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Curso de Medicina da UEMS não está garantido para 2015

Curso de Medicina da UEMS não está garantido para 2015

DA REDAÇÃO

21/07/2014 - 00h00
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Salas de aula ficarão prontas até o fim do ano - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Principal novidade do câmpus da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), que está sendo construído em Campo Grande, o curso de Medicina ainda não está garantido para o ano que vem. A informação é do reitor da universidade, professor Fábio Edir. Por enquanto, a instituição garante a continuidade dos sete cursos de graduação e três mestrados já existentes na Capital, segundo informa o jornal Correio do Estado.

Conforme a reportagem de Patrícia Belarmino, quando a construção do câmpus campo-grandense foi anunciada, veio também a confirmação de que seria oferecido o curso de Medicina, o terceiro na Capital. Agora, a realidade é diferente. Para colocar o curso em funcionamento e garantir a abertura de vagas para o ano de 2015, a direção da UEMS corre contra o relógio para resolver questões burocráticas. O principal entrave é o tempo. A universidade tem que inserir até o fim de outubro as vagas que serão ofertadas no Sistema de Seleção Unificada (SiSU) no fim deste ano, com ingresso no primeiro semestre de 2015.

O projeto pedagógico do novo curso também está em fase de elaboração. Apenas após a conclusão dele será possível ver quantos docentes e técnicos administrativos deverão ser contratados. Por enquanto, não há previsão de concursos, inclusive devido ao período eleitoral.

INFRAESTRUTURA

Empresa é contratada por R$ 67 milhões para administrar rodovias de MS

ECR Engenharia ficará responsável por serviços de apoio, assessoramento, planejamento e gestão de demandas da malha rodoviária federal até 2032

10/08/2026 15h30

Contrato de R$ 67 milhões prevê apoio técnico, assessoramento e engenharia consultiva para demandas da malha rodoviária

Contrato de R$ 67 milhões prevê apoio técnico, assessoramento e engenharia consultiva para demandas da malha rodoviária Divulgação

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) fechou contrato de R$ 67,08 milhões com uma empresa privada para a prestação de serviços de apoio, assessoramento e engenharia consultiva relacionados à gestão dos empreendimentos da malha rodoviária federal em Mato Grosso do Sul. 

O contrato foi firmado com a ECR Engenharia Ltda., pelo valor total de R$ 67.084.240,77, e terá duração de cinco anos e meio. Conforme o extrato publicado pelo governo federal, a vigência começou na última quinta-feira (6) e segue até 6 de fevereiro de 2032. 

A contratação chama atenção pelo montante e pelo período de vigência. Os serviços serão prestados para atender demandas da Superintendência Regional do DNIT em Mato Grosso do Sul e também as necessidades técnicas e operacionais das unidades locais subordinadas ao órgão. 

De acordo com o edital, o trabalho envolve a prestação de serviços técnicos de apoio, assessoramento e engenharia consultiva para atuação nas áreas de planejamento e gestão pública das demandas referentes aos empreendimentos rodoviários sob responsabilidade da superintendência estadual.

Apesar de superar R$ 67 milhões, o valor contratado ficou aproximadamente R$ 5 milhões abaixo do orçamento estimado inicialmente pelo DNIT.

Quando a concorrência foi lançada, a administração federal havia estipulado em R$ 72.149.113,31 o valor total estimado para a contratação. O certame foi estruturado em um único item e adotou como critério de julgamento a combinação de técnica e preço.

Com a proposta vencedora de R$ 67.084.240,77, a diferença em relação ao teto inicialmente previsto foi de aproximadamente R$ 5,06 milhões, ou cerca de 7%. 

A sessão pública da concorrência estava prevista para 1° de abril deste ano. O edital estabeleceu disputa em modo fechado, sem apresentação de lances e julgamento por técnica e preço. 

Nesse modelo, a avaliação não considerou somente o menor valor oferecido. Conforme as regras do edital, a nota final atribuiu peso de 70% à proposta de preço, combinação utilizada para definir a classificação dos participantes.

Na prática, a empresa contratada dará suporte técnico à estrutura do DNIT responsável pór acompanhar e administrar demandas relacionadas aos empreendimentos rodoviários federais de MS.

O próprio edital classifica o objeto como serviço de supervisão, gerenciamento e fiscalização de projetos de construção e obras civis, com execução vinculada à Superintendência Regional do DNIT-MS, em Campo Grande. 

Também é determinado que a vencedora apresente programa de integridade em até seis meses após a celebração do contrato, além de observar a política antifraude e anticorrupção do DNIT.

 

MUNDO

Forte terremoto deixa pelo menos 20 mortos na Colômbia

Serviço geológico do país revisou magnitude de 6,6 para 7,4

10/08/2026 15h00

A agência de gestão de desastres do país informou ter recebido relatos de nove departamentos e de todas as 32 capitais departamentais

A agência de gestão de desastres do país informou ter recebido relatos de nove departamentos e de todas as 32 capitais departamentais Reprodução: X

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Pelo menos 20 pessoas morreram no terremoto no oeste da Colômbia, nesta segunda-feira (10), que derrubou prédios e deixou pessoas presas nos escombros, segundo autoridades. 

Na cidade de Pereira, 18 pessoas morreram e outras ficaram soterradas em prédios que desabaram, afirmou o prefeito Mauricio Salazar à Rádio Caracol.

Duas pessoas morreram na cidade de Manizales, segundo o prefeito Jorge Eduardo Rojas em entrevista à Blu Radio, enquanto Alejandro Eder, prefeito de Cali, uma das maiores cidades da Colômbia, afirmou que relatos preliminares indicavam o desabamento de pelo menos 20 estruturas no local, com pessoas soterradas.

Segundo ele, Cali solicitou o envio de socorristas de Bogotá e Medellín para auxiliar nos esforços de resgate.

O epicentro do terremoto foi próximo a San José del Palmar, em Chocó, uma província pouco povoada na costa do Pacífico colombiano. A governadora de Chocó, Nubia Carolina Córdoba, relatou feridos e danos significativos em Quibdó, a capital da província, e alertou os moradores sobre possíveis réplicas.

Na província vizinha de Risaralda, o governador Juan Diego Patiño informou que Pereira, uma importante cidade da região cafeeira da Colômbia, também sofreu danos graves em algumas edificações.

A autoridade de aviação civil da Colômbia comunicou a suspensão de voos nos aeroportos de Pereira, Manizales, Quibdó, Armenia, Cartago e Buenaventura, enquanto inspetores verificavam a existência de danos estruturais.

A agência de gestão de desastres do país informou ter recebido relatos de nove departamentos e de todas as 32 capitais departamentais onde o tremor foi sentido, provocando retiradas e os primeiros relatos de danos.

O serviço geológico da Colômbia revisou a magnitude do terremoto para 7,4 e informou que ele ocorreu a uma profundidade de 96 km. O sistema de alerta de tsunamis dos EUA afirmou que não havia ameaça de tsunami.

Testemunhas da Reuters no Estado fronteiriço venezuelano de Táchira e na cidade de Barquisimeto, no centro-oeste do país, relataram que o terremoto foi sentido nessas regiões.

A Venezuela foi atingida por dois terremotos devastadores em junho, que mataram mais de 6.000 pessoas, principalmente no litoral próximo à capital, Caracas.

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