Cidades

Perdeu tudo

Depósito de reciclagem atingido por incêndio é demolido, deixando prejuízo de R$7 Milhões

O fogo destruiu quatro caminhões, um micro-ônibus e um veículo passeio. Toda estrutura do depósito foi destruída.

Continue lendo...

O depósito de reciclagem que pegou fogo nas margens da BR-163, próximo ao Posto Caravaggio, no último domingo (13), em Campo Grande, começou a ser demolido nesta terça-feira (14). De acordo com o diretor da empresa responsável pelo local, o prejuízo causado pelo incêndio é de aproximadamente R$7 milhões. 

Funcionários da Colecta Reciclagem estiveram no local e derrubaram o restante da estrutura, que corria o risco de desabar. No exterior, caminhões foram utilizados para carregar os restos de entulhos e ferros queimados.

O depósito, que funcionava como galpão, era uma das unidades responsáveis por armazenar produtos perigosos contaminados por óleo, os quais eram recolhidos diretamente em postos de combustíveis.

A reportagem do Correio do Estado entrou em contato com a empresa Colecta Reciclagem. Em nota, relatou que “as atividades seguem normalmente sem qualquer alteração no cronograma”.  

Ainda de acordo com a empresa, foram destruídos no incêndio quatro caminhões, um micro-ônibus e um veículo de passeio. Além do prejuízo milionário, o diretor da empresa, Fernando Abrãao, informou que os valores do prejuízo podem aumentar.


Incêndio de grandes proporções destrói depósito

Depósito de reciclagem pegou fogo próximo ao rodoanel, na região do Tiradentes, no último domingo (12). O incêndio de grandes proporções desabou o teto do estabelecimento, e se espalhou atingindo dois caminhões que estavam no estacionamento da empresa de reciclagem.

Segundo proprietária de um restaurante próximo ao local, por volta das 15h o incêndio começou no depósito de reciclagem, o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência, chegando inicialmente com uma viatura no rodoanel.

Rapidamente o fogo se espalhou pelo depósito, atingindo o teto do estabelecimento que cedeu, levantando uma nuvem de fumaça densa que ficou perceptível por horas na região.
Devido ao avanço do fogo e da fumaça para a garagem do depósito, equipes da CCR MS via estiveram no local para organizar o trânsito na BR-163, que durante o trabalho do Corpo de Bombeiros ficou parado com 300 metros de congestionamento, com o fluxo sendo liberado aos poucos através de uma estrada de terra paralela à pista, sendo restabelecido por volta das 18h.

Durante o combate ao fogo, funcionários se mobilizaram para a retirada dos caminhões, no momento em que um saiu da empresa com uma das rodas pegando fogo. Imediatamente o Corpo de Bombeiros controlou as chamas com um jato de água. 

Incêndio 

Em entrevista para o Correio do Estado no local do incêndio, o Diretor Presidente da empresa de reciclagem Colecta, Fernando Abrahão, falou sobre os prejuízos causados pelo incêndio, e as possíveis causas do incidente.

"O tipo de resíduo que trabalhamos neste local de coleta [plásticos e papel], é suscetível a combustão espontânea, e podem ficar contaminados com óleos se forem recolhidos em postos de combustíveis, e este produto é armazenado, e dependendo do calor e outros agentes, pode ter combustão espontânea. Acreditamos que isto pode ter acontecido", disse.

Perdas
2 caminhões;
2 carretas; 
1 micro-ônibus,
1 veiculo gol; 
4 caçambas;

De acordo com informações do diretor da empresa de reciclagem, apenas um vigilante estava no depósito no momento do incêndio, o mesmo tentou conter o fogo com o sistema de combate a incêndio da empresa, porém como o contingente consegue controlar apenas incêndios de pequenas proporções, foi necessário solicitar a presença do Corpo de Bombeiros. Nenhuma pessoa ficou ferida no incêndio.

 

Assine o Correio do Estado 


 

SAÚDE

Morre Paulo Roberto Teixeira, referência no combate à aids no Brasil

Médico atuou na criação de políticas de prevenção e tratamento

19/09/2026 23h00

Paulo Roberto Teixeira

Paulo Roberto Teixeira EMI SHIMMA/DIVULGAÇÃO

Continue Lendo...

Morreu neste sábado (19), aos 77 anos, o médico Paulo Roberto Teixeira, uma das referências em saúde pública no Brasil. Ele foi protagonista na criação da primeira resposta de governo à aids no Brasil, em 1983, época em que a doença era ainda pouco conhecida e marcada pelo estigma.Paulo Roberto TeixeiraPaulo Roberto Teixeira

Quando os primeiros casos da doença foram confirmados em São Paulo, Teixeira estava à frente do programa de hanseníase do estado. A experiência com uma doença que também era marcada pela exclusão, ajudou a desenhar para a aids uma política pautada no direito à saúde e ao respeito, que passava pela prevenção e assistência, incluindo o acesso aos antirretrovirais, e o trabalho em parceria com sociedade civil.

Em 2000, já à frente do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde, Paulo Teixeira passou a denunciar que os preços dos medicamentos eram inviáveis para a manutenção do acesso universal ao tratamento de aids pelo SUS e passou a defender a quebra de patentes dos laboratórios farmacêuticos.

Defendeu que a Lei de Patentes brasileira, aprovada em 1996, limitou o acesso à saúde e organizou um programa internacional de transferência de tecnologia entre países do Sul global para a produção de antirretrovirais genéricos.

Esse movimento foi fundamental para que em 2001, a Organização Mundial do Comércio reconhecesse que o direito à saúde está acima das regras de propriedade intelectual e fortaleceu a luta dos países pobres pelo direito de acesso ao tratamento.

A luta pelo acesso universal ao tratamento seguiu na OMS, quando Paulo Roberto Teixeira, assumiu em 2003 o Departamento de HIV/Aids da OMS e integrou a estratégia 3 by 5 que estabeleceu a meta de 3 milhões de pessoas vivendo com HIV em tratamento até o fim de 2005.

Em nota, o Ministério da Saúde manifestou pesar pela morte de Paulo Roberto Teixeira, reconhecendo que ele foi um dos "nomes fundamentais da resposta do país à epidemia" e que Paulo Teixeira "dedicou a vida à defesa da saúde como direito, dos direitos humanos e do acesso universal à prevenção e ao tratamento".

COMBUSTÍVEL

Petrobras recebe parcela de R$ 448 milhões, referente à subvenção à gasolina

Com esse pagamento, o montante acumulado recebido pela empresa no âmbito dos programas de subvenção ao óleo diesel, gasolina e GLP alcança, até o momento, R$ 9,9 bilhões

19/09/2026 21h00

Gasolina em Campo Grande ultrapassa os R$ 7 no crédito

Gasolina em Campo Grande ultrapassa os R$ 7 no crédito Gerson Oliveira

Continue Lendo...

A Petrobras informou hoje que recebeu parcela do Programa de Subvenção Econômica à comercialização de gasolina. Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), foram repassados à estatal R$ 448 milhões, referentes à comercialização de gasolina no período de 16 e 31 de julho.

"Com esse pagamento, o montante acumulado recebido pela Petrobras no âmbito dos programas de subvenção ao óleo diesel, gasolina e GLP alcança, até o momento, R$ 9,9 bilhões", diz a empresa.

Além disso, a estatal informou que seu Conselho de Administração, em reunião realizada a sexta-feira, aprovou a adesão à subvenção econômica de produtores e importadores de óleo diesel e suas correntes, instituída pela Medida Provisória nº 1.391, de 11 de setembro de 2026. Segundo a empresa, a adesão ocorre nos termos da regulamentação aplicável estabelecendo o valor unitário da subvenção em R$ 1,00 por litro de óleo diesel "A", de uso rodoviário, pelo prazo de 30 dias, podendo ser prorrogada por igual período.

"A adesão à subvenção econômica de que trata a MP nº 1.391/2026 não afasta o direito ao recebimento das subvenções econômicas já devidas ao produtor ou ao importador, tampouco revoga a adesão da companhia à subvenção autorizada pela MP nº 1.363/2026, no valor de R$ 1,12 por litro de óleo diesel "A"", disse a Petrobras. "Dessa forma, os benefícios previstos em ambos os programas são cumulativos."

De acordo com a estatal, diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende-se que essa adesão é compatível com o interesse da companhia. "A efetiva assinatura do termo de adesão ficará condicionada à publicação e à análise do regulamento previsto na MP nº 1.391/2026, necessário à operacionalização da subvenção econômica", informou.

Cabe destacar que a Petrobras mantém sua estratégia comercial, orientada pela participação de mercado, pela otimização de seus ativos de refino e pela busca de rentabilidade de forma sustentável, evitando o repasse imediato aos preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio, informou a estatal.

"A companhia segue comprometida com uma atuação responsável, equilibrada e transparente, preservando a flexibilidade necessária para a execução de sua estratégia comercial e para a geração de valor de longo prazo", afirmou a Petrobras.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).