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Autoescolas tentam reverter no STF regras que baratearam a CNH

Representantes do setor irão recorrer ao Supremo Tribunal Federal com um recurso que solicita a derrubada da resolução

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Após a resolução que tira a obrigatoriedade de passar pela autoescola para obter a Carteira Nacional de Habilitação, entidades que representam autoescolas vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Conforme noticiado pelo Correio do Estado, a nova norma, aprovada na segunda-feira (1°) pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), diminui a quantidade de horas/aula e oferece gratuitamente o curso teórico a distância (EaD).

Diante da crise que pode ser gerada ao setor, a Federação das Autoescolas (Feneauto) pretende apresentar ao STF um recurso e, no Congresso Nacional, um projeto para derrubar a resolução aprovada por unanimidade pelo Contran.

O presidente da Federação Nacional das Autoescolas (Feneauto), Ygor Valença, informou por meio de nota que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) irá questionar as novas regras.

Derrubada da resolução

A Feneauto, em conjunto com entidades estaduais, afirmou que, assim que a ideia foi sugerida, procurou a Câmara dos Deputados e vai apresentar um projeto de decreto legislativo para alinhar uma legislação que atenda ao interesse da categoria e estabeleça normas.

"Defendemos um modelo moderno, seguro, acessível e alinhado ao interesse público — mas jamais um modelo improvisado, inseguro e construído sem diálogo", afirmou.

Alto custo da CNH

O governo federal, com a alteração, busca atender cerca de 20 milhões de brasileiros que dirigem sem habilitação e outros 30 milhões que estão na idade, mas não conseguem tirar a carteira devido ao alto custo.

Com o novo modelo, a expectativa é reduzir em até 80% o valor total para obter a habilitação.

“Atropelaram limites”

A Feneauto se manifestou por meio de nota e afirmou que o Ministério dos Transportes, com a decisão, “atropelou os trâmites”, convocando o Contran para decidir, em uma rápida reunião, o teor da resolução.

"Novamente, não houve diálogo, transparência ou sequer aviso prévio ao setor que há 28 anos cumpre uma função delegada pelo próprio Estado", aponta.

No entendimento da federação, a minuta da resolução, incluída no sistema do Contran na segunda-feira, não foi encaminhada com antecedência para os ministérios que compõem o conselho.

** Com informações do Estadão Conteúdo

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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