Cidades

Cidades

Hospital do Câncer inaugura leitos para pacientes do SUS

O 4º andar contará com 32 leitos que, somados aos abertos em dezembro de 2024, ampliam o atendimento de pacientes na unidade

Continue lendo...

O Hospital de Câncer de Campo Grande-MS Alfredo Abrão (HCAA), com aporte de R$ 1,2 milhão do Governo do Estado, concluiu a nova ala, que contará com 32 leitos para atendimento humanizado aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

O hospital, que é referência no tratamento oncológico em Mato Grosso do Sul, e o Governo do Estado inauguram o novo andar no dia 1º de setembro. O 4º andar da Unidade III, Nelson Buainain, representa mais um avanço na luta contra o câncer.

Nova ala

A unidade contará com 32 leitos de ponta, equipados e projetados para oferecer conforto e dignidade no atendimento de pacientes do SUS. Cabe ressaltar que, em dezembro, o hospital inaugurou acomodações e agora tem a capacidade de 124 leitos, que incluem:

  • enfermarias;
  • UTI e leitos-dia, sendo: 55 já habilitados ao SUS;
  • 60 novos disponíveis ao SUS;
  • 9 particulares.

O espaço está pronto, com o mobiliário adquirido por meio de recursos remanescentes de bazares da Receita Federal.

“Neste momento, avançamos mais um passo na melhoria da unidade hospitalar, mas ainda temos muito trabalho a fazer. Uma política de saúde em oncologia deve prever não só unidades hospitalares providas adequadamente para tratar os casos diagnosticados, mas também uma estratégia bem definida de prevenção e diagnóstico precoce, que são fundamentais para se avaliar o grau de maturidade de uma sociedade no enfrentamento das doenças crônico-degenerativas, entre elas o câncer”, disse o secretário de Estado de Saúde, Dr. Maurício Simões.

Em negociações com órgãos públicos, a administração do hospital está tentando viabilizar financiamento de recursos para atender à expansão dos atendimentos, assegurando que os pacientes possam utilizar os leitos disponíveis em sua totalidade.

Crédito: HCAA / Divulgação

Para a presidente do HCAA, Sueli Lopes Telles, a inauguração representa um divisor de águas na história da oncologia sul-mato-grossense:

“Este novo espaço simboliza o nosso compromisso inabalável com a vida. É um ambiente moderno, equipado, um SUS com qualidade de particular e, acima de tudo, humanizado, que reflete o padrão de excelência que os nossos pacientes merecem. Cada leito inaugurado representa mais dignidade e mais esperança para quem luta contra o câncer. Agradecemos ao Governo do Estado, à Prefeitura e a todos os parceiros que, juntos, nos ajudam a salvar vidas todos os dias”, destacou.

Assine o Correio do Estado

LOTESUL

Empresa que opera "raspadinha" no Paraná pode ficar com a loteria de MS

Prohards, grupo de São Paulo, foi a segunda colocada no certame e segue para a prova de conceito

14/02/2026 09h00

A Lottopro foi desclassificada na prova de conceito por não cumprir com todas as exigências

A Lottopro foi desclassificada na prova de conceito por não cumprir com todas as exigências Reprodução

Continue Lendo...

A Prohards Comércio, Desenvolvimento e Serviços em Tecnologia da Informação deve ser a responsável pela Loteria Estadual de Mato Grosso do Sul (Lotesul). A empresa foi a segunda colocada na licitação feita no dia 23 de janeiro deste ano, mas por não cumprir uma das exigências, ela foi desclassificada.

O grupo é responsável pela parte da loteria instantânea no Paraná, ou seja, a raspadinha.

A segunda colocada ofereceu repasse de 36,11% ao governo do Estado, o mínimo era de 16,17%, na segunda rodada da licitação, realizada na manhã de sexta-feira, referente ao pregão da Loteria Estadual de Mato Grosso do Sul (Lotesul).

A convocação será publicada no Diário Oficial Eletrônico (DOE) nos próximos dias. A licitante teve prioridade por ter feito a segunda melhor oferta no primeiro leilão.

A partir de então, a empresa vai para a segunda fase do processo licitatório, que é a prova de conceito, justamente onde a primeira empresa, a Lottopro Jogos de Apostas e Gestão de Lotéricas LTDA., foi desclassificada.

A Prohards é uma empresa paulista, com sede em Rio Claro (SP). Foi fundada em maio de 2006 e é a mais consolidada no mercado de “jogatinas”.

Presidida por José Carlos Baungartner, a empresa integra a World Lottery Consortium, maior associação de loterias do mundo, que reúne mais de 150 loterias de estados espalhadas por 80 países de cinco continentes. 

Entre as marcas da Prohards está a Esportes da Sorte, empresa ligada as bets esportivas e que chegou a ser investigada pela Polícia Civil de Pernambuco, por suspeita de lavagem de dinheiro.

Em março de 2024 a empresa venceu licitação para comandar a loteria instantânea no Estado do Paraná. Segundo o governo daquele estado, esta é uma modalidade de jogo na qual o resultado é imediato.

“O apostador saberá se o bilhete está ou não premiado raspando os campos encobertos do bilhete onde estão gravadas combinações de números, símbolos ou caracteres que determinam os prêmios. Os bilhetes poderão ser físicos e/ou virtuais no Paraná, a depender do plano de trabalho apresentado”, explicou o governo paranaense sobre essa modalidade.

Este é apenas um dos estilos de loteria adotados no Paraná. No estilo do certame proposto em Mato Grosso do Sul, que se trata da implantação e operação da plataforma, a vencedora foi o Consórcio PayBrokers, que também tinha demonstrado interesse pelo Estado.

No caso da Prohards, ela também opera a loteria da prefeitura de Cuiabá (MT). O início do contrato foi em 2023 e tinha prazo de 5 anos.

LEILÃO

A Lottopro Jogos de Apostas e Gestão de Lotéricas LTDA. havia ganhado o primeiro leilão em 23 de janeiro, mas, foi reprovada na prova de conceito por falta de cofre de regulação (eletrônico), o que é uma exigência do edital feito pelo governo de Mato Grosso do Sul para a Lotesul.

O governo do Estado está em busca de uma empresa especializada para implantação e operação de solução tecnológica (plataforma) que controle as atividades lotéricas, integrada com meios de pagamentos, para gerenciar e controlar as atividades e fluxo financeiro dos operadores lotéricos da loteria de MS, incluindo manutenção, customização e atualizações que se fizerem necessárias durante a vigência contratual, com entrega total do código-fonte e banco de dados ao final do contrato.

A licitação foi suspensa duas vezes no ano passado e sofreu alterações no edital em comparação com quando foi lançado. Porém, pelo seu potencial de arrecadação ser na casa dos bilhões de reais, segue atraindo atenção das empresas de loterias espalhadas pelo País.

A primeira disputa pela Lotesul em março do ano passado, mas foi paralisada logo no início do certame, para, supostamente responder a uma dúvida de interessados.

A empresa que vencer a licitação para comandar a Lotesul poderá ter um faturamento anual bilionário, segundo estimativa macro feito pelo governo do Estado.

Apesar de no edital de licitação constar que a “estimativa da receita média anual de remuneração da plataforma é de R$ 51.474.339,31”, no termo de referência feito pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), organizadora do certame, o valor que a ferramenta pode chegar é muito maior.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso do Sul em 2022 foi de R$ 166,8 bilhões. A fatia de 0,85%, portanto, significa uma receita de R$ 1,417 bilhão.

Na última divulgação feita pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), o Produto Interno Bruto (PIB) foi de R$ 184,4 bilhões. A estimativa para 2025 era de mais de R$ 227,8 bilhões, o que representaria mais de R$ 2 bilhões ao ano.

*Saiba

A Operação Successione revelou que as famílias Name e Razuk estavam interessadas na licitação para a loteria esportiva no Estado, já que ambas as partes entraram com pedidos de impugnação do edital anterior, que foi refeito.

ENTREVISTA

"A gente tem enfrentado todas as situações e dado respostas para a sociedade"

Ulisses Rocha, secretário de Governo da Capital, conversou com o Correio do Estado sobre as polêmicas, principalmente em relação ao IPTU, e sobre os problemas relatados pela população nos últimos meses

14/02/2026 08h40

Ulisses da Silva Rocha - Secretário de Governo e Relações Institucionais de Campo Grande

Ulisses da Silva Rocha - Secretário de Governo e Relações Institucionais de Campo Grande Marcelo Victor / Correio do Estado

Continue Lendo...

Um dos nomes da linhas de frente da Prefeitura de Campo Grande desde outubro do ano passado, quando assumiu a Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais, Ulisses da Silva Rocha conversou com o Correio do Estado sobre as polêmicas enfrentadas pela Capital nos últimos meses e também fez uma autoavaliação dos quatro meses à frente da Pasta.

Um dos temas mais tratados na entrevista foi justamente a polêmica diante do aumento do Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), que nos últimos dias foi muito debatido na Câmara Municipal de Campo Grande e foi centro de disputas judiciais que acabou com a determinação de que o Município terá que recalculá-lo.

Além disso, Ulisses também comentou os planos da administração municipal para restabelecer os medicamentos disponíveis na Saúde pública e os problemas estruturais causados pela chuva, como as estratégias para tapa-buracos. Confira a entrevista completa abaixo:

Passado o prazo para pagamento do IPTU, qual foi o balanço que a gestão faz da polêmica envolvendo o IPTU? Qual foi o prejuízo final?

Eu acho que passado o dia de ontem [quinta-feira], ainda o Município está finalizando o balanço da arrecadação total desse período que envolve o pagamento à vista até o dia limite para o pagamento que, com a prorrogação do dia 12 de janeiro para o dia 12 de fevereiro, terminou ontem.

Segundo a Secretaria de Fazenda, o dia de ontem foi muito bom, teve um saldo muito positivo. Muitas pessoas procuraram para o pagamento, para esclarecimento, para tirar a dúvida, tanto na Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), quanto nos nossos canais digitais, seja por meio do site, do canal de WhatsApp, do 156, as pessoas buscaram, porque eu acho que com toda essa discussão que houve, enfim, acarretou dúvida.

Lembrando que nós prorrogamos o pagamento da primeira parcela que venceu em janeiro para até o dia 10 do 12, que é o vencimento da última parcela, então em algum momento os contribuintes vão pagar uma parcela em duplicidade. E lembrando também que o prazo para o pagamento final do IPTU 2026 é dezembro.

Não terá uma prorrogação para o pagamento para ele atingir o 2027. Até porque em janeiro de 2027 já começa o pagamento do IPTU 2027.

A prefeitura ainda espera reverter esse resultado de alguma forma? Como?

Essa decisão é provisória, é uma decisão liminar, que ainda a gente pode ter ganho de causa com as razões que nós vamos apresentar e as contestações que nós fizemos. E aí, se houver ganho para o município em relação ao que nós apresentamos ao Judiciário, ainda haverá uma diferença de pagamento para quem pagou com um valor diferente.

Lembrando que o juiz deu 30 dias para que o município pudesse fazer o lançamento da nova cobrança e ele esclareceu isso na última decisão, dizendo que esse novo lançamento não implica uma reimpressão dos boletos e o reenvio dele ao contribuinte, mas assim, desde que o município disponibilize essa nova cobrança no seu sítio oficial.

Há um balanço de quanto foi arrecadado com o IPTU neste ano, até ontem, e quanto foi no ano passado até o mesmo período?

Nos primeiros 20 dias de janeiro do ano passado nós recebemos em torno de R$ 350 milhões e nos primeiros dias deste ano como, no mesmo comparativo, a gente tinha recebido apenas R$ 177 milhões.

Eu creio que com o pagamento do dia 12, durante essa semana, os esclarecimentos que foram realizados, eu acho que pode ter havido uma diferença pequena entre o que foi recebido no ano passado e o que recebeu este ano.

Eu acho que nós devemos ter recebido mais uns R$ 100 milhões durante o mês de fevereiro, até quinta-feira. Mesmo assim você vai ter uma diferença de quase R$ 70 milhões.

Estou falando de números aproximados porque o balanço ainda vai ser finalizado até o fim da sexta-feira.

Para 2027, a Prefeitura pretende retomar o cálculo usado neste ano para o aumento do valor dos imóveis e, consequentemente, para o aumento do IPTU? Como será feito para que não ocorra o que aconteceu nesse ano?

Essa polêmica é uma polêmica que foi desnecessária, porque isso é um direito do Município. Qual é o direito do Município? O Município deve, não é só um direito, é um dever do município, reavaliar as questões do cadastro imobiliário, que é um cadastro do Município, tem que fazer uma reavaliação cadastral.

Ele pode fazer o reenquadramento, a mudança do perfil socioeconômico de acordo com a mudança socioeconômica que houve em determinadas regiões da cidade, o critério que é utilizado para a cobrança da taxa do lixo.

Então, as pessoas começaram a questionar quais os métodos que o Município utilizou, mas foi usado mesmos métodos, a mesma metodologia, tudo que está dentro e que é autorizado pelo Código Tributário Municipal, que é autorizado pelo Código Tributário Nacional, para fazer essas alterações.

Então, assim, não houve alterações que violaram a lei, que foram irregulares, pelo contrário, dentro de critérios técnicos, dentro de estudo.

Neste ano, a gente deve encaminhar para a Câmara de Vereadores, até o mês de setembro ou outubro, o estudo para o lançamento do próximo IPTU de 2027. Mas tudo dentro da lei, tudo dentro da legalidade, como sempre foi feito.

Eu continuo insistindo no exemplo que eu dei, porque isso chegou para mim, como secretário de Governo na Prefeitura.

Um contribuinte foi e me procurou, porque o imposto dele tinha, segundo ele, alterado. E aí eu peguei as informações que ele me trouxe, fui à Secretaria de Fazenda e levantei as informações que ele havia me trazido. Ele trouxe que tinha pago R$ 4.800 de IPTU à vista no ano passado, e que esse ano o lançamento do IPTU veio em torno de R$ 62 mil.

Quando eu olhei a primeira à vista, o imposto dele tinha sofrido uma alteração. Você fala assim ‘de R$ 4.800 para R$ 60 mil, teve alguma coisa errada’. Fui atrás disso e o que estava errado era o lançamento do ano passado.

O imóvel dele estava subavaliado. Ele tem 10 mil metros quadrados no Jardim Veraneio, que é praticamente um hectare e o imóvel dele estava avaliado em R$ 100 mil. E neste ano, com a reanálise da avaliação do cadastro imobiliário, a prefeitura avaliou o imóvel dele abaixo do mercado em R$ 1,7 milhão. 

Então, se você paga 3,5% de R$ 100 mil, você está pagando R$ 3,5 mil. Se você paga 3,5% de R$ 1,7 milhão, você está pagando R$ 62 mil. Está errado o imposto? Não, não está.

A saúde é outro problema enfrentado na Capital, principalmente pela falta de medicamentos, há uma previsão para que a gestão consiga resolver definitivamente a falta crônica de medicamentos? Quando isso deve acontecer? O que vai mudar para que isso ocorra?

A prefeita nomeou um novo secretário de saúde ainda no mês de dezembro [de 2025]. O secretário tem trabalhado arduamente para a resolução desses problemas. Nós tínhamos um comitê formado que levantou a maioria dos problemas.

A maior parte dos remédios já foi licitado, já foi comprado. Tem alguns medicamentos que temos dificuldade de comprar, porque dá licitação deserta. São coisas que não se resolvem do dia para a noite.

Mas abastecidas as farmácias das unidades, acho que com medicamentos comprados que já estão chegando, deve ter em torno de 80% já. Eu acho que mais uns 90 dias a gente vai ter uma situação de regularidade em todos os medicamentos.

E tem medicamento que vai faltar, porque é medicamento de uso controlado, é medicamento que você não compra em grande quantidade. Enfim, tem problemas que vão permanecer, mas temos que dar respostas para isso.

Em tempo de chuva, outro grande problema da cidade são os buracos. A prefeitura planeja de alguma forma aumentar as equipes de tapa-buracos? A cidade chegou a ter 15 equipes em atuação e hoje estamos com uma em cada região. É possível voltar ao que era antes da pandemia?

Hoje nós temos três empresas licitadas que atendem as sete regiões da cidade. Então provavelmente, no mínimo, tem uma empresa trabalhando em cada região da cidade.

O que ocorre é que, com a intensidade da chuva e o volume de chuva que nós estamos tendo em Campo Grande, principalmente no mês de janeiro e fevereiro, você não consegue tapar o buraco. Se o piso está molhado,você tapa e vai ceder, vai solapar.

O tempo não tem contribuído para o tapa-buraco, mas as equipes estão trabalhando por toda a cidade.

O que a gente vai fazer agora é avançar neste ano para soluções como o recapeamento de vias. Nós estamos trabalhando nisso, inclusive com estação em andamento, para a gente poder recuperar o pavimento da cidade de Campo Grande, que é muito antigo.

A maior parte do pavimento central tem mais de 30 anos, 40 anos, você tapa os buracos hoje e no outro dia abre outro ao redor. É uma situação assim, continuamos fazendo tapa-buraco porque é um serviço emergencial, mas a gente tem que avançar para a recuperação de vias com o recapeamento urbano.

Como avalia esses primeiros meses em que esteve à frente da Secretaria Municipal de Governo?

Eu acho que são tempos difíceis, tempos de muita discussão, de vários assuntos que nós enfrentamos nesses últimos meses que mexeu com toda a cidade e com toda a sociedade.

A Secretaria de Governo tem atuado junto ali, porque a Secretaria fica na frente ali do gabinete da prefeita, e nós estamos junto com ela, discutindo todos os assuntos.

Nós tivemos que enfrentar a greve de transporte coletivo, a greve da Santa Casa, agora a votação do IPTU, a taxa do lixo, a prorrogação. 

Sempre tentando dar respostas dos problemas que a cidade enfrenta e resolvê-los. Junto com a prefeita Adriane Lopes, a gente tem enfrentado todas as situações e dado respostas para a sociedade. A prefeita tem confiança no meu trabalho e isso me ajuda muito, ajuda bastante.

*Perfil

Ulisses da Silva Rocha

Secretário de Governo e Relações Institucionais do Município desde outubro do ano passado, Ulisses da Silva Rocha é formado em Direito pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e especialista em Direito Público pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), além de obter especialização em Direito Eleitoral e Processo Eleitoral pela Faculdade Insted. Antes de assumir o cargo, foi secretário-adjunto da Pasta em 2024 e em 2025.

Também foi assessor parlamentar no gabinete do senador Waldemir Moka de 2011 a 2019 e coordenador de Políticas para a Juventude do governo do Estado de 2008 a 2011, durante o governo de André Puccinelli.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).