Cidades

OBRAS POLÊMICAS

Interrupção de energia para obras no centro preocupa comerciantes

Lojas na Rua Maracaju ficarão sem energia durante a tarde de sábado

ALÍRIA ARISTIDES

19/07/2019 - 13h04
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O comércio da região central de Campo Grande, na Rua Maracaju, ficará sem luz no período da tarde de sábado (20). A medida faz parte do projeto de revitalização do centro da cidade, o ‘Reviva Campo Grande’. Os lojistas do trecho em obras, que fica entre as Ruas 13 de Maio e 14 de Julho, estão preocupados com os impactos negativos nas vendas durante a suspensão de energia.

A Energisa suspenderá o fornecimento para preparar a conversão das redes aéreas em subterrâneas. As atividades, que vão das 12h às 15h do sábado, são para inversão da fonte de alimentação da rede, que passará a ser feita pela Rua 13 de maio.

As obras do Reviva Campo Grande já foram alvo de críticas por partes dos comerciantes. Donos de lojas na região reclamam que o projeto trouxe prejuízos financeiros e queda nas vendas.

Segundo Adelaido Vila, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL), é compreensível a importância das obras, mas a suspensão de energia impossibilita o trabalho durante período comercial. “O momento econômico já está difícil. Quando você não pode trabalhar, fica ainda mais complicado. Não é questão de luxo, é algo essencial para gente trabalhar que é a energia”. 

Segundo o presidente da CDL, foi realizado pedido de adiamento da interrupção para o domingo (21). A solicitação foi enviada para a Prefeitura, Energisa e Engepar, empresa responsável pela execução das obras, e não teve retorno. 

NOTA RETORNO

A Energia esclarece que as obras de adequação no sistema elétrico da área central para atender ao Reviva Campo Grande, previstas para acontecer neste sábado (20/7), serão realizadas na Rua Maracaju, entre a Rua 13 de Maio e a Rua 14 de Julho, das 12h às 18h, conforme informado 'com antecedência' aos clientes.

Por questões técnicas e de segurança, as atividades precisam ser distribuídas; e no domingo (21/7), equipes da Energisa já executam intervenção na Avenida Fernando Corrêa da Costa. 

A operação faz parte do desligamento programado, realizado pela concessionária para viabilizar manutenções e melhorias na rede de distribuição.

A concessionária explica ainda, que informou aos clientes que seriam impactados pela interrupção no fornecimento de energia, em ambos os trechos, por meio de publicação de edital em jornais de grande circulação e rádios, envio de cartas aos clientes e publicação no site da concessionária

*Matéria editada às 15h27 para acréscimo de informações

MATO GROSSO DO SUL

MS oficializa nova chefia do Ministério Público Federal até 2028

Portarias foram publicadas nesta semana mas só entram em vigor a partir do dia 1° de agosto deste ano, já que o mandato dos atuais ocupantes terminam em 31 de julho

16/04/2026 09h15

Novos nomes devem gerir as Procuradorias da República ou das Procuradorias Regionais da República como chefes administrativos

Novos nomes devem gerir as Procuradorias da República ou das Procuradorias Regionais da República como chefes administrativos Divulgação

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Foram oficializados, nesta última quarta-feira (15), os nomes dos procuradores e procuradoras que devem chefiar as unidades do Ministério Público Federal (MPF) no Mato Grosso do Sul e em todo o País até 2028. 

Através do Diário Oficial da União (DOU), os escolhidos para cargos em comissão foram publicados em portarias assinadas pelo conselheiro vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Pereira Diniz Filho.

Ainda que as portarias (PGR/MPF n° 211 e 213) tenham sido publicadas nesta semana, cabe explicar que elas entram em vigor a partir do dia 1° de agosto deste ano, tendo em vista que o mandato dos atuais ocupantes terminam em 31 de julho de 2026. 

Esses novos nomes devem gerir as Procuradorias da República ou das Procuradorias Regionais da República como chefes administrativos, sendo escolhidos por membros das próprias unidades, com as designações feitas pelo procurador-geral da República. 

Para Mato Grosso do Sul foram escolhidos: 

  • Procurador-chefe: Luiz Gustavo Mantovani
  • Substituta: Damaris Rossi Baggio de Alencar

Nomes conhecidos

Ainda em 2021, Damaris Rossi Baggio de Alencar e Luiz Gustavo Mantovani foram designados para o Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). 

Porém, Mantovani foi empossado como procurador da República em 2014, para substituir o procurador Davi Marcucci Pracucho no comando das operações Lama Asfáltica e Sangue Frio, que apuravam desvio de dinheiro em hospitais públicos.

Além disso, foi integrante da Operação Alcatraz, que denunciou políticos e criminosos por lavagem milionária, designado posteriormente de Rondônia para Mato Grosso do Sul em agosto de 2020.

Damaris Rossi Baggio de Alencar, por sua vez, foi uma das responsáveis pela Operação Status, que desarticulou a organização criminosa de tráfico de drogas, chefiada pelo “Clã Morinigo” em Mato Grosso do Sul.

 

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Moradia

União destina área para construção de 143 casas populares em Campo Grande

Número de moradias pode ser ajustado conforme a elaboração do projeto definitivo

16/04/2026 09h00

Foto: Reprodução / Maps

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A União declarou de interesse público uma área no Jardim Imá, em Campo Grande, para a construção de cerca de 143 moradias destinadas a famílias de baixa renda. A medida foi oficializada por portaria publicada nesta terça-feira (15) e integra ações do programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades.

Os terrenos estão localizados entre as ruas Florianópolis, Aracaju, Teresina e Brasília, abrangendo diversos lotes da quadra 6. A estimativa inicial é de 143 unidades habitacionais, número que ainda pode ser ajustado conforme a elaboração do projeto definitivo.

De acordo com a portaria, os imóveis pertencem à União e serão destinados a uma entidade que será selecionada dentro do programa federal. A modalidade “Entidades” é voltada a organizações sem fins lucrativos que atuam na promoção de projetos habitacionais para a população de baixa renda.

O financiamento das moradias será feito com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), instrumento utilizado para ampliar o acesso à habitação digna em áreas urbanas.

A Secretaria do Patrimônio da União em Mato Grosso do Sul ficará responsável por formalizar a destinação da área, comunicando o Cartório de Registro de Imóveis e a Prefeitura de Campo Grande.

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