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DETONADA

Estado teme colapso e adota novas restrições na ponte no Rio Paraguai

Balança vai reter caminhões com excesso de peso, radares serão instalados para coibir exagero na velocidade e PMs vão patrulhar a segurança da estrutura

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Com receio de que a ponte sobre o Rio Paraguai na BR-262 possa ficar intransitável, o governo do estado divulgou nota oficial nesta sexta-feira (29) informando que caminhões com excesso de peso serão barrados, que radares serão instalados sobre a estrutura para evitar o exagero da velocidade e que vai manter policiais militares no local para “patrulhamento de segurança na estrutura”. 

Por conta daquilo que a administração estadual chama de “patologias na infraestrutura”, a ponte, que fica a cerca de 70 quilômetros de Corumbá, no meio do Pantanal, está com o tráfego em meia pista, no sistema de pare e siga, desde 21 de março. 

Na semana passada começaram obras emergenciais de reparo, ao custo de R$ 1,6 milhão, e depois disso é que, segundo a administração estadual, descobriu-se que a situação parece ser mais grave do que se imaginava até então. 

“Informamos que após início dos serviços de reparo e manutenção na ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, e surgimento de novas patologias na infraestrutura, verificou-se a necessidade de medidas para garantir a segurança e oferecer condições de uma ação de reparo mais célere e efetiva”, diz a nota em seu começo.

“Em virtude do aumento expressivo do fluxo de veículos pesados e do excesso de velocidade registrado, o Governo de Mato Grosso do Sul por meio da Agesul, informa que tomará as seguintes providências para auxiliar nos serviços de manutenção e reparo no local: a instalação de balança na entrada da ponte, em parceria com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes); instalação de radares de velocidade, em parceria com Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito), e designação, junto à Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, de agentes para patrulhamento de segurança na estrutura”, continua

“O trânsito no local permanece, como já informado anteriormente, no sistema Pare e Siga, e a PRF (Polícia Rodoviária Federal), auxilia no ordenamento no trânsito. Ressalta-se, ainda, que a empresa contratada pelos reparos emergenciais já iniciou os trabalhos, com prazo de finalização em até 150 dias”, conclui a nota. 

Depois destes reparos emergenciais, segundo a Agesul, o tráfego nas duas pistas será normalizado. Porém, uma reforma definitiva ainda está na fase de elaboração do projeto, que está sendo feito ao custo de R$ 700 mil. Esta reforma geral ainda não tem custo estimado, mas em meados do ano o secretário de Infraestrutura, Hélio Peluffo, falou que seriam necessários pelo menos R$ 6 milhões. 

Os veículos pesados citados na nota são, em sua maioria, caminhões que transportam até 50 toneladas de minério e são estes que só poderão seguir viagem após passarem pela balança. Desde o começo de novembro, por conta do baixo nível do Rio Paraguai, o transporte de minérios pela hidrovia está suspenso e a única opção é o transporte rodoviário, passando por esta ponte. 

Durante os reparos emergenciais que estão em andamento, o tráfego vai sofrer interrupções totais em determinados períodos do dia ao longo dos próximos cinco meses. 

Para controlar o tráfego em meia pista, o Governo do estado desembolsa uma média de R$ 330 mil mensais para fazer esse controle de pare e siga, já que existe a necessidade de manter funcionários no local durante 24 horas por dia 

Com 1.890 metros de comprimento e inaugurada em maio de 2001, a ponte era pedagiada até setembro do ano passado, com tarifa de R$ 14,10 para carro de passeio ou eixo de veículo de carga. Em média, a cobrança rendia R$ 2,6 milhões por mês, ou R$ 21 milhões nos oito primeiros meses de 2022.  

No ano anterior, o faturamento médio mensal ficou em R$ 2,3 milhões. Conforme os dados oficiais, 622 mil veículos pagaram pedágio naquele ano. Grande parte deste fluxo foi de caminhões transportando minério. A maior parte destes veículos têm nove eixos e por isso deixavam R$ 126,9 na ida e o mesmo valor na volta.

Esse contrato durou longos 14 anos, com início em dezembro de 2008, e rendeu em torno de R$ 430 milhões, levando em consideração o faturamento do último ano de concessão.

Em março de 2017, a Porto Morrinho conseguiu um abatimento de 61% no valor da outorga. Na assinatura, em 22 de dezembro de 2008, o acordo previa repasse de 35%  do faturamento bruto obtido com a arrecadação tarifária estabelecida em sua proposta comercial. A partir de março de 2017, porém, este valor caiu para 13,7%.

Em troca da cobrança de pedágio, a empresa Porto Morrinho tinha a obrigação de fazer a manutenção da estrutura. Mas, ela foi devolvida e dois meses antes do fim definitivo do contrato com a concessionária, o tráfego já estava em meia pista justamente porque a manutenção não foi realizada. 

Nos primeiros oito meses depois do fim da cobrança de pedágio, entre setembro do ano passado e maio deste ano, a concessionária continuou cuidando da ponte, Neste período, recebeu pouco mais de R$ 6 milhões. Atualmente, a empresa que controla o tráfego é e empresa RR Ceni Terraplanagem, que tem uma série de outros contratos com a administração estadual. 

A ponte foi construída pelo governo estadual e a cobrança de pedágio, no começo do contrato, era para pagar o financiamento. Depois do fim da cobrança de pedágio, a previsão era de que a ponte fosse devolvida ao governo federal, já que é ele o responsável pela manutenção da BR-262.

Porém, o Dnit se recusou a receber a estrutura nas condições em que estava e por isso é que os reparos estão sendo bancados pela administração estadual, que entedeu que as "patologias" não estavam sob responsabilidade pela empresa que cobrou pedágio ao longo de quase 14 anos. 

Acidente Fatal

Menino morre após sofrer descarga elétrica no dia em que completava 3 anos em MS

Salomão Eduardo Rodrigues foi encontrado caído próximo a um galinheiro, em contato com um fio de energia elétrica que estaria solto na propriedade rural.

20/09/2026 14h19

Salomão Eduardo Rodrigues foi levado ao Hospital de Pequeno Porte de Nioaque após sofrer a descarga elétrica, mas não resistiu.

Salomão Eduardo Rodrigues foi levado ao Hospital de Pequeno Porte de Nioaque após sofrer a descarga elétrica, mas não resistiu. Foto: Divulgação.

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Um menino morreu após sofrer uma descarga elétrica na manhã deste domingo (20), em uma fazenda na área rural de Nioaque, na região sudoeste de Mato Grosso do Sul. Salomão Eduardo Rodrigues completava três anos justamente neste domingo, mesmo dia em que ocorreu o acidente.

O caso aconteceu em uma propriedade rural localizada na região conhecida como Morrinho. Após os familiares perceberem o desaparecimento da criança e iniciarem buscas pela propriedade, Salomão foi encontrado caído na porta de um galinheiro, em contato com um fio de energia elétrica que estaria solto.

Depois de ser encontrado, o menino foi levado às pressas para o Hospital Municipal de Nioaque. A criança chegou à unidade por volta das 8h30, mas não resistiu. O óbito foi confirmado pela equipe médica.

Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionadas para atender a ocorrência. Diante das circunstâncias em que Salomão foi encontrado, a Polícia Civil solicitou a realização de perícia para auxiliar no esclarecimento do caso.

O trabalho pericial deverá verificar, entre outros pontos, a origem do fio de energia elétrica e as condições em que ele se encontrava no momento do acidente. A apuração também deverá esclarecer como ocorreu o contato da criança com a fiação.

A perícia deverá apontar ainda se havia alguma falha na instalação elétrica da propriedade que possa ter contribuído para a descarga. As circunstâncias exatas, no entanto, dependerão da conclusão dos trabalhos periciais.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil. O laudo pericial deverá ajudar a estabelecer oficialmente as circunstâncias da morte de Salomão Eduardo Rodrigues.

CAMPO GRANDE

Cinemark de Campo Grande prepara semana com ingressos de 12 a R$39,50

3ª edição do Super Voucher abre amanhã (21) abre de segunda (21) até domingo (27) prazo para compra de entradas que podem ser usadas em até 30 dias

20/09/2026 13h30

Nesse período de duração da validade dos ingressos há grandes produções em cartaz

Nesse período de duração da validade dos ingressos há grandes produções em cartaz Divulgação

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Amantes da sétima arte que perderam a última Semana do Cinema têm uma nova chance de acompanhar um bom filme "no precinho", com a terceira edição do Super Voucher Cinemark, que libera bilhetes a partir de R$12 que podem ser usados em até um mês após a compra. 

Representando cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema, a Rede Cinemark conta atualmente com 640 salas de cinema em 88 complexos distribuídos por 47 cidades, em 15 estados e no Distrito Federal. 

Porém, é importante frisar que, para Mato Grosso do Sul, apenas as salas que estão localizadas no Shopping Campo Grande são consideradas válidas nesta 3ª edição do Super Voucher Cinemark. 

Ou seja, como as vendas acontecem exclusivamente pelo site da Cinemark (acesse CLICANDO AQUI), mesmo quem mora no interior do Estado pode aproveitar até domingo (27) para adquirir um ingresso para o filme que deseja ver, uma vez que o prazo de 30 dias para usufruir do direito fica aberto a partir do momento da compra. 

Graças à iniciativa idealizada pela Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), os cinéfilos de todo o País podem aproveitar duas vezes por ano o incentivo que aparece com intuito de fomentar a ida e retorno do público ao cinema. 

Pensada após a pandemia, a Semana do Cinema alcançou sua oitava edição em fevereiro deste ano, quando os amantes da sétima arte puderam apreciar obras em cartaz, como "O Agente Secreto"; "Avatar: Fogo e Cinzas"; "Marty Supreme" e outros, com um preço bem mais em conta que o convencional. 

Cinema "no precinho"

Nesse mesmo sentido aparece agora também o Super Voucher Cinemark, que em sua terceira edição conta com títulos na programação que possuem grande potencial de atrair o público, com opções de entradas que vão de R$12 até R$39,50. 

Sem qualquer quantidade mínima de compra, os vouchers ficam organizados nas seguintes categorias: 

  • R$ 12 | ingresso 2D, válido de segunda a quinta-feira;
  • R$ 19,50 | ingresso 2D, válido para todos os dias da semana;
  • R$ 39,50 | ingresso 2D, válido para todos os dias da semana, com Combo Pequeno (pipoca + bebida).

Justamente nesse período de duração da validade dos ingressos há grandes produções em cartaz, como o novo título da saga "Resident Evil", continuando a adaptação da franquia da japonesa Capcom que, apesar da curiosidade de vir na sequência d'O Capítulo Final, lançado em 2017, já aparece com boas avaliações e aprovação pela crítica especializada. 

A lista ainda é composta por "Vingadores: Ultimato Encore", que mais do que uma "volta nostálgica" ao filme original de 2019, chega nos cinemas trazendo uma introdução especial e até mesmo material inédito com conteúdos originais ligados, por exemplo, ao Doutor Destino. 

Conforme indicado já pela própria equipe responsável, "Vingadores: Ultimato Encore" virá com aproximadamente quatro minutos a mais do que o corte original, alcançando agora a marca de três horas e cinco minutos de duração. 

Para aqueles que querem distância dos "blockbusters" de heróis há opções mais "adultas", como o terror psicológico "Verity", adaptação do best-seller escrito por Colleen Hoover que traz Anne Hathaway e Dakota Johnson no elenco. 

Ou então, quem prefere o bom e velho cinema nacional também pode se deliciar com mais uma obra dos personagens Cláudio e Helena, eternizados por Tony Ramos e Glória Pires, que retornam para o terceiro filme da saga. 

Entre os filmes que estarão em cartaz também cabe destacar as produções: “Coyote vs. Acme”; “Homem-Aranha: Um Novo Dia” e “Minha Melhor Amiga”.

Através do site da Cinemark, as compras devem ser feitas exclusivamente por cartão de crédito, com limite máximo de 8 vouchers por transação. Haverá ainda incidência de 10% de taxa de conveniência sobre o valor total da compra. 

Também cabe destacar que esses vouchers não se aplicam para as salas Prime, XD, IMAX e Bistrô, nem para as poltronas D-BOX. 
 

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