Cidades

MEIO AMBIENTE

Coleta itinerante de resíduos recicláveis e de construção civil será lançada em Campo Grande

A nova modalidade de Ecoponto temporário ficará a serviço dos moradores dos bairros semanalmente

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A partir da próxima segunda-feira (8) será lançado em Campo Grande o primeiro ponto intinerante de coleta de resíduos recicláveis e de construção civil. 

De acordo com a Prefeitura de Campo Grande, o Ecoponto Itinerante será inaugurado nas instalações da Associação de Moradores do Jardim das Perdizes. O objetivo desta ação é atender áreas de dificil acesso, que são mais distantes dos centros fixos de descarte por meio de uma iniciativa móvel de coleta de resíduos recicláveis; resíduos da construção civil; resíduos eletrônicos; móveis inutilizáveis; e, galhos e podas.

O local de descarte sustentável ficará disponível para os moradores do Jardim das Perdizes, que fica na região do bairro Universitário, na rua Lurdes Coelho Costa, nº35, de segunda-feira até o sábado (13), com o seguinte horário de funcionamento do dia 8 ao dia 12: das 8h às 18h e no dia 13: das 8h às 12h.

É importante ressaltar que o limite de resíduos a serem recebidos no local será de 1m³ por dia e por CPF, com exceção dos materiais recicláveis, para os quais não haverá limite específico.

Conforme informado pela Prefeitura, os materiais permitidos para descarte no local são: Eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, entulhos de construção, galhos e podas, recicláveis, óleo de cozinha e latas de tintas vazias.

Oque não será permitido de levar são: Pilhas, baterias, lâmpadas, pneus, telhas de amianto e latas com resto de tinta. 

Pensando no combate a dengue na cidade, a Secretária Municipal de Saúde, Rosana Leite de Melo, informa que o Ecoponto Intinerante pode contribuir nas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti.

“A implantação de um Ecoponto Itinerante será um auxílio gigantesco às ações que a prefeitura tem realizado no combate ao Aedes aegypti, já que nossos agentes de combate de endemias têm identificado que a maior parte dos criadouros estão dentro das residências. Assim, os moradores da região fazem a limpeza de seus materiais inservíveis, que poderiam ficar armazenados de forma inadequada acumulando água e descartam em um local adequado, garantindo a redução dos números de focos do mosquito”, comenta.

A cricação do Ecoponto intinerante está sendo feita pela Prefeitura de Campo Grande, por intermédio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur) e Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), com o apoio da Concessionária SOLURB Soluções Ambientais.

Para o  gerente operacional da Solurb, Bruno Velloso Vilela, a iniciativa é importante para o poder publico oferecer os meios adequados de descarte de resíduos para a população.

“Esta iniciativa demonstra o compromisso da Solurb e da Prefeitura Municipal de Campo Grande com a preservação do meio ambiente e com a promoção de práticas sustentáveis dentro da comunidade. Acreditamos que, ao educar e fornecer os recursos necessários para o descarte adequado de resíduos, podemos contribuir significativamente para a melhoria da qualidade de vida e para a preservação do nosso ambiente local”, pontuou.

ECOPONTOS PELA CIDADE

Atualmente em Campo Grande existem cinco pontos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Ecoponto),  estes locais são administrados pela Solurb, que recebem entrega voluntária e gratuita de resíduos recicláveis (metal, plástico, vidro, papel e papelão), resíduos gerados em construções, demolições e pequenas reformas em prédios ou residências, além de volumosos (mobílias, sucatas e madeiras) e resíduos provenientes de poda de árvores/galhadas. O limite de descarte é de um metro cúbico por usuário do sistema.

A população pode procurar uma das unidades, localizadas nos seguintes pontos da cidade:

  • Ecoponto Panamá – Rua Sagarana com a Avenida José Barbosa Hugo Rodrigues, no Bairro Panamá;
  • Ecoponto Noroeste – Rua Piraputanga esquina com Guarulhos, no Bairro Noroeste;
  • Ecoponto Nova Lima – Rua Pacajús n. 194, no Bairro Nova Lima;
  • Ecoponto União – Avenida Roseira, esquina com a Rua Carmem Bazzano Pedra, no Bairro União;
  • Ecoponto Moreninha – Rua Copaíba, entre as ruas Antônio Davi Macedo e Amado Nogueira Moraes, no Bairro Moreninha.

Coxim

Homem atacado com 10 facadas é internado em estado grave

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação

04/04/2026 16h00

Hospital Regional de Coxim

Hospital Regional de Coxim Foto: Divulgação

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Um homem de 34 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser atingido por mais de 10 facadas na manhã deste sábado (4), em Coxim, a 253 quilômetros de Campo Grande. Ele foi socorrido em estado grave e segue internado no Hospital Regional do município.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima apresentava ferimentos na cabeça, nas costas e nas mãos, além de duas perfurações profundas no tórax. O resgate foi realizado pelo Corpo de Bombeiros.

Inicialmente, o homem contou à polícia que havia ingerido bebida alcoólica com amigos nas proximidades de um bar. No entanto, posteriormente, mudou a versão e afirmou que foi atacado enquanto dormia na varanda de sua casa, um imóvel que estaria sem energia elétrica.

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação. No endereço indicado, policiais não localizaram sinais de luta ou vestígios de sangue.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio e será investigado pela Polícia Civil.

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MATO GROSSO DO SUL

MS dá aula à agentes com Chikungunya 7x mais letal em 2026

Secretaria de Saúde reforça que, até o momento, não há declaração que aponte para epidemia da doença em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente em Dourados

04/04/2026 14h30

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença Reprodução/GovMS/Bruno-Rezende

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Em cenário de crise graças aos alarmantes números de uma das arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, a médica infectologista, Dra. Andyane Tetila, ministra na segunda-feira (06) uma web aula aos profissionais que tentam frear a Chikungunya em Mato Grosso do Sul, que aparece sete vezes mais letal neste 2026.

Conforme divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), essa capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença que mostra um impacto significativo principalmente na cidade de Dourados e aldeias do município. 

O Governo do Mato Grosso do Sul reforça que, até o momento, não há uma declaração que aponte para uma epidemia de Chikungunya em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente no município de Dourados. 

Com o tema “Alerta Chikungunya: Atualização do Cenário e Manejo dos Casos”, a web aula fica marcada para às 18h e será transmitida através da plataforma Telessaúde (acesse CLICANDO AQUI), sendo que a sala será aberta 30 minutos antes do evento. 

Importante frisar que essa web aula têm o seguinte público alvo os profissionais das seguintes áreas: 

  1. Atenção Primária à Saúde 
  2. Serviços de urgência e Emergência 
  3. Vigilância epidemiológica 
  4. Demais envolvidos no atendimento e manejo dos casos de Chikungunya

Jéssica Klener é gerente de Doenças Endêmicas da SES e, em nota, frisa que a participação dos profissionais é essencial para fortalecer a resposta da rede de saúde à população. 

"Que os profissionais que estão na linha de frente estejam atualizados sobre o manejo clínico da chikungunya, especialmente neste momento de aumento de casos. A capacitação contribui diretamente para um atendimento mais qualificado, com diagnóstico mais ágil e condutas adequadas, refletindo na redução de complicações e na melhor assistência à população”, cita. 

7x mais letal 

Através do monitoramento das arboviroses em geral, que é feito pelo Ministério da Saúde, os dados mostram que MS atingiu o sétimo óbito por Chikungunya antes do fim do terceiro mês este ano, o que fez com que 2026 fechasse março com a doença sete vezes mais letal, se comparado com o pior ano de toda a série histórica. 

Vetor também da Dengue e Zika, o Aedes aegypti é responsável por transmitir a Chikungunya, que apresenta sintomas que costumam ser avassaladores, e a diferença das demais doenças citadas está no tempo que leva desde o primeiro relato do que os pacientes sentem até a data do óbito, que em boa parte das vezes costuma vitimar a pessoa no intervalo de até três semanas.

cabe explicar que, Mato Grosso do Sul terminou 2025 com o maior número de vítimas por Chikungunya em toda a série histórica, sendo que o ano passado já acumulou, inclusive, o equivalente ao dobro dos óbitos da última década, como bem acompanha o Correio do Estado, 17 mortes no total que marcam o pior índice desde que a doença passou a ser catalogada pela SES. 

Através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, por exemplo, é possível notar que a série histórica iniciada em 2015 começa com apenas um registro de óbito naquele ano. Até 2024 a arbovirose iria vitimar um total de apenas oito sul-mato-grossenses.

Com 2016 e 17 passando sem qualquer registro de morte por Chikungunya em Mato Grosso do Sul, a doença só voltou a vitimar um paciente em 2018, ano em que três pessoas morreram em decorrência dessa arbovirose. Porém, nos quatro anos seguintes (de 2019 a 2022) ela voltaria a sumir do radar do sul-mato-grossense.

Essa "explosão" dos casos de Chikungunya em 2025 passou a ser observada já desde o início do ano passado, quando até o começo de março Mato Grosso do Sul já anotava 2.122 casos prováveis. 

 

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