Cidades

Carnaval

Capivara Blasé comanda a folia na Esplanada Ferroviária neste domingo

Bloco terá o tradicional "Capivarinha Blasé", espaço infantil com fraldário, pintura facial e confete

Continue lendo...

Neste domingo (2) a folia na Esplanada Ferroviária ficará por conta do tradicional Capivara Blasé, que além de atrações musicais variadas, conta ainda com espaço infantil, carinhosamente apelidado de Capivarinha Blasé.

Dentre as atrações musicais, estão as madrinhas do bloco, Grupo Sampri, vozes do samba e brasilidades; o cantor Silveira, que promete muito axé; e Chokito acompanhado de sua banda, com sucessos do carnaval.

Capivarinha Blasé

O bloquinho infantil fica montado próximo ao palco, e é delimitado por grades para a segurança das crianças. Ele conta com fraldário e banheiros exclusivos, para maior conforto dos "foliõezinhos".

Dentre os atrativos, estão pintura facial, confete e doces.

Gerson Oliveira/Arquivo Correio do Estado

Programação para os próximos dias

E a folia não para por aí! Os blocos seguem até a terça-feira (4) na Esplanada Ferroviária, sendo a segunda também destinada ao Capivara Blasé e a terça-feira ao Cordão Valu.

Confira:

03 de março (segunda-feira)

  • Bloco Capivara Blasé – Esplanada Ferroviária, das 14h às 00h.
  • Bloco Cia. Barra da Saia – Teatro da Orla Morena, das 15h às 23h.
  • Desfile das Escolas de Samba – Praça do Papa, das 19h às 00h.

04 de março (terça-feira)

  • Cordão da Valú – Esplanada Ferroviária, das 15h às 00h.
  • Bloco Ipa Lelê – Avenida Mato Grosso, das 16h às 00h.
  • Desfile das Escolas de Samba – Praça do Papa, das 19h às 00h

Assine o Correio do Estado. 

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

Continue Lendo...

O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

Assine o Correio do Estado

Cidades

TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

Continue Lendo...

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).