FCPMS), que gere as contas do Hospital do Câncer Alfredo Abraão (HCAA), a fim de solucionar possíveis problemas na prestação de contas da entidade, uma vez que os registros financeiros da fundação “não se encontravam formalmente de acordo com a técnica contábil vigente”. 

Sendo assim, foi instaurado o Procedimento Administrativo pelo MPMS, para que a fundação apresentasse a Prestação de Contas do Exercício de 2021 para o órgão, o que só foi feito, como consta no processo administrativo, em novembro de 2022, meses após o pedido realizado em março do mesmo ano. 

Em julho de 2022, a fundação solicitou mais prazo para o envio do material, alegando que foi vítima de uma “invasão de hackers nos servidores do Hospital”, no dia 20 de maio de 2021, o que corrompeu o banco de dados do Sistema Contábil, que “ocasionou a perda de dados dos meses de janeiro a abril/2021, demandando muito tempo e trabalho na recomposição dos arquivos”. 

No relatório de análise de prestação de contas da fundação, feito por uma auditoria particular solicitada pelo MPMS, foi informado outras análises feitas através de auditorias independentes entre 2016 e 2020, já apontavam ressalvas a respeito da eficiência da gestão da entidade, em “setores essenciais e que implicam em perdas de recursos”. 

O documento informa ainda que os problemas referidos eram de “falta de efetivo controle de estoques, falta de controle do setor de faturamento e falta de controle do ativo imobilizado, o que gera incerteza e restringe a transparência de sua escrituração contábil”. 

O sistema de controle de empréstimos de medicamentos, por exemplo, feito entre as unidades de saúde de Campo Grande e o Hospital do Câncer, eram feitos em planilhas de Excel, o que, segundo a auditoria, era uma forma de controle superficial e que não atendia as condições de controle eficiente dos medicamentos, sendo assim, a auditoria não conseguiu avaliar e mensurar a os ajustes e reflexos nas demonstrações contáveis da entidade. 

Além disso, também foi relatado que a fundação não possuía um sistema de controle físico adequado do ativo imobilizado, o que “impossibilitou a verificação”. 

No relatório, há a informação de que os gestores do HCAA estavam implantando um novo sistema para ter controles mais eficientes da contabilidade, no entanto, só estaria em total funcionamento em 2023.

Também foi apontado que a fundação apresentou um plano de ação “visando corrigir todos os problemas apontados pela auditoria externa”, mas que todas as datas ajustadas para essa implementação estavam ultrapassadas. 

“Foram indicadas as justificativas de atraso na implantação dos sistemas de controle, que ratificam a ineficiência da gestão, pois há clara falta de sinergia entre os setores da fundação, a qual permanece sem ser equacionada. Assim, os gestores em vez de alinharem a correção e a troca de informações entre os setores da entidade, seguem sem resolver o problema”, aponta o documento. 

O relatório ressalta uma “falta de eficiência” nos controles financeiros da fundação, o que, de acordo com o levantamento, resultava na perda de recursos de forma recorrente e falta de confiabilidade na escrituração contábil. 

Entretanto, a fundação, gestora do Hospital do Câncer, nega que houve má gestão ou improbidade financeira, alegando que as recomendações oficiadas pelo MPMS foram atendidas e se referem a gestão administrativa. 

Em nota, a HCPMS aponta que a maior parte das recomendações do MPMS dependiam da implantação de novo sistema de informática, o MV SOUL, que teve uma adesão gradativa, e atualmente opera plenamente com interface junto aos órgãos de auditoria interna. 

“Desta forma, dentre os principais apontamentos do MPMS estavam a necessidade de interface informatizada entre fluxo físico, da parte contábil e de faturamento, diretamente via sistema aos órgãos de controle. Algumas etapas estavam defasadas e em 2021 eram realizadas manualmente pelo HCAA, antecedendo ao sistema SOUL MV. Desde então houve a modernização com a informatização e realização da integração do sistema MV em todas as fases dos processos/fluxos”, informa a fundação. 

A organização também esclarece que foi acatado integralmente a recomendação de mudança na contabilização do faturamento do hospital.

“Houve reunião com outra entidade hospitalar filantrópica, que é a maior do Estado, a qual nós visitamos para que pudéssemos implantar o mesmo sistema/fluxo, que lá já está aceito e operacionalizado”, relata em nota. 

Dessa forma, o hospital aponta que houve um consenso e a auditoria independente avaliou novamente o hospital, validando integralmente o novo fluxo.

O Ministério Público apresentou novas recomendações à entidade, para que a fundação apresente o relatório circunstanciado trimestral com informações do cronograma de execução do plano de ação de 30 de dezembro de 2023, um plano para implementar a integração do sistema MS ao sistema do Ministério da Saúde (SISCAN) e fluxo adequado para controle de faturamentos não recebidos ou recusados. 

De acordo com o balanço patrimonial, em 2021 a fundação teve um déficit de R$ 13.779.043,44 e em 2022, o resultado foi de superavit de R$ 3.322.368,09.

SAIBA

O HCAA oferece atendimentos de exames laboratoriais e de imagens, farmácia, quimioterapias, radioterapias, possui 75 leitos de enfermarias clínicas e cirúrgicas, pronto atendimento, UTI, entre outros, e 16 consultórios para atender os pacientes. 

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Acidente Fatal

Menino morre após sofrer descarga elétrica no dia em que completava 3 anos em MS

Salomão Eduardo Rodrigues foi encontrado caído próximo a um galinheiro, em contato com um fio de energia elétrica que estaria solto na propriedade rural.

20/09/2026 14h19

Salomão Eduardo Rodrigues foi levado ao Hospital de Pequeno Porte de Nioaque após sofrer a descarga elétrica, mas não resistiu.

Salomão Eduardo Rodrigues foi levado ao Hospital de Pequeno Porte de Nioaque após sofrer a descarga elétrica, mas não resistiu. Foto: Divulgação.

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Um menino morreu após sofrer uma descarga elétrica na manhã deste domingo (20), em uma fazenda na área rural de Nioaque, na região sudoeste de Mato Grosso do Sul. Salomão Eduardo Rodrigues completava três anos justamente neste domingo, mesmo dia em que ocorreu o acidente.

O caso aconteceu em uma propriedade rural localizada na região conhecida como Morrinho. Após os familiares perceberem o desaparecimento da criança e iniciarem buscas pela propriedade, Salomão foi encontrado caído na porta de um galinheiro, em contato com um fio de energia elétrica que estaria solto.

Depois de ser encontrado, o menino foi levado às pressas para o Hospital Municipal de Nioaque. A criança chegou à unidade por volta das 8h30, mas não resistiu. O óbito foi confirmado pela equipe médica.

Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionadas para atender a ocorrência. Diante das circunstâncias em que Salomão foi encontrado, a Polícia Civil solicitou a realização de perícia para auxiliar no esclarecimento do caso.

O trabalho pericial deverá verificar, entre outros pontos, a origem do fio de energia elétrica e as condições em que ele se encontrava no momento do acidente. A apuração também deverá esclarecer como ocorreu o contato da criança com a fiação.

A perícia deverá apontar ainda se havia alguma falha na instalação elétrica da propriedade que possa ter contribuído para a descarga. As circunstâncias exatas, no entanto, dependerão da conclusão dos trabalhos periciais.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil. O laudo pericial deverá ajudar a estabelecer oficialmente as circunstâncias da morte de Salomão Eduardo Rodrigues.

CAMPO GRANDE

Cinemark de Campo Grande prepara semana com ingressos de 12 a R$39,50

3ª edição do Super Voucher abre amanhã (21) abre de segunda (21) até domingo (27) prazo para compra de entradas que podem ser usadas em até 30 dias

20/09/2026 13h30

Nesse período de duração da validade dos ingressos há grandes produções em cartaz

Nesse período de duração da validade dos ingressos há grandes produções em cartaz Divulgação

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Amantes da sétima arte que perderam a última Semana do Cinema têm uma nova chance de acompanhar um bom filme "no precinho", com a terceira edição do Super Voucher Cinemark, que libera bilhetes a partir de R$12 que podem ser usados em até um mês após a compra. 

Representando cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema, a Rede Cinemark conta atualmente com 640 salas de cinema em 88 complexos distribuídos por 47 cidades, em 15 estados e no Distrito Federal. 

Porém, é importante frisar que, para Mato Grosso do Sul, apenas as salas que estão localizadas no Shopping Campo Grande são consideradas válidas nesta 3ª edição do Super Voucher Cinemark. 

Ou seja, como as vendas acontecem exclusivamente pelo site da Cinemark (acesse CLICANDO AQUI), mesmo quem mora no interior do Estado pode aproveitar até domingo (27) para adquirir um ingresso para o filme que deseja ver, uma vez que o prazo de 30 dias para usufruir do direito fica aberto a partir do momento da compra. 

Graças à iniciativa idealizada pela Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), os cinéfilos de todo o País podem aproveitar duas vezes por ano o incentivo que aparece com intuito de fomentar a ida e retorno do público ao cinema. 

Pensada após a pandemia, a Semana do Cinema alcançou sua oitava edição em fevereiro deste ano, quando os amantes da sétima arte puderam apreciar obras em cartaz, como "O Agente Secreto"; "Avatar: Fogo e Cinzas"; "Marty Supreme" e outros, com um preço bem mais em conta que o convencional. 

Cinema "no precinho"

Nesse mesmo sentido aparece agora também o Super Voucher Cinemark, que em sua terceira edição conta com títulos na programação que possuem grande potencial de atrair o público, com opções de entradas que vão de R$12 até R$39,50. 

Sem qualquer quantidade mínima de compra, os vouchers ficam organizados nas seguintes categorias: 

  • R$ 12 | ingresso 2D, válido de segunda a quinta-feira;
  • R$ 19,50 | ingresso 2D, válido para todos os dias da semana;
  • R$ 39,50 | ingresso 2D, válido para todos os dias da semana, com Combo Pequeno (pipoca + bebida).

Justamente nesse período de duração da validade dos ingressos há grandes produções em cartaz, como o novo título da saga "Resident Evil", continuando a adaptação da franquia da japonesa Capcom que, apesar da curiosidade de vir na sequência d'O Capítulo Final, lançado em 2017, já aparece com boas avaliações e aprovação pela crítica especializada. 

A lista ainda é composta por "Vingadores: Ultimato Encore", que mais do que uma "volta nostálgica" ao filme original de 2019, chega nos cinemas trazendo uma introdução especial e até mesmo material inédito com conteúdos originais ligados, por exemplo, ao Doutor Destino. 

Conforme indicado já pela própria equipe responsável, "Vingadores: Ultimato Encore" virá com aproximadamente quatro minutos a mais do que o corte original, alcançando agora a marca de três horas e cinco minutos de duração. 

Para aqueles que querem distância dos "blockbusters" de heróis há opções mais "adultas", como o terror psicológico "Verity", adaptação do best-seller escrito por Colleen Hoover que traz Anne Hathaway e Dakota Johnson no elenco. 

Ou então, quem prefere o bom e velho cinema nacional também pode se deliciar com mais uma obra dos personagens Cláudio e Helena, eternizados por Tony Ramos e Glória Pires, que retornam para o terceiro filme da saga. 

Entre os filmes que estarão em cartaz também cabe destacar as produções: “Coyote vs. Acme”; “Homem-Aranha: Um Novo Dia” e “Minha Melhor Amiga”.

Através do site da Cinemark, as compras devem ser feitas exclusivamente por cartão de crédito, com limite máximo de 8 vouchers por transação. Haverá ainda incidência de 10% de taxa de conveniência sobre o valor total da compra. 

Também cabe destacar que esses vouchers não se aplicam para as salas Prime, XD, IMAX e Bistrô, nem para as poltronas D-BOX. 
 

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