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Impressões: novo Honda Fit chega com pegada de hatch alemão

Impressões: novo Honda Fit chega com pegada de hatch alemão

autopolis

01/05/2014 - 02h00
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A Honda apresentou na última terça-feira (29) a terceira geração do Honda Fit. E com ela, a marca japonesa quer mostrar que seu compacto não parou no tempo. O modelo, que foi apresentado mundialmente há quase um ano e agora chega ao Brasil, deixou de lado qualquer possibilidade de mudanças meramente estéticas. No caso do novo Honda Fit, o termo “troca de geração” pode ser entendido literalmente.

Antes de falarmos propriamente do carro, convém darmos uma passada pela lista de preço. Confira:

DX Manual – R$ 49.900 
DX CVT – R$ 54.500 
LX Manual – R$ 54.200 
LX CVT – R$ 58.800 
EX CVT – R$ 62.900 
EXL CVT – R$ 65.900

De cara nova

Visualmente o carro está bem distinto, com um perfil mais tecnológico. Os faróis, mais finos e com contornos mais geométricos, formam conjunto com a grade e dão ao carro uma “face” característica. Na lateral, um vinco profundo contorna o para-lama traseiro e se estende de forma descendente até o arco da roda dianteira. A traseira é a parte mais controversa, com parte das lanternas subindo pela coluna C. Esse prolongamento, contudo, tem efeito meramente estético e não acende. Ao vivo é tudo mais harmônico e não deve demorar para cair no gosto do consumidor.

No interior, o estilo do painel e a disposição dos comandos deixa claro uma característica da nova geração, que é abandonar o jeitão de minivan e incorporar feições de hatchback. Mas, sobre isso, falaremos mais adiante.

A versatilidade foi preservada, com a manutenção do sistema modular dos bancos, que agora chama-se ULTRa-Seat e acrescenta um novo ajuste, que permite reclinar totalmente também os bancos dianteiros. O espaço para passageiros ficou maior, resultado do encurtamento do braço de suspensão, que possibilitou aumentar em 3 cm a distância entre eixos, que passou de 2.500 para 2.530 mm.

Outra mudança que ajudou na evolução do espaço interno foi a redução do tamanho do tanque de combustível (de 47 para 45,7 litros), proporcionando assim uma regulagem mais ampla dos assentos. O porta malas está um pouco menor, agora com volume de 363 litros, contra 384 do modelo anterior. Toda essa atenção ao espaço interno segue o conceito “máximo para o homem, mínimo para a máquina”, utilizado pela Honda.

A lista de equipamentos das versões EX e EXL traz sistema de áudio multimídia com rádio AM/FM e MP3 Player, que pode ser controlado por uma vistosa tela LCD de cinco polegadas no centro do painel ou por comandos no volante. Para interface com dispositivos móveis dispõe de entradas USB e auxiliar, além de conexão telefônica via Bluetooth. Faz falta, somente, um sistema de navegação GPS. Para a LX, o rádio mantém o estilo 2DIN mas tem apenas rádio AM/FM e entrada USB.

Sobre a câmera de ré, ela agora incorpora um novo sistema denominado multivisão. Por este recurso, além da visão normal da câmera de ré, há o modo grande angular (acionado conforme o veículo se aproxima dos obstáculos) e, ainda, um terceiro enquadramento, obtido quando a câmera aponta para baixo, permitindo ver o para-choque do próprio carro e obstáculos próximos a ele.

Jeitinho de hatch alemão

As mudanças do novo Honda Fit vão além do desenho e dos equipamentos. O carro está mais leve (entre 50 a 60 kg a menos), mais potente e, como dito anteriormente, assume o seu lado hatchback. Segundo fontes, a referência utilizada pela Honda para desenvolvimento do novo Fit foi o Volkswagen Polo e essa nova abordagem foi muito salutar para o modelo nipônico.

O volante e a posição de dirigir ficaram mais baixos, o que transmite mais confiança e maior sensação de controle do carro. Ajustes nas suspensões e na geometria da direção também contribuíram para reduzir a rolagem da carroceria e melhorar a aderência no contorno das curvas. Poderíamos dizer que o novo Honda Fit veste melhor, é mais “no chão” e ficou mais esperto.

O motor 1.5 litro agora está disponível em todas as versões e rende 116 cv a 6.000 rpm e torque máximo de 15.3 kgfm a 4800 rpm. As mudanças no novo motor inclui alteração da taxa de compressão, novo comando de válvulas variável i-Vtec e redução do atrito interno. Outra novidade é que o tanquinho adicional de gasolina para partida a frio foi dispensado. O novo Honda Fit agora traz a mesma tecnologia utilizada no Civic, que aquece o etanol no interior do próprio mecanismo de injeção e permite a partida mesmo com temperaturas muito baixas.

Ao lado do motor mais eficiente, a atuação do câmbio CVT – que marca seu retorno após ser substituído por uma transmissão automática na segunda geração do carro – também merece destaque. Essa caixa explora bem as faixas de potência do motor e, segundo o fabricante, deixa o carro 17% mais econômico. Os modelos com câmbio manual de cinco marchas também ficaram cerca de 8% mais econômicos, ainda segundo dados do fabricante. Estas marcas fizeram o novo Honda Fit saltar da categoria C para a A no classificação de eficiência e consumo veícular do Inmetro.

Em movimento

Ao volante, o novo Honda Fit é um outro carro. O câmbio CVT se mostra um avanço enorme em relação à transmissão automática da geração anterior, especialmente por não dar trancos. Com a alavanca em modo “S”, o câmbio mantém o motor em uma faixa de giros mais alta, dando ao carro respostas mais ágeis e uma condução mais divertida.

A estabilidade nas curvas está sensivelmente melhor, com maior aderência e menor inclinação da carroceria. A maior sensação de controle e a boa acomodação proporcionada pelos novos assentos estimulam uma tocada mais esportiva. O rodagem ficou também mais suave e menos ruídos, graças a um novo dispositivo que impede que as molas estiquem em excesso e de forma rápida, atuando de forma gradual e silenciosa.

Durante nossa avaliação, percebemos que a 120 km/h a rotação não passou das 2.100 rpm, o que impactou positivamente em relação ao consumo e ao conforto interno. O indicador do painel chegou a marca de 12 km/l, rodando com etanol.

Ele voltou

O  novo Honda Fit 2015 chega com muitos avanços para conquistar o consumidor. O carro está maior, melhor de dirigir e mais econômico. Além da tradicional mudança visual, entram na conta mudanças no motor, câmbio e suspensão. Além do público fiel ao Fit, a Honda procura atingir novos nichos e resgatar alguns clientes eventualmente perdidos quando lançou a segunda geração. A meta da marca é comercializar cerca de 48 mil unidades entre abril e dezembro de 2014, o que representa um acréscimo de 50% em relação à segunda geração.

Ficha técnica

Honda Fit 

Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 1.497 cm³ de capacidade cúbica (1.4), quatro válvulas por cilindro, comando variável i-Vtec. 
Combustível: gasolina/álcool (flex).
Potência máxima: 115 (G) / 116 (E) cv a 6.000 rpm.
Torque máximo: 15,2 (G) /15,3 (E) kgfm a 4.800 rpm.
Taxa de compressão: 11,4:1.
Transmissão: Automática do tipo CVT. Tração dianteira.
Suspensão Dianteira: Independente do tipo McPherson.
Suspensão Traseira: Eixo de torção
Pneus: 185/55 R16.
Freios dianteiros: Disco ventilado.
Freios traseiros: Tambor.
Direção: elétrica
Carroceria: Monovolume, carroceria monobloco com quatro portas e cinco lugares. 
Altura (mm): 1.535.
Largura (mm): 1.695.
Comprimento (mm): 3.998.
Entre-eixos (mm): 2.530.
Tanque (L): 45,7.
Peso (kg): 1.101 kg.
Capacidade do porta-malas (L): 363.

Pé Pesado

Veículo soma 59 multas por excesso de velocidade em 15 dias em Campo Grande

Penalidades ultrapassam R$ 15 mil, e sete infrações são gravíssimas, por velocidade superior a 50% do limite permitido.

22/10/2026 17h22

Radar de fiscalização eletrônica em Campo Grande; veículo acumulou 59 multas por excesso de velocidade em apenas 15 dias.

Radar de fiscalização eletrônica em Campo Grande; veículo acumulou 59 multas por excesso de velocidade em apenas 15 dias. Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado.

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Um único veículo acumulou 59 multas por excesso de velocidade em apenas 15 dias, em Campo Grande, com penalidades que somam mais de R$ 15 mil. As infrações ocorreram entre 22 de julho e 5 de agosto deste ano e foram divulgadas pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) no Diário Oficial da Capital desta quinta-feira (22).

O levantamento, realizado pelo Correio do Estado a partir dos registros publicados no Suplemento I do Diogrande, revela uma sequência de autuações vinculadas à mesma placa, incluindo sete ocorrências em que o veículo ultrapassou em mais de 50% o limite de velocidade permitido, conduta classificada como infração gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A quantidade de registros chama a atenção pela concentração em um intervalo relativamente curto. Somente no dia 24 de julho, o veículo recebeu 11 autuações por excesso de velocidade, o equivalente a uma média próxima de uma infração a cada duas horas, considerando as 24 horas do dia.

As ocorrências estão distribuídas por 12 datas diferentes, dentro do período de 15 dias, com registros que vão desde infrações por excesso de velocidade de até 20% acima do limite permitido até episódios em que o veículo ultrapassou em mais de 50% a velocidade máxima estabelecida para a via.

O documento não informa a marca, o modelo ou o proprietário do veículo. Também não identifica os condutores responsáveis por cada ocorrência, impossibilitando afirmar que uma mesma pessoa estivesse ao volante em todas as situações.

Sete infrações gravíssimas elevam valor das multas

Das 59 penalidades identificadas, a maior parte corresponde a infrações graves, previstas para motoristas que ultrapassam o limite de velocidade em mais de 20% e até 50%.

Ao todo, foram contabilizadas 35 ocorrências nessa categoria, com multa individual de aproximadamente R$ 195, totalizando mais de R$ 6,8 mil.

Outras 17 infrações são classificadas como médias, aplicadas quando o veículo ultrapassa a velocidade permitida em até 20%. Cada uma possui multa de aproximadamente R$ 130, totalizando mais de R$ 2,2 mil.

Entretanto, os registros mais preocupantes envolvem as sete infrações gravíssimas, enquadradas no artigo 218, inciso III, do CTB, que trata de velocidades superiores a 50% do limite regulamentado.

Nesses casos, a multa é de aproximadamente R$ 880 por ocorrência, totalizando mais de R$ 6,1 mil apenas nessa categoria.

Somadas, as três categorias de infrações resultam em mais de R$ 15 mil em multas, conforme os registros publicados no edital.

A legislação brasileira estabelece consequências específicas para quem ultrapassa em mais de 50% a velocidade máxima permitida.

Além da multa multiplicada por três, a infração prevê suspensão do direito de dirigir, observados os procedimentos administrativos e o direito de defesa.

Isso significa que os registros gravíssimos podem ter consequências que ultrapassam o pagamento das penalidades financeiras, dependendo da identificação dos responsáveis e do andamento dos respectivos processos.

Multas se concentraram em julho e agosto

A análise dos registros mostra que 43 das 59 infrações ocorreram em julho, enquanto as outras 16 foram registradas nos primeiros cinco dias de agosto.

O dia 24 de julho concentrou o maior número de ocorrências, com 11 autuações. Já nos dias 23 e 29 do mesmo mês, o veículo foi multado seis vezes em cada data.

O documento, entretanto, não informa os horários, as ruas ou avenidas onde ocorreram as infrações, nem as velocidades registradas pelos equipamentos de fiscalização. Essas informações permitiriam identificar se as multas foram aplicadas nos mesmos trechos da cidade.

Proprietário ainda pode recorrer das penalidades

As multas constam do Edital de Notificação de Penalidade nº 30/2026, publicado pela Agetran no Diário Oficial de Campo Grande desta quinta-feira (22).

Segundo a agência, as penalidades foram cadastradas entre os dias 1º e 10 de outubro. Os proprietários têm prazo de 30 dias, contado da publicação, para apresentar recurso administrativo.

A divulgação das multas não significa que os valores já tenham sido pagos ou que os processos estejam definitivamente encerrados.

O documento também não esclarece se os responsáveis pelas sete infrações gravíssimas foram identificados ou se foram instaurados procedimentos para suspensão do direito de dirigir.

Virada no Tempo

Após calor de 33°C, Campo Grande terá temporais e mínima de 16°C

Inmet prevê chuva intensa e ventos de até 60 km/h a partir desta quinta-feira; avanço de frente fria deve derrubar as temperaturas no domingo (25).

22/10/2026 16h31

Nuvens carregadas sobre Campo Grande; previsão indica temporais e queda acentuada nas temperaturas durante o fim de semana.

Nuvens carregadas sobre Campo Grande; previsão indica temporais e queda acentuada nas temperaturas durante o fim de semana. Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado.

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O calor dos últimos dias está com as horas contadas em Campo Grande. Depois de uma sequência de temperaturas elevadas, com máximas na casa dos 33°C, a Capital sul-mato-grossense deve enfrentar uma mudança significativa no tempo, marcada por chuvas intensas, rajadas de vento e a chegada de uma frente fria que poderá reduzir os termômetros a 16°C no domingo (25).

A mudança começa a ganhar força nesta quinta-feira (22), diante de um novo alerta amarelo emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e divulgado pela Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil. O aviso tem início às 23h e permanece válido até as 22h59 de sexta-feira (23).

A previsão indica chuvas de 20 a 30 milímetros por hora, com acumulados que podem chegar a 50 milímetros em um único dia, acompanhadas de ventos de 40 a 60 quilômetros por hora.

Embora o alerta seja classificado como de perigo potencial, existe risco de interrupções no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas em diferentes regiões da cidade. Também há possibilidade de ocorrência de granizo.

O período de instabilidade antecede uma queda mais expressiva nas temperaturas, prevista para o domingo, quando os moradores poderão enfrentar uma diferença considerável em relação ao calor registrado ao longo da semana.

Nuvens carregadas sobre Campo Grande; previsão indica temporais e queda acentuada nas temperaturas durante o fim de semana.

Calor de 33°C antecede mudança no tempo

A chegada das chuvas ocorre depois de dias marcados por temperaturas elevadas na Cidade Morena. Na quarta-feira (21), o Inmet indicava máxima de 33°C e mínima de 21°C para Campo Grande, com predomínio de sol e poucas nuvens durante boa parte do dia.

Nesta quinta-feira (22), o calor permanece. A previsão oficial aponta temperaturas entre 22°C e 33°C, com aumento da nebulosidade e possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas durante a tarde.

A umidade relativa do ar pode atingir níveis próximos de 30% nos períodos mais quentes, antes de aumentar com a chegada das instabilidades.

Segundo o Inmet, as condições atmosféricas favorecem a formação de nuvens carregadas e a ocorrência de chuvas intensas, acompanhadas de rajadas de vento, em Campo Grande e outras regiões de Mato Grosso do Sul. 

Essa combinação favorece a formação de nuvens carregadas e amplia as condições para tempestades em Mato Grosso do Sul.

Apesar da chegada da chuva, o alívio mais acentuado nas temperaturas não será imediato. O calor ainda deve persistir na sexta-feira e no sábado, antes da entrada de ar mais frio.

Sexta-feira terá chuva e sábado ainda será quente

Para sexta-feira (23), o Inmet prevê muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas em Campo Grande. As temperaturas deverão variar entre 22°C e 32°C, mantendo a sensação de abafamento ao longo do dia.

O meteorologista Natálio Abrão também reforça a previsão de tempo chuvoso para o fim de semana e destaca que as regiões sul, sudeste e sudoeste de Mato Grosso do Sul deverão concentrar as condições mais favoráveis à ocorrência de temporais.

“O fim de semana será marcado por tempo instável, com pancadas de chuva e trovoadas, principalmente durante a tarde. As regiões sul, sudeste e sudoeste de Mato Grosso do Sul serão as mais afetadas pelas instabilidades, enquanto o norte e o oeste do Estado deverão sentir menos os efeitos dessa mudança no tempo”, explicou.

Os ventos terão intensidade de fraca a moderada, com possibilidade de rajadas, especialmente durante as pancadas mais intensas. No sábado (24), os termômetros poderão voltar aos 33°C, com mínima prevista de 23°C.

O dia deverá apresentar muitas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas. A umidade relativa do ar poderá atingir 100% nos períodos mais úmidos.

A previsão indica que o calor ainda será predominante, apesar do aumento da nebulosidade e da instabilidade atmosférica.

Frente fria derruba temperatura para 16°C no domingo

A mudança mais significativa no tempo está prevista para domingo (25), quando o avanço de uma frente fria deverá provocar uma queda acentuada nas temperaturas em Mato Grosso do Sul, encerrando a sequência de dias quentes na Capital.

Segundo Inmet, Campo Grande poderá registrar mínima de 16°C e máxima de 27°C, uma redução de seis graus na temperatura máxima em comparação com o sábado (24).

Além do frio, a previsão indica céu encoberto, com possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia, mantendo as condições de instabilidade na cidade.

A mudança coincide com o segundo turno das eleições, marcado para domingo (25), o que exige atenção dos eleitores durante os deslocamentos até os locais de votação, especialmente diante do risco de chuva.

Apesar da previsão de queda nas temperaturas, os valores ainda poderão sofrer alterações conforme o avanço da frente fria e as condições atmosféricas nos próximos dias.

Queda de temperatura também atingem outras cidades de MS

A mudança no tempo também deverá atingir diferentes regiões de Mato Grosso do Sul ao longo do fim de semana. Para domingo (25), as previsões meteorológicas indicam temperaturas entre 13°C e 25°C em Dourados e de 14°C a 24°C em Itaporã, com possibilidade de chuvas e trovoadas.

Na região de fronteira, Ponta Porã poderá registrar mínima de 12°C e máxima de 22°C, enquanto Antônio João terá temperaturas entre 14°C e 24°C, também sob risco de temporais.

No leste do Estado, o calor também deverá predominar no sábado (24). Em Três Lagoas, os termômetros poderão variar entre 24°C e 35°C, enquanto Brasilândia terá mínima de 22°C e máxima de 34°C.

Apesar das temperaturas elevadas, há possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas durante a noite nas duas cidades. No domingo (25), a previsão indica queda nas temperaturas, com máximas de 31°C em Três Lagoas e 30°C em Brasilândia, além de risco de temporais.

Já na região pantaneira, Corumbá e Ladário, que poderão alcançar 39°C na sexta-feira (23) e no sábado (24), deverão registrar temperaturas entre 20°C e 26°C no domingo, com possibilidade de chuva e queda acentuada no calor.

Defesa Civil orienta moradores durante tempestades

Diante da previsão de chuvas intensas e ventos fortes, a Defesa Civil de Campo Grande recomenda que a população evite permanecer debaixo de árvores, mantenha distância de fios elétricos e não atravesse ruas ou avenidas alagadas.

Em situações de emergência, os moradores podem acionar a Defesa Civil pelo telefone 199. Para solicitar serviços municipais, como a remoção de árvores caídas, o contato é 156.

Caso árvores ou galhos atinjam a rede elétrica, a orientação é manter distância e acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

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