Cidades

MANIFESTAÇÃO

Caminhoneiros de MS se mobilizam
em grupo para irem à Brasília

A Expectativa dos manifestantes é de que 50 mil caminhoneiros
se concentrem na capital federal, até domingo

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Grupo de caminhoneiros de Mato Grosso do Sul vão à Brasília reivindicar melhorias para a população. De acordo com um dos integrantes do movimento, Antonio Marcos Lelis, 47 anos, que carrega ração no estado, alguns caminhoneiros de MS já foram para a capital federal.

Cláudio Honorato que é caminhoneiro do estado de Goiás, declarou que mais de 50 mil profissionais estão se deslocando de todos os estados do país e a classe estará reivindicando “em prol de toda a população e não mais apenas dos caminhoneiros”. “Queremos lotar Brasília até segunda-feira (4) e vamos pedir por tudo aquilo que a população quiser. Baixa de impostos e principalmente a baixa da gasolina”, disse o caminhoneiro.

O grupo de whats app tem integrado não só caminhoneiros, mas profissionais de outras classes, como é o caso do técnico de ar condicionado, Fábio Bullman, 36 anos. Ele disse que também está se mobilizando para fazer parte da manifestação e que vai apoiar a iniciativa dos caminhoneiros na tentativa de conseguir mais benefícios para a sociedade. “Estou me organizando para ir à Brasília também, não podemos cruzar os braços, temos que lutar pelo nosso Brasil”, disse o autônomo.

Em conversas enviadas do grupo de whats app para a reportagem do Portal Correio do Estado, os integrantes incentivam os caminhoneiros, por meio de vídeos, a irem com apenas o cavalinho do caminhão, para o maior número de manifestantes participarem do movimento. Além de convocarem os caminhoneiros, um dos integrantes do grupo, conhecido como “Sony repiadinho”, convida toda a população a participar e pede para que encham Brasília com carros pequenos também.

O líder do movimento é o representante dos motoristas autônomos do Centro Oeste e filiado ao Podemos de São Paulo, o caminhoneiro Wallace Landim, conhecido como Chorão. Ele que divulgou vídeo na última quarta-feira (30) convocando os demais caminhoneiros do país a ir para Brasília protestar contra o governo de Michel Temer, que se negou, segundo ele, a estabelecer um diálogo com a categoria.

TEMPO

Após chuvas, tempo volta a ficar seco durante a semana em Mato Grosso do Sul

Amplitude térmica permanece, com frio nas primeiras horas do dia e calor ao longo da tarde

12/07/2026 17h00

Semana deve ter baixa umidade relativa do ar

Semana deve ter baixa umidade relativa do ar Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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A frente fria que passou por Mato Grosso do Sul e trouxe chuvas durante o fim de semana se afasta para o sudeste do País e as áreas de insabilidade perdem força no Estado nesta semana. O tempo volta a ficar seco, com índices de umidade relativa do ar em torno de 30%,

De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), nesta segunda-feira (13) ainda pode haver frio em alguns municípios, com mínima entre 9°C e 12°C. 

No entanto, o tempo volta a ficar mais estável, especialmente nas regiões centro-sul, sudoeste e sudeste. Nas demais regiões, ainda não se descartam pancadas isoladas de chuva e tempestades, devido à permanência
de umidade e à atuação de áreas de instabilidades.

A partir de terça-feira (14), as áreas de instabilidade diminuem e os dias devem ter predomínio de sol e tempo seco, mas ainda com amplitude térmica, com grande diferença entre as mínimas e máximas registradas no mesmo dia.

Nas madrugadas e primeiras horas da manhã, as temperaturas podem chegar a 10°C, especialmente no sul do Estado, mas sobem rapidamente ao longo do dia, com máximas ultrapassando os 30°C.

Em Campo Grande, as temperaturas oscilam entre 10°C e 34°C, sem previsão de chuvas.

A umidade relativa do ar volta a atingir níveis de atenção em Mato Grosso do Sul, com índices em torno de 30%, principalmente durante a tarde. O índice é considerado prejudicial à saúde, podendo surgir sintomas como ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz.

O Cemtec também alerta que a persistência do tempo quente, seco e com baixa umidade relativa do ar
aumenta significativamente o risco de ocorrência e propagação de incêndios florestais, exigindo atenção redobrada da população.

Diante desse cenário, a recomendação é se manter hidratado, evita exposição ao sol nas horas mais quentes do dia e umidificar os ambientes.

Inverno

O inverno começou no dia 22 de junho e deve ser marcados por ondas de calor, influenciadas pelo super-El Niño, e chuvas um pouco acima da média, mas ainda com longos períodos de seca.

A estação segue até dia 22 de setembro e, de acordo com dados do Cemtec, apresenta os menores índices pluviométricos do ano no Estado, ou seja, é o período conhecido como estiagem. Ainda por causa disso, também se observam baixos índices de umidade relativa do ar.

Conforme reportagem do Correio do Estado, mesmo que a estação seja conhecida por período mais frios, em Mato Grosso do Sul a situação é diferente, já que a tendência climática indica temperaturas próximas ou ligeiramente acima da média histórica, que geralmente varia de 24°C a 26°C em grande parte do Estado.

Ainda de acordo com o Cemtec-MS, “esse cenário pode gerar impactos sobre os setores agropecuário, hídrico, energético e de saúde pública, reforçando a necessidade de monitoramento meteorológico contínuo”.

O centro meteorológico reforçou que o El Niño deve se intensificar no segundo semestre deste ano em Mato Grosso do Sul, contribuindo para a ocorrência de ondas de calor mais frequentes e intensas e para períodos prolongados de temperaturas acima da média.

 

CAMPO GRANDE

ONG busca novo espaço e 200 pets podem ficar sem abrigo; saiba como ajudar

Chácara alugada, em que os animais vivem, precisa ser desocupada, pois a proprietária quer vender o imóvel

12/07/2026 16h30

ONG animal atende cerca de 320 gatinhos

ONG animal atende cerca de 320 gatinhos Foto: Arquivo Pessoal

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Organização Não Governamental (ONG) Divinos Guerreiros está em busca de um novo local (chácara ou sítio) para abrigar 200 animais, entre cães e gatos, resgatados em situação de maus-tratos, vulnerabilidade, abandono, atropelamento, doenças, violência e lesões graves.

A ONG animal abriga 400 animais em dois locais diferentes em Campo Grande, sendo 200 no Abrigo Vó Nilza, localizado no Bairro Cabreúva e outros 200 em uma chácara alugada, cujo endereço não foi divulgado.

Mas, a chácara precisa ser desocupada, pois a proprietária quer vender o imóvel.

Com isso, os pets que vivem nesse sítio precisam urgentemente de um novo espaço temporário, até que esteja pronto o Santuário Divinos Guerreiros, lar definitivo e permanente dos animais resgatados.

A situação deu início a uma corrida contra o tempo para garantir que nenhum dos animaizinhos fiquem desamparados.

COMO AJUDAR?

É possível ajudar por meio de doações (pix, ração, medicamentos, areia sanitária, roupinhas, cobertinhas, agasalhos e tapetinhos), rifas solidárias e indicação de chácaras para aluguel.

PIX

466.241.801-10 / Lúcia Maria Ledesma da Rocha

CELULAR

(67) 998414-0171

De acordo com o proprietário da ONG, Roberto Hayd, a prioridade no momento é encontrar um novo espaço para manter os animais protegidos em um local seguro.

"Estamos procurando uma chácara ou um sítio onde possamos instalar os animais temporariamente. Nosso objetivo é dar continuidade ao trabalho que realizamos há tantos anos até conseguirmos adquirir uma propriedade definitiva para construir o Santuário Divinos Guerreiros. O mais importante é garantir que eles continuem seguros e recebendo todos os cuidados de que precisam", disse.

DESPESAS

Segundo Hayd, os gastos mensais da ONG giram em torno de R$ 20 mil:

  • Atendimento veterinário e medicamentos - R$ 3 mil e R$ 6 mil
  • Alimentação especial, como sachês, dietas terapêuticas, suplementos e alimentos para filhotes e animais debilitados - R$ 4 mil
  • Dívida com clínica veterinária R$ 30 mil
  • Aluguel da chácara, energia elétrica, água e materiais de limpeza - R$ 4,5 mil por mês
  • Combustível e manutenção das instalações R$ 1,5 mil

Estima-se que a ONG consome aproximadamente 900 quilos de ração para cães, 700 quilos de ração para gatos e cerca de 3 toneladas de areia sanitária.

*Fotos: Arquivo pessoal
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