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Fim de semana pode ter temporal e frio de 5°C em Mato Grosso do Sul

Temperaturas começam a cair no domingo e a frente fria deve permanecer até terça-feira no Estado

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O fim de semana deve ser de chuvas, ocasionalmente fortes, e queda nas temperaturas em Mato Grosso do Sul, com as mínimas podendo chegar ficar abaixo de  5°C em alguns municípios.

De acordo com previsão do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), a mudança no tempo ocorre devido ao avanço de uma frente fria combinado ao transporte de calor e umidade.

Conforme já havia antecipado o Correio do Estado, estas condições climatológicas favorecem o aumento de nebulosidade, com possibilidade para chuvas e, pontualmente, tempestades acompanhadas de raios e rajadas
de vento no Estado.

Além disso, a atuação de uma área de baixa pressão atmosférica, aliado ao deslocamento de cavados irão favorecer a formação de instabilidades, principalmente nas regiões sudoeste, sul e sudeste do estado de Mato Grosso do Sul.

Ainda segundo o Cemtec, na metade norte do Estado, há baixa probabilidade para ocorrência de chuva e o que pode ocorrer é apenas aumento de nebulosidade e pancadas de chuvas bem isoladas na região.

No sábado (23) o calor ainda predomina, com máximas que podem chegar a 38°C.

No entanto, queda nas temperaturas deve ser acentuada a partir de domingo (24) e até a terça-feira (26), data em que se comemora o aniversário de Campo Grande.

As mínimas devem ficar em 7°C, com máxima de 19°C, mas podem ficar abaixo de 5°C na região sul do Estado.

Em Campo Grande são previstas mínima de 11°C e máxima de 23°C. Na Capital, não há previsão de chuvas significativas e os dias devem ser de tempo seco, com baixa umidade relativa do ar.

Os ventos atuam do quadrante sul com valores entre40-60 km/h e, pontualmente, podem ocorrer rajadas de vento acima de 60 km/h.

Alertas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) tem quatro alertas para Mato Grosso do Sul, com vigência durante o fim de semana.

São três alertas de perigo potencial para baixa umidade, vendaval e declínio de temperatura e um alerta vermelho, de perigo também para o declínio de temperatura.

O alerta de baixa umidade aponta que a umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20%, índices considerados estado de atenção e que apresentam risco de incêndios florestais e à saúde.

Já o de vendaval alerta para ventos entre 60 km/h e 100 km/h, com risco de queda de árvores, destelhamento de casas e danos gerais em edificações e plantações.

Os dois alertas de declínio de temperatura apontam leve risco à saúde devido à queda entre 3ºC e 5ºC nas temperaturas.

Literatura

Escritora de MS participa da Bienal do Livro de São Paulo

Jucelia Silva apresenta o romance "Antes de Nós" no estande da Editora Flyve durante o evento, que começou nesta sexta-feira

04/09/2026 17h30

Foto: Arquivo pessoal

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A escritora campo-grandense Jucelia Silva participa da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começou nesta sexta-feira (4), na capital paulista. Autora do romance Antes de Nós, ela representa Mato Grosso do Sul entre os escritores que integram a programação do evento.

Jucelia está no estande da Editora Flyve, onde o livro será apresentado ao público. O romance aborda temas como memória, família, ancestralidade e pertencimento, a partir da relação entre diferentes gerações.

A participação ocorre após a escritora integrar eventos literários em Mato Grosso do Sul. Nos últimos meses, ela participou da Feira Literária de Bonito (FLIB), do projeto Leituras e Conversas, da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, e do Sarau do Recanto, em Campo Grande.

Romance

Em Antes de Nós, a autora parte de uma pergunta sobre a vida dos pais e antepassados antes de eles ocuparem esses papéis dentro da família. A história transita entre campo e cidade e aborda relações familiares, diferenças sociais e raciais e as marcas deixadas pelas escolhas de gerações anteriores.

“Antes de Nós nasceu do desejo de olhar para aqueles que vieram antes e imaginar quem eram nossos pais antes de ocuparem esse lugar em nossas vidas. Estar na Bienal de São Paulo com esse romance é muito significativo para mim”, afirma Jucelia.

Além de escritora, Jucelia é professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), doutora em Letras e mestre em Estudos de Linguagens. Ela também integra a União Brasileira de Escritores de Mato Grosso do Sul (UBE-MS).

A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo segue até o dia 13 de setembro, reunindo editoras, autores e leitores no Distrito Anhembi. Antes de Nós também pode ser encontrado no site da Editora Flyve, na Amazon, com a autora e na Hámor Livraria, em Campo Grande.

Fronteira com MS

Cidade do Paraguai decreta folga em 7 de setembro e gera revolta

Prefeitura de Capitán Bado decretou ponto facultativo para liberar servidores e escolas para desfile da Independência do Brasil em Coronel Sapucaia, mas decisão provocou críticas até em Assunção

04/09/2026 17h29

Capitán Bado, separada por uma rua de Coronel Sapucaia (MS)

Capitán Bado, separada por uma rua de Coronel Sapucaia (MS) Arquivo

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Um decreto do município de Capitán Bado, cidade paraguaia distante 400 quilômetros de Campo Grande, está causando polêmica no país vizinho. É que a prefeitura do município, localizado no Departamento de Amambay, decretou ponto facultativo na próxima segunda-feira (7), feriado de Independência do Brasil.

Capitán Bado é separada do Brasil apenas por uma rua. Região de fronteira seca, o município paraguaio é vizinho de Coronel Sapucaia (MS).

O jornal paraguaio El Nacional tratou a decisão da prefeitura paraguaia como “Vergonha Inexplicável”. A explicação do prefeito de Capitán Bado, feita por meio de nota, é que a decisão se justifica pela necessidade de liberar funcionários públicos e escolas para participar do desfile de 7 de setembro em Coronel Sapucaia.

A notícia chegou à capital paraguaia, Assunção. Algumas autoridades do país vizinho já pediram explicações.

Nas redes sociais, cidadãos paraguaios mais nacionalistas condenaram a atitude do prefeito, chamado de “intendente” no país vizinho. Outros não viram nada demais em decretar o ponto facultativo em consideração a uma cidade-irmã.

Outro questionou a soberania paraguaia: “Seria uma colônia do Brasil?”, disse.

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