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Governo inicia ano investindo R$ 5,3 milhões em construção de pontes

Resultado da licitação para a construção das ligações foi publicada no Diário Oficial do Estado

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Ao todo o governo do Estado investirá R$ 5.306.483,22 na construção de quatro pontes de concreto armado sobre córregos e rios de Mato Grosso do Sul. O resultado da licitação dessas obras foi publicado na edição desta quinta-feira (2) do Diário Oficial do Estado.

Conforme o documento publicado pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), a primeira ponte será sobre o córrego Roncador, no trecho da BR-163, em Pedro Gomes – a 310 km de Campo Grande. O trecho total a ser edificado equivale a 25 metros.

A obra custará R$ 1.094.491,14 e a concorrência foi vencida pela empresa Airos Construtora EIRELI – ME. A abertura da licitação ocorreu no dia 26 de dezembro do ano passado.

O próximo trecho se trata da ponte que ficará sobre o Rio Samambia, localizado entre a MS-276 e ao Assentamento São Luiz, na cidade de Batayporã – a 308 km de Campo Grande. A ponte, que atualmente é de madeira, chegou a ser refeita pela prefeitura, em 2018, devido ao péssimo estado em que se encontrava.

Agora, porém, uma nova será construída de concreto armado, com valor de R$ 1.342.276,56. A vencedora da licitação foi a empresa Engr Engenharia e Consultoria EIRELI, segundo publicação da Agesul no Diário Oficial de hoje.

A terceira publicação se refere a construção de ponte do concreto armado sobre o Rio Iguatemi. A construção será feita no trecho que dá acesso à Colônia Magaí e terá 30 metros de extensão. Serão pagos R$ 988.032,45 à empresa Águia Construtora LTDA pela obra.

O Diário Oficial desta quinta-feira também trouxe o resultado da licitação para a construção da ponte sobre o córrego Ribeirão dos Bois, localizado no município de Água Clara – a 192 km de Campo Grande. A obra terá 50 metros de comprimento e custará R$ 1.881.683,07, que serão pagos para a empresa Sotef Sociedade Técnica de Engenharia e Fundações Ltda.

Essas obras fazem parte do Programa Mais Pontes, criado pelo governo do Estado para agilizar e ampliar as entregas. Ao todo estão programados investimento de mais de R$ 22 milhões na construção de 20 pontes de concreto armado que serão erguidas em diversas regiões do Estado. As pontes devem ser entregues entre abril e maio deste ano.

As quatro ordens de serviços, das licitações publicadas hoje, devem sair ainda neste mês, no Diário Oficial, de acordo com informações da Agesul.

As entregas estão previstas para maio, com exceção da Ribeirao dos Bois, que deve ser entregue em junho.

VEJA MUNICÍPIOS BENEFICIADOS:

Batayporã (ponte de concreto armado sobre o rio Samambaia);

Rio Negro (ponte de Concreto armado sobre o Rio Negro);

Coronel Sapucaia (ponte de concreto armado sobre o Rio Iguatemí);

Pedro Gomes (ponte de concreto armado sobre o Córrego Roncador);

Paraíso das Águas (ponte de concreto armado sobre o córrego Mimoso);

Porto Murtinho (ponte de concreto armado sobre a Vazante II do Rio Branco);

Água Clara (ponte de concreto armado sobre o Rio Ribeirão dos Bois);

Anastácio (ponte de concreto armado sobre o Rio Taquarucú);

Naviraí (duas pontes de concreto armado sobre o Córrego Cumandaí);

Rio Negro (ponte de concreto armado sobre o Rio Negrinho);

Bandeirantes/Corguinho (ponte de concreto armado sobre o Córrego Aquidauana);

Porto Murtinho (ponte de concreto armado sobre o Córrego Aquidabã);

Corumbá (três pontes de concreto armado e duas galerias na MS-243, trecho do entroncamento BR-262)

Costa Rica (ponte de concreto armado sobre o córrego Cascavel);

Coxim (ponte sobre o Córrego Figueira).

Dia 27

Após 8 mortes, prefeitura de Dourados espera vacinar 43 mil contra chikungunya

Imunização tem início já na próxima segunda-feira

20/04/2026 17h15

Imunização deve ser iniciada já na próxima segunda-feira (27)

Imunização deve ser iniciada já na próxima segunda-feira (27) Foto: Divulgação / Prefeitura de Dourados

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Com vacinação prevista já a partir da próxima segunda-feira (27), a Prefeitura de Dourados espera imunizar cerca de 43 mil moradores em campanha de vacinação contra a chikungunya. Com oito mortes, o município é considerado epicentro da arbovirose em Mato Grosso do Sul. 

A imunização seguirá critérios definidos pelo Ministério da Saúde e será destinada a pessoas entre 18 e 59 anos. A meta é imunizar ao menos 27% do público-alvo. 

O esquema vacinal foi anunciado nesta segunda-feira (20) pelo secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, e faz parte das ações emergenciais diante da epidemia que levou à decretação de situação de calamidade em saúde pública no município.

Antes do início da vacinação, os profissionais da linha de frente passarão por capacitação técnica nos dias 22 e 23 de abril. Segundo o secretário, a preparação é necessária devido às diversas contraindicações do imunizante, o que exigirá avaliação individual dos pacientes antes da aplicação. “Esse esquema vacinal será mais lento, já que o público-alvo precisa passar por triagem”, destacou.

As doses começaram a chegar ao município na última sexta-feira (17), e a distribuição para as unidades de saúde, incluindo a rede indígena, está prevista para ocorrer na sexta-feira (24). Já no feriado de 1º de maio, a prefeitura realizará uma ação especial em formato drive-thru, das 8h às 12h, no pátio da sede administrativa.

Regras

O imunizante foi desenvolvido pela farmacêutica Valneva em parceria com o Instituto Butantan e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril de 2025.

Um dos pontos que mais preocupa as autoridades de saúde é o número de óbitos registrados. Sete das vítimas eram moradores das Reserva Indígena Jaguapiru e Bororó. Os dados reforçam a gravidade da epidemia no município e evidenciam o impacto desproporcional sobre populações mais vulneráveis, além de pressionar ainda mais a rede de atendimento local.

A estratégia de vacinação em Dourados integra um plano nacional que contempla cerca de 20 municípios em seis estados, selecionados com base em critérios epidemiológicos e operacionais, como circulação do vírus e capacidade de implementação da campanha.

De acordo com o boletim mais recente do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), o município contabiliza 4.972 casos prováveis de chikungunya, sendo 2.074 confirmados, 1.212 descartados e 2.900 ainda em investigação.

Restrições 

Gestantes, lactantes, pessoas imunossuprimidas, pacientes em tratamento contra o câncer, transplantados recentes, portadores de HIV/Aids e indivíduos com doenças autoimunes não podem se vacinar. Também estão fora do público pessoas que tiveram chikungunya nos últimos 30 dias, que estejam com febre grave ou que tenham recebido recentemente outras vacinas.

O avanço da doença, aliado à pressão provocada por outros agravos como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), levou o município a decretar estado de calamidade em saúde pública por 90 dias. A medida considera o risco de colapso da rede assistencial diante da alta demanda por atendimentos e internações.

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Descarte

Simone Tebet rechaça ser vice de Haddad em São Paulo

Segundo ela, nunca houve conversas sobre o tema, nem com Haddad nem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva

20/04/2026 16h15

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB), afirmou nesta segunda-feira (20) que não há qualquer possibilidade de integrar como vice a chapa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), na disputa pelo governo de São Paulo em 2026. Segundo ela, nunca houve conversas sobre o tema, nem com Haddad nem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Eles sabem que sou candidata ao Senado ou a nada”, declarou Tebet ao portal Metrópoles, ao comentar informações de bastidores que apontavam seu nome como opção para vice-governadora.

A reação ocorre após a divulgação de um levantamento interno encomendado pela campanha de Haddad indicar Tebet como o nome com maior potencial eleitoral para compor a chapa.

De acordo com a apuração do jornalista Igor Gadelha, a ministra teria apresentado desempenho superior a outros nomes testados, como a pecuarista Teka Vendramini (PDT), o ex-ministro Márcio França (PSB), a ministra Marina Silva (Rede), a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e o ex-deputado Marcelo Barbieri (PDT).

Apesar do desempenho, Tebet minimizou a possibilidade e avaliou que seu nome pode ter sido incluído no levantamento por interesse do PT em compor uma chapa com uma mulher.

Mesmo fora da disputa pelo Executivo estadual, Tebet aparece bem posicionada na corrida ao Senado por São Paulo.

Pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada em março, aponta a ministra como favorita em cenários sem a presença de Haddad.

Nos cenários testados, Tebet lidera com intenções de voto que variam entre 16% e 22%, seguida por Marina Silva, com 15% a 19%, e pelo secretário de Segurança Pública paulista, Guilherme Derrite (PP), com 15% a 18%.

Quando Haddad é incluído nas simulações, ele assume a liderança, com índices entre 22% e 24%. Nesse cenário, Tebet aparece com cerca de 16%, enquanto Marina e Derrite ficam na faixa dos 15%.

Outros nomes testados incluem Ricardo Salles (Novo), com 12% a 14%; Rodrigo Garcia, com 11% a 13%; e o coronel Mello Araújo (PL), com cerca de 11%.

O levantamento também indica maior indefinição do eleitorado na escolha do segundo voto para o Senado. Enquanto apenas 1% dos entrevistados dizem não saber em quem votar para a primeira vaga, esse número sobe para 22% no segundo voto. Já os votos brancos e nulos passam de 2% para 11% entre a primeira e a segunda escolha.

Os dados sugerem que mais de 30% do eleitorado ainda não definiu o segundo voto, mantendo a disputa aberta.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre os dias 6 e 7 de março de 2026, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O perfil dos entrevistados mostra maioria feminina (53%), com predominância de eleitores entre 35 e 59 anos (47%) e renda de dois a cinco salários-mínimos (39%).

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