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Conselhos de Saúde possibilitam controle social, diz secretária

Conselhos de Saúde possibilitam controle social, diz secretária

Vanya Santos e Taryne Zottino

25/06/2012 - 14h00
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Campo Grande é um exemplo pra todo o Brasil em termos de controle social, de acordo com a secretária do Estado de Saúde, Beatriz Dobashi. A secretária declarou que existem conselhos regionais urbanos em cada região administrativa e cada unidade de saúde tem também o seu próprio conselho, o que possibilita o controle social a nível local. “Além do conselho municipal, existem todos os conselhos locais que discutem o processo interno de trabalho com a gerência e com os trabalhadores da unidade”, disse. As afirmações foram feitas durante o V Encontro dos Conselheiros de Saúde, com o tema: “Vivência Experiência Bem Sucedida nos Conselhos de Saúde”, que aconteceu na manhã de hoje (25). 

Conforme a secretária, Campo Grande tem a iniciativa de manter uma programação contínua de aprimoramento e capacitação dos conselhos, no que diz respeito à informação sobre as políticas e sobre o que acontece no Sistema Único de Saúde (SUS).

E, para a secretária, "estamos vivendo um momento importante no SUS". Em junho do ano passado, segundo ela, foi publicado um decreto que regulamenta a lei orgânica de saúde e fala sobre regionalização. Já em janeiro deste ano, foi publicada uma lei sobre financiamento e cumprimento de percentuais para a saúde. De acordo com Dobashi, cada município desempenha atenção básica. “Para você obter o restante da atenção, vai na região, onde há uma colaboração entre municípios, sob coordenação do Estado, para conseguir um atendimento especializado, hospital e tudo mais”, afirmou. 

Comidas juninas

Procon aponta variação de até 266% em itens de festa junina em Campo Grande

A pesquisa realizada em 13 supermercados de Campo Grande inclui especiarias juninas a bebidas alcoólicas utilizadas para fazer quentão

08/06/2026 11h20

Divulgação

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Em pesquisa realizada pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), itens alimentícios de festa junina apresentaram variação de mais de 260% em 13 redes de mercados diferentes de Campo Grande. De amendoim a bebidas para quentão, a recomendação é comparar os preços na hora de montar o cardápio.

A instituição vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead) realizou a pesquisa dos alimentos durante o período de dois dias, em 25 e 26 de maio deste ano. Ao todo, a pesquisa divulga o 803 produtos que foram pesquisados e disponibilizados em uma tabela.

Conforme ánalise, a canela em pó de 10g de determinada marca foi o item que apresentou maior disparidade entre os 13 supermercados, com a variação de 266% nos valores de um estabelecimento para outro. O maior preço em um determinado supermercado foi de R$ 5,49, enquanto no de menor preço o valor era de R$ 1,50.

A busca realizada pelo Procon inclui produtos com gramas, marcas e versões diferentes. A segunda maior variação na categoria de temperos da especiaria canela é a da versão em casca de 10g. Seu menor preço é de R$ 2,75 enquanto o maior possui valor de R$ 5,49, com uma variação de 99,64% entre um supermercado e outro.

Os consumidores também deve voltar a atenção a um dos queridinhos das comidas típicas, o milho verde de bandeja registrou a variação de 73,20% de um estabelecimento para outro, de R$ 7,50 a R$ 12,99. O coco ralado adoçado de 100g também aparece entre as grandes variações no preço, com 116,63% de R$ 4,15 a R$ 6,01.

Já o fubá mimoso de 500g, de seis marcas diferentes pesquisadas algumas não apontaram nenhuma variação de preço de um mercado para outro, enquanto outra teve 100,29% diferença, com menor preço em R$ 3,49 e maior em R$ 6,99.

Outras oscilações que destacam-se são a de amendoim cru de 400g, com 146,43% de mudança nos preços, canjica amarela de 400g, com 118,81%, e canjica branca de 400g, com 100,99% de variação.

Entre as variações nas bebidas alcoólicas, a cachaça de 965ml apresentou a maior variação entre os mercados de 101,37%, com o menor preço em R$ 13,90 e o maior em R$ 27,99 e o vinho tinto suave de 750ml com 85,27%, variando os preços de R$ 15,95 a R$ 29,55.

Aqueles que desejam organizar as compras em base dos valores médios, a tradicional paçoca rolha de 210g aparece com preço médio de R$ 10,38, enquanto as canjicas amarela e branca de 500g estão cerca de R$ 4,33 e R$ 5,54, respectivamente.

O Procon ressalta que os produtos estão sujeitos a alterações e confirmam a necessidade dos consumidores compararem os preços antes de fazer as compras de festas juninas. Além de manter a atenção em prazos de validade e emissão da nota fiscal. A sugestão é que a compra seja feita em comércio local para reduzir custos com deslocamento.

Outros produtos que são utilizados na produção de alimentos típicos da festa como leite, arroz, leite condensado, molhos e temperos podem ser conferidos na Tabela de Pesquisa de Itens para Festa Junina.

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Maracaju (ms)

DOF apreende quase 800 kg de droga em milharal após capotamento

Entorpecente foi avaliado em R$ 1,6 milhão

08/06/2026 11h05

Veículo capotado abarrotado de maconha

Veículo capotado abarrotado de maconha DIVULGAÇÃO/DOF

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Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam 785 quilos de maconha, em um milharal, localizado no cruzamento das rodovias BR-267 e MS-164, no distrito de Vista Alegre, município de Maracaju.

O entorpecente estava acondicionado em tabletes no interior de um Chevrolet GM Onix e foi avaliado em R$ 1,6 milhão.

Conforme apurado pela reportagem, os militares fiscalizavam a rodovia, quando deram ordem de parada ao motorista do Onix. Mas, ele desobedeceu e fugiu em alta velocidade sentido a Maracaju.

Os policiais perseguiram o carro e, após alguns quilômetros, localizaram o veículo capotado às margens da rodovia, em uma plantação de milho.

O condutor fugiu a pé e não foi localizado posteriormente pelos policiais. Em vistoria, os policiais flagraram os fardos no porta-malas e bancos traseiro e do passageiro.

O veículo e o entorpecente foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Maracaju.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 4.292,84 kg de cocaína e 258.202 kg de maconha foram apreendidos, entre 1º de janeiro e 8 de junho 2026, em Mato Grosso do Sul

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

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