Cidades

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Jovens morrem em acidente com moto na Avenida Ernesto Geisel

Jovens morrem em acidente com moto na Avenida Ernesto Geisel

Redação

18/05/2010 - 06h49
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NADYENKA CASTRO

Gledsom Leite Vieira, 24 anos, e Caio Henrique Leite Castro, 16 anos, morreram na manhã de ontem na Santa Casa de Campo Grande, após terem se envolvido em um acidente por volta das 3h, na Avenida Ernesto Geisel, entre a Avenida Afonso Pena e a Rua João Rosa Pires, em Campo Grande. De acordo com a Polícia Civil, os jovens estavam em uma motocicleta YBR.

Eles seguiam pela Avenida Afonso Pena e ao entrar na Avenida Ernesto Geisel, o condutor perdeu o controle da direção, bateu com a moto no meio-fio e depois em um poste de energia elétrica, no canteiro da via.

Gledsom foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para a Santa Casa, com fratura no rosto, no braço direito e fratura exposta na perna esquerda. Caio foi levado para o mesmo hospital pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
O adolescente morreu por volta das 5h30min e Gledsom, por volta das 8h30min. Eles foram mais duas vítimas de acidentes fatais ocorridos entre sábado e ontem, na Capital, envolvendo motos.

Na tarde de sábado, Alceu de Souza Aquino, de 57 anos, morreu após ser colhido por um caminhão, no Bairro Estrela Dalva. Ele era condutor de uma motocicleta e seguia pela preferencial. Ainda no sábado, no fim da noite, Wellington Gonçalves da Silva, 21 anos, e Michele Lima Pontes, 17 anos, ocupavam uma CBX-250 e foram colhidos por um Renault Logan, cujo condutor estava embriagado. O acidente aconteceu na BR-262, em frente ao Autódromo Internacional de Campo Grande.

Caminhão
No fim da tarde de ontem, um caminhão invadiu uma residência de alvenaria na Rua Emídio Sevidal, Bairro Alves Pereira. O veículo estava em uma oficina mecânica, na mesma via da casa, e “desceu” a rua quando o responsável pelo serviço tentou uma manobra.
Como o caminhão estava sem ar no sistema de freios, o mecânico não conseguiu parar o veículo, que entrou de ré na residência, onde não havia nenhum morador.
O caminhão entrou pelo quarto, arrancando até a janela do imóvel. O veículo ficou inteiro dentro da casa. Não houve feridos.

Coxim

Homem atacado com 10 facadas é internado em estado grave

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação

04/04/2026 16h00

Hospital Regional de Coxim

Hospital Regional de Coxim Foto: Divulgação

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Um homem de 34 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser atingido por mais de 10 facadas na manhã deste sábado (4), em Coxim, a 253 quilômetros de Campo Grande. Ele foi socorrido em estado grave e segue internado no Hospital Regional do município.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima apresentava ferimentos na cabeça, nas costas e nas mãos, além de duas perfurações profundas no tórax. O resgate foi realizado pelo Corpo de Bombeiros.

Inicialmente, o homem contou à polícia que havia ingerido bebida alcoólica com amigos nas proximidades de um bar. No entanto, posteriormente, mudou a versão e afirmou que foi atacado enquanto dormia na varanda de sua casa, um imóvel que estaria sem energia elétrica.

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação. No endereço indicado, policiais não localizaram sinais de luta ou vestígios de sangue.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio e será investigado pela Polícia Civil.

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MATO GROSSO DO SUL

MS dá aula à agentes com Chikungunya 7x mais letal em 2026

Secretaria de Saúde reforça que, até o momento, não há declaração que aponte para epidemia da doença em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente em Dourados

04/04/2026 14h30

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença Reprodução/GovMS/Bruno-Rezende

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Em cenário de crise graças aos alarmantes números de uma das arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, a médica infectologista, Dra. Andyane Tetila, ministra na segunda-feira (06) uma web aula aos profissionais que tentam frear a Chikungunya em Mato Grosso do Sul, que aparece sete vezes mais letal neste 2026.

Conforme divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), essa capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença que mostra um impacto significativo principalmente na cidade de Dourados e aldeias do município. 

O Governo do Mato Grosso do Sul reforça que, até o momento, não há uma declaração que aponte para uma epidemia de Chikungunya em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente no município de Dourados. 

Com o tema “Alerta Chikungunya: Atualização do Cenário e Manejo dos Casos”, a web aula fica marcada para às 18h e será transmitida através da plataforma Telessaúde (acesse CLICANDO AQUI), sendo que a sala será aberta 30 minutos antes do evento. 

Importante frisar que essa web aula têm o seguinte público alvo os profissionais das seguintes áreas: 

  1. Atenção Primária à Saúde 
  2. Serviços de urgência e Emergência 
  3. Vigilância epidemiológica 
  4. Demais envolvidos no atendimento e manejo dos casos de Chikungunya

Jéssica Klener é gerente de Doenças Endêmicas da SES e, em nota, frisa que a participação dos profissionais é essencial para fortalecer a resposta da rede de saúde à população. 

"Que os profissionais que estão na linha de frente estejam atualizados sobre o manejo clínico da chikungunya, especialmente neste momento de aumento de casos. A capacitação contribui diretamente para um atendimento mais qualificado, com diagnóstico mais ágil e condutas adequadas, refletindo na redução de complicações e na melhor assistência à população”, cita. 

7x mais letal 

Através do monitoramento das arboviroses em geral, que é feito pelo Ministério da Saúde, os dados mostram que MS atingiu o sétimo óbito por Chikungunya antes do fim do terceiro mês este ano, o que fez com que 2026 fechasse março com a doença sete vezes mais letal, se comparado com o pior ano de toda a série histórica. 

Vetor também da Dengue e Zika, o Aedes aegypti é responsável por transmitir a Chikungunya, que apresenta sintomas que costumam ser avassaladores, e a diferença das demais doenças citadas está no tempo que leva desde o primeiro relato do que os pacientes sentem até a data do óbito, que em boa parte das vezes costuma vitimar a pessoa no intervalo de até três semanas.

cabe explicar que, Mato Grosso do Sul terminou 2025 com o maior número de vítimas por Chikungunya em toda a série histórica, sendo que o ano passado já acumulou, inclusive, o equivalente ao dobro dos óbitos da última década, como bem acompanha o Correio do Estado, 17 mortes no total que marcam o pior índice desde que a doença passou a ser catalogada pela SES. 

Através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, por exemplo, é possível notar que a série histórica iniciada em 2015 começa com apenas um registro de óbito naquele ano. Até 2024 a arbovirose iria vitimar um total de apenas oito sul-mato-grossenses.

Com 2016 e 17 passando sem qualquer registro de morte por Chikungunya em Mato Grosso do Sul, a doença só voltou a vitimar um paciente em 2018, ano em que três pessoas morreram em decorrência dessa arbovirose. Porém, nos quatro anos seguintes (de 2019 a 2022) ela voltaria a sumir do radar do sul-mato-grossense.

Essa "explosão" dos casos de Chikungunya em 2025 passou a ser observada já desde o início do ano passado, quando até o começo de março Mato Grosso do Sul já anotava 2.122 casos prováveis. 

 

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