Cidades

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

Governo federal declara estado de emergência em MS até o fim deste ano

Emergência ambiental será vigente de maio a dezembro de 2022, período de maior ocorrência de incêndios florestais

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O Ministério do Meio Ambiente declarou estado de emergência ambiental em Mato Grosso do Sul e outros estados do País.

Portaria foi publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União.

Conforme a publicação, em Mato Grosso do Sul o estado de emergência será vigente entre os meses de maio a dezembro de 2022.

O período é considerado crítico para incêndios florestais, especialmente na região do Pantanal, que anualmente sofre com as queimadas.

Com a decretação da emergência, a partir de maio, o governo fica autorizado a dispensar licitação para contratos de aquisição de bens necessários a atividades de resposta de eventuais desastres, prestação de serviços e obras relacionadas.

Também foi declarada emergência, entre os meses de março a outubro de 2022, no estado de Minas Gerais.

Já entre abril e novembro, entram em emergência os estados do Acre, Amazonas, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, Tocantins e o Distrito Federal.

Entre maio e dezembro, além de Mato Grosso do Sul, a emergência é vigente nos estados do Amazonas, Maranhão, Minas Gerais, Pará e Piauí.

De junho de 2022 a janeiro de 2023, a emergência ambiental é no Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco e Piauí.

Entre os meses de julho de 2022 a fevereiro de 2023, decreto é válido para Bahia e Pernambuco.

De agosto de 2022 a março de 2023, a emergência abrange o Amazonas e Pernambuco.

Por fim, de setembro de 2022 a abril de 2023, Bahia e Roraima ficam em emergência ambiental.

A declaração leva em conta as épocas e regiões específicas de cada local.

Emergência

Trinta e três municípios do Estado já estão em emergência devido à estiagem. A situação foi reconhecida pelo governo federal em no dia 10 de fevereiro deste ano.

A União reconheceu a emergência nos municípios de:

  • Amambai
  • Angélica
  • Antônio João
  • Aral Moreira
  • Bataguassú
  • Batayporã
  • Bela Vista
  • Bodoquena
  • Bonito
  • Brasilândia
  • Caarapó
  • Caracol
  • Coronel Sapucaia
  • Deodápolis
  • Dois Irmãos do Buriti
  • Dourados
  • Eldorado
  • Iguatemi
  • Itaporã
  • Itaquiraí
  • Ivinhema
  • Japorã
  • Laguna Carapã
  • Maracaju
  • Miranda
  • Mundo Novo
  • Naviraí
  • Nioaque
  • Nova Andradina
  • Novo Horizonte do Sul
  • Porto Murtinho
  • Sete Quedas
  • Taquarussu

TRANSPORTE PÚBLICO

Adriane desconversa sobre "startup" que comprou o Consórcio Guaicurus

A prefeita de Campo Grande esclareceu que, para a empresa assumir o transporte coletivo da Capital, terá que fazer uma proposta de mudança

23/07/2026 11h15

Adriane Lopes diz que só aceita vender o Consórcio Guaicurus se tiver uma proposta de mudança

Adriane Lopes diz que só aceita vender o Consórcio Guaicurus se tiver uma proposta de mudança FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), se recusou a falar sobre o capital social de R$ 10 mil da empresa Maas Administração e Participações Ltda., criada para conduzir a compra do Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte coletivo de Campo Grande.

"As informações de ordem da empresa, eu não tenho como responder como Poder Executivo, eu desconheço as transações e informações da empresa. O que eu preciso e a cidade precisa e o usuário do transporte precisa é de transporte de qualidade, é o que eu vou cobrar. Agora essas informações vocês vão ter que buscar mesmo com a empresa, com as equipes marketing de assessoria de imprensa deles, porque eu desconheço essas informações, até porque nós estamos aí no meio de uma intervenção, aguardando os novos passos da intervenção e aconteceu essa comercialização", disse a prefeita Adriane Lopes.

A "startup", termo usado geralmente para se referir a empresas jovens à procura de um modelo de negócio repetível e escalável, foi registrada no último dia 16 de julho e foi constituída como uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) pelos sócios da HP Mobilidade. 

O Quadro de Sócios e Administradores (QSA) identifica Edmundo de Carvalho Pinheiro e Gustavo Bacellar de Faria como administradores da empresa. Já a HP Investimentos e Participações S.A. aparece como sócia da companhia, reforçando a ligação direta da estrutura societária com a HP Mobilidade.

Venda depende do aval da prefeita

Em entrevista na manhã desta quinta-feira (23), Adriane "deixou claro" que, para a empresa assumir o transporte coletivo de Campo Grande, terá que fazer uma proposta de mudança.

"Eu, como prefeita, não vou dar o aceite na compra e venda, porque o poder executivo é o poder concedente, essa é uma concessão importante, e se não houver troca de ônibus, melhoria da qualidade do serviço prestado, se não tiver ar-condicionado nos ônibus e a reforma dos terminais, não vai ter o aceite da prefeitura.

A prefeita não revelou os valores da comercialização e disse que os dados privados devem ser procurados em assessoria de imprensa da empresa. Apesar de não informar a quantia, fontes do Correio do Estado revelaram que a compra está estimada em cerca de R$ 200 milhões.

TJMS

Processo seletivo para juiz leigo, reúne mais de 550 candidatos

Seis cidades de Mato Grosso do Sul, receberam a aplicação da avaliação no último domingo (19)

23/07/2026 10h45

FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A primeira etapa do processo seletivo para a vaga de juiz leigo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), foi realizada na manhã do último domingo (19) em seis municípios do Estado. 

Ao todo foram 564 candidatos que realizaram a avaliação, sendo a Capital com o maior número aplicações com 390, seguida por Dourados com 70, Nova Andradina com 34, Três Lagoas com 30, Paranaíba com 28 e por fim a cidade de Corumbá com 12. 

Em Campo Grande os responsáveis por fazer a aplicação foram os juízes David de Oliveira Gomes Filho e Alexsandro Motta, integrantes do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais (CSJE) e da Comissão Fiscalizadora do TJMS. 

O processo seletivo conta com a organização do Instituto Consulplan, com supervisão do colegiado do TJMS e ainda prevê prevê vagas para ampla concorrência, além de formação de cadastro de reserva e oportunidades para pessoas com deficiência, candidatos negros, indígenas e quilombolas.

As vagas foram dispostas da seguinte forma, em Campo Grande ao todo serão seis vagas, sendo cinco para ampla concorrência e uma para destinada para candidatos negros. 

Já para o interior do Estado, foram distribuidas 15 vagas, sendo 11 para ampla concorrencia, uma para pessoas com deficiências e três para candidatos negros. 

ATUAÇÃO 

Com um salário de cerca de R$ 17,5 mil, um juiz leigo atua como auxiliar dos magistrados de carreira nos Juizados Especiais, conduzindo audiências, colhendo depoimentos e provas. 

Também ficam responsáveis por elaborar minutas de sentença e outros atos processuais, onde as atividades são feitas sob supervisão do juiz responsável pela unidade. 

Para estar apto para exercer sua função, o candidato precisa estar com sua inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), comprovar pelo menos dois anos de atividade jurídica, não deve possuir antecedentes criminais nem condenações cíveis e além de não exercer atividade político-partidária. 
 

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