No sexto dia de combate ao incêndio na região do de Rio Negro, bombeiros conseguiram controlar o fogo que consumiu aproximadamente 1427 hectares, da reserva ambiental que fica em Corumbá. O informe foi feito nesta sexta-feira (29).
Após fazer o sobrevoo na região, a Tenente-coronel Tatiane Dias, conversou com o bombeiro que comandou a frente, o Tenente Aniel, sobre a dificuldade no terreno. Assista:
O fogo iniciou na manhã de domingo (24), inicialmente duas guarnições especialistas em combate a incêndios florestais foi deslocada para realizar o combate. O calor intenso e o vento foram duas atenuantes que proporcionaram que às chamas se propagassem com velocidade.
Monitoramento
Apenas uma equipe dos bombeiros permanecerá na região realizando o monitoramento dos pequenos focos dentro da área queimada. Enquanto às outras guarnições que estavam no local retornaram para as cidades de Aquidauana e Miranda, sendo que permanecem de prontidão em caso de necessidade de outros incêndios florestais.
Tecnologia
O uso da tecnologia é fundamental para auxiliar o trabalho e traçar estratégias e alcançar locais de difícil acesso durante o combate, conforme explicou o Coronel Rampazo.
"É importante ressaltar o caso dos equipamentos que temos. O uso da tecnologia, com a dificuldade de se mover na região, tem que usar os aplicativos, o drone. Fizemos sobrevoo e acredito que tenha sido essencial a utilização aqui. A aeronave que foi importantíssima nesse combate. É um excelente investimento feito pelo governo e está nos auxiliando muito", pontuou o Coronel Rampazo.
Monitoramento
O Centro de Proteção Ambiental do CBMMS em Campo Grande faz o monitoramento de focos de incêndio via satélite 24h por dia, gerenciando as guarnições em campo para o acesso e combate a novos focos que surgirem
Parque Estadual Pantanal do Rio Negro
A reserva ambiental foi estabelecida no dia 5 de junho de 2000, por meio do Decreto Estadual N° 9.941. Possui uma área total de 78.302,9781 e seu território abrange os municípios de Corumbá e Aquidauana.
O principal objetivo da criação do parque é a preservação de espécies da fauna e flora e a manutenção do regime hidrológico, já que o local é rico e possui um extenso sistema de irrigação: o brejão do Rio Negro, lagoas, cordoes de matas que são refúgio e fontes de alimentos de diversos animais silvestres. Além disso, é considerado um berçário de peixes do Pantanal, conforme aponta o Plano de Manejo do Parque, publicado no ano de 2008.
Divulgação BMMS







