Cidades

FRONTEIRA

Grávida é presa com 3,2 quilos de pasta base de cocaína

Grávida é presa com 3,2 quilos de pasta base de cocaína

DA REDAÇÃO

09/11/2011 - 16h55
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Investigadores da Denar prenderam em flagrante, na tarde desta quarta-feira (09), Thiara Pereira de Jesus por tráfico de drogas. Elas estava em um ônibus que faz a linha Ponta Porã-Campo Grande e transportava 3,2 quilos de pasta base de cocaína.

A droga estava em balões presos por uma faixa abdominal. A descoberta ocorreu durante a revista feminina.

Segundo a acusada a droga seria levada até a cidade de Goiânia (GO) onde uma pessoa chegaria até ela para receber a droga e faria o pagamento de R$ 3 mil pelo trabalho realizado. A equipe policial estava realizando barreira visando combater o trafico de drogas, onde os traficantes se utilizam de “mulas” para fazer o transporte da droga, nesse caso, para a região Centro-Oeste.

Thiara. que afirmou estar grávida e ter também uma filha de dois anos e foi autuada em flagrante na Denar pelo trafico de drogas e encaminhada ao presídio feminino local.

Ciclovias

Campo Grande libera ciclovias para patinetes e equipamentos elétricos

Regra vale por 180 dias e busca organizar uso compartilhado, aumentar a segurança e orientar futura regulamentação

18/06/2026 17h28

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A Prefeitura de Campo Grande passou a permitir, em caráter experimental, o uso compartilhado de ciclovias e ciclofaixas por bicicletas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos, como patinetes elétricos.

A medida foi oficializada nesta quinta-feira (18), por meio de portaria publicada em edição extra do Diário Oficial do município.

Com validade inicial de 180 dias, a iniciativa pretende organizar a utilização da malha cicloviária da Capital diante do crescimento no uso desses modais alternativos. A proposta também visa ampliar a segurança no trânsito e reunir dados técnicos que subsidiem a criação de uma regulamentação definitiva.

A decisão acompanha a expansão dos equipamentos elétricos individuais como opção de deslocamento urbano.

A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) destaca que o período de testes permitirá avaliar o comportamento dos usuários e os impactos da convivência entre diferentes meios de transporte leve.

A regulamentação experimental permitirá que a AGETRAN acompanhe a evolução desses novos modais, garantindo segurança aos usuários e fornecendo subsídios técnicos para aperfeiçoar a legislação municipal e a infraestrutura cicloviária da Capital”, destaca a Agência.

Pelas regras estabelecidas, está autorizado o compartilhamento das vias exclusivas por bicicletas e dispositivos elétricos, desde que atendam às normas federais. Entre os critérios exigidos estão potência máxima de até 1.000 watts e velocidade de fabricação limitada a 32 quilômetros por hora.

Durante o período experimental, os usuários deverão respeitar normas de convivência, como adequação de velocidade ao fluxo de pessoas e às condições da via.

A portaria também prevê a realização de campanhas educativas, monitoramento contínuo da circulação e possível implantação de sinalização específica.

Entre os pontos que serão avaliados estão o volume de usuários, os padrões de utilização das ciclovias, ocorrências envolvendo segurança viária e eventuais conflitos entre os modais.

Ao final dos 180 dias, os dados coletados servirão de base para ajustes na infraestrutura cicloviária e para a elaboração de regras permanentes voltadas à mobilidade urbana sustentável em Campo Grande.

Condições Precárias

Alunos ficam sem aula por falta de estradas em assentamento de Campo Grande

Vias intransitáveis isolam famílias, impedem transporte escolar e prejudicam produção rural no Três Corações

18/06/2026 16h48

Foto: Divulgação

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Crianças do Assentamento Três Corações, na região do distrito de Anhanduí, em Campo Grande, estão sem conseguir frequentar a escola devido às condições precárias das estradas rurais.

Com trechos tomados por lama, buracos e erosões, o transporte escolar tem sido interrompido, deixando alunos sem acesso às aulas e comprometendo o direito básico à educação.

Moradores relatam que, em dias de chuva, a situação se agrava ainda mais, tornando impossível a circulação de veículos. Vans escolares ficam impedidas de trafegar e, em muitos casos, sequer conseguem chegar às residências dos estudantes.

Como consequência, crianças acumulam faltas e enfrentam dificuldades no acompanhamento do conteúdo escolar.

Além do impacto direto na educação, o problema também afeta toda a rotina da comunidade. Famílias enfrentam dificuldades para se deslocar e produtores rurais encontram obstáculos para escoar a produção agrícola, gerando prejuízos e insegurança econômica.

De acordo com relatos de moradores, há pontos críticos em que veículos atolam com frequência, aumentando o risco de acidentes e isolamento.

A precariedade das vias também levanta preocupação quanto ao acesso a serviços de emergência, como ambulâncias, que podem não conseguir chegar em situações urgentes.

A comunidade cobra providências do poder público para a recuperação das estradas, com serviços de patrolamento e encascalhamento.

Para os moradores, a melhoria das vias é essencial não apenas para garantir o transporte escolar, mas também para assegurar dignidade, mobilidade e condições básicas de vida no campo.

Enquanto aguardam uma solução, alunos seguem prejudicados e distantes das salas de aula, evidenciando um problema que vai além da infraestrutura e atinge diretamente o futuro de quem vive na região.

CEP foi conquista recente no Três Corações

Apesar das dificuldades estruturais, o assentamento registrou recentemente um avanço importante: a implantação do Código de Endereçamento Postal (CEP).

Antes da medida, moradores precisavam se deslocar até o distrito de Anhanduí ou até a área urbana de Campo Grande para retirar correspondências e encomendas.

Com o CEP, as famílias passaram a ter acesso facilitado a serviços postais, documentos e entregas, reduzindo custos e o tempo de deslocamento. A mudança também representa um reconhecimento formal da localidade, contribuindo para a inclusão social e administrativa da comunidade rural.

Ainda assim, moradores avaliam que a conquista, embora significativa, não resolve problemas básicos como o acesso por estradas.

Para eles, ter endereço definido é um avanço, mas é insuficiente diante das dificuldades diárias enfrentadas, principalmente quando crianças seguem sem conseguir chegar à escola.

Enquanto aguardam uma solução para a recuperação das vias, alunos continuam prejudicados e distantes das salas de aula, evidenciando um problema que vai além da infraestrutura e atinge diretamente o futuro de quem vive na região.

A situação também tem chegado ao Legislativo municipal. O vereador Landmark Rios (PT) recebeu as demandas por meio de lideranças comunitárias e informou que encaminhou solicitações à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) pedindo intervenções emergenciais nas estradas.

No entanto, as condições das vias seguem críticas, mesmo com as cobranças apresentadas.

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