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Homossexual

Filha de Jackie Chan diz que está morando na rua por causa da homofobia dos pais

Filha de Jackie Chan diz que está morando na rua por causa da homofobia dos pais

Yahoo

06/05/2018 - 16h42
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A filha de 18 anos de Jackie Chan disse que teve que sair de casa e está morando embaixo de uma ponte com sua companheira por causa da homofobia de sua família.

Etta Ng, que não se dá bem com o pai, publicou um vídeo no YouTube com a namorada Andi Autumn, fazendo críticas mordazes aos amigos e familiares.

“Estamos morando na rua há um mês por causa de pais homofóbicos. Estamos dormindo embaixo de uma ponte, entre outras coisas,” disse ela.

“Fomos até a polícia, fomos a hospitais, bancos de alimentos, abrigos voltados para a comunidade LGBTQ, e ninguém se importa”.

“Nós não sabemos o que fazer, a esta altura. Só queremos que as pessoas saibam o que está acontecendo, porque parece ridículo que ninguém consiga nos ajudar. Eu não entendo”.

Andi acrescentou: “Nós teremos que nos separar se formos a qualquer tipo de abrigo do governo”.

Etta é filha de Jackie Chan com Elaine Ng Yi-Lei, antiga Miss Asia, com quem Chan teve um caso extraconjugal em 1998, enquanto era casado com a atual esposa, Joan Lin.

No entanto, a mãe de Etta detonou o vídeo.

Ela disse ao site Coconuts, de Hong Kong: “Etta tem problemas emocionais. No ano passado, ela estava sendo acompanhada por um médico, mas parou de ir à terapia desde que saiu de Hong Kong”.

Elaine também culpa Andi pelo problema da dupla.

“Ela já tem 30 e poucos anos e é uma professora com experiência profissional,” disse a mãe. “Como ela pode pedir que uma menina de 18 anos grave um vídeo como este? Isso é errado”.

“Eu sinto que se elas não têm dinheiro, deveriam procurar um emprego. Não deveriam filmar um vídeo dizendo às pessoas que estão quebradas e contando quem é o pai de Etta. Pessoas de todo o mundo trabalham duro e não dependem da fama de alguém para conseguir ganhar dinheiro”.

“Muitas pessoas em Hong Kong recebem salários baixos, mas ainda assim vão trabalhar. Se elas estiverem desempregadas, vão filmar um vídeo para reclamar de seus pais? Quantos vídeos como este veríamos por dia se isso acontecesse?”

De acordo com algumas notícias, Jackie Chan nunca falou publicamente sobre sua filha, mas já assumiu ter tido um caso com Elaine.

Etta disse ao Daily Express em 2015: “[Chan] nunca existiu em minha vida”.

“Ele não é o meu pai. Eu não tenho sentimentos por ele. Ele é meu pai biológico, mas não faz parte da minha vida,” disse ela.

“Eu não diria que ele é meu pai. Eu diria, ‘Ah, Jackie Chan, um ator’. Eu nunca irei considerá-lo um pai”.

Etta usou o Instagram para assumir sua homossexualidade em outubro no ano passado, e mais tarde confirmou que estava em um relacionamento com Andi, uma influencer do Canadá.

Coxim

Homem atacado com 10 facadas é internado em estado grave

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação

04/04/2026 16h00

Hospital Regional de Coxim

Hospital Regional de Coxim Foto: Divulgação

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Um homem de 34 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser atingido por mais de 10 facadas na manhã deste sábado (4), em Coxim, a 253 quilômetros de Campo Grande. Ele foi socorrido em estado grave e segue internado no Hospital Regional do município.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima apresentava ferimentos na cabeça, nas costas e nas mãos, além de duas perfurações profundas no tórax. O resgate foi realizado pelo Corpo de Bombeiros.

Inicialmente, o homem contou à polícia que havia ingerido bebida alcoólica com amigos nas proximidades de um bar. No entanto, posteriormente, mudou a versão e afirmou que foi atacado enquanto dormia na varanda de sua casa, um imóvel que estaria sem energia elétrica.

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação. No endereço indicado, policiais não localizaram sinais de luta ou vestígios de sangue.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio e será investigado pela Polícia Civil.

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MATO GROSSO DO SUL

MS dá aula à agentes com Chikungunya 7x mais letal em 2026

Secretaria de Saúde reforça que, até o momento, não há declaração que aponte para epidemia da doença em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente em Dourados

04/04/2026 14h30

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença Reprodução/GovMS/Bruno-Rezende

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Em cenário de crise graças aos alarmantes números de uma das arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, a médica infectologista, Dra. Andyane Tetila, ministra na segunda-feira (06) uma web aula aos profissionais que tentam frear a Chikungunya em Mato Grosso do Sul, que aparece sete vezes mais letal neste 2026.

Conforme divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), essa capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença que mostra um impacto significativo principalmente na cidade de Dourados e aldeias do município. 

O Governo do Mato Grosso do Sul reforça que, até o momento, não há uma declaração que aponte para uma epidemia de Chikungunya em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente no município de Dourados. 

Com o tema “Alerta Chikungunya: Atualização do Cenário e Manejo dos Casos”, a web aula fica marcada para às 18h e será transmitida através da plataforma Telessaúde (acesse CLICANDO AQUI), sendo que a sala será aberta 30 minutos antes do evento. 

Importante frisar que essa web aula têm o seguinte público alvo os profissionais das seguintes áreas: 

  1. Atenção Primária à Saúde 
  2. Serviços de urgência e Emergência 
  3. Vigilância epidemiológica 
  4. Demais envolvidos no atendimento e manejo dos casos de Chikungunya

Jéssica Klener é gerente de Doenças Endêmicas da SES e, em nota, frisa que a participação dos profissionais é essencial para fortalecer a resposta da rede de saúde à população. 

"Que os profissionais que estão na linha de frente estejam atualizados sobre o manejo clínico da chikungunya, especialmente neste momento de aumento de casos. A capacitação contribui diretamente para um atendimento mais qualificado, com diagnóstico mais ágil e condutas adequadas, refletindo na redução de complicações e na melhor assistência à população”, cita. 

7x mais letal 

Através do monitoramento das arboviroses em geral, que é feito pelo Ministério da Saúde, os dados mostram que MS atingiu o sétimo óbito por Chikungunya antes do fim do terceiro mês este ano, o que fez com que 2026 fechasse março com a doença sete vezes mais letal, se comparado com o pior ano de toda a série histórica. 

Vetor também da Dengue e Zika, o Aedes aegypti é responsável por transmitir a Chikungunya, que apresenta sintomas que costumam ser avassaladores, e a diferença das demais doenças citadas está no tempo que leva desde o primeiro relato do que os pacientes sentem até a data do óbito, que em boa parte das vezes costuma vitimar a pessoa no intervalo de até três semanas.

cabe explicar que, Mato Grosso do Sul terminou 2025 com o maior número de vítimas por Chikungunya em toda a série histórica, sendo que o ano passado já acumulou, inclusive, o equivalente ao dobro dos óbitos da última década, como bem acompanha o Correio do Estado, 17 mortes no total que marcam o pior índice desde que a doença passou a ser catalogada pela SES. 

Através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, por exemplo, é possível notar que a série histórica iniciada em 2015 começa com apenas um registro de óbito naquele ano. Até 2024 a arbovirose iria vitimar um total de apenas oito sul-mato-grossenses.

Com 2016 e 17 passando sem qualquer registro de morte por Chikungunya em Mato Grosso do Sul, a doença só voltou a vitimar um paciente em 2018, ano em que três pessoas morreram em decorrência dessa arbovirose. Porém, nos quatro anos seguintes (de 2019 a 2022) ela voltaria a sumir do radar do sul-mato-grossense.

Essa "explosão" dos casos de Chikungunya em 2025 passou a ser observada já desde o início do ano passado, quando até o começo de março Mato Grosso do Sul já anotava 2.122 casos prováveis. 

 

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