Cidades

auxílio

Beneficiários do auxílio do Estado devem ter cadastro e crianças na escola

Mais Social vai utilizar dados do CadÚnico e terá critérios para participação

Continue lendo...

A seleção de beneficiários do programa Mais Social, do governo de Mato Grosso do Sul, será feita por meio do Cadastro Único (CadÚnico), do governo federal. A

lém disso, de acordo com a Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), entre os critérios para receber o auxílio de R$ 200 estão ter renda familiar inferior a meio salário mínimo e manter as crianças matriculadas e com frequência regular na escola. Outro ponto importante do projeto é que famílias com idosos terão prioridade no acesso ao programa.

“Os beneficiários serão definidos conforme os que estiverem cadastrados no CadÚnico, não será preciso se deslocar porque nossas equipes vão até os endereços cadastrados para verificar a real situação dessa família”, afirma a titular da Sedhast, Elisa Cleia Nobre.

Cartão

O portador do benefício terá direito a um cartão e diversos estabelecimentos comerciais em todo o Estado estarão credenciados para receber os pagamentos de forma digital. As famílias atendidas poderão utilizar o valor para a compra de alimentos e produtos de higiene pessoal.  

De acordo com o projeto de lei, fica proibida a compra de bebidas alcoólicas e produtos à base de tabaco, sob pena de exclusão.  

Mais de 100 mil famílias serão contempladas com o novo programa de renda, que tem o objetivo de garantir a dignidade e alimentação adequada a famílias de baixa renda, afetadas pela pandemia da Covid-19.

Últimas notícias

“Esse benefício vem em um momento muito importante para tentar garantir o mínimo para a subsistência de pessoas que estão sem fonte de recurso, e a tendência é de que a movimentação aconteça nos setores de alimentação, enquanto estamos fazendo restrições, as vendas caem muito e empresas não conseguem vender, acumulando dívidas, todas essas iniciativas são muito importantes para a economia”, explicou o secretário estadual de Infraestrutura, Eduardo Riedel, que participou do planejamento do programa social.  

O programa de segurança alimentar começou a ser planejado após o fim do auxílio emergencial, que foi a principal ou única renda de cerca de 860 mil beneficiários em Mato Grosso do Sul. Segundo a Caixa, foram R$ 3,5 bilhões disponibilizados para a população do Estado.  

“Não existe só uma crise sanitária. Há também uma crise econômica. E estamos trabalhando não só para proteger vidas, mas para diminuir o impacto social desta doença na vida das pessoas”, afirmou o secretário Eduardo Riedel.  

A secretária de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho, Elisa Cleia Nobre, explicou que o programa Mais Social deve iniciar o pagamento a partir de maio e tem como objetivo atender as famílias mais afetadas pela pandemia.  

“Esse programa foi pensado por causa da pandemia, tivemos um grande aumento de famílias em vulnerabilidade social extrema, recebemos inúmeros pedidos de cestas básicas, notamos que uma das necessidades da população tem sido por alimentos, provavelmente a partir de maio as famílias começarão a receber o benefício”, destacou.

Ao contrário do auxílio emergencial do governo federal, o novo programa social terá caráter permanente, os repasses continuarão mesmo depois que a pandemia for controlada.

Ao todo, o alcance do programa pode chegar a 100 mil famílias em situação de vulnerabilidade social e a previsão da administração estadual é desembolsar R$ 182 milhões. A proposta foi encaminhada à Alems e será pautada na Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final (CCJR) hoje (31). Na sequência, acontece a votação em duas etapas em regime de urgência.  

POBREZA

Conforme a economista do Instituto de Pesquisa Fecomércio-MS (IPF-MS), Daniela Dias, uma das principais consequências da pandemia é o aumento da desigualdade, sendo toda ajuda bem-vinda, principalmente em momentos de crise. “Vivemos um cenário de muita instabilidade, esse recurso é muito importante, voltado para a subsistência de milhares de pessoas, para tentar suprir o mínimo para aqueles que estão sem nenhuma fonte de renda, desempregados”, ressalta.  

Atualmente, Mato Grosso do Sul já custeia o Vale Renda, que paga R$ 180 para aproximadamente 30 mil famílias.  

A titular da Sedhast explicou que todas as famílias atendidas no Vale Renda serão gradativamente transferidas para o Mais Social.

Assine o Correio do Estado

campo grande

Prefeitura destina R$ 4,6 milhões para revitalização de ciclovias

Reformas serão feitas nas avenidas Cônsul Assaf Trad, a revitalização abrange o trecho entre a avenida Mascarenhas de Moraes e rua Julio Baís

26/06/2026 14h25

Ciclistas trafegando pela Ciclovia da Fábio Zahran

Ciclistas trafegando pela Ciclovia da Fábio Zahran GERSON OLIVEIRA

Continue Lendo...

Ciclovias serão reformadas, em breve, em Campo Grande.

Prefeitura Municipal (PMCG) vai investir R$ 4.620.591,86 para revitalização de ciclovias localizadas nas avenidas Cônsul Assaf Trad, Zulmira Borba, Narsi Siufi e Nelly Martins Coelho.

Na Cônsul Assaf Trad, a revitalização abrange o trecho entre a avenida Mascarenhas de Moraes e rua Julio Baís.

Na Zulmira Borba, as ciclovias serão estendidas, desde a Cônsul Assaf Trad até à rua Major Geovane Francisco Nadalin.

Na Nelly Martins Coelho, a ciclovia será reestruturada e sinalizada entre a avenida Mato Grosso e a rua Rio Negro.

As intervenções no Parque do Sóter também contemplarão toda a extensão do circuito de lazer.

A reforma, sinalização e extensão de ciclovias chega em boa hora, pois algumas vias deixam a desejar e precisam de reparos em alguns pontos. Os principais problemas são falta de iluminação, falta de sinalização, falta de pintura, desnivelamento de asfalto, buracos e matagal.

MALHA CICLOVIÁRIA

Dados divulgados pela PMCG apontam que existem 129 quilômetros de ciclovias/ciclofaixas/calçadas compartilhadas, em 79 bairros, espalhados pelas sete regiões de Campo Grande.

Em linha reta, a distância representa uma pedalada entre Campo Grande e o distrito de Camisão, ambas a 129 quilômetros uma da outra.

Ciclovia é uma pista exclusiva para bicicletas e outros ciclos, separada da rua. Já a ciclofaixa faz parte da pista de rolamento, mas é delimitada por sinalização específica.

A calçada compartilhada é um espaço que permite a circulação simultânea de pedestres, cadeirantes e ciclistas sobre a calçada ou canteiro central.

As ciclovias interligam diversos bairros e todas as regiões de Campo Grande entre si, além de cruzarem as avenidas mais importantes da Capital.

Veja quais são as ruas e avenidas que têm ciclovias/ciclofaixas/calçadas compartilhadas:

  • Afonso Pena
  • Duque de Caxias
  • Lúdio Martins Coelho
  • Nasri Siufi
  • Fábio Zahran
  • Costa e Silva
  • Cônsul Assaf Trad
  • Avenida Noroeste - Orla Morena
  • Nelly Martins (Via Park)
  • Rua Petrópolis
  • Cafezais
  • José Barbosa Rodrigues
  • Dom Antônio Barbosa
  • Gury Marques
  • Avenida do Poeta (Parque dos Poderes)
  • Prefeito Heráclito Diniz de Figueiredo
  • BR 262 – indo para o Indubrasil
  • Amaro Castro Lima
  • Rádio Maia
  • Rua da Divisão
  • Rua Graça Aranha
  • Avenida Rita Vieira
  • Rua Vitor Meireles
  • Ernesto Geisel (em frente ao Shopping Norte Sul Plaza)
  • Wilson Paes de Barros
  • Avenida Mato Grosso

Ciclistas trafegando pela Ciclovia da Fábio Zahran

POLÍCIA

Condenado a 60 anos por matar duas pessoas em incêndio é preso em MS

Foragido da Justiça de São Paulo foi localizado em um sítio no distrito de Culturama e ainda responderá por novos crimes após reagir à abordagem policial e publicar ameaças de extermínio nas redes sociais

26/06/2026 13h30

Homem condenado por incêndio que matou duas pessoas em Santos (SP) foi preso pela Polícia Civil em um sítio de MS

Homem condenado por incêndio que matou duas pessoas em Santos (SP) foi preso pela Polícia Civil em um sítio de MS Divulgação

Continue Lendo...

Um homem de 46 anos, condenado definitivamente a 60 anos de prisão por incendiar uma residência e provocar a morte de duas pessoas em Santos (SP), foi preso nesta quinta-feira (25) pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, em um sítio localizado na 9ª Linha, no distrito de Culturama, em Fátima do Sul.

Além da condenação já existente, o suspeito também era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça no âmbito de uma investigação por violência doméstica. Durante a captura, ele ainda acabou preso em flagrante por uma série de crimes praticados contra os policiais civis que cumpriam a ordem judicial.

Segundo a Polícia Civil, ao receber voz de prisão, o homem desobedeceu às determinações da equipe e fugiu para um milharal ao lado da propriedade rural onde estava escondido. Durante a perseguição, ele teria ameaçado e desacatado os investigadores, resistido à prisão e tentado tomar a arma funcional de um dos policiais.

Diante da reação, foram registrados, em tese, os crimes de resistência, desobediência, desacato, ameaça contra agentes públicos, lesão corporal, difamação contra funcionário público em razão da função e falso alarme.

As investigações foram intensificadas depois que o investigado passou a publicar vídeos nas redes sociais com ameaças direcionadas a autoridades e policiais civis. Em uma das gravações, segundo a Polícia Civil, ele afirmava que “exterminaria toda a cidade de Fátima do Sul”, provocando preocupação entre moradores e mobilizando as forças de segurança.

O temor aumentou porque o homem exercia a profissão de motorista profissional e havia trabalhado recentemente no transporte de combustíveis inflamáveis. Nas próprias publicações, ele utilizava essa informação para dar credibilidade às ameaças.

No decorrer das diligências, entretanto, os investigadores constataram que a fotografia utilizada nas postagens era antiga e que ele já não mantinha vínculo com a empresa responsável pelo transporte de combustíveis desde o início deste ano.

Crime em Santos

A condenação de 60 anos de reclusão é resultado de um crime cometido em 2005, na cidade de Santos, litoral de São Paulo.

Conforme a Polícia Civil, o homem ateou fogo em uma residência onde estavam cinco pessoas, entre elas uma criança de apenas três anos. O incêndio provocou a morte de Sandra de Souza Cordeiro e Maurício Cordeiro dos Santos.

Registros da execução penal apontam que o condenado cumpriu pouco mais de 25 anos da pena, mas ainda restam mais de 34 anos de reclusão a serem executados.

Além do cumprimento do mandado de prisão decorrente da condenação, a Polícia Civil informou que representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva pelos novos crimes supostamente cometidos durante a abordagem.

De acordo com a corporação, o pedido considera a gravidade da conduta, a violência empregada contra os agentes públicos, a reiteração criminosa e a periculosidade demonstrada pelo investigado ao longo das investigações.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).