Cidades

Festival de café

Brasil Coffee Week chega amanhã em Campo Grande

Em sua 4ª edição, Campo Grande recebe o festival durante 20 dias com menus exclusivos em preços fixos e reduzidos à R$ 30 em quase 30 cafeterias da cidade

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A partir da próxima sexta-feira (13), a Capital Morena recebe a 4ª edição da Campo Grande Coffee Week. São 25 estabelecimentos entre cafeterias, confeitarias, panificadoras e gelaterias que irão participar, com cardápio atualizado em valor reduzido exclusivamente durante o período do evento.

Para celebrar a cultura do café, o festival estabelece o valor fixo e reduzido a R$ 30, com refeições de dois a três comidas e/ou bebidas. No evento os participantes oferecem menus exclusivos com receitas e combinações criadas para a ocasião.

Além da experiência gastronômica, serão oferecidos atrações como workshops, com degustações orientadas, oficina e também o tradicional campeonato de Latte Art na abertura do festival.

Dividido entre os dias 13 e 29 de março, em que estão disponíveis os menus exclusivos, os workshops acontecerão nas próprias cafeterias, com baristas e especialistas amantes de cafés.

A abertura acontece no Tigre Café, com a 4ª edição TNT Campo Grande Coffee Festival, em que acontecerá o campeonato de Latte Art, a partir das 19h.

A competição de quem faz o melhor desenho das tradicionais decorações de cafés (coração, tulipa, roseta) e também a chance de usar a criatividade na categoria livre, inicia oficialmente às 19h30 e é aberta ao público para quem quiser participar. Outras informações estão na descrição do formulário de inscrições,  disponível aqui.

Data: 13 de março (amanhã)
Local: Tigre Café, Rua Euclides da Cunha, 1133, loja 02 - Centro.

O primeiro workshop do festival acontece no sábado, com foco na criação de conteúdo e marketing nas redes sociais.

O tema "Feed que Dá Fome: Criação de Conteúdo e Marketing para Gastronomia", é direcionado especialmente aos donos de cafeterias, confeitarias, gelaterias e panificadoras e, acontece a partir das 14h na cafeteria Doce Lembrança, mas qualquer que se interessar pode se increver aqui.

Data: 14 de março (sábado) - 14 horas;
Local: Rua Dom Aquino, 2055 - Centro.

Após uma breve pausa de alguns dias, na semana que vem (18) as atrações continuam com o segundo workshop. Na Jolie Padaria Artesanal, à partir das 19h, o barista Vinicius Anzou ministra o tema "Preparo e Bebidas com Matcha". As inscrições estarão disponíveis em breve.

Data: 18 de março (quarta-feira) - 19 horas;
Local: Rua Euclides da Cunha, 1595 - Santa Fé.

Incluindo uma oficina, no dia 25, o barista Rafael Rodrigues comanda a "Oficina de Análise Sensorial de Cafés Especiais & Cupping Guiado", à partir das 19h, no Bourbon Café.

Data: 25 de março (quarta-feira) - 19 horas;
Local: Rua Amazonas, 1080 - Monte Castelo.

Próximo ao fim do festival, o evento traz mais um workshop, com o barista Eduardo Manetti, para ministrar o tema "Preparando um excelente café em casa", às 19h, novamente no Bouboun Café.

Data: 28 de março (sábado) - 19 horas;
Local: Rua Amazonas, 1080 - Monte Castelo.

> Todas as cinco atrações são gratuitas e tem participação sob inscrição.

As cafeterias participantes manterão os menus durante os 20 dias, de 13 a 29 de março, em busca de oferecer ao público em geral e aos amantes do café experiências únicas, com cardápios exclusivos do festival.

Confira a lista de participantes e o menu exclusivo:

  • Asmar’s Doces Árabes & Café Turco - Café Turco Istambul + Esfiha ou Quibe;
  • Be Good Preparos Artesanais - Espresso Tropical + Croissant Carne de Panela + Carolina;
  • Bourbon Cafés Especiais - Café Coado do Dia (G) + Focaccia + Cookie;
  • Cacimba Sorvetes - Cappuccino Italiano + Brownie com Gelato e Calda Moka;
  • Café com Você - Café Especial Prensa Francesa + Brownie Chocolate + Crumble Banana;
  • Café Teatro Galeria - Coado Sensorial + Pão de Queijo Recheado + Brownie com Sorvete;
  • Cake 67 - Preferido da Chefe: café espresso + coxinha de costela + bolo gelado;
  • Canteen Central - Brunch Festival: café coado free refil + pão na chapa + ovos & bacon + rabanada com sorvete;
  • Casa Trentin - Café Dalgona Gelado com Doce de Leite + Mini Vulcão de Requeijão com Linguiça Blumenau;
  • Doce Lembrança - Cappuccino + Flat Croissant;
  • Empadão da Carol - Café Espresso + Empada Especial + Empada Ninho & Chocolate Branco;
  • Go Coffee (Jd. dos Estados) - Cappuccino Go coffee + Pão de queijo + Brownie;
  • Go Coffee (São Francisco) - Frappé Cappuccino + Waffle Queijo Recheado;
  • Hotel Deville Prime Campo Grande - Café Especial na Prensa Francesa + Sobremesa de Tiramisú
  • Jolie Padaria Artesanal - Matcha Vanilla Latte + Toast de Brioche com Manteiga de Mel e Missô + Geleia de Morango;
  • Juna Café & Restaurante - Mocha Especiarias + Minis Pão de Queijo com Costela e Cream Cheese + Minis Pão de Queijo Romeu e Julieta;
  • Katarina Coffee & Tea - Latte Katarina + Bagel Katarina;
  • Le Verger - Café Especial Coado + Toast Thai + Macaron;
  • Martinello’s Coffee - Capuccino Gelado com Chantilly +Tapioca Carne Seca ou Frango + Pavê do Dia;
  • Padoca do Enaldo - Mocha Caramelo de Rapadura + Pastel Carne Seca Cremosa & Queijo Minas + Brigadeiro de Rapadura;
  • Sagrado Café - Café Coado + Pão de Batata com Requeijão & Carne de Sol Pantaneira + Bolo de Mandioca e Coco;
  • Steffens Pastry Shop - Affogato + Cannoli de Pistache;
  • Tea Shop - Menu Pausa Perfeita: Fruit Lemonade Tea + Porção de Pão de Queijo com Requeijão + Bolo Caseiro;
  • The Coffee - Iced Vanilla Latte (quente ou gelado) + Croissant de Copa & Mussarela + Cookie Salted Caramel;
  • Tigre Café - Latte Caramel com Doce de Leite + Choripan;
  • Toffee Doces Artesanais - Espresso Tônica + Croissant Toffee.

 

>> Serviço

Quando? De 13 a 28 de março;
Quanto? Menus fixos a R$ 30;
Onde? A lista de participantes com os locais está disponível em brasilcoffeeweek.com.br e no Instagram @brasilcoffeeweek

 

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primeira fase

Testes clínicos fase 1 da polilaminina começam este mês

Substância ajuda a recuperar movimentos em pessoas com lesão medular

16/09/2026 16h00

laminina

laminina Foto: Cristália / Divulgação

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A primeira fase dos estudos clínicos com a polilaminina será iniciada no dia 24 deste mês, de acordo com a farmacêutica Cristália, que desenvolve o medicamento em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A substância tem potencial de ajudar pessoas com lesão na medula a recuperarem seus movimentos. 

A partir desta data, os pesquisadores vão recrutar cinco pacientes voluntários, de 18 a 72 anos, para receber a polilaminina, com o objetivo de comprovar que ela é segura para humanos e não oferece mais danos do que benefícios. Somente em fases posteriores será testada a eficácia do medicamento. 

Conforme autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), todos os pacientes devem apresentar lesão medular completa entre as vértebras T2 e T10, após sofrer algum trauma. Também é preciso que o ferimento tenha ocorrido há menos de 72 horas, e que esses pacientes tenham indicação de cirurgia para descompressão medular.

Eles serão atendidos no Hospital das Clínicas e na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com equipes cirúrgicas treinadas para a aplicação da substância diretamente na medula durante a cirurgia. Depois do procedimento, eles passarão por reabilitação na AACD, e serão acompanhados pela equipe de pesquisa por seis meses. 

O que é a polilaminina

A polilaminina é uma substância desenvolvida em laboratório a partir da laminina, uma proteína encontrada naturalmente no corpo humano. Ela foi descoberta pela professora e pesquisadora da UFRJ Tatiana Sampaio, que investiga seu potencial há mais de 20 anos. 

No sistema nervoso, a laminina atua como base para a movimentação dos axônios, partes dos neurônios responsáveis pela transmissão de sinais elétricos e químicos. Por isso, acredita-se que a polilaminina pode reestabelecer a conexão interrompida quando há lesão na medula. 

Depois de obter resultados positivos em ratos, os pesquisadores realizaram um estudo-piloto, entre os anos de 2016 e 2021, aplicando a substância em oito pessoas que também passaram por cirurgia de descompressão. 

Três faleceram em decorrência das lesões, mas os cinco que se recuperaram apresentaram algum ganho motor. No entanto, ainda não é possível afirmar que isso é resultado direto da polilaminina, por isso, a substância ainda precisa ser testada em ensaios clínicos controlados.

No entanto, a divulgação dos resultados preliminares gerou grande comoção, e dezenas de pessoas receberam autorização para usar a substância de forma compassiva, uma licença especial concedida pela Anvisa para o uso de substâncias experimentais, em casos de grande gravidade. 

Como essas aplicações não foram realizadas sob protocolo científico, não é possível atestar se a polilaminina funcionou ou não.

O vice-presidente de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação do Cristália Rogério Almeida, garantiu que o laboratório está comprometido com a ciência, as boas práticas clínicas e o rigor regulatório. 

"Trabalhamos em total alinhamento com a Anvisa e com todos os parceiros envolvidos, sempre com o mesmo objetivo: proteger os pacientes e gerar evidências científicas robustas de segurança e eficácia. Nosso foco agora é conduzir o estudo clínico com a máxima qualidade e no menor prazo possível", acrescentou. 

Se a substância for bem sucedida na fase 1, a equipe poderá pedir autorização à Anvisa para dar seguimento aos testes em humanos. Nas fases 2 e 3, o número de participantes aumenta e pesquisadores podem avaliar se a substância realmente funciona e produz resultados superiores aos tratamentos disponíveis atualmente.

Somente após a conclusão de todas as fases de testes, é que o medicamento pode ser registrado e disponibilizado para a população. 

Mudanças climáticas

Super El Niño e aquecimento global são eventos comprovados, ao contrário do que diz meteorologista

Cientista que deu a declaração é apontado por outros profissionais da categoria como um dos principais nomes responsáveis pela desinformação e negacionismo climático no Brasil

16/09/2026 14h30

Foto: Reprodução / Projeto Comprova

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Ao contrário do que afirma um meteorologista em uma entrevista para um canal no YouTube, o aquecimento global e o fenômeno conhecido como Super El Niño possuem fundamentação científica consolidada e sofrem influência direta da ação humana. No conteúdo investigado, o profissional minimiza a ação antrópica no clima e atribui o aquecimento anormal do Oceano Pacífico a um terremoto ocorrido no Japão.

Em sua fala, Luiz Carlos Molion argumenta que a humanidade é incapaz de alterar as temperaturas da Terra porque manipula ativamente apenas 6% da superfície do planeta, em contraste com os 71% cobertos por oceanos. Ele também alega que a principal influência climática vem do espaço – prevendo um resfriamento global entre 2030 e 2040 devido à baixa atividade solar – e que o recente deslocamento de águas quentes até o Polo Sul foi um evento sísmico aleatório, sem relação com a formação normal do El Niño.

Para checar as afirmações de Molion, o Comprova entrevistou Higo José Dalmagro, professor da Unic/Uniderp e doutor em Física Tropical pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Ele explica que a ciência aponta para um El Niño muito forte, com sinais de resposta atmosférica ao aquecimento do Pacífico. “O Molion é bastante crítico em relação às mudanças climáticas e costuma questionar modelos e interpretações que hoje têm amplo respaldo na comunidade científica”, acrescenta. Dalmagro reflete ainda que não se deve usar a explicação de Molion para colocar em dúvida todo o conjunto de evidências científicas que temos hoje.

Ainda em contraste com o que é dito no vídeo, especialistas entrevistadas pelo Estadão Verifica elucidam que a interferência humana não se limita à porcentagem de área territorial ocupada. A explicação foi dada por Sonaira Silva, doutora em Ciências de Florestas Tropicais pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e afiliada à Academia Brasileira de Ciências, e Eliana Fonseca, pesquisadora do Centro Polar e Climático e da iniciativa MapBiomas. Elas sustentam que o desmatamento e a queima contínua de combustíveis fósseis liberam grandes quantidades de gases de efeito estufa. O excesso de dióxido de carbono (CO) retém calor na atmosfera e contribui para o aumento da temperatura do planeta.

Esse acúmulo de calor também afeta os oceanos e pode intensificar fenômenos naturais e cíclicos, como o Super El Niño, que é monitorado internacionalmente e registrado há séculos. A classificação é usada quando o aquecimento das águas do Pacífico equatorial ultrapassa 2 °C em relação à média histórica. Temperaturas dos oceanos e dos continentes são monitoradas continuamente por satélites e medições são feitas em diferentes locais por agências meteorológicas nacionais e internacionais. Esses dados mostram uma elevação das temperaturas e sustentam a conclusão científica de que as atividades humanas alteram a dinâmica de troca de energia da Terra.

Quem criou o conteúdo investigado pelo Comprova 

Luiz Carlos Molion é graduado pela Universidade de São Paulo (USP), com doutorado em Meteorologia pela University of Wisconsin e pós-doutorado em Hidrologia de Florestas pelo Instituto de Hidrologia do Reino Unido, além de ter sido bolsista em uma instituição na Alemanha. Também atua como pesquisador e professor, dentro e fora do Brasil.

Esta não é a primeira vez que suas afirmações são verificadas. Molion é apontado por pesquisadores e jornais como um dos principais nomes da desinformação e do negacionismo climático no Brasil. De acordo com investigações detalhadas em uma reportagem da BBC News Brasil, o meteorologista mantém uma agenda ativa de cerca de 50 palestras anuais, e cerca de 85% dessas apresentações são financiadas por entidades, sindicatos e cooperativas do agronegócio. 

As alegações de Molion também têm sido contestadas pelo consenso científico. Conforme registrado pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), o Estadão Verifica submeteu as declarações do meteorologista feitas em uma entrevista de 2010 à análise do climatologista Carlos Nobre e do glaciologista Jefferson Cardia Simões, que apontaram sérios erros conceituais e distorções nas declarações de Molion. 

Ainda, conforme exposto em reportagens da Agência Pública e do portal ClimaInfo, Molion é um nome em destaque no cenário negacionista brasileiro. Ele também foi checado em 2024 pelo Estadão Verifica, quando uma de suas postagens, que utilizava um gráfico desatualizado para negar o aquecimento global, foi classificada como falsa. Molion foi procurado pelo Comprova, mas não respondeu até a publicação deste texto

Cortes da entrevista foram publicados no Instagram e já alcançaram, até 11 de setembro, mais de 10 mil curtidas e 120 mil visualizações. No YouTube, a entrevista completa teve 23 mil visualizações. O canal onde ela foi veiculada possui mais de 2 mil inscritos no YouTube e 11,2 mil em seu perfil no Instagram.

Por que as pessoas podem ter acreditado

A declaração combina a autoridade atribuída a um meteorologista com termos técnicos, dados históricos e informações verdadeiras sobre fenômenos climáticos. O discurso também apresenta explicações com relações de causa e efeito aparentemente simples, o que pode facilitar a compreensão de um tema complexo.

Por exemplo, ao mencionar enchentes e secas registradas antes da urbanização em massa, ele usa dados reais para chegar a conclusões que precisam ser analisadas separadamente. A ocorrência desses eventos no passado não é, por si só, suficiente para determinar quais fatores influenciam nos eventos atuais. A presença de números e conceitos científicos pode dar ao argumento uma aparência de precisão.

Para climatologista, há, sim, bases científicas que apontam para Super El Niño
O Projeto Comprova entrevistou o climatologista Higo José Dalmagro, professor da Unic/Uniderp e doutor em Física Tropical pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Ele reforça que há evidências científicas e dados de modelos meteorológicos que indicam um Super El Niño neste fim de 2026.

Na avaliação do especialista, a publicação com a fala de Molion é enganosa porque tira de contexto sua análise. “Parece que o professor Molion está simplesmente dizendo que ‘não existe El Niño’, sem mostrar o restante da explicação dele.”

Segundo Dalmagro, na entrevista completa, disponível no YouTube, Molion acerta ao dizer que é preciso haver um acoplamento entre o aquecimento das águas do Pacífico e a atmosfera para que o El Niño se estabeleça e produza seus efeitos. Contudo, o climatologista analisa que “o aquecimento da água, sozinho, não explica tudo; é preciso haver também uma resposta da atmosfera”.

Dalmagro também discorda das conclusões de Molion, que questiona modelos e interpretações com amplo respaldo na comunidade científica. Segundo ele, o conjunto de evidências aponta para um El Niño muito forte, com sinais de resposta atmosférica ao aquecimento do Oceano Pacífico.

Fontes que consultamos: O Comprova analisou o vídeo original da entrevista e os cortes publicados no Instagram para entender quais alegações foram feitas. Com o Google, foi realizada uma busca sobre a biografia do meteorologista, notícias e outras checagens sobre o tema. Especialistas foram procurados para analisarem as afirmações e darem seu parecer científico sobre o tema.

Por que o Comprova investigou essa publicação: O Comprova monitora conteúdos suspeitos publicados em redes sociais e em aplicativos de mensagens sobre políticas públicas, saúde, mudanças climáticas, eleições e golpes virtuais e abre investigações sobre aquelas publicações que obtiveram maior alcance e engajamento. Você também pode sugerir verificações pelo WhatsApp +55 11 97045-4984.

Outras checagens sobre o tema: Como afirmado acima, o Estadão Verifica também checou que o Super El Niño não é invenção; fenômeno pode ser medido e sofre influência de atividades humanas. O Comprova já explicou que  é consenso científico que ação humana causa mudanças climáticas e checou que o aquecimento global é uma realidade e tem impacto severo, diferentemente do que alega Donald Trump.

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